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22 de setembro de 2014

5ª Campanha Nacional de Consagrações à Virgem Maria

“Por Maria Jesus Cristo vem a nós, e por Ela devemos ir a Ele.” (São Luís Maria Grignion de Montfort)


“A leitura deste livro (“Tratado”) marcou em minha vida uma transformação decisiva… antes me mostrava reservado, com medo de que a devoção a Maria pudesse deixar Cristo na sombra, em vez de lhe dar prioridade…entendi agora, à luz do Tratado de Grignion de Montfort, que a realidade é totalmente diferente.” (São João Paulo II, no livro “Não tenham medo”)
Desde 2010, iniciamos uma série de Campanhas Nacionais de Consagrações à nossa Mãe Santíssima, pelo método que São Luís Maria Grignion de Montfort nos ensina em seu maravilhoso “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”. Os frutos foram uma grande popularização do “Tratado” entre os católicos do Brasil e dezenas de milhares de pessoas consagrando-se à Virgem, número sempre crescente. 
Temos a alegria, neste ano de 2014, de realizar a nossa 5ª Campanha Nacional de Consagrações à Virgem Maria, a primeira campanha após a canonização de São João Paulo II. Ele que teve o “Tratado” como o seu livro de cabeceira e o lema “Totus Tuus” (“Todo Teu”, Todo de Maria), e que tão bem viveu e testemunhou a consagração é o nosso grande intecessor nesse apostolado. São João Paulo II diz que a consagração é uma devoção cristocêntrica, pois “por Maria, vamos à Jesus.” 
Como Igreja, queremos caminhar juntos nesta corrente de graças, pois assim como São João Paulo II, no Grande Jubileu do Ano 2000, consagrou o 3º Milênio à Nossa Senhora, também o Papa Francisco, no dia 13 de Outubro de 2013, consagrou o mundo ao Imaculado Coração de Maria. Agora, cabe a cada um de nós tomar posse, pessoalmente, dessa Consagração e consagrar-se à Virgem Maria.
Por isso, multiplicam-se os encontros “Consagra-te”, bem como os grupos de preparação para consagração, em muitas cidades do Brasil.

A Campanha

Convidamos todos os católicos a se unirem conosco nesta campanha, fazendo também a sua consagração total pelo método de São Luís Maria Grignion de Montfort ou sua renovação, no dia 12 de dezembro de 2014, sexta-feira (Festa de Nossa Senhora de Guadalupe, Padroeira da América Latina); ou, por razões locais, em outra data próxima.
Foi em suas aparições de Guadalupe (México), no ano de 1531, que a Mãe Santíssima falou ao índio São Juan Diego e a nós:
“Não estou Eu aqui, a tua Mãe? Não estás sob Minha Sombra e Minha Proteção? Não sou eu a fonte de tua alegria? Não estás porventura em Meu Regaço? Tens necessidade de alguma outra coisa? Que nenhuma outra coisa te aflija, nem te perturbe.”
Unimo-nos nesta Campanha aos demais países da América Latina, continente herdeiro das promessas da Virgem Maria em Guadalupe. Unimo-nos também especialmente aos demais países de língua portuguesa e de língua espanhola, alguns dos quais relacionamos em nossa lista de contatos.
A preparação e a Consagração poderão ser feitas em qualquer lugar, já que é um ato interior e espiritual. Porém, São Luís recomenda que se faça a Consagração durante a Santa Missa. É um ato significativo a Consagração ser feita de forma pública e comunitária.
São Luís recomenda que se faça 30 dias de preparação, com algumas orações simples, que poderão ser feitas individualmente ou em grupo, a começar no dia 12 de Novembro de 2014 ou 30 dias antes da data da Consagração. As orações são indicadas no próprio “Tratado” (n. 227, 233), e indicamos também abaixo em nosso “Material de Apoio”.

Leitura do livro

De forma geral, recomendamos que não se consagre e nem mesmo que se inicie os 30 dias de preparação sem a leitura completa do “Tratado”, pois como poderá preparar-se bem para a Consagração, sem conhecê-la?
Temos abaixo, em nosso “Material do Apoio”, o “Tratado”, em versão PDF, impressa ou em áudio.

Grupos de Preparação: como organizar?

