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Mostrando postagens com marcador Bento XVI. Mostrar todas as postagens
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16 de abril de 2014

Hoje é aniversário do Papa Emérito Bento XVI!

Hoje é aniversário do Papa Emérito Bento XVI!























Hoje dia 16 de Abril, o Papa Emérito Bento XVI celebra seus 87 anos de vida. O Papa Francisco ano passado dedicou a Santa Missa em ação de graças pela vida de seu predecessor, e disse essas palavras: “Ofereçamos a missa por ele (Bento XVI), para que o Senhor esteja com ele, o conforte e lhe dê muita consolação”, disse aos participantes da celebração eucarística. Façamos nós também hoje, esse ato de amor, como nos ensina Santa Teresinha do Menino Jesus: "... Pensar em uma pessoa que se ama é rezar por ela". 

Bento XVI presentou a Igreja com sua disponibilidade de coração, com o seu testemunho de vida ele nos ajudou a caminhar com Cristo e ter fé; a amar a Igreja, a Sagrada Liturgia e os seus mistérios; muitos ensinamentos ele nos deixou como: o Youcat para a Juventude. Hoje ainda continua a ajudar a Igreja, com suas orações. Feliz Aniversário! Agora nessa geração de dois papas, somos contigo também juventude, Benedictus e também Francisco. 

"Confesso em particular que sou seu seguidor, ainda estou no começo; mas os seus documentos já tem me ensinado muito. Rezo sempre pelo senhor. Que a Virgem Maria esteja sempre com você, levando sempre a dizer o seu Fiat." (Iury Nascimento)

O Blog Evangelizando lhes deseja um Feliz Aniversário! Este apostolado que nasceu do pedido feito pelo Papa Emérito quando ainda era Bispo de Roma (Papa), para que a Igreja evangelize através da internet e dos meios digitais, coincidindo com o Ano da Fé. Espero que o blog, esteja de fato ajudando à toda Igreja levando a Boa Nova de Jesus a todos os confins da Terra. Rezemos pelo nosso amado Papa Emérito Bento XVI. 

Iury Nascimento
Seminarista da Arquidiocese de Fortaleza e Administrador do Blog Evangelizando

27 de fevereiro de 2014

Bento XVI responde à especulações sobre validade de sua renúncia

Bento XVI responde à especulações sobre validade de sua renúncia
O Papa emérito Bento XVI respondeu, de próprio punho, a uma carta enviada por um jornalista italiano sobre recentes especulações a respeito da validade de sua renúncia ao Papado. De modo conciso e breve, o Papa alemão afirma serem sem qualquer fundamento as afirmações da imprensa sobre o assunto.

“Não existe a menor dúvida sobre a validez da renúncia ao ministério petrino, é absurdo especular sobre esta decisão. A única condição é a plena liberdade de decisão”, escreve Ratzinger.

A imprensa italiana, nos últimos dias, publicou artigos sobre a renúncia de Bento XVI, sobre o título de Papa Emérito e as vestes brancas que ele permaneceu usando. Foi colocada em dúvida a validade de sua renúncia e a possibilidade dele ter sido obrigado a deixar o papado.

O Papa emérito declarou serem absurdas tais afirmações. A respeito das vestes brancas utilizadas, ele declarou ser algo de ordem prática. “No momento da renúncia não havia à disposição outras roupas. Afinal, uso a veste branca de modo claramente distinto da veste do Papa”, explica.

Bento XVI declarou a sua renúncia no dia 11 de fevereiro de 2013, durante um Consistório, no Vaticano. Na ocasião, explicou ao Cardeais que realizava o ato consciente de sua liberdade em poder realizá-lo.

“Por isso, em consciente da gravidade deste ato, com plena liberdade, declaro que renuncio ao ministério de Bispo de Roma, Sucessor de São Pedro, que me foi confiado pela mão dos Cardeais em 19 de Abril de 2005, pelo que, a partir de 28 de Fevereiro de 2013, às 20,00 horas, a sede de Roma, a sede de São Pedro, ficará vacante (…)”, declarou na ocasião.

Por: Canção Nova


11 de fevereiro de 2014

Via Twitter, Francisco pede orações por Bento XVI
























Um ano após a renúncia de seu predecessor, Francisco pede que fiéis rezem pelo Papa Emérito, homem de “coragem e humildade”

No dia em que se recorda a renúncia de Bento XVI, o Papa Francisco pediu orações por seu predecessor. “Hoje, convido-vos a rezar juntos comigo por Sua Santidade Bento XVI, um homem de grande coragem e humildade”, escreveu Francisco em sua conta no Twitter.

Há exatamente um ano, a Igreja e o mundo presenciavam um fato histórico: a renúncia de um Papa. Em 11 de fevereiro de 2013, Bento XVI anunciava o fim de seu ministério petrino.


