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31 de março de 2015

Sacerdote brasileiro motiva a entender a Inquisição à luz do seu contexto histórico mais amplo


Rio de Janeiro, 30 Mar. 15 / 10:20 pm (ACI).- “A inquisição é um tema normalmente utilizado nas aulas de história para denegrir a imagem da Igreja Católica”, afirmou o padre João Paulo Dantas, que é doutor em Teologia. Segundo ele, existem vários fatos que não são levados em conta na apresentação desse tema, principalmente, no meio acadêmico. Contrariando a tendência de criar uma lenda negra sobre a Igreja da época da Inquisição, sobretudo a sua versão espanhola, O perito brasileiro destaca a necessidade de tomar em conta o contexto histórico e político para distinguir com clareza as esferas da ação religiosa e da ação do poder civil durante o processo da inquisição”.


Em entrevista exclusiva a ACI Digital, o Pe. Dantas explicou que a inquisição dentro da Igreja nasceu no século XIII com o Papa Gregório IX, com o objetivo de limitar os danos causados pelos hereges na França. Eles atacavam lugarejos e cidades, incitavam a violência, a desordem social, a depredação, o desrespeito às autoridades civis e eclesiásticas e o suicídio em massa.

“Esse fato provocou a reação da população não herética, a violência se deflagrou e o poder civil precisou intervir de forma muitas vezes drástica. Os tribunais foram sendo criados pelo poder civil com a ajuda dos clérigos locais, mas esses tribunais se revelaram pouco atentos aos direitos dos réus, às questões das provas e muito suscetíveis às pressões das populações que se sentiam inseguras com a presença massiva dos grupos de hereges”, afirmou.

Ele destacou que à inquisição espanhola, que se prolongou até o século XIX, a mais ‘sangrenta’ teve uma dinâmica de conduta marcada pelo governo monárquico.

“Houve muitos abusos, pessoas inocentes foram condenadas injustamente, muito mais por questões políticas do que religiosas. Os Papas se opuseram a essa inquisição. Existe uma vasta documentação que comprova isso, várias cartas foram escritas por eles aos reis e inquisidores”, contou.

Padre Paulo acredita que muita coisa ainda precisa ser dita sobre esse tema e que é preciso reestudar as fontes, os documentos para um aprofundamento histórico.

“Existem arquivos que podem colaborar com tais pesquisas. É importante revisitar o fato da maneira mais imparcial possível, evitando todo tipo de suposição e exageros de cunho religioso, polêmico, ideológico e contrário à Igreja Católica. Não é certo ter uma orientação fechada a objeções, na verdade ainda existe bastante espaço para o debate. Um aprofundamento histórico a partir das fontes primárias será benéfico para todos”.

“Gostaria que esse tema fosse mais debatido nas paróquias, nos movimentos e pastorais, e também no meio acadêmico, para que a verdade brilhe”, motivou o sacerdote.

Fonte: ACI Digital 





25 de março de 2014

Cardeal Orani alerta sobre ideologia de gênero na PNE

Cardeal Orani alerta sobre ideologia de gênero na PNE

O Arcebispo do Rio de Janeiro Afirma Ser antinatural e anticristã UMA 
Tentativa Fazer Plano Nacional de Educação

Será, votado Nesta quarta-feira, 26, na Câmara dos Deputados, o Plano Nacional de Educação. O arcebispo do Rio de Janeiro, Cardeal Orani Tempesta, Alerta de para um "Ideologia de Gênero" Que ESTA Presente nenhum Documento.

Segue Mensagem do Cardeal:

DEPOIS de adiada Varias Vezes devido à pressao popular, uma votação fazer Plano Nacional de Educação (PNE), a vigorar nn proximos dez Anos Como Parâmetro AO Sistema Educacional Brasileiro, FOI Marcada parágrafo a Próxima quarta-feira, dia 26 de março.

O Documento de serviços votado Contém, no entanto, Uma afronta como FAMÍLIAS brasileiras responsáveis ​​pelas Novas Gerações, POIs introduz, oficialmente, não há ensino nacional um Revolucionária, sorrateira e Perigosa "Ideologia de Gênero" desmascarada Mais de UMA Vez POR estudiosos de Renome.


E de suma importância saber Que a Palavra Gênero substitui - POR UMA ardilosa e Bem planejada Manipulação da Linguagem - o Termo sexo. Tal substituição Localidade: Não se da, porem, Como hum sinónimo, mas, sim, Como hum vocábulo novo Capaz de implantar na Mente e nsa trajes das PESSOAS Conceitos e Práticas inimagináveis.

Nesse Modelo Inovador de Sociedade, Nao existiria Mais Homem e Mulher distintos Segundo a Natureza, mas, AO contrario Só haveria hum SER HUMANO OU neutro indefinido Opaco uma Sociedade - e Localidade: Não o proprio Sujeito - Faria Ser Homem UO Mulher, SEGUNDO como funções Opaco LHE oferecer.

Ve-se, portanto, Quao arbitrária, antinatural e anticristã e A Ideologia de Gênero contida nenhuma Plano Nacional de Educação (PNE) e Opaco POR ESSA Razão Merece uma sadia Reação dos cristãos e de Todas como PESSOAS de Boa Vontade a Fim de PEDIR Opaco nossos Representantes não façam Congresso Nacional, Mais UMA Vez, jus AO encargo Opaco TEM de Serem nossos Representantes e rejeitem, peremptoriamente, a Ideologia de Gênero los Nosso Sistema de ensino.

Como Formas de Participação - Simples, mas imprescindíveis - são como seguintes:

a) assinatura los UMA Plataforma Específica não http://www.citizengo.org/pt-pt/5312-ideologia-genero-na-educacao-nao-obrigado

b) LigAção gratuita Pelo Telefone 0800 619 619. Tecla "9" pedindo a rejeição à Ideologia de Gênero los Nosso Sistema Educacional.

São José, patrono da Família, Rogai POR NÓS!

Rio de Janeiro, RJ, 22 de março de 2014

† Orani João, Cardeal Tempesta, O. Cist.

Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ

23 de agosto de 2013

Perseguidos em seus países, peregrinos da JMJ Rio2013 pedem refúgio no Brasil

Perseguidos em seus países, peregrinos da JMJ Rio2013 pedem refúgio no Brasil
Blog Evangelizando

Peregrinos de diferentes países que vieram ao Brasil para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) estão solicitando refúgio às autoridades brasileiras. Entre as razões alegadas pelos solicitantes de refúgio estão perseguições sofridas por questões religiosas ou relacionadas a conflitos armados em seus países de origem. A JMJ aconteceu entre os dias 23 e 28 de julho e reuniu cerca de 03 milhões de pessoas no Rio de Janeiro.