Recomendamos que aqueles que puderem participem de um grupo de preparação para a Consagração, que se reúnam para estudar o “Tratado” e rezarem juntos.
O grupo poderá ser formado espontaneamente, por iniciativa de pessoas que desejam se consagrar ou pessoas que já se consagraram e desejam ajudar a preparar outras para a Consagração (é importante a participação dos que já se consagraram no grupo, pelo seu testemunho a ser partilhado).
Temos Representantes que estão à frente da nossa Campanha em várias cidades do Brasil e demais países relacionados abaixo, e poderão ir formando Grupos de preparação na medida em que forem procurados para isso. Os contatos dos nossos representantes podem ser encontrados ao final desta postagem.
Em relação à formação dos grupos, algumas sugestões:
  • É importante que participem deste grupo somente pessoas que já tenham uma fé católica e uma busca de vivência cristã, caso contrário, o grupo poderá se tornar um local de debate e se afastar do seu objetivo, atrapalhando as pessoas que querem se Consagrar (é claro que este diálogo é importante, mas há outros locais para isso).
  • Aqui não importa o número e sim aqueles que a Virgem enviar. Três pessoas já é um grupo!
  • A frequência dos encontros do grupo poderá ser feita conforme a disponibilidade: semanal ou quinzenal. Como o nosso tempo é relativamente curto, sugerimos que durante o mês de Setembro, organizem-se os grupos. Para que na primeira semana de Outubro iniciem-se encontros semanais, para no dia 12 de Novembro iniciarmos as orações de preparação.
  • O local da reunião poderá ser em residências ou, na medida do possível, em paróquias, comunidades, seminários, casas religiosas, etc.
  • O encontro poderá iniciar com a Oração do Santo Terço, seguida de um estudo de um ou mais capítulos do Tratado.
  • Conforme o tempo disponível e o número de encontros, pode-se dividir para que em cada encontro se estude um ou mais capítulos do Tratado (o livro tem 8 capítulos, mais a Introdução).
  • Há várias opções para a organização dos encontros:
    • a. Em forma de palestras, com pessoas preparadas para isso (principalmente nos grupos maiores).
    • b. Em forma de partilhas (principalmente nos grupos menores), onde todos possam ler antes do encontro o(s) capítulo(s) estudado(s), e em cada encontro algumas pessoas do grupo fiquem responsáveis em conduzir um momento partilha, comentando sobre os pontos que mais lhe chamaram atenção, e oportunizando que todos do grupo comentem também. O fato de pessoas diferentes ficarem responsáveis pela condução propicia mais a participação e envolvimento de todos, e incentiva a própria leitura do Tratado.
    • c. Em forma da apresentação de vídeos, com as 4 aulas do Pe. Paulo Ricardo, explicando o Tratado parte por parte, que podem ser assistidas via internet (ver abaixo, em nosso material de apoio) ou adquiridas em DVD.
  • No dia 12 de Dezembro de 2014 ou data próxima, a Consagração poderá ser feita em grupo (com ou sem Santa Missa).

Consagração dos jovens

Com a recente canonização de São João Paulo II e a preocupação que o Papa Francisco tem mostrado pelos jovens, nosso olhar se volta especialmente para eles. Foi inspiração de São João Paulo II a “Teologia do Corpo” e a “Jornada Mundial da Juventude”, levando pelo mundo a cruz e o ícone da Virgem Maria.
Vamos por isso, de uma maneira especial neste momento histórico que vive a juventude católica no Brasil, nos esforçar especialmente para que a Consagração seja conhecida e vivida pelos jovens.
Empenhemo-nos também tendo em vista que a Consagração, enquanto meio para renovação e vivência plena do nosso Batismo, possa suscitar santas e numerosas vocações ao Sacerdócio, à Vida Consagrada, à Vida Missionária e famílias santas que possam gerar filhos santos para Deus!
É a Virgem Maria Quem gera o Cristo em nós, e por isso Ela é também a Mãe das Vocações.

Consagração das Crianças

Incentivamos que os pais formem também seus filhos para se consagrarem totalmente a Virgem Maria, e que se façam grupos para a preparação das crianças para a Consagração, pois, se a Santíssima Virgem pode purificar nossas obras, oferecê-las a Deus (como fala no “Tratado”, n. 146-150), e com isso muitos se salvarem pela entrega, oração e penitência de uma pessoa, mesmo sendo nós tão pecadores, o que Ela não poderá fazer com a pureza da Consagração de uma criança?
Lembrando que em Fátima (Portugal, 1917), Lourdes (França, 1858), La Salette (França, 1846) e outros lugares, a Virgem apareceu para crianças!
A preparação das crianças, é claro, se dá por um material especial preparado para elas, que é o livro “Crianças na Escola do Imaculado Coração”, podendo ser adquirido abaixo.

Material de Apoio

Perguntas e respostas sobre a Consagração Total
As dúvidas que ainda restarem poderão ser respondidas também por este e-mail: duvidas@consagrate.com

Representantes da Campanha no Brasil e outros países

Dispomos aqui os contatos das pessoas que estão à frente das nossas Campanhas em várias cidades do Brasil e exterior; essas pessoas poderão ir formando os Grupos de Preparação, na medida em que forem procuradas para isso pelos que desejarem. Temos também o nosso grupo e nossa página no  Facebook.
Contato dos responsáveis por região:  http://consagrate.com/representantes/
Divulgação desta postagem
Pedimos que esta postagem seja divulgada nos diversos sites e blogs católicos, bem como listas de e-mails, Facebook, Twitter, Whatsapp e assim por diante… para formarmos uma grande rede de Consagração à Santíssima Virgem!

Importante – Envio dos dados

Os que desejam participar da nossa Campanha, fazendo a Consagração ou sua Renovação, deverão se cadastrar clicando no link abaixo: http://buff.ly/1tHsvzu

4 de junho de 2014

Evangélicos queimam e urinam em imagem de Nossa Senhora em Carrapateira

O mês de maio e a celebração da coroação de Nossa Senhora por parte dos católicos acendeu a ira de protestantes fundamentalistas na pequena cidade de Carrapateira, localizada a 384  km de João Pessoa, na Paraíba.