“Depois de ter examinado, repetidamente, a minha consciência diante de Deus, cheguei à certeza de que as minhas forças, devido à idade avançada, já não são idôneas para exercer adequadamente o ministério petrino”, disse Bento XVI explicando o motivo de sua decisão.

Fonte: Canção Nova

Estamos juntos com toda a Igreja de Cristo, para rezarmos pelo Papa Emérito Bento XVI este homem que nos deixou um forte legado de ensinamentos e ainda hoje nos deixa com seus livros e catequeses, um fonte ensinamento sobre a Doutrina da Igreja, os Santos, a Fé etc. Que o Senhor Jesus Cristo, derrame sobre a vida de Bento XVI muita saúde e paz, ele que está a interceder pela Igreja e todos os seus fiéis. Nós te amamos querido e amado Bento XVI.

24 de setembro de 2013

Bento XVI escreve carta a matemático sobre questões da fé

Bento XVI escreve carta a matemático sobre questões da fé
Blog Evangelizando

O Papa emérito Bento XVI escreveu ao matemático e escritor italiano Piergiorgio Odifreddi, que em 2011 publicou a obra ‘Caro Papa, escrevo-te’, para responder a algumas das suas críticas e questões sobre Jesus e a Igreja.

A carta, parcialmente divulgada, nesta terça-feira, 24, pelo jornal italiano ‘La Reppublica’, assume uma crítica “dura”, mas franca, às posições de Odifreddi sobre a historicidade de Jesus e a relação entre a Teologia e o mundo científico.

“Aquilo que diz sobre a figura de Jesus não é digno do seu nível científico”, escreve Bento XVI, após o matemático italiano ter afirmado que sobre Cristo não se saberia nada, do ponto de vista histórico, recomendando ao seu interlocutor a leitura da obra de Martin Hengel (publicada em conjunto com Maria Schwemer), exegeta protestante.

Bento XVI, autor de uma trilogia sobre ‘Jesus de Nazaré, nega ter desvalorizado a exegese histórico-crítica dos evangelhos e diz nesta carta que a mesma é “necessária para uma fé que não propõe mitos com imagens históricas, mas reclama uma verdadeira historicidade”.

“Por isso, também não é correto que afirme que eu me teria apenas interessado pela meta-história: pelo contrário, todos os meus esforços têm o objetivo de mostrar que o Jesus descrito nos evangelhos é também o real Jesus histórico”, acrescenta o Papa emérito.

Bento XVI responde também às observações de Piergiorgio Odifreddi a respeito dos casos de abusos sexuais de menores por parte de sacerdotes, começando por mostrar “profunda consternação”.

“Eu procurei desmascarar estas coisas: que o poder do mal penetre até este ponto no mundo interior da fé é um sofrimento para nós”, sublinha, antes de frisar que a Igreja vai fazer “todos os possíveis para que tais casos não se repitam”.

Segundo o Papa emérito, que governou a Igreja entre abril de 2005 e fevereiro deste ano, não é “lícito” calar os problemas das comunidades católicas, mas isso não deve fazer esquecer “o grande rasto luminoso de bondade e pureza que a fé cristã deixou ao longo dos séculos”.

“Ainda hoje, a fé leva muitas pessoas ao amor desinteressado, ao serviço aos outros, à sinceridade e à justiça”, refere.

A resposta de Bento XVI chegou à casa do matemático italiano no dia 3 deste mês, escrita em 11 páginas com data de 30 de agosto.

A carta agradece pelo confronto “leal” de ideias e manifesta o “proveito” tirado de algumas das passagens do livro de Odifreddi, sem deixar de observar “uma certa agressividade e descuido na argumentação” do autor.

Joseph Ratzinger deixa críticas, em particular, ao que chama de “religião matemática” que deixaria de fora questões “fundamentais” da existência humana, como “a liberdade, o amor e o mal”.

“A sua religião matemática não tem qualquer informação sobre o mal. Uma religião que descura estas questões fundamentais fica vazia”, responde a Piergiorgio Odifreddi.

Neste contexto, Bento XVI destaca a necessidade de “manter a religião ligada à razão e a razão à religião”, pedindo que se reconheça que a Teologia produziu resultados “no âmbito histórico e no do pensamento filosófico”.

A carta refuta a acusação de que a Teologia seria apenas “ficção científica” e aponta o dedo às teorias sobre a origem do homem e do universo que apresentam “imaginações” com as quais se procura “aproximar-se da realidade”.

Fonte: Canção Nova


30 de abril de 2013

Bento XVI volta para o Vaticano nesta quinta-feira

Bento XVI volta para o Vaticano nesta quinta-feira
Blog Evangelizando!


Nesta quinta-feira, 2, o Papa Emérito Bento XVI voltará para o Vaticano, onde habitará, como anunciado, no convento Mater Ecclesiae.

O retorno de Bento XVI será de helicóptero por volta de 16h30-17h (horário local, 21h30-22h em Brasília). Ele partirá da residência pontifícia de Castel Gandolfo, onde tem residido nos últimos dois meses.