Segundo dados coletados pelo Alto Comissariado da ONU para Refugiados (ACNUR) junto à Caritas Arquidiocesana do Rio de Janeiro (CARJ), cerca de 40 solicitações de refúgio já foram feitas por peregrinos da JMJ. A Caritas Arquidiocesana de São Paulo (CASP) também tem recebido pedidos de refúgio por parte de peregrinos que participaram da JMJ. Até agora foram cinco casos. Entre os solicitantes estão nacionais do Paquistão, Serra Leoa e República Democrática do Congo.

Assim como todos os solicitantes de refúgio que chegam ao Brasil, os peregrinos da JMJ terão seus pedidos analisados pelo Comitê Nacional para Refugiados (CONARE), que funciona no âmbito do Ministério da Justiça. Para isso, terão de se apresentar à Polícia Federal e serão entrevistados por oficiais de elegibilidade do CONARE. Como de praxe, após avaliação individual o CONARE decidirá quais casos devem ser reconhecidos como refugiados.

No Rio de Janeiro, pelo menos 12 solicitantes relataram perseguições relacionadas a questões religiosas. “Meu pai foi morto por ser cristão, e sempre disse a minha mãe que isso poderia acontecer com nossa família. Sendo também cristão, a JMJ foi a única oportunidade que tive para conseguir um visto e sair do meu país”, disse ao ACNUR o jovem Peter Atuma (*), católico de 24 anos que vivia em Serra Leoa, no oeste da África. Seu corpo tem cicatrizes de ferimentos causados por grupos religiosos hostis aos cristãos da comunidade onde vivia.

Ele já declarou à CARJ sua intenção de solicitar refúgio e tem agendada uma entrevista com a Polícia Federal no Rio de Janeiro para formalizar seu pedido. “Onde há paz, é possível viver tranquilamente”, completa Atuma, que deixou para trás sua mãe e oito irmãos vivendo em uma comunidade no norte de Serra Leoa. “Não tenho como voltar. Quero reconstruir minha vida aqui no Brasil”, diz Atuma, que tem formação na área de contabilidade.

Outro peregrino com entrevista já agendada na Polícia Federal para solicitar refúgio é o paquistanês cristão Imran Masih (*), que vivia ao sul de Islamabad com seus pais e quatro irmãos. Por causa da sua religião, teve problemas com as autoridades do país, foi discriminado na busca por um emprego e testemunhou perseguições e violência contra outros católicos de sua comunidade.

“Quando cheguei à JMJ, vi muitos católicos expressando sua fé sem problemas e convivendo com pessoas de outras religiões em paz. Todos nós somos criaturas de Deus e não podemos ser discriminados por causa do que acreditamos”, afirma Masih, que não se sente seguro para retornar ao seu país. Interessado em filosofia e teologia, ele quer iniciar estudos no Brasil para ser ordenado padre.

Os peregrinos solicitantes de refúgio no Rio já estão sendo assistidos pela CARJ, por voluntários ligados à Igreja Católica que participaram da JMJ e por autoridades municipais. Um grupo de cinco homens solteiros que alega perseguição religiosa foi acomodado em uma casa de passagem administrada pela CARJ e está se mantendo com doações da Igreja local e de fiéis, além de alimentos comprados pela Caritas. Outros seguem hospedados por voluntários da JMJ, devendo ser transferidos para uma residência provisória cedida por uma paróquia da cidade. Os demais solicitantes que alegam perseguições devido a conflitos armados, como é o caso dos cidadãos originários da República Democrática do Congo, estão sendo acolhidos tanto por voluntários da JMJ como pela própria comunidade de refugiados congoleses que vive no Rio de Janeiro.

A assistente social Aline Thuller, uma das coordenadoras do projeto de assistência e proteção a refugiados implementado pela CARJ, com apoio do ACNUR e do governo brasileiro, explica que a assistência financeira direta só poderá ser prestada quando os pedidos de refúgio forem formalizados. “Outros apoios, como aulas regulares de português e cursos profissionalizantes, também só poderão ser dados quando os peregrinos tiverem o protocolo da Polícia Federal confirmando seu pedido de refúgio”, afirma Thuller.

Os pedidos de refúgio feitos por peregrinos que participaram da Jornada Mundial da Juventude e alegam perseguição religiosa representam, de certa forma, um novo desafio para as autoridades brasileiras. “Não temos dados específicos sobre este tema, pois muitas vezes as questões religiosas se misturam com perseguições associadas a motivos políticos. Faremos um acompanhamento detalhado destes casos, pois o pedido de refúgio devido a questões religiosas é uma questão complexa de ser decidida, afirma o Representante do ACNUR no Brasil, Andrés Ramirez.

Ramirez ressalta que a Constituição do Brasil garante a livre expressão religiosa e determina a separação entre o Estado e as religiões. “Este é um componente de proteção importante para quem sofre perseguições religiosas”, afirma Ramirez.

Entre os peregrinos entrevistados pelo site do ACNUR, alguns comparam sua saga à de santos da Igreja Católica, que sofreram perseguições por causa da sua fé. “Muitos desses santos sofreram por anunciar as boas novas de Deus. Mas permaneceram firmes em sua fé” diz Asham Daniel (*), paquistanês de 24 anos. “Outros foram humilhados por reis e pessoas poderosas, mas reconstruíram suas vidas em outros países e puderam acolher suas famílias no exílio”, disse Atuma, de Serra Leoa.

O Brasil possui cerca de 4.200 refugiados reconhecidos pelo governo federal, originários de mais de 70 nacionalidades diferentes. Em 2013, cerca de 300 novos pedidos foram aceitos pelo Comitê Nacional para Refugiados (CONARE), sendo a maioria composta por refugiados originários da Síria, Colômbia e República Democrática do Congo.

(*) Nomes trocados a pedido dos entrevistados, por questões de segurança.


Por Luiz Fernando Godinho, do Rio de Janeiro.

Fonte: ACNUR

11 de agosto de 2013

Papa Francisco envia mensagem e benção aos participantes da Semana Nacional da Família 2013

Papa Francisco envia mensagem e benção aos participantes da Semana Nacional da Família 2013
Blog Evangelizando

No último dia 6 de agosto, o Papa Francisco enviou uma benção apostólica para os fiéis, comunidades e paróquias que participam, no Brasil, da Semana Nacional da Família. A programação, que ocorre entre os dias 11 e 17 de agosto, faz a reflexão do tema “Transmissão e Educação da Fé Cristã na Família”. O evento é animado pela Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB.