Membros destas denominações queimaram e urinaram em uma imagem de Nossa Senhora em praça pública, na última semana do mês de maio, conhecido como mês mariano. Padre Querino Pedro que há 4 anos é pároco da cidade que possui pouco mais de 2 mil habitantes relatou ao ANCORADOURO a situação de constrangimento gerada pelos evangélicos fundamentalistas.

“Além desse episódio da queima da imagem outro fato que está deixando os pais de família preocupados é que na rua ou em escolas crianças não católicas são constantemente criticadas por evangélicos, chamados de demônios e condenados ao inferno. As crianças estão perturbadas com essa situação”.

Em carrapateira existem 3 igrejas evangélicas. ” A pentecostal é a mais radical”, conta o padre. “Sempre vem com aquele confronto de que católico adora imagem. Um risco de gerar brigas. Eles [os protestantes] tentam tirar os crucifixos do pescoço dos coroinhas da paróquia”, denuncia o padre.

“No mês de maio os evangélicos endoidece” finaliza o padre que estava se dirigindo a uma delegacia para fazer um Boletim de Ocorrência sobre os últimos episódios, uma orientação da Diocese.

Confira a entrevista com o padre

             

Fonte: BLOG ANCORADOURO

16 de maio de 2014

Ela é nossa mãe

Ela é nossa mãe
La Nostra Mamma! Ela é nossa Mãe! Estas foram as palavras que Pe. Pio de Pietrelcina disse há dois frades que tinham indo pedir a ele, para dar uma palavra sobre Nossa Senhora; depois de alguns instantes os frades começaram a chorar com a forma que Pe. Pio falava de Maria. 

Bem, se de fato essas palavras forem profundamente pronunciadas e respectivamente acolhidas no coração, elas podem nos causar vários efeitos interiores e exteriores até mesmo chorar de amor pela Virgem Maria, pois foi isso que aconteceu com os dois frades, soluçavam e choravam, porém choravam por que estavam aprendendo com Pe. Pio a amar Nossa Senhora. 

A Virgem Maria deveria e deve ser mais conhecida e amada. Como não ter para si uma Mãe que o próprio Jesus nos deu e ele também a quis como mãe? Como não honrar Maria se o próprio Jesus a honrou? Infeliz daquele que não ama Nossa Senhora, pode até não perceber a infelicidade, mas a tem. Não tenhamos medo de amar nossa mãe Maria, ela não nos afasta de Deus, pelo contrário, ela nos aproxima cada vez mais de Deus; costumo dizer que: “ao lado de Maria, estamos mais próximo do céu e ao mesmo tempo mais próximo de Deus, por que ela é a porta do Céu e Mãe de Deus.”

Quando nos consagramos perfeitamente a Jesus pelas mãos de Maria, renovando as promessas do nosso batismo; Maria nos entrega totalmente e imediatamente a Jesus, Maria gera em nós o Cristo. Tantos santos tiveram Maria como via espiritual de perfeição, caminho seguro parasse chegar a Deus, exemplo disso foi São João Paulo II, que se entregou todo a ela tendo como lema: “Totus Tuus Mariae” Todo Teu Maria. 

Mãe que é Mãe cuida, pois bem! Maria cuida de nós, ela estar a todo instante do nosso lado, nos auxiliando nas dificuldades: “Pedi à mãe que o Filho atende.” “Como é bom está no colo de nossa mãe aqui da terra, e bem melhor é está no colo de nossa mãe do céu; ser cuidado por ela, tê-la nos fazendo carinho e nos protegendo.”.

Repito: Não tenhamos medo de amar Maria, não se arrependerá se isso o fizer. Deixe que ela o guie para Jesus, para o céu, para à santidade. “Nunca será um exagero honrar Maria, nunca será um exagero amar Maria, por que nunca conseguiremos ama-la tanto como Jesus a amou.” Nossa Senhora possui um papel determinante na salvação da humanidade, ensina a Igreja.

Por fim, rezemos está Ave Maria nos consagrando a Santíssima Virgem: Ave Maria cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois Vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém. 

Iury Nascimento
Seminarista da Arquidiocese de Fortaleza e criador do Blog Evangelizando

4 de dezembro de 2013

Maria como mediadora e dispensadora de todas as graças

Maria como mediadora e dispensadora de todas as graças
Fr. Garrigou-Lagrange, O.P.
Tradução: Carlos Wolkartt

Há muitos iludidos que pretendem alcançar a união com Deus sem recorrer constantemente a Nosso Senhor que é o caminho, a verdade e a vida. Outro erro seria querer chegar a Nosso Senhor sem passar por Maria, a quem a Igreja chama, em uma festa especial, Mediadora de todas as graças. Os protestantes caíram nesse erro. Sem chegar a esse ponto, há católicos que não compreendem a necessidade de recorrer a Maria para conseguir a intimidade com o Salvador. São Luís Maria Grignion de Montfort fala também de “Doutores que não conhecem a Mãe de Deus, senão de uma maneira especulativa, árida, estéril e indiferente; que temem abusar da devoção à Santíssima Virgem, fazer injúria a Nosso Senhor honrando demasiado a sua Santíssima Mãe. Se falam da devoção a Maria, não é tanto para recomendá-la como para reprovar os exageros”; dão a impressão de crer que Maria é um impedimento para conseguir a união com Deus.