A notícia foi confirmada aos meios de comunicação pelo diretor da Salta de Imprensa da Santa Sé, padre Federico Lombardi. Respondendo aos jornalistas que queriam saber sobre a saúde de Bento XVI, o porta-voz vaticano afirmou: “É um homem ancião, debilitado pela idade, mas não tem nenhuma doença”.

Bento XVI anunciou sua renúncia como Bispo de Roma em 11 de fevereiro de 2013 e renunciou oficialmente no dia 28 de fevereiro do mesmo ano. Após dois dias de Conclave, os Cardeais votantes elegeram o novo Papa, Cardeal Jorge Mario Bergoglio, o Papa Francisco.

Fonte: blog.pa7

15 de abril de 2013

Hoje, 16 de abril, nosso amado Papa Emérito Bento XVI completará 86 anos de vida.

Amanhã, 16 de abril, nosso amado Papa Emérito Bento XVI completará 86 anos de vida.
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Amanhã, 16 de abril, nosso amado Papa Emérito Bento XVI completará 86 anos de vida.

Nascido Joseph Aloisius Ratzinger em Marktl am Inn, na Alemanha, a 16 de abril de 1927.

Para o dia do Papa Emérito não está previsto nenhuma aparição pública ou alteração da rotina em Castel Gandolfo, onde reside o Pontífice.

Sabemos que ele celebrará seu aniversário natalício ao lado de seu irmão mais velho, Monsenhor Georg Ratzinger, de 89 anos, do Prefeito da casa pontifícia e seu fiel escudeiro o Arcebispo Gänswein e daqueles que comumente o servem, como as fiéis da comunidade "Memores Domini".

É dia de unirmos por este servo dos servos de Deus, que agora emérito, serve a Igreja de Jesus Cristo através de seu exemplo e de suas preces.

23 de março de 2013

Imagens do encontro entre o Papa Francisco e o Papa Emérito Bento XVI

Imagens do encontro entre o Papa Francisco e o Papa Emérito Bento XVI

Olá amigos podemos ver em vídeo este grande momento de Papa Francisco com Bento XVI. 


Encontro histórico entre Bento XVI e Francisco: Somos irmãos!


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Penso que não haja um católico verdadeiramente católico que não se emocione ao ver as fotos que estamos vendo neste post: O encontro entre o Papa Francisco e o Papa Emérito Bento XVI. O encontro aconteceu hoje às 12h15 (horário de Roma). Um abraço para ficar na história e para encher de alegria os católicos do mundo inteiro. Por hora, as imagens falam muito mais do que qualquer palavra…
E se você pensa que a emoção ficou só no abraço, você graças a Deus está muitíssimo enganado: A primeira parte do encontro foi dentro da capela onde eles se colocaram em oração. Uma particularidade: O Papa Bento XVI havia preparado um lugar de honra para o Sumo Pontífice, mas este recusou e disse: Somos irmãos! E se ajoelharam juntos para rezar pela igreja.

Bom, depois disso a conversa foi reservada e levou cerca de quarenta e cinco minutos. Houveram troca de presentes e um carinho profundo de um para com o outro. Embora não haja nada confirmado, penso que esta visita não será a única e acredito que isto será benéfico para toda a Igreja.
De fato vivemos um tempo de extrema riqueza: Um Papa intercessor (orante) e um Papa atuante. Demos Glórias a Deus por isso! Abaixo algumas fotos que consegui captar na internet.
Pax Domini e Blog Evangelizando



Blog Evangelizando realmente estamos muito felizes de trazer para vocês que acessam o blog, essas fotos do momento que o Papa Francisco se encontra com nosso querido Papa Emérito Bento XVI.







3 de março de 2013

Bento XVI entregou o anel do Pescador enquanto continuam os preparativos do Conclave

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Bento XVI entregou neste sábado o anel do Pescador que levou durante todo o papado como sucessor de Pedro e passa já seus primeiros dias na residência do Castel Gandolfo, enquanto na Santa Sé continuam os preparativos do Conclave que escolherá o seu sucessor.

O porta-voz da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, anunciou que "a secretaria de Estado procedeu a entregar o anel à Câmara Apostólica" mas reiterou que a peça dourada não será destruída, mas sim "anulada" nos próximos dias. O anel é um símbolo do Papado e seu portador pode escolher o que levava seu predecessor, ou confeccionar um novo.

Lombardi aproveitou para reiterar a "coragem" demonstrada por Bento XVI com sua renúncia, similar à exibida por seu predecessor, João Paulo II, que também mostrou valor ao permanecer no pontificado até seus últimos dias.

"Se o Papa Wojtyla deu, com valentia admirável aos olhos do mundo, o testemunho de sua fé em meio aos sofrimentos da enfermidade, o Papa Ratzinger, com o mesmo valor, deu-nos o testemunho de aceitação ante Deus dos limites da velhice e discernimento no exercício da responsabilidade que Deus lhe havia confiado", indicou.