A seguir, a íntegra da mensagem do Papa Francisco:

Vaticano, 6 de agosto de 2013

Queridas famílias brasileiras,

Guardando vivas no coração as alegrias que me foram proporcionadas durante a recente visita ao Brasil, me sinto feliz em saudá-las por ocasião da Semana Nacional da Família, cujo tema é “A transmissão e a educação da fé cristã na família”, encorajando os pais nessa nobre e exigente missão que possuem de ser os primeiros colaboradores de Deus na orientação fundamental da existência e a segurança de um bom futuro. Para isso, “é importante que os pais cultivem as práticas comuns de fé na família, que acompanhem o amadurecimento de fé dos filhos” (Carta Enc. Lúmem Fidei, 53). Neste sentido, os pais são chamados a transmitir, tanto por palavras como, sobretudo pelas obras, as verdades fundamentais sobre a vida e o amor humano, que recebem uma nova luz da Revelação de Deus. De modo particular, diante da cultura do descartável, que relativiza o valor da vida humana, os pais são chamados a transmitir aos seus filhos a consciência de que esta deva sempre ser defendida, já desde o ventre materno, reconhecendo ali um dom de Deus e garantia do futuro da humanidade, mas também na atenção aos mais velhos, especialmente aos avós, que são a memória viva de um povo e transmissores da sabedoria da vida. Fazendo votos de que vocês, queridas famílias brasileiras, sejam o mais convincentes arautos da beleza do amor sustentado e alimentado pela fé e como penhor de graças do Alto, pela intercessão de Nossa Senhora Aparecida, a todos concedo a Benção Apostólica.

Francisco

6 de agosto de 2013

Processo de beatificação de Dra. Zilda começa em 2015

Processo de beatificação de Dra. Zilda começa em 2015
Blog Evangelizando!

O processo de beatificação da médica pediatra e sanitarista Zilda Arns Neumann – Dra. Zilda – será aberto em 2015, anunciou o Arcebispo da Paraíba, Dom Aldo Di Cillo Pagotto, Presidente do Conselho Diretor da Pastoral da Criança, durante o congresso nacional da entidade encerrado no último dia 2, em Aparecida.

Fundadora da Pastoral da Criança e da Pastoral da Pessoa Idosa, Dra. Zilda morreu em missão, vítima do terremoto que assolou o Haiti, em 2010. O pleito pela beatificação e santificação não pode ser apresentado antes dos primeiros cinco anos de sua morte, esclareceu o bispo que já convidou os participantes do congresso e voluntários de todo o país para a peregrinação a Curitiba, que vai marcar em 2015 a abertura da causa.

A introdução ao processo de beatificação não é tão complicada ou difícil como se pensa, observa Dom Aldo. "Como grupo somos mais de 200 mil voluntários na Pastoral da Criança, além de bispos e padres. Há o desejo de que as virtudes de Dra. Zilda sejam reconhecidas, um pleito que terá fácil aprovação e aplauso", disse ele.

A beatificação é um ato jurídico canônico pelo qual o Papa, pela autoridade que exerce na Igreja, declara beato um servo de Deus que, após sua morte, sempre foi conceituado pela vivência de notáveis virtudes e de uma vida vivida em santidade.

O primeiro passo é postular a Roma para que a Congregação dos Santos receba a petição. Com a autorização da Santa Sé, caberá ao bispo diocesano, no caso Dom Moacyr Vitti, de Curitiba, postular oficialmente o pleito. Assim, autorizada, "começaremos a coletar os testemunhos que são imensos, casos de salvação de vidas e também de todos os ensinamentos, das práticas da Dra. Zilda", explicou Dom Aldo.

Um processo de beatificação ou santificação não tem prazo para conclusão. Para o bispo, o que importa é o gesto de valorização e o reconhecimento de todas as virtudes da médica e o legado deixado para as duas pastorais. Ele lembra que Dra. Zilda, como humanitária – assim como Madre Teresa de Calcutá – concorreu ao Prêmio Nobel da Paz. "O que já é um reconhecimento de dimensão universal".

A Igreja tem feito muitos santos, personalidades de épocas recentes. A fundadora da Pastoral da Criança poderá ser a santa da modernidade, como o Papa João Paulo II, Giana Beretta Molla, Beato Giorgio Frascatti e outros. Nada mais atual do que os desafios que Dra. Zilda enfrentou para combater a desnutrição, salvar vidas e promover a dignidade humana.


"São praticas tão exitosas que hoje consistem em políticas públicas", frisou Dom Aldo, para quem a médica fez extraordinariamente bem o que precisava ser feito. "E sua obra tem alcance extraordinário. A metodologia, as práticas simples iniciadas há 30 anos hoje estão em vinte países da América Latina, África e Ásia." (MJ/Coordenação Pastoral da Criança)

Fonte: Rádio Vaticano

5 de agosto de 2013

Pós JMJ: bote fé, bote amor, bote esperança!

Pós JMJ: bote fé, bote amor, bote esperança!
Blog Evangelizando!

Após a tão aguardada Jornada Mundial da Juventude no Rio trazemos no coração um novo ardor e uma fé mais viva e disposta a dar testemunho contra a corrente, aliás tão ressaltado pelo papa Francisco. Foram dias de muitas experiências ricas: a unidade na mesma fé, as orações em comuns, a Palavra de Deus refletida, a Eucaristia celebrada, a alegria de ser fiel discípulo do Senhor, que traz em si o desejo de partilhá-la com os demais, o respeito, a paz... A experiência de peregrinar, caminhar, seguir confiando não na mochila que os jovens traziam em suas costas, mas simplesmente confiando no Senhor. “Confia no Senhor e faze o bem, habita na terra e vive tranquilo” (Sl 37, 3).

Sem sombras de dúvida a JMJ marcou positivamente a Igreja no Brasil e a evangelização da juventude. Os milhões de jovens no Rio e acompanhando pelos meios de comunicação se transformou em um dos mais belos testemunhos de fé que o mundo viu. De fato, como o próprio papa lembrou: são os jovens seus herois porque expressam o rosto jovem de Cristo. Os jovens exortados pelo Papa Francisco foram convidados a acrescentarem três elementos em suas vidas: fé, amor e esperança.

É preciso que a cruz plantada no coração de cada católico o faça ser campo aberto, onde haja receptividade para Cristo e sua Palavra. É preciso que se deixe envolver-se e dar-se por Jesus Cristo. O jovem é marcado por grandes ideais, que apostam alto, que querem escolhas definitivas que garantam sentido às suas vidas. E é exatamente estes grandes desejos que encontram em Cristo e em sua Igreja a resposta necessária.

De fato, podemos ter a certeza que a Nova Evangelização empreendida a partir do Beato João Paulo II tem nas jornadas um dos momentos altos, pois elas despertam para a sensibilidade da fé, tira-nos do comodismo para nos lançarmos ao Mistério, que é Deus, ao outro, que é meu irmão. 

Pós JMJ: bote fé, bote amor, bote esperança!
As jornadas é o sinal de que a Igreja está próxima, ama, cuida e acaricia os seus fieis. Em um tempo tão marcado pela violência, pelo individualismo, consumismo, corrupção, esvaziamento, depressão; os jovens gritaram no silêncio orante de Copacabana que vale a pena trazer no peito a cruz de Cristo, que vale a pena ter fé e experimentar a proximidade com Cristo. É possível ter fé e dialogar com o mundo. São jovens no mundo, que contra a corrente, na mais variadas vezes, afirmam seu amor a Deus sem perder a alegria e a ternura, tão bem expressados nos cantos, nos sorrisos, nos abraços e nos apertos de mão. Aliás, tais gestos foram a marca da passagem do papa Francisco pelo Brasil – fé e esperança de que vale a pena crer. 