Consiste, diz o Santo, em uma grande falta de humildade menosprezar os mediadores que Deus nos oferece, tendo em conta nossa debilidade. A intimidade com Nosso Senhor torna-se muito mais fácil mediante uma verdadeira e profunda devoção a Maria.

Para formarmos uma ideia exata desta devoção, veremos o que se entende por mediação universal e como Maria é a medianeira de todas as graças, conforme afirma a Tradição, o Ofício e a Missa de Maria Mediadora que é rezada no dia 31 de maio. Muito se escreve sobre o assunto nesses últimos tempos; consideraremos essa doutrina em suas relações com a vida interior.

Que é mediação universal?

“Ao ofício de mediador, diz São Tomás (Summ. Theol. III-26-1), corresponde o aproximar e unir àqueles entre quem exerce tal ofício; porque os extremos se unem por um intermediário. Pois bem, unir os homens a Deus é próprio de Jesus Cristo que os reconciliou com o Pai, segundo as palavras de São Paulo (II Cor. V, 19): ‘Deus reconciliou o mundo consigo mesmo em Jesus Cristo’. Por isso, só Jesus Cristo é o perfeito mediador entre Deus e os homens, quando por sua morte reconciliou com Deus o gênero humano. Igualmente, depois de dizer São Paulo: ‘Um só é o mediador entre Deus e os homens’, Cristo Jesus feito homem continua: ‘que se entregou como vítima por todos’. Nada impede, contudo, que, em certo modo, outros sejam chamados mediadores entre Deus e os homens, enquanto cooperam à união dos homens com Deus, como gestores ou ministros”.

Neste sentido, acrescenta Santo Tomás, os profetas e sacerdotes do Antigo Testamento podem chamar-se mediadores; e mesmo os sacerdotes da nova Aliança, como ministros do verdadeiro mediador.

“Jesus Cristo, continua o Santo (Summ. Theol. III-26-2), é mediador enquanto homem; porque enquanto homem é como se encontra entre os dois extremos: inferior a Deus por natureza, superior aos homens pela dignidade de sua graça e de sua glória. Além disso, como homem uniu os homens a Deus ensinando-lhes seus preceitos e dons, e satisfazendo por eles”. Jesus satisfez como homem, mediante uma satisfação e um mérito que de sua personalidade divina recebeu infinito valor. Estamos, pois, diante de uma dupla mediação, descendente e ascendente, que consistiu em trazer aos homens a luz e a graça de Deus, e em oferecer-Lhe, em favor dos homens, o culto e a reparação que Lhe eram devidos.

Nada impede, pois, que, como acabamos de dizer, haja outros mediadores secundários, como o foram os profetas e os sacerdotes da antiga Lei para o povo escolhido. Por isso podemos nos perguntar se não será Maria a mediadora universal para todos os homens e para a distribuição de todas e cada uma das graças. Santo Alberto Magno fala da mediação de Maria como superior a dos profetas, quando diz: “Maria foi eleita pelo Senhor, não como ministra, mas para ser associada de um modo especialíssimo e muito íntimo à obra da redenção do gênero humano”.

Não é Maria, em sua qualidade de Mãe de Deus, naturalmente designada para ser mediadora universal? Não é realmente intermediária entre Deus e os homens? Sem dúvida, por ser uma criatura, é inferior a Deus e a Jesus Cristo; porém está, por sua vez, acima de todos os homens em razão de sua maternidade divina, “que a coloca nas fronteiras da divindade” (Caetano), e pela plenitude da graça recebida no instante de sua concepção imaculada, plenitude que não cessou de aumentar até sua dormição.

E não somente por sua maternidade divina era Maria a designada para esta função de mediadora, senão que a recebeu e exerceu de fato.

Isto é o que nos demonstra a Tradição, que lhe outorgou o título de Mediadora Universal, embora subordinada a Cristo; título por demais consagrado pela festa especial que se celebra na Igreja universal.

Para bem compreender o sentido e o alcance desse título, consideremos que lhe convém a Maria por duas razões principais: primeiro, por haver ela cooperado, pela satisfação e os méritos, ao sacrifício da Cruz; segundo, porque não cessa de interceder em nosso favor e de obter-nos e distribuir-nos todas as graças que recebemos do céu.

Tal é a dupla mediação, ascendente e descendente, que devemos considerar, para dela aproveitarmos sem cessar.

Maria nos obtém e nos distribui todas as graças

É esta uma doutrina certa da Mãe de todos os homens: como Mãe, se interessa por sua salvação, roga por eles e lhes consegue as graças que recebem.

No Ave, Maris Stella, canta-se:

Solve vincla reis,
Profer lumen coecis,
mala nostra pelle,
bona cuncta posce.

As prisões aos réus desata.
E a nós cegos alumia;
De tudo que nos maltrata,
Nos livra, o bem nos granjeia.