O anel será anulado na Capela Sistina, como parte dos preparativos do Conclave que escolherá o novo Papa. "Na capela ainda há visitantes", explicou Lombardi, "e o início destes trabalhos não se espera para antes da segunda-feira", no início das congregações gerais dos cardeais, reunião na qual se tomará a decisão formal sobre o anel.
 
Por ACIdigital

Da redação do Portal Ecclesia e Blog Evangelizando.

28 de fevereiro de 2013

"Um simples peregrino", declara Bento XVI


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Após deixar o Vaticano de helicóptero, Bento XVI dirigiu-se para Castelgandolfo depois de uma emocionante despedida de seus colaboradores. O Centro de TV do Vaticano transmitiu ao vivo cada momento e fiéis do mundo inteiro puderam acompanhar a cobertura dos últimos momentos do pontificado.  

 Em fila, secretários, sacerdotes, bispos saudaram o Papa com o "beija-mão", além de colaboradores leigos da Santa Sé. No flagrante das imagens, um dos motoristas particulares emocionado ajoelhou-se e beijou o anel papal expressando seus sentimento pelo Pontífice

Ao chegar em Castelgandolfo, nas proximidades de Roma, Bento XVI pôs-se na sacada e saudou aos fieis que o recepcionaram na frente da residência papal e de improviso declarou "às 20hs não sou mais pontífice, mas um simples peregrino que cumpre a última etapa nessa terra junto com a Igreja" e lembrou que este momento não é comum na Igreja.

O Papa abençoou os peregrinos que com bandeiras e faixas demonstravam seu carinho e apreço por ele. Às 20hs locais (16hs horário de Brasília) Bento XVI deixa o pontificado e a Santa Sé em vacância no trono de Pedro. (Jefferson Souza)


Da redação do Portal Ecclesia e Blog Evangelizando.


Última postagem de Bento XVI no Twitter será no momento de deixar o Vaticano

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O Papa Bento XVI publicará o seu último tweet no momento em que deixar o Vaticano, logo mais, às 13hs (horário de Brasília) para ir a Castel Gandolfo.



O Papa Bento XVI publicou o seu último tweet no momento em que deixava o Vaticano, às 17hs (horário em Roma, 13hs, no horário de Brasília) para ir a Castel Gandolfo. Essa foi a informação dada pelo porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, durante entrevista coletiva concedida no final desta manhã, 28.

A coletiva foi para falar da audiência dos cardeais com o Papa e para esclarecer alguns procedimentos para os próximos dias e para o dia de hoje, que é o último do pontificado de Bento XVI.

Após o último tweet, padre Lombardi informou que, conforme já havia pontuado o Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, o perfil do Papa no twitter ficará suspenso, deixando a possibilidade do novo Papa retomá-lo, caso queira.

No início da coletiva, padre Lombardi recordou que foram 144 cardeais presentes na Sala Clementina e evidenciou algumas passagens do discurso de Bento XVI aos purpurados. Uma particularidade destacada por ele foi o ato de obediência que o Papa já fez ao seu sucessor. Segundo o porta-voz, foi um ato não previsto e extremamente expressivo do Papa.

Fonte: Canção Nova Notícias

Da redação do Portal Ecclesia e Blog Evangelizando.


Convocação para o conclave acontecerá amanhã, 1º de março

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Cardeal Angelo Sodano, decano do Colégio Cardinalício, convocará oficialmente nesta sexta-feira,01, os cardeais para se dirigir a Roma e participar do conclave que escolherá o sucessor do Papa Bento XVI.



O porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, em coletica à imprensa presente afirmou que a comunicação aos cardeais nem todos os cardeais eleitores chegaram ainda a Roma. Durante a cerimônia oficial de despedida de hoje, estavam presentes ao menos 144 cardeais, mas nem todos são eleitores.

"Sabemos que o novo papa não precisa necessariamente vir do Colégio de Cardeais, mas, das outras vezes, sempre esteve dentro do Colégio Cardinalício." destacou padre Lombardi já que Constituição Apostólica permite que o escolhido para ser papa não integre necessariamente o Colégio de Cardeais, mas que, por tradição, é assim que acontece.

Contudo, segundo o porta voz do Vaticano, em caso de doença, existe um local no Vaticano em que os cardeais enfermos receberão atendimento e também há condições para que consigam votar no conclave. De acordo com as leis canônicas tem direiro a voto neste próximo conclave 115 cardeais.(Jefferson Souza)

Da redação do Portal Ecclesia e Blog Evangelizando.