“Partilhar a experiência da fé, testemunhar a fé, anunciar o Evangelho é o mandato que o Senhor confia a toda a Igreja, também a você. É uma ordem, sim; mas não nasce da vontade de domínio, da vontade de poder. Nasce da força do amor, do fato que Jesus foi quem veio primeiro para junto de nós e não nos deu somente um pouco de Si, mas se deu por inteiro, Ele deu a sua vida para nos salvar e mostrar o amor e a misericórdia de Deus. Jesus não nos trata como escravos, mas como pessoas livres, como amigos, como irmãos; e não somente nos envia, mas nos acompanha, está sempre junto de nós nesta missão de amor” (Papa Francisco).
Geraldo Trindade
Colunista do Blog Evangelizando
Bacharel em filosofia pela Faculdade Arquidiocesana de Mariana, estudante de teologia no Seminário São José da arquidiocese de Mariana (MG). Blog: http://pensarparalelo.blogspot.com.br/

3 de agosto de 2013

Protagonistas de um novo mundo

Protagonistas de um novo mundo
Blog Evangelizando!

Os olhares do mundo se dirigiram para o Rio de Janeiro durante os dias da Jornada Mundial da Juventude! Evidentemente que a mídia em geral enfocou principalmente, como não poderia deixar de ser, a presença, os gestos e as palavras do Papa Francisco em sua primeira viagem pastoral, e justamente à “sua” América Latina.

Realmente, foram de “lavar a alma” aqueles belos momentos. Muitos artigos ainda serão publicados sobre cada gesto, sobre cada frase ou cada possível omissão de palavra na frase, ou ainda sobre os momentos escolhidos para que o primeiro peregrino da Jornada estivesse em contato com os jovens presentes no Rio de Janeiro, e, através das mídias, com o mundo todo. Nunca saberemos quantos milhões de pessoas foram atingidas naqueles dias e que foram convidadas para a construção de um mundo mais justo e humano.

Porém, a Jornada teve muitos outros olhares. Os encontros menores, os países presentes, a primeira viagem de muitos jovens fora de sua pátria, a experiência das paróquias, dos padres, das famílias acolhedoras! E o que dizer da feira vocacional, o encontro de grupos nacionais em grandes momentos, a presença das relíquias de santos e beatos, as mostras culturais, os shows variados pela cidade?

E a presença de jovens que embelezaram todos os cantos durante mais de uma semana levou também à admiração e simpatia os habitantes dessa cidade. Já tinham dado um grande passo: abriram suas casas e seus corações ao irmão que veio de longe! Nisso, as pesquisas foram unânimes: a alegria dos que foram acolhidos pela generosidade e fraternidade dos cariocas! Os que para cá vieram experimentaram que foram acolhidos como irmãos! Isso aconteceu tanto nas residências como nas paróquias. Todos se esmeraram. Até mesmo para resolver problemas surgidos de última hora, como falta de vistos de entrada, perda de passaportes ou de outros documentos, dificuldades de alojamento para quem não tinha feito inscrição, acolhimento em dias não previstos, alimentação a mais fornecida com carinho para esses jovens que fizeram essa longa peregrinação.

Essa JMJ, foi, sem dúvida, uma ação de Deus na vida de todos nós! Para quem organizou nesses quase dois anos com todos os detalhes e discutiu todas as possibilidades, tudo o que houve não se pode atribuir a nós! Creio que foi o evento que mais teve mudanças que podemos saber: desde a mudança da base aérea de Santa Cruz, passando pela renúncia e eleição do Papa, até a mudança do local das celebrações finais. Nesse mesmo contexto tivemos a dificuldade financeira da Europa, as manifestações no Brasil, acontecimentos que mudaram as questões de segurança, como o incêndio da casa de espetáculos no sul e o atentado nos EUA, que fizeram com que as normas se modificassem a cada momento, com novas exigências. Claro que as pequenas manifestações de pessoas que não concordam com os valores da Igreja também estiveram presentes, mas foram respondidas com paz e fraternidade de quem não estava para brigar, mas para dar as mãos e anunciar a paz! A colaboração de todas as autoridades e organizações trouxe a certeza de que o Senhor conduz a história. Não teria como fazer tantas mudanças e continuar tudo tão em paz, inclusive com a limpeza inédita da praia de Copacabana após um grande evento, e a não ocorrência de violência em uma concentração de mais de três milhões e meio de pessoas no mesmo lugar! Num espaço em que se falavam todas as línguas, a “linguagem do amor” prevaleceu. Contagiou os moradores de Copacabana, que estão acostumados a ver sua região ter grandes eventos, e viram naqueles dias que algo novo estava no ar.

As dificuldades para chegar perto do Santo Padre são naturais, pois ele é um só para milhares de pessoas, mas de uma forma ou outra ele se aproximou o mais possível. Até mesmo a segurança, tão preocupada, viu que a única ameaça que havia era o “grande amor” do povo para com o Santo Padre. Infelizmente, em algumas celebrações, na entrada de sacerdotes prevaleceu mais a força que a caridade, mas tenho certeza de que eles saberão perdoar esses momentos mais difíceis. Em geral, a alegria era contagiante.
As catequeses nas diversas línguas por todos os cantos da cidade e os encontros menores falaram muito ao coração de quem recebia e de quem participava. Não era só um evento de massa! Foi um evento em que houve contatos pessoais, partilhas, meditação, oração! O que dizer dos momentos de oração silenciosa não só em Copacabana, mas também nas paróquias, com jovens fazendo vigílias nas Igrejas?

Esses jovens são responsáveis por um mundo mais justo e humano! Estão dispostos a ir às ruas, como pediu o Papa, também para testemunhar que um mundo novo, sem violência, sem guerras, sem divisões – é possível. Vieram de todos os tipos de regime de governo e sabem o que é cada situação, ou de exclusão ou de ditadura. Sabem também de sua responsabilidade no mundo de hoje e de amanhã. Essa experiência de troca universal que houve aqui no Rio de Janeiro permanecerá em seus corações e, tenho certeza de que já os entusiasmou para viverem ainda mais sua vocação e sua missão.

Nós, que os recebemos aqui, também fomos transformados! Mesmo os corações mais empedernidos se abriram. Essa experiência por nós vivida precisa ser continuada: abertura ao outro, acolhimento do irmão, alegria pela presença das pessoas em nossas vidas, protagonismo do jovem, preocupação com a paz e a fraternidade, luta por um mundo mais justo, diálogo com toda a sociedade e anúncio de Jesus Cristo, Nosso Senhor, caminho, verdade e vida!