Leão XIII, numa Encíclica sobre o Rosário, diz: “Por expressa vontade de Deus, nenhum bem nos é concedido se não é por Maria; e como nada pode chegar ao Pai senão pelo Filho, assim geralmente nada pode chegar a Jesus senão por Maria”.

A Igreja, de fato, se dirige a Maria para conseguir graças de toda sorte, tanto temporais como espirituais, e, entre estas últimas, desde a graça da conversão até a da perseverança final, sem excluir as necessárias às virgens para guardar sua virgindade, aos apóstolos para exercer seu apostolado, aos mártires para permanecer invictos na fé. Por isso, nas Litanias Lauretanas, universalmente rezadas na Igreja há muito tempo, Maria é chamada: “saúde dos enfermos, refúgio dos pecadores, consoladora dos aflitos, auxílio dos cristãos, rainha dos apóstolos, dos mártires, dos confessores e das virgens”. Sua mão é a dispensadora de toda sorte de graças, e até mesmo, em certo sentido, da graça dos sacramentos, porque ela nos mereceu em união com Nosso Senhor no Calvário, e nos dispõe, também com sua oração, a aproximarmo-nos desses sacramentos e a recebê-los convenientemente; ás vezes até nos envia o sacerdote, sem o qual essa ajuda sacramental não nos seria outorgada.

Enfim, não só toda espécie de graça nos é distribuída pela mão de Maria, senão cada graça em particular. Não é outra coisa o que a fé da Igreja declara nestas palavras da Ave-Maria: “Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém”. Esse “agora” é repetido, a cada minuto, na igreja por milhares de fiéis que pedem desta maneira a graça do presente momento; e esta é a mais particular de todas as graças, pois varia em relação a cada um de nós e para cada um a cada minuto. Embora estejamos distraídos ao pronunciar essas palavras, Maria, que não o está, e conhece nossas necessidades espirituais de cada momento, roga por nós e nos obtém as graças que recebemos.

Tal ensinamento, contido na fé da Igreja e expressado pela oração coletiva (lex orandi, lex credendi), está fundamentado na Escritura e na Tradição. Com efeito, já em sua vida sobre a terra, Maria aparece na Escritura como distribuidora de graças. Por ela, Jesus santifica o Precursor [São João Batista], quando visita sua prima Santa Isabel e entoa o Magnificat. Por ela, Jesus confirma a fé dos discípulos de Caná, concedendo o milagre que pedia. Por ela, fortaleceu a fé de João no Calvário, dizendo-lhe: “Filho, eis aí a tua mãe”. Por ela, enfim, o Espírito Santo desceu sobre os apóstolos, já que Maria orava com eles no Cenáculo no dia de Pentecostes, quando o Divino Espírito desceu em forma de línguas de fogo.

Com maior razão, depois da Assunção, desde sua entrada na glória, a Santíssima Virgem Maria é a distribuidora de todas as graças. Como uma Mãe bem aventurada, conhece no céu as necessidades espirituais de todos os homens; e como é Mãe mui terna, roga por seus filhos; e como exerce poder omnímodo sobre o coração de seu Filho, nos obtém todas as graças que chegam à nossas almas e as que se dão aos que não se obstinam no mal. Maria é como o aqueduto das graças e, no corpo místico, em forma de pescoço que junta a cabeça aos membros.

A essa altura, já se compreende quão necessário é fazer com frequência a oração dos mediadores, isto é, começar esta conversa filial e confiada com Maria, para que nos conduza à intimidade de seu Filho, e a fim de elevar-nos logo, mediante a santíssima alma do Salvador, à união com Deus, já que Jesus é o caminho, a verdade e a vida.

2 de dezembro de 2013

A AVE MARIA DE UM PROTESTANTE

A Ave Maria de um protestante
Vale a pena ler completamente:

A AVE MARIA DE UM PROTESTANTE

Um garotinho protestante de apenas 6 anos sempre ouvia seus amiguinhos católicos rezando a Ave Maria, ele gostou tanto da oração que copiou-a num papel e recitava-a todos os dias. "Olha mamãe que oração linda", disse o garotinho a sua mãe um dia. "Nunca a repita meu filho!", respondeu a mãe. Esta e' uma oração supersticiosa dos católicos, que adoram ídolos e pensam que Maria é uma espécie de Deusa. Quando na verdade ela não passa de uma mulher como outra qualquer. Pegue esta Bíblia e leia, nela encontramos tudo o que devemos e não devemos fazer

Daquele dia em diante o garoto cessou suas Ave Marias diárias, e se dedicou mais a leitura da Bíblia. Um dia quando lia Evangelho, o garoto leu a passagem da Anunciação do Anjo a Nossa Senhora. Cheio de alegria, o garoto correu até sua mãe e disse: Mamãe, eu achei a Ave Maria na Bíblia, aonde diz: 'Ave cheia de graça, o Senhor e' convosco, bendita sois vós entre as mulheres.' Por que a senhora chamou esta oração de supersticiosa?