27 de fevereiro de 2013

O Testamento de Bento XVI


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Em sua última audiência pública, o Papa Bento XVI se despediu dos fiéis e deu-lhes uma grande lição de fé católica. Trata-se de uma fé muito específica e rara nos dias de hoje: uma fé que professa a presença e a ação de Deus na história da Igreja.
Todos deveríamos saber disto, mas nem sempre nos damos conta: a Igreja não é somente um sujeito da fé; a Igreja é também objeto de fé. Ou seja, a Igreja não somente crê, mas ela deve ser crida.
Bento XVI tem consciência de que a Igreja é portadora de um mistério divino. Como a lua, ela é reflexo de Cristo "luz dos povos". Por isto, nos convida a uma visão de fé:
"Deus guia a sua Igreja, ele sempre a sustenta, também e sobretudo, nos momentos difíceis. Não percamos nunca esta visão de fé, que é a única visão verdadeira do caminho da Igreja e do mundo. No nosso coração, no coração de cada um de vós, haja sempre a alegre certeza que o Senhor está ao nosso lado, não nos abandona, está perto de nós e nos envolve com o seu amor".
Estas foram as suas últimas palavras. Poderíamos dizer: este foi o seu testamento. Nada poderia ser mais marcadamente católico, pois nós católicos, ao contrário dos protestantes, cremos que o organismo visível da Igreja não é uma "invenção" humana, mas o Corpo do Cristo ressuscitado que continua vivo na história.
A Igreja é uma forma de Jesus estender o mistério de sua Encarnação ao longo da história.
É a falta de fé neste mistério da Igreja que tem criado tantos equívocos, paranoias e explicações fantasiosas no espaço midiático dos últimos dias. Grande parte da mídia está longe da verdade, porque está longe da visão de fé que, nos recorda o Papa, "é a única visão verdadeira do caminho da Igreja".
Mas que os jornalistas não compartilhem esta visão e esta fé é algo que não deveria nos surpreender. Afinal, as estatísticas nos mostram de forma clara que o percentual de prática religiosa no meio jornalístico é mais baixo do que nos outros segmentos da sociedade.
O que causa espécie e até indignação é que teólogos, isto mesmo, teólogos (!) não sejam capazes desta fé.
Recentemente um grupo de estudiosos, capitaneados por ninguém menos do que nossos velhos conhecidos Leonardo Boff e Hans Küng, está recolhendo assinaturas na internet no esforço de "redesenhar" a forma como a autoridade é vivida dentro da Igreja católica (cf.http://churchauthority.org ).
Os autores do manifesto alegam que esta reengenharia da estrutura da Igreja é uma exigência do Vaticano II. Mas, a verdade é que a "nova Igreja" que brota dos sonhos de nossos teólogos liberais, pelo que se lê, seria mais facilmente encontrada nos escritos de Martinho Lutero do que na "Lumen gentium" ou em outros documentos do concílio.
Foi neste mesmo afã revolucionário que, tão logo recebida a notícia da renúncia de Bento XVI, os nossos "scholars" puseram mãos à obra e começaram a traçar o perfil do futuro Papa. A coisa toda é apresentada como arrojada e inovadora, mas se trata da velha e conhecida eclesiologia protestante: somos todos iguais, vamos então construir a Igreja que "nós queremos". Afinal, Igreja é isto, uma construção humana.
Para estes teólogos o papado é uma excrecência medieval e a cúria romana um tumor a ser extirpado. A Igreja romana centralizadora deveria morrer e dar lugar a uma Igreja da colegialidade em todos os níveis (inclusive dos leigos!).
É claro que se trata de pura retórica manipuladora. Os únicos leigos a quem esta turma já deu voz foram os seus títeres ideológicos, que, aliás, embora tenham chegado ao poder, estão envelhecendo e diminuindo em número.
Não é à toa que, com toda propaganda e esforço só conseguiram até agora pouco mais de duas mil assinaturas para o seu abaixo-assinado internacional.
Gostaria de vê-los consultar os milhões de jovens da geração Bento XVI que aguardam, ansiosos e confiantes, que o Senhor, com a próxima fumaça branca que sair da Sistina exorcize o que ainda resta da "fumaça de Satanás" que eles ajudaram a inocular dentro da Igreja.
Autor: Padre Paulo Ricardo

Até os agnósticos lamentam o fim do papado de Bento XVI

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“Os não crentes”, assinala Vargas Llosa, “faríamos mal em festejar como uma vitória do progresso e da liberdade o fracasso de Joseph Ratzinger no trono de São Pedro. Ele não só representava a tradição conservadora da Igreja, mas também, sua melhor herança.