Irmãos e irmãs: a Jornada foi um evento importante para nossas vidas e nosso país. Aqui nessa cidade vimos a mão de Deus agir. Agora precisamos continuar nesse mesmo caminho, buscando concretizar tantos sonhos e tantos desejos expressos naqueles dias. Cabe a cada um de nós, a nossas paróquias e nossas pastorais darem os passos dentro daquilo que o Senhor nos concedeu por inteira liberalidade e misericórdia.

Teremos ainda muitas reflexões a fazer, pois melhor que ninguém cada um que viveu aqueles momentos terá muito a contribuir para o presente e o futuro. Agradeço a Deus que se mostrou fiel em tudo o que aconteceu, peço-Lhe para que todos os jovens que para cá vieram se tornem protagonistas em seus ambientes, e exorto a todos dessa querida arquidiocese a estarmos ainda mais unidos para discernir os caminhos que o Senhor nos apontou naqueles abençoados dias.


Aceitem o meu abraço de coração agradecido a todos, e minhas orações na intenção do presente e futuro do mundo que aqui esteve reunido durante uma semana.

Dom Orani João Tempesta
Arcebispo do Rio de Janeiro (RJ). Realizou seus estudos em São Paulo (SP), na Faculdade de Filosofia no Mosteiro de São Bento e no Instituto Teológico Pio XI, dos religiosos salesianos. Site: http://www.portalum.com.br

CNBB divulga nota sobre a sanção da lei 12.845/2013

CNBB divulga nota sobre a sanção da lei 12.845/2013
Blog Evangelizando!

Nota deste blog: Irmãos perdão por não ter publicado antes em primeira mão, está nota da CNBB a respeito da sanção da lei que legaliza sim o aborto. Quem administra esse blog é só um jovem que sou eu Iury Albino e tenho muitas tarefas fora o blog, mas está aqui na integra a nota da CNBB.



A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) publicou no final da tarde desta sexta-feira, 2 de agosto, uma nota oficial sobre a sanção da lei 12.845/2013. No texto, os bispos lamentam que o artigo 2º e os incisos IV e VII do artigo 3º da referida lei não tenham sido vetados pela presidente da república, conforme pedido de várias entidades.

De acordo com a CNBB, a "nova lei foi aprovada pelo congresso com rápida tramitação, sem o adequado e necessário debate parlamentar e público, como o exige a natureza grave e complexa da matéria".

A seguir, a íntegra da nota:

Brasília, 02 de agosto de 2013.
P - N - Nº 0453/13

Nota da CNBB sobre a sanção da lei 12.845/2013

Ao reconhecer a importância e a necessidade da lei que garante o atendimento obrigatório e integral de pessoas em situação de violência sexual (lei 12.845/2013), sancionada pela presidente da república, nesta quinta-feira, 1º de agosto de 2013, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lamenta profundamente que o artigo 2º e os incisos IV e VII do artigo 3º da referida lei não tenham sido vetados pela presidente da república, conforme pedido de várias entidades.

A nova lei foi aprovada pelo congresso com rápida tramitação, sem o adequado e necessário debate parlamentar e público, como o exige a natureza grave e complexa da matéria. Gerou-se, desta forma, imprecisão terminológica e conceitual em diversos dispositivos do texto, com riscos de má interpretação e implementação, conforme evidenciado por importantes juristas e médicos do Brasil.

A opção da presidente pelo envio de um projeto de lei ao Congresso Nacional, para reparar as imprecisões técnicas constantes na nova lei, dá razão ao pedido das entidades.

O Congresso Nacional tem, portanto, a responsabilidade de reparar os equívocos da lei 12.845/2013 que, dependendo do modo como venha a ser interpretada, entre outras coisas, pode interferir no direito constitucional de objeção de consciência, inclusive no respeito incondicional à vida humana individual já existente e em desenvolvimento no útero materno, facilitando a prática do aborto.

Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida (SP) 
Presidente da CNBB 

Dom José Belisário da Silva
Arcebispo de São Luís (MA)
Vice Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília (DF)
Secretário Geral da CNBB

18 de julho de 2013

Após andar 3.000 km durante 4 meses, peregrino do Ceará chega ao Rio para a JMJ

Após andar 3.000 km durante 4 meses, peregrino do Ceará chega ao Rio para a JMJ
Blog Evangelizando!

Este jovem peregrino com está atitude, expressa sua fé em Cristo e um desejo profundo de ser diferente, realmente é um grande testemunho de perseverança e determinação em chegar no Rio de Janeiro para a JMJ Rio 2013.

O peregrino da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Fábio Mateus Feitosa, 38, que saiu a pé de Trairi, no interior do Ceará, no dia 14 de março, um dia após o anúncio da eleição do Papa Francisco, em direção ao Rio de Janeiro, já está no Estado e chegará à capital fluminense nesta quinta-feira, 18, depois de percorrer mais de três mil quilômetros por estradas e rodovias do país.

O ex-funcionário de uma fábrica de cocos - que pediu demissão para encarar a caminhada, que completou quatro meses - contou nesta quarta-feira, 17, que segue pela estrada Rio-Magé, na altura de Xerém, em Duque de Caxias, e deve chegar até o final do dia ao centro do município da Baixada Fluminense, onde passa a noite.

Para Feitosa, um sonhado encontro com o Pontífice na capital "cada vez mais se torna uma realidade". O cearense está sendo acompanhado à distância pela equipe do comitê-organizador da JMJ e espera receber um convite do arcebispo do Rio, dom Orani Tempesta, para conhecer o chefe da Igreja Católica.

"A expectativa cresce a cada dia para que esse encontro aconteça. Cada vez mais estou vendo isso como uma realidade. Mas se não acontecer agora, tudo bem. Certamente em alguma hora isso vai acontecer", disse ele.

De acordo com o planejamento do peregrino, a caminhada final em direção à catedral metropolitana, no centro do Rio, deve ser finalizada por volta das 17h desta quinta. Feitosa deve ser recepcionado com festa pelos integrantes da caravana de Trairi.

O fim da peregrinação vai ocorrer três dias depois da data prevista inicialmente por Feitosa, que, ao sair a pé do Ceará, pretendia chegar ao Rio no dia 15 de julho. Segundo ele, as chuvas e o cansaço foram os fatores que mais atrapalharam:

"Eu levei um pouco mais de tempo por causa da chuva e do cansaço. Em Petrópolis, na descida da serra, eu me machuquei um pouco. Tive que parar para descansar e lavar algumas roupas. Ainda estou com um pouco de dor na perna", disse.

Dificuldades

Para Feitosa, caminhar por estradas e rodovias esburacadas, desertas e mal sinalizadas foi o grande "sacrifício" da peregrinação. "As condições das estradas não favorecem. Mesmo caminhando pelo acostamento, sempre tem gente [em referência aos motoristas] passando muito perto. O clima é de insegurança, mas a gente segue em frente", afirmou.