Numa outra ocasião ele encontrou a linda saudação de Santa Isabel á Virgem Maria, encontrou também o maravilhoso Cântico MAGNIFICAT, no qual Maria é profetizada: "as gerações a chamarão bem aventurada"

O garotinho não mais comentou tais passagens com sua mãe, mas voltou a recitar suas Ave Marias todos os dias, como fazia anteriormente. Ele sentia prazer em recitar aquelas fascinantes palavras para a Mãe de Jesus, Nosso Salvador

Aos 14 anos, ele escutou os membros de sua família discutindo entre eles sobre Nossa Senhora. Todos eles diziam que Maria era uma mulher comum como qualquer outra. O garoto, depois de ouvir estas absurdas afirmações, não aguentou mais ouvir tais insultos e com indignação interrompeu-os dizendo: "Maria não é como qualquer filha de Adão, manchada pelo pecado. Não! O anjo chamou-a de Cheia de Graça e Bendita entre todas as mulheres. Maria é a mãe de Jesus Cristo, e consequentemente mãe de Deus. Não existe dignidade maior para com uma criatura. O Evangelho nos conta que as gerações chamarão-a de abençoada/bem aventurada, e vocês desmerecendo e menosprezando-a? Seus espíritos não são os mesmos do Evangelho ou da Bíblia, que proclamam ser a fundação da Religião Cristã"

A fala do garoto deixou uma impressão tão profunda que conseguiu, por várias vezes, fazer sua mãe chorar de dor. "Ah meu Deus! Tenho medo deste meu menino um dia se juntar a religião católica, a religião dos Papas!"

E realmente não demorou muito, depois de um sério estudo sobre o Protestantismo e o Catolicismo, o garoto descobriu mais tarde a ÚNICA e VERDADEIRA religião, e abraçou-a, se tornando um de seus mais ardentes apóstolos

Algum tempo após sua conversão, ele encontrou com sua irmã casada que censurou-o dizendo: Você sabe o quanto eu amo meus filhos. Se algum deles um dia desejar virar católico, eu preferirei perfurar o coração deles com um punhal do que permiti-los abraçar a religião dos Papas

A fúria dela era tão profunda quanto a de São Paulo antes de sua conversão. De qualquer forma, ela iria mudar esse seu jeito, igual a São Paulo no caminho a Damasco. Ocorreu então que um dos filhos dela ficou perigosamente doente, e os médicos já haviam perdido a esperança de recuperação

Aí o irmão chegou até ela e conversou afetivamente dizendo: Minha querida irmã, naturalmente você deseja que sua criança seja curada. Muito bem então, o que eu lhe pedir, apenas faça! Siga-me, vamos rezar uma Ave Maria e prometer a Deus que, se sua criança recuperar a saúde, você irá estudar seriamente a Doutrina Católica, e você chegará a conclusão de que o catolicismo é a única e verdadeira religião, e não importa quão grande seja este sacrifício, mas você irá abraçar esta fé.

Sua irmã estava relutante no começo, mas como ela desejava a recuperação do seu filho, ela aceitou a proposta do irmão e rezou a Ave Maria com ele. No dia seguinte o filho dela estava completamente curado. A mãe cumpriu sua promessa e estudou a Doutrina Católica. E após uma longa preparação, ela recebeu o sacramento do Batismo juntamente com o restante de seus familiares, e agradeceu seu irmão por ter sido um apóstolo para ela

Essa história foi relatada num sermão dado pelo Rev. Fr. Tuckwell (Padre Tuckwell), que continuou o sermão dizendo: "O garoto que virou católico e converteu sua irmã e familiares ao catolicismo, dedicou sua vida inteira ao serviço de Deus." 'Aquele garoto virou padre e está a falar com vocês neste exato momento!' O que sou, devo a Nossa Senhora

Vocês também meus caros fiéis, sejam totalmente dedicado á Nossa Senhora, e nunca esqueçam de passar ao menos um dia sem rezar esta linda oração, a Ave Maria e o Terço. Peça á Ela para iluminar as mentes protestantes que estão separadas da Igreja de Cristo, fundada na rocha(Pedro), e da qual as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Mateus XVI, 18

17 de setembro de 2013

Maria é missionária porque confiou!

Maria é missionária porque confiou!
Blog Evangelizando

A nossa vida cristã necessita de exemplos de fé para que se torne madura e capaz de produzir os frutos que o Senhor reserva para cada um de nós. Neste mês de outubro, celebramos o mês missionário e a festa de Nossa Senhora do Rosário. Maria é missionária por vários fatores, mas ela é acima de tudo missionária porque nela se realiza e se gesta o transbordamento do amor de Deus, Jesus Cristo.

Maria está sempre envolta dessa presença do mistério divino, desde o seu sim, pelo qual tornou-se a mãe do Salvador (Lc 1, 26-38) até o seu sim dolorido e sofrido aos pés da cruz de Jesus (Jo 19, 25-27). Ela se torna filha bendita por meio do amado Filho! Reconhecemos em Maria o autêntico itinerário que cada batizado deve trilhar para viver como missionário.