Mario Vargas Llosa, o prêmio Nobel de Literatura que se declara agnóstico e ferozmente oposto aos ensinamentos morais da Igreja, escreveu uma coluna para o mundo de fala espanhola na qual elogia o nível espiritual e intelectual de Bento XVI, e assinala que sua partida é uma perda para o mundo da cultura e do espírito.
“Não sei por que a renúncia de Bento XVI surpreendeu tanto; embora tenha sido excepcional, não era imprevisível. Bastava vê-lo, frágil e como extraviado em meio dessas multidões nas que sua função o obrigava a inundar-se, fazendo esforços sobre-humanos para parecer o protagonista desses espetáculos obviamente írritos a seu temperamento e vocação.”
O literato peruano assinala que o Papa Bento “refletia com profundidade e originalidade, apoiado em uma enorme informação teológica, filosófica, histórica e literária, adquirida na dezena de línguas clássicas e modernas que dominava”.
“Embora concebidos sempre dentro da ortodoxia cristã, mas com um critério muito amplo, seus livros e encíclicas transbordavam frequentemente o estritamente dogmático e continham novas e audazes reflexões sobre os problemas morais, culturais e existenciais de nosso tempo que leitores não crentes podiam ler com proveito e frequentemente –me ocorreu– turbação.”
O prêmio Nobel de literatura assinala logo que Bento XVI esteve à frente da Igreja em “um dos períodos mais difíceis que enfrentou o cristianismo em seus mais de dois mil anos de história. A secularização da sociedade avança a grande velocidade, sobretudo no Ocidente, cidadela da Igreja até faz relativamente poucos decênios”.
“Ninguém pode negar que Bento XVI tentou responder a estes descomunais desafios com valentia e decisão, embora sem êxito. Em todas suas tentativas fracassou, porque a cultura e a inteligência não são suficientes para orientar-se no labirinto da política terrestre e enfrentar o maquiavelismo dos interesses criados e os poderes factuais no seio da Igreja… foi o primeiro Papa em pedir perdão pelos abusos sexuais em colégios e seminários católicos, em reunir-se com associações de vítimas e em convocar a primeira conferência eclesial dedicada a receber o testemunho dos próprios vexados e de estabelecer normas e regulamentos que evitassem a repetição no futuro de semelhantes iniquidades”.
Segundo o escritor peruano, o Papa Bento passou de ser um teólogo “progressista” durante o Concílio Vaticano II a ser “um audaz adversário da Teologia da Libertação e de toda forma de concessão em temas como a ordenação de mulheres, o aborto, o matrimônio homossexual e, inclusive, o uso de preservativos”.
“Os não crentes”, assinala Vargas Llosa, “faríamos mal em festejar como uma vitória do progresso e da liberdade o fracasso de Joseph Ratzinger no trono de São Pedro. Ele não só representava a tradição conservadora da Igreja, mas também, sua melhor herança: a da alta e revolucionária cultura clássica e renascentista que, não o esqueçamos, a Igreja preservou e difundiu através de seus conventos, bibliotecas e seminários”.
A solidão de Bento XVI e “a sensação de impotência que parece havê-lo rodeado nestes últimos anos”, conclui o prêmio Nobel “é sem dúvida fator primordial de sua renúncia, e um inquietante olhar do difícil que está nossa época com tudo o que representa a vida espiritual, a preocupação pelos valores éticos e a vocação pela cultura e as ideias”.
Fonte: ACI Digital