O peregrino disse ainda ter pego caronas para percorrer alguns trechos, porém apenas em situações nas quais não tinha condições físicas ou mentais para seguir adiante. No dia seguinte, disse o cearense, preocupava-se em retornar ao ponto onde havia pego uma eventual carona para dar sequência à peregrinação.

"Seu eu pegar a carona vou marcar onde eu estou pegando aquele transporte. Depois retorno e faço o percurso a pé. Pode ser que algumas pessoas tenham me visto em algum carro ou caminhão, pois às vezes a condição humana não te permite caminhar, por algum cansaço ou dor. Mas eu sempre volto", explicou ele.

Feitosa deve ficar hospedado em convento na região central da cidade. "Não conheço nada no Rio de Janeiro. Nunca tinha saído do Ceará", disse.

De acordo com o peregrino, que carrega apenas uma mochila com poucas roupas, alimentos não perecíveis e água, a maioria das pessoas que ele conheceu pelo caminho foi solidária em relação ao fornecimento de comida, hospedagem e suprimentos. "Isso nunca me faltou. Acho que 80% das pessoas que eu conheci foram muito solícitas", afirmou ele, que é casado e tem dois filhos.

Fonte: UOL

11 de julho de 2013

Jornada Mundial da Juventude terá mais de 250 catequeses

Jornada Mundial da Juventude terá mais de 250 catequeses

Blog Evangelizando!

O Vaticano confirmou que mais de 267 locais que oferecerão catequeses durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) do Rio de Janeiro.

As catequeses - sessões de ensino sobre a fé - serão dadas por bispos e cardeais durante três dias, entre 24 e 26 de julho, sendo 133 delas em português, 50 em espanhol e 25 em inglês.

O italiano e o francês são os seguintes maiores grupos de idiomas, com 15 sessões cada, enquanto os alemães terão a chance de ouvir as catequeses 8 vezes e os poloneses poderão encontrá-las em sua língua nativa em 5 lugares.

Além disso, a fé será explicada em árabe, russo, croata, grego, checo, esloveno e dinamarquês.

Os três dias seguirão três temáticas: "Sede de esperança, sede de Deus" em 24 de julho, "Para ser discípulos de Cristo" em 25 de julho, e "Para ser missionários: ir adiante!" em 26 de julho.

As catequeses serão dadas em um total de 20 idiomas e incluirão uma profunda análise do slogan da JMJ com oPapa Francisco: "Ide e fazei discípulos de todas as nações" (Mt 28).

Um dos dois maiores locais de catequese, a catedral de São Sebastião, no centro do Rio, vai receber até 5.000 peregrinos para uma sessão em português.

A outra grande reunião acontecerá no centro de convenções Riocentro, que também pode receber 5.000 participantes.

Um dos principais locais para os que falam inglês será o Vivo Rio Pilgrim Center, onde artistas como Steve Angrisano, Jesse Manibusan, Jacob and Matthew Band e Danielle Rose se apresentarão no palco durante toda a semana.

As sessões de catequese começarão às 9h com um louvor conduzido por um grupo de voluntários selecionados pelo Conselho Pontifício para os Leigos, do Vaticano.

Um bispo ou cardeal diferente falará cada dia por cerca de 30 minutos, seguido de uma sessão de perguntas e respostas com os peregrinos.

Muitos dos catequistas se basearão no documento da 5ª Conferência Geral do Episcopado da América Latina e do Caribe, realizada em Aparecida, em 2007.

Seu tema foi "Discípulos e missionários de Jesus Cristo, para que nossos povos tenham vida n'Ele". O Papa Francisco desempenhou um papel fundamental na elaboração do documento final, que foi emitido após a reunião de Aparecida.

O Vaticano está incentivando bispos e cardeais a darem também o próprio testemunho e a falarem sobre modelos positivos: santos, beatos ou jovens exemplares.

Cada dia será encerrado com uma missa presidida pelo catequista, ao lado de todos os sacerdotes que estarão presentes. Durante a parte da manhã, os sacerdotes também estarão disponíveis para a confissão.

Fonte: Aleteia

Jornada Mundial da Juventude – Uma esperança

Jornada Mundial da Juventude – Uma esperança
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Mais uma vez o Papa vai se reunir com a juventude do mundo todo. A juventude é uma força da Igreja dizia João Paulo II. Muitos  santos e mártires foram jovens que viveram profundamente o amor a Deus e a Igreja. Foram jovens Frederico Osanam, São Domingos Sávio, Maria Goretti mártir aos 12 anos, e muitos outros que testemunharam a fé sem medo, desde o pequeno São Tarcisio que morreu defendendo a Eucaristia.

Paul Claudel disse que “a juventude não foi feita para o prazer, mas para o desafio”. Ela ama o desafio, não se contenta com uma vida medíocre.  Jesus Cristo a encanta e arrasta porque aponta-lhes um novo caminho de vida, um sagrado desafio, a santidade, beleza, amor, liberdade verdadeira… O jovem sabe que seguir Jesus Cristo é um caminho árduo, mas que nunca decepciona. Ela está cansada de tantos maus exemplos dos mais velhos e das autoridades que não conhecem a Deus;  que lhes deveria dar provas de idoneidade e justiça, mas no entanto, o que recebem delas é a mais deslavada imoralidade, corrupção, falta de caráter e negação do sagrado. Só a fé e a Igreja podem dar aos jovens uma vida nova no meio de tanta podridão.

A juventude cristã está enfastiada de tantos descaminhos que lhe são hoje apresentados: uma corrupção institucionalizada, drogas, sexo vazio, violência, desrespeito aos direitos sagrados da pessoa humana e à vida desde a concepção até a morte natural, pornografia desenfreada, individualismo egoísta e um consumismo doentio que não sacia sua sede de felicidade.

Nossa juventude quer ouvir a voz de Deus, e a ouvirá em Madri, nesta Espanha que já foi orgulho da Igreja mas que agora a renega e assume ares ateus, anticatólico, desejando impor à juventude uma educação anticristã nas escolas. Mas o Papa lhes abrirá ainda mais os olhos para esses perigos.

Aqui no Brasil, em 1980, João Paulo II dizia aos jovens: “vocês são o belo horizonte desse país”; e em outra oportunidade: “Vocês são o futuro do mundo, vocês são a esperança da Igreja, e a minha esperança”. E o Papa Francisco repetirá essas palavras, não há dúvidas. Com a grandeza de sempre o Vigário de Cristo na Terra vai encorajar os seus filhos mais jovens do mundo todo a viver o Evangelho para transformar suas vidas e a sociedade. Ele vem para “apascentar as ovelhas jovens do Senhor”, corajosas, alegres, cheias de vida e dispostas a sacrificar a vida pelo Reino de Deus.