A Virgem Maria nos ensina a ter fé. Ela conservava no coração tudo o que ouvia e via e por isso foi feliz porque acreditou (Lc 1, 45). Ela acolheu o Verbo encarnado em seu ventre e a partir de então passou a realizar a peregrinação da fé seguindo o seu Filho. Ela não permaneceu alheia e indiferente ao amor e a presença de Deus em sua vida, mas se envolveu e deixou-se cativar pelo mistério de amor de Deus.

As nossas comunidades encontram em Maria uma escola de fé. Invocada sob vários títulos, ela vem ao socorro de toda a humanidade nas mais variadas situações e perigos. Nela a Igreja se reconhece também como Mãe, disposta a ir aonde Cristo quer que o amor de Deus alcance. Maria é a primeira evangelizada (Lc 1, 26-38) e a primeira evangelizadora (Lc 1, 39-56).

Acolheu a Boa Nova da salvação, transformou-se em anúncio, canto e profecia. Ela se consagrou totalmente e plenamente ao impulso da fé que leva à Deus. “Fazei tudo o que Ele vos disser” (Jo 2,5). Os missionários, ou seja, todos os batizados, que gastam a sua vida à frente dos campos de missão ou no dia-a-dia do seu trabalho, da vida familiar e das ações eclesiais encontram em Maria o modelo perfeito de dedicação e fidelidade, pois ela se consagrou totalmente como Serva do Senhor.


Neste mês dedicado ao Rosário, as nossas Ave Marias possam trazer presente a vida missionária da nossa Igreja no mundo todo, em nossa diocese, em nossas paróquias e comunidades. Ser missionário é ser como Maria disposta a lançar-se na grande aventura de crer e com ela, afirmava o beato João Paulo II, “aprendei também vós a dizer o ‘SIM’ de adesão plena, alegre e fiel à vontade do Pai e ao seu projeto de amor”.

Geraldo Trindade 
Colunista do Blog Evangelizando
Bacharel em filosofia pela Faculdade Arquidiocesana de Mariana, estudante de teologia no Seminário São José da arquidiocese de Mariana (MG). Blog: http://pensarparalelo.blogspot.com.br/



6 de setembro de 2013

4ª Campanha Nacional de Consagrações à Virgem Maria

"Deus quer estabelecer no mundo a Devoção ao Meu Coração Imaculado. Se fizerdes o que vos digo, muitos almas se salvarão e terão paz. (…) Por fim, o Meu Imaculado Coração Triunfará." (Nossa Mãe Santíssima em Fátima, 1917).

4ª Campanha Nacional de Consagrações à Virgem Maria

"Por Maria Jesus Cristo vem a nós, e por Ela devemos ir a Ele." (São Luis Maria Grignion de Montfort)
"Deus quer estabelecer no mundo a Devoção ao Meu Coração Imaculado. Se fizerdes o que vos digo, muitos almas se salvarão e terão paz. (…) Por fim, o Meu Imaculado Coração Triunfará." (Nossa Mãe Santíssima em Fátima, 1917).
Desde 2010, iniciamos uma série de Campanhas Nacionais de Consagrações à nossa Mãe Santíssima, pelo método que São Luis Maria Montfort nos ensina no seu maravilhoso "Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem".
Seguimos os passos do Bem-Aventurado Papa João Paulo II, agora já providencialmente elevado à Glória dos Altares, tendo sido Beatificado pelo Santo Padre Bento XVI, e cuja a canonização já está confirmada.
O "Tratado" foi o livro de cabeceira de João Paulo II, que sob lema "Totus Tuus" ("Todo Teu", Todo de Maria…), tão bem viveu e testemunhou esta Consagração!
É uma Devoção Cristocêntrica, diz o Beato João Paulo II, pois "por Maria, vamos a Jesus" (São Luis Montfort).
Em 2012, celebramos os 300 anos do "Tratado", e esta Obra de São Luis Maria Montfort passa ser mais conhecida entre os católicos do Brasil. Dezenas de milhares de pessoas fizeram esta Consagração nos últimos anos, em nossas Campanhas. E muitos que se consagram tornam-se também Apóstolos da Consagração.
Por isso, multiplicam-se os Encontros "Consagra-te", bem como os grupos de preparação para Consagração, em muitas cidades do Brasil (abaixo, trazemos toda a relação).
Neste ano de 2013, queremos nos unir especialmente aos demais países da América Latina, continente herdeiro das promessas da Virgem Maria em sua aparição em Guadalupe (México) ao índio São Juan Diego. Nos unimos também aos demais países de língua portuguesa e de língua espanhola, alguns dos quais relacionamos em nossa lista de contatos (abaixo, trazemos toda a relação).