O adeus de um Papa


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O Papa Bento XVI fez na manhã de hoje, 27/02, sua última Audiência Pública na praça de São Pedro, no Vaticano, antes de renunciar ao Ministério Petrino. Diante de uma assembleia de mais de 150 mil pessoas, disse estar feliz por enxergar a Igreja viva e que jamais se sentiu sozinho nesses oito anos de pontificado. O Santo Padre ainda recordou que a Igreja não pertence a ele, mas a Cristo, e por isso, ela jamais afundará, mesmo quando as águas estiverem agitadas. "Não abandono a cruz, sigo de uma nova maneira com o Senhor Crucificado, sigo a seu serviço no recinto de São Pedro", enfatizou.
A Audiência começou por volta das 10h40 locais (6h40 de Brasília). Ao aparecer na praça de São Pedro no papamóvel, Bento XVI foi ovacionado por uma multidão que gritava "Viva o Papa" e "Bento! Bento!". Claramente emocionado, passeou pela praça por quase 15 minutos, agradecendo aos fiéis que levantavam cartazes e o agradeciam. Foram distribuídos 50 mil ingressos para os peregrinos participarem da catequese, mas segundo as estimativas, o público presente era de mais de 150 mil pessoas.
O Papa ressaltou no seu discurso o significado do amor que se deve prestar à Igreja e a Cristo."Amar a Igreja significa também ter a valentia de tomar decisões difíceis, tendo sempre presente o bem da Igreja, e não o de si próprio", afirmou. Falando ao público de língua portuguesa, disse que "um papa não está sozinho na condução da barca de Pedro". "Embora lhe caiba a primeira responsabilidade, o Senhor colocou ao meu lado muitas pessoas que me ajudaram e me sustentaram", declarou o pontífice.
Bento XVI convidou os fiéis a rezarem por ele e pelo próximo papa. Ele agradeceu a Deus por tê-lo guiado nesses oito anos de papado e pediu para que a Igreja amasse Jesus "com a oração e com uma vida cristã coerente". "Deus ama-nos, mas espera também que nós o amemos!", recordou. O Romano Pontífice falou também das várias cartas que recebeu de pessoas simples enquanto esteve à frente da Igreja nestes últimos anos. Afirmou que essas manifestações afetuosas permitiam "tocar com a mão o que é a Igreja", pois ela não é uma organização ou uma associação com fins religiosos ou humanitários, "mas um corpo vivo, uma comunhão de irmãos e irmãs no Corpo de Jesus Cristo, que nos une a todos". "Experimentar a Igreja neste modo e poder assim com que poder tocar com as mãos a força da sua verdade e do seu amor, é motivo de alegria, num tempo em que tantos falam do seu declínio", declarou o papa entre os aplausos dos fiéis.
Bento XVI assumiu a Cátedra de Pedro em 19 de abril de 2005, aos 79 anos de idade. Nesses oitos anos de pontificado, presidiu 348 audiências gerais, das quais participaram 4,9 milhões de pessoas até dezembro de 2012. Além disso, escreveu três encíclicas (Deus caritas est, Spe salvi e Caritas in veritate), a biografia de Jesus, na aclamada trilogia "Jesus de Nazaré", participou de três Jornadas Mundiais da Juventude, sendo a última em Madrid, Espanha, com a presença de mais de dois milhões de jovens e fez mais de 50 viagens apostólicas por todo o mundo, incluindo o Brasil em 2007, quando veio para canonizar Frei Galvão e abrir a V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe.
A partir das 20h (locais) de amanhã, 28/02, se inicia o tempo de Sé vacante, como estabeleceu o Papa Bento XVI no seu discurso em que anunciou a renúncia. Segundo o porta voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, Joseph Ratzinger continuará a usar o nome de Bento XVI e o título honorífico de "Sua Santidade". Ele deverá ser chamado de "Papa emérito" ou "Pontífice Romano Emérito". Já o seu anel papal deverá ser quebrado, como prescreve a tradição quando termina um pontificado. Bento XVI foi o primeiro papa a renunciar em quase 600 anos.
Autor: Equipe Christo Nihil Praeponere


Bento XVI: Dezenas de milhares acompanham última aparição pública do pontificado

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Dezenas de milhares de pessoas estão reunidas no Vaticano para participarem na última audiência pública do pontificado de Bento XVI, que esta quinta-feira vai passar a ser Papa emérito.



O porta-voz do Vaticano anunciou que foram distribuídas 50 mil entradas (gratuitas) para a Praça de São Pedro, que acolhe o encontro desde as 10h30 de Roma (menos uma em Lisboa). A audiência está a ser transmitida em direto através da internet, no 'Vatican Player'. O encontro semanal reuniu, de acordo com dados divulgados hoje pelo Vaticano, mais de 5,1 milhões de pessoas desde a eleição de Bento XVI, em abril de 2005. 

A audiência geral vai manter o “esquema habitual” de catequese em italiano e saudações em várias línguas, incluindo um percurso “maior” do papamóvel. 

Nesta última audiência não vai haver o ‘beija-mão’ que decorre tradicionalmente após o encontro. 

Após o encontro, na Sala Clementina, há cumprimentos em “número muito limitado” a algumas autoridades civis da Eslováquia, São Marino, Andorra e Baviera (Alemanha), terra natal do Papa.

Bento XVI apresentou a sua renúncia no último dia 11, com efeitos a partir de quinta-feira, por causa da sua “idade avançada”, abrindo caminho à eleição do seu sucessor.

A última renúncia de um Papa tinha acontecido há quase 600 anos, com a abdicação de Gregório XII.
 
Fonte: Agência Ecclesia

Da redação do Portal Ecclesia e Blog Evangelizando.

Bento XVI: "Amar a Igreja é ter a coragem de tomar atitudes difíceis"

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Na amanhã desta quarta-feira, 27, a Praça de São Pedro, no Vaticano, recebeu cerca de 150 mil fiéis para a última audiência geral do pontificado de Bento XVI. 


Peregrinos da diocese de Roma e de várias nacionalidades despediram-se do Papa em um encontro emocionante. O Santo Padre chegou para audiência passeando entre os fiéis passeando pelo Papamóvel acenando para os presentes. Na ocasião, Bento XVI chegou até a receber algumas crianças e os beijou em demonstração de benção e carinho. 


Cardeais, bispos e membros da Cúria Romana manifestaram seu apreço ao Pontífice em várias línguas e em seus discursos expressão de grande gratidão ao Papa pelo serviço prestado à Igreja. 

Ao falar a multidão que acompanhava, o Papa Bento XVI agradeceu a presença dos fiéis e disse está emocionado. "Neste momento, existe em mim uma grande confiança. Todos sabemos que a palavra do evangelho é a força da Igreja, é a sua vida" disse o Santo Padre 

Sorridente e entre aplausos Bento XVI destacou a importância da data afirmando que "hoje é um dia cheio de agradecimento a Deus, que nunca nos deixou faltar sua luz e seu amor.” Afirmou que o “papa não está sozinho na guia do barco de Pedro, ainda que esta seja sua primeira responsabilidade. O Papa não está sozinho, ele pertence a todos” e disse que nunca se sentiu sozinho ao levar a alegria e o peso do Ministério Petrino. 