A JMJ é uma esperança, nunca é uma simples experiência de massa, sempre há algo novo, diverso e belo. O Espírito Santo estará presente como sempre, sempre novo, assistindo e guiando o Santo Padre para dizer aos jovens as palavras proféticas que hoje eles precisam ouvir. O foco será a pessoa viva de Jesus Cristo e de sua presença através dos Sacramentos, o único Senhor e Salvador, capaz de dar vida e sentido aos jovens. João Paulo II já lhes tinha pedido “não construir as suas vidas em cima de outro alicerce que não seja Jesus Cristo, para não desperdiçá-las.”

Liguemos as antenas da alma para ouvir a Voz do grande Pastor que vai aos jovens e ao mundo com a mesma coragem e disposição que Jesus percorreu as cidades da Galileia anunciando o Reino de Deus. “Convertei-vos, o Reino de Deus está próximo”. Crede  no Evangelho e fazei penitência.

Muitos jovens brasileiros hoje partem pelo mundo como missionários de nossas belas Comunidades de Vida e Aliança anunciando Jesus Cristo; é um orgulho para a Igreja e uma glória para Deus. Renova-se aqui a esperança da Igreja; o Papa sabe disso, por isso tem o desejo de vir aqui em 2013 confirmar seus irmãos menores na fé inabalável do Cristo Redentor, que estende seus braços sobre o Rio de Janeiro e sobre o Brasil.


Nosso Brasil que tantas graças recebeu de Deus através de nossa evangelização pelos católicos europeus, agora começa a pagar a Deus essa graça tão grande de sermos colonizados desde o início com a cruz de Cristo trazida do velho continente. Vinde Santo Padre, em 2013, vinde Francisco de Deus. O Brasil e a juventude lhe abrem os braços para recebê-lo. Vinde bendito de Deus; vinde ó “doce Cristo na Terra” (S. Catarina de Sena).

Prof. Felipe Aquino
Colaborador do Blog Evangelizando
O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova. Blog: http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/ Site: http://cleofas.com.br/

3 de julho de 2013

De quê o Brasil precisa?

De quê o Brasil precisa?
Blog Evangelizando!

O Brasil está doente, muito doente!

As ruas mostraram e continuam mostrando isso. O povo não tem serviços de saúde adequados, transportes dignos, mas tem 12 sofisticadas e modernas arenas de futebol; “elefantes brancos” poucos usados e que custaram mais de 28 bilhões de reais. A FIFA pediu apenas oito. Não tem hospitais e boas escolas com bons professores; o Estado está inchado e é mastodôntico, os gastos públicos são absurdos, a inflação ressurge, a corrupção é institucionalizada, vários partidos apoiam o governo “a preços altos”, os conchavos políticos são corriqueiros, o número de ministros e de ministérios (39!) é escandaloso, os impostos são escorchantes (levam cinco salários mensais do trabalhador!), o “pão e o circo” tenta enganar o povo, enquanto a impunidade campeia; os grandes ladrões e corruptos não vão para a cadeia (vide Mensalão!).

De fato o Brasil é um país muito doente! Mas, como tratar desse enfermo grave? Certamente não adianta dar apenas aspirina a esse doente. É preciso descer às causas profundas de sua enfermidade. Não há solução fácil para problema difícil. Quando o doente vai ao médico e se queixa de dor no peito, na cabeça, febre alta, tontura, mal estar, etc., não basta dar a ele analgésico. Ele pode estar com uma coronária entupida, um câncer, uma depressão profunda…

Diante das manifestações o governo se agita e propõe uma Constituinte e Plebiscito; mais parece uma “cortina de fumaça” enganadora. Para fazer a necessária e inadiável reforma política não é preciso de nada disso, os juristas já disseram que basta o Congresso querer e fazer. Há mais de vinte anos isso vem sendo adiado. Toda vez que há uma crise se fala em reforma política, passado o perigo, não se fala mais nisso.
Em caráter de urgência vimos o Congresso agora aprovar recursos do Pré-sal para a educação e saúde; o crime de corrupção é taxado de hediondo; os preços dos pedágios são congelados; as tarifas de ônibus baixam; um deputado de RO é preso às pressas pelo STF e a PEC 37 é rejeitada na correria. Mesmo que sejam medidas necessárias, são paliativos, analgésico que não cura o doente.

O Brasil precisa sim de muitas reformas estruturais que não interessa a quem deseja manter as coisas como estão: reforma política, econômica, tributária, educacional, trabalhista, previdenciária, etc. Mas, sem a reforma política as outras não podem acontecem por que depende do sistema politico, que hoje induz à corrupção. Mas qual a reforma política que o Brasil precisa?

Antes de tudo uma Reforma política precisa aprovar o “voto distrital” e o regime parlamentarista. São cirurgias que o país precisa, muito além de “band-aid’s” e analgésicos. Nos próximos artigos vamos explicar com mais detalhe a importância de cada uma dessas providências.

Prof. Felipe Aquino
Colaborador do Blog Evangelizando
O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova. Blog: http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/ - Site: http://cleofas.com.br

14 de maio de 2013

Brasil: Conselho Nacional de Justiça decide liberar casamento gay em todo país

Brasil: Conselho Nacional de Justiça decide liberar casamento gay em todo país
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Iury Albino: Olá amigos, infelizmente o Brasil liberou o casamento gay no estado brasileiro, mais será que o estado pensou realmente antes de liberar, fazer esta ação ou o estado para não ter tanto tumulto com os homossexuais liberou sem consciência.

Veja a Noticia:  A proposta apresentada pelo presidente do CNJ e Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, foi aprovada por 14 votos a favor contra apenas 01, na manhã desta terça-feira, 14, durante a 169ª Sessão do Conselho, obrigando os cartórios de todo o o país a celebrar a união cívil entre pessoas do mesmo sexo no carácter de união estável. Para Joaquim Barbosa a resolução remove "obstáculos administrativos à efetivação".

O CNJ se baseou no julgamento do STF que considerou inconstitucional a distinção do tratamento legal às uniões estáveis homoafetivas. De acordo com a resolução aprovada pelo CNJ "é vedada às autoridades competentes a recusa de habilitação, celebração de casamento civil ou de conversão de união estável em casamento entre pessoas de mesmo sexo". E em caso de recusa dos estabelecimentos o juiz corregedor deverá proceder devidamente em favor da causa.

O único voto contra a resolução foi da conselheria Maria Cristina Peduzz. Na mesma perspectiva, o subprocurador da República, Francisco de Assis Sanseverino, manifestou-se contra a aprovação da resolução referindo-se a posicionamentos dos ministros Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski, favoráveis ao reconhecimento da união homoafetiva, mas contra a decisão não legalizava o casamento.

Fonte: Reuters

7 de março de 2013

CNBB emite nota por ocasião do Dia Internacional da Mulher

CNBB emite nota por ocasião do Dia Internacional da Mulher
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Nós, bispos do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), reunidos em Brasília (DF), de 05 a 07 de março, queremos homenagear todas as mulheres por ocasião do Dia Internacional da Mulher - 8 de março. Neste dia, em particular, "a Igreja agradece todas as manifestações do 'gênio' feminino surgidas no curso da história, no meio de todos os povos e Nações; agradece todos os carismas que o Espírito Santo concede às mulheres na história do Povo de Deus, todas as vitórias que deve à sua fé, esperança e caridade; agradece todos os frutos de santidade feminina" (Beato João Paulo II, A Dignidade da Mulher, n. 31).