"Nestes últimos meses, senti que minhas forças tinham diminuído e pedi a Deus que me iluminasse com sua luz para que eu tomasse a decisão correta não para o meu próprio bem, mas para o bem da Igreja [...] Amar a Igreja é ter a coragem de tomar atitudes difíceis" ressaltou o Papa. 

No final da audiência, Bento XVI orou com os fiéis o Pai-Nosso em latim e abençoou os presentes estendendo a bênção a seus familiares, doentes, e objetos. Após a bênção apostólica ovacionado pela multidão, o Papa deixou a Praça de São Pedro. (Jefferson Souza)

Da redação do Portal Ecclesia e Blog Evangelizando.

Qual a grande contribuição que Bento XVI deixa à Igreja?

Blog Evangelizando!


Padre Paulo Ricardo explica que Bento XVI deixa um grande legado na área da compreensão do Concílio Vaticano II

Jéssica Marçal
Da Redação


Os quase oito anos do pontificado do Papa Bento XVI chegam ao fim ,nesta quinta-feira, 28. O mundo recebeu com surpresa a notícia de sua renúncia, apresentada em 11 de fevereiro. Depois do susto, das perguntas e esclarecimentos, aos poucos começou-se a refletir não mais sobre os motivos da renúncia, o que já é um fato dado, mas sobre os feitos deste Papa, a contribuição que ele deixa à Igreja de Cristo.

O teólogo e padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior, da Arquidiocese de Cuiabá, destaca que Bento XVI está entre os grandes papas que conduziram a Igreja após o Concílio Vaticano II. Este, segundo ele, foi um evento extraordinário, mas que ainda não deu todos os seus frutos.

De acordo com padre Paulo, o grande legado de Bento XVI está relacionado ao Concílio, ao fato de fazer as pessoas terem acesso ao verdadeiro Concílio Vaticano II e às “coisas extraordinariamente positivas” que Deus concedeu à Igreja por meio deste evento.

O sacerdote disse, conforme fez o próprio Papa recentemente em audiência com os padres da diocese de Roma, que o Concílio foi interpretado pela mídia e pelo mundo como sendo um Concílio que estava começando um novo jeito de ser Igreja, sendo uma ruptura com o passado. Contudo, ele enfatiza o esforço do atual Pontífice de fazer com que os fiéis, sacerdotes e bispos retomem os verdadeiros ensinamentos desse grande acontecimento, sabendo colher as riquezas que ele tem para dar à Igreja.

“Em poucas palavras, o Papa Bento XVI nos deixou o grande legado de fazer os fiéis católicos compreenderem que há 50 anos, com o Concílio Vaticano II, não começou uma nova Igreja, mas é a mesma Igreja de Cristo, na sua continuidade orgânica que ao longo dos séculos vai se transformando e se adaptando aos poucos conforme as necessidades e circunstâncias. O Vaticano II não foi uma revolução, foi um crescimento da Igreja na continuidade daquilo que é a tradição de 2000 anos”.

O próximo Papa

Diante da riqueza da contribuição deixada por Bento XVI, padre Paulo elenca como o grande desafio do novo Papa a continuidade dessa herança. Ele enfatiza que Deus tem dado à Igreja papas que continuam o trabalho que o outro havia iniciado, dando sua contribuição pessoal.

“É por isso que nós temos essa alegria de ser católico, de saber que cada Papa que toma o seu papel como Sucessor de São Pedro sabe que ele é sucessor de tantos outros. O próximo Pontífice será o de número 266, ou seja, antes dele, houve 265 papas aos quais ele dará continuidade e dos quais ele será sucessor”, explica.

Embora cada um deles tenha a sua própria contribuição a dar, padre Paulo cita uma característica comum a todos os pontífices: o “guardar a fé”, permanecer na mesma fé da Igreja de 2 mil anos. Segundo ele, o grande desafio que a Igreja enfrenta, nas últimas décadas, tem sido transmitir a fé de sempre de forma nova, a fim de que os fiéis possam compreendê-la.

“Cada Papa tem esta missão de continuar na fé de sempre, mas apresentar isso não de uma forma morta, mas viva. Bento XVI fez isso com todo o seu carisma de grande homem, como teólogo, pensador e grande homem de vivência litúrgica e espiritual. O próximo Sucessor de Pedro terá, também ele, a sua personalidade, a sua contribuição e a sua riqueza. Nós estamos preparados para receber essas maravilhosas surpresas de Deus que a Igreja recebe a cada eleição de um novo Pontífice”, concluiu.

Fonte: Especial Papa

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