Saudamos e agradecemos, de modo especial, às mulheres que, por sua vocação, missão e empenho na superação de todo tipo de violência, possibilitam a construção de uma cultura de paz no ambiente familiar e social. Reconhecemos que, "face a inúmeras situações de violência e tragédias, são quase sempre as mulheres que mantêm intacta a dignidade humana, defendem a família e tutelam os valores culturais e religiosos" e apontam sinais de esperança, como falou Bento XVI (Angola, 2009).

Ao mesmo tempo, lamentamos que ainda persistam situações em que a mulher seja discriminada ou subestimada por ser mulher. A Igreja, por sua missão, une-se a todas as pessoas de boa vontade para eliminar as pressões familiares e os argumentos sociais, culturais e até mesmo religiosos, que usam a diferença dos sexos para justificar atos de violência contra a mulher, tornando-a objeto de atrocidades e de exploração.

Alegra a todos nós e à sociedade constatar que, cada dia mais, cresce a consciência da dignidade e do papel da mulher, que fortalece seu protagonismo marcante e significativo na vida política, social, econômica, cultural e religiosa da sociedade brasileira.

Merecem, ainda, nosso reconhecimento e gratidão, a dinâmica presença e a atuação das mulheres na vida e na ação evangelizadora da Igreja, expressa pela sua vocação vivida no exercício dos vários ministérios, organismos, pastorais e serviços na construção do Reino de Deus no hoje de nossa história.

Desejamos que, no cuidado da vida e no exercício da caridade e da cidadania, as mulheres continuem sendo testemunho de perseverança nos caminhos que conduzem à justiça e à paz.

Nossa Senhora Aparecida, Mãe de Jesus e nossa, modelo de mulher, mãe, esposa e trabalhadora, ilumine e proteja as mulheres de nosso país.

Brasília (DF), 07 de março de 2013.

Dom José Belisário da Silva
Arcebispo de São Luís do Maranhão
Presidente da CNBB em exercício

Dom Sergio Arthur Braschi
Bispo de Ponta Grossa
Vice-presidente da CNBB em exercício

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo auxiliar de Brasília
Secretário geral da CNBB

Da redação do Portal Ecclesia e Blog Evangelizando.

4 de março de 2013

Conheça os cardeais brasileiros que participarão da eleição do novo Papa


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O mundo estará com os olhos voltados para o Vaticano, nos próximos dias, quando os cardeais de 46 países escolherão o novo Papa.

A Igreja do Brasil será representada pelo cardeal arcebispo metropolitano de São Paulo, dom Odilo Pedro Scherer; por dom João Braz de Aviz, até então prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica, no Vaticano; pelo arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da CNBB, dom Raymundo Damasceno Assis; pelo arcebispo emérito da arquidiocese de São Paulo, dom Cláudio Hummes; e pelo arcebispo emérito de Salvador (BA), dom Geraldo Majella Agnelo.


Dom Odilo Pedro Scherer
63 anos, arcebispo de São Paulo (SP)

Nascimento: 21/09/1949 - Cerro Largo (RS)

Ordenação sacerdotal: 07/12/1976 - Quatro Pontes (PR)

Nomeação episcopal: 28/11/2001

Nomeação cardinalícia: em 2007 foi criado cardeal pelo Papa Bento XVI.

Estudos: mestrado em filosofia pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma (1994-1996); doutorado em teologia pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma (1988-1991). Além de outros cursos de aperfeiçoamento da língua alemã no Goethe-Institut de Staufen i.Br. (Alemanha), da língua francesa na Universidade de Lyon (França) e da língua inglesa, em Londres.


Dom João Braz de Aviz
65 anos, arcebispo emérito de Brasília (DF)

Nascimento: 24/04/1947 - Mafra (SC)

Ordenação sacerdotal: 26/11/1972 - Apucarana (PR)

Nomeação episcopal: 06/04/1994

Nomeação cardinalícia: em 2012 foi criado cardeal pelo Papa Bento XVI.

Estudos: formado em teologia pela Pontifícia Universidade Gregoriana e doutorado em teologia dogmática pela Pontifícia Universidade Lateranense.


Dom Raymundo Damasceno
76 anos, arcebispo de Aparecida (SP)

Nascimento: 15/02/1937 - Capela Nova (MG)

Ordenação sacerdotal: 19/03/1968 - Conselheiro Lafaiete (MG)

Nomeação episcopal: 15/09/1986

Nomeação cardinalícia: em 2010 foi criado cardeal pelo Papa Bento XVI.

Estudos: cursou teologia e, em 1965, foi para a Alemanha, onde acompanhou o curso superior de catequese. De 1986 a 2003, foi diretor do curso superior de teologia para leigos da arquidiocese de Brasília (DF). Membro eleito na Academia Brasiliense de Letras, em novembro de 2003, tomando posse na cadeira 33, no dia 23 de junho de 2004.


Dom Cláudio Hummes
78 anos, arcebispo emérito de São Paulo (SP)

Nascimento: 08/08/1934 - Montenegro (RS)

Ordenação sacerdotal: 03/08/1958 - Divinópolis (MG)

Nomeação episcopal: 22/03/1975

Nomeação cardinalícia: em 2001 foi criado cardeal pelo Papa João Paulo II.

Estudos: graduação em filosofia (Garibaldi, Rio Grande do Sul 1953-1954). Graduação em teologia (Divinópolis, Minas Gerais 1953-1954). Especialização em ecumenismo, no Instituto Ecumênico de Bossey, Genebra, Suíça, 1968). Doutorado em filosofia (Roma, 1959-1962), com a tese "Renovação das provas tradicionais da Existência de Deus por Maurice Blondel em L’Action (1893)".


Dom Geraldo Majella Agnelo
79 anos, arcebispo emérito de Salvador (BA)

Nascimento: 19/10/1933 - Juiz de Fora (MG)

Ordenação sacerdotal: 29/06/1957 - São Paulo (SP)

Nomeação episcopal: 05/05/1978

Nomeação cardinalícia: em 2001 foi criado cardeal por João Paulo II

Estudos: doutorado em teologia com ênfase em liturgia (Roma, Pontifício Ateneu Santo Anselmo); especialização em liturgia (1967-1969); graduação em teologia (São Paulo, Seminário Central, Ipiranga, 1954-1957); graduação em filosofia (São Paulo, Seminário Central, Ipiranga, São Paulo, 1951 – 1953); licenciatura em filosofia (Mogi das Cruzes, São Paulo, Universidade de Mogi das Cruzes).

Fonte: Canção Nova Notícias

Da redação do Portal Ecclesia e Blog Evangelizando.










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