A Consagração

Neste ano de 2013, o Papa Francisco, após consagrar o seu Pontificado a Nossa Senhora de Fátima no dia 13 de Maio (96 anos da 1a aparição da Virgem em Fátima), no dia 13 de Outubro próximo (96 anos da última aparição em Fátima), consagrará o mundo ao Imaculado Coração de Maria. Agora, cabe a cada um de nós precisa tomar posse, pessoalmente, dessa Consagração, e consagrar-se à Virgem Maria.
Por isso convidamos todos os católicos a se unirem conosco nesta Campanha, fazendo também a sua Consagração Total pelo método de São Luis Montfort, ou renovando a sua Consagração, no dia 08 de Dezembro de 2013 (Solenidade da Imaculada Conceição).
A preparação e a Consagração poderão ser feitas em qualquer lugar, já que é um ato interior e espiritual. Porém, São Luis recomenda que se faça a Consagração durante a Santa Missa. É um ato significativo as Consagrações serem feitos de forma pública e comunitária.
São Luis recomenda que se faça 30 dias de preparação, com algumas orações simples, que poderão ser feitas individualmente ou em grupo, a começar no dia 08 de Novembro de 2013. As orações são indicadas no próprio "Tratado" (n. 227, 233), e indicamos também abaixo em nosso "Material de Apoio".

Leitura do Livro

4ª Campanha Nacional de Consagrações à Virgem Maria
De forma geral, recomendamos que não se Consagre, e nem mesmo que se inicie os 30 dias de preparação sem a leitura completa do "Tratado", pois como poderá preparar-se bem para a Consagração, sem a conhecê-la?
Temos abaixo, em nosso "Material do Apoio", o "Tratado", em versão PDF, impressa ou em áudio.

Grupos de Preparação: como organizar?

Recomendamos que aqueles que puderem, participem de um grupo de preparação para a Consagração, que se reúna para estudar o "Tratado" e rezar juntos.
Este grupo poderá ser formado espontaneamente, por iniciativa de pessoas que desejam se consagrar, ou pessoas que já se consagraram e desejam ajudar a preparar outras para também se consagrar (é importante a participação dos que já se consagraram no grupo, pelo seu testemunho a ser partilhado).
Temos Representantes que estão à frente da nossa Campanha em várias cidades do Brasil e Portugal, e poderão ir formando Grupos de preparação à medida que forem procurados para isso. Os contatos dos nossos Representantes divulgamos abaixo, ao final desta postagem. Em relação à formação dos grupos, algumas sugestões:
  1. É importante que participem deste grupo somente pessoas que já tenham uma fé católica e uma busca de vivência cristã, caso contrário, o grupo poderá se tornar um local de debate e se afastar do seu objetivo, atrapalhando as pessoas que querem se Consagrar (é claro que o diálogo é importante, mas há outros locais para isso). Aqui não importa o número, e sim, aqueles que a Virgem enviar. Três pessoas já é um grupo!
  2. A frequência dos encontros do grupo poderá ser feita conforme a disponibilidade: semanal ou quinzenal. Como o nosso tempo é relativamente curto, sugerimos que durante o mês de Setembro, organizem-se os grupos. Para que na primeira semana de Outubro iniciem-se encontros semanais, para no dia 08 de Novembro iniciarmos as orações de preparação.
  3. O local da reunião poderá ser em residências ou, na medida do possível, em paróquias, comunidades, seminários, casas religiosas, etc.
  4. O encontro poderá iniciar com a Oração do Santo Terço, seguida de um estudo de um ou mais capítulos do Tratado.
  5. Conforme o tempo disponível e o número de encontros, pode-se dividir para que em cada encontro se estude um ou mais capítulos do Tratado (o livro tem 8 capítulos, mais a Introdução).
  6. Há várias opções para a organização dos encontros:
    1. Em forma de palestras, com pessoas preparadas para isso (principalmente nos grupos maiores).
    2. Em forma de partilhas (principalmente nos grupos menores), onde todos possam ler antes do encontro o(s) capítulo(s) estudado(s), e em cada encontro algumas pessoas do grupo fiquem responsáveis em conduzir um momento partilha, comentando sobre os pontos que mais lhe chamaram atenção, e oportunizando que todos do grupo comentem também. O fato de pessoas diferentes ficarem responsáveis pela condução propicia mais a participação e envolvimento de todos, e incentiva a própria leitura do Tratado.
    3. Em forma da apresentação de vídeos, com as 4 aulas do Pe. Paulo Ricardo, explicando o Tratado parte por parte, que podem ser assistidas via internet (ver abaixo, em nosso material de apoio) ou adquiridas em DVD.
  7. No dia 08 de Dezembro de 2013, a Consagração poderá ser feita em grupo (com ou sem Santa Missa)

Consagração dos jovens

Neste ano de 2013, com a realização da "Jornada Mundial da Juventude" e a visita do Papa Francisco ao Brasil, nosso olhar se volta com mais intensidade para os jovens. Foi inspiração do Beato João Paulo II, o Papa de Maria, a Jornada Mundial da Juventude, levando pelo mundo a cruz e o ícone da Virgem Maria.
Vamos por isso, de uma maneira especial neste momento histórico que vive a juventude católica no Brasil, nos esforçar especialmente para que a Consagração seja conhecida e vivida pelos jovens.
Para que também a Consagração, enquanto meio para renovação e vivência plena do nosso Batismo, possa suscitar santas e numerosas vocações ao Sacerdócio, à Vida Consagrada, à Vida Missionária e famílias santas que possam gerar filhos santos para Deus!
É a Virgem Maria Quem gera o Cristo em nós, e por isso Ela é também a Mãe da Vocações.

Consagração das Crianças

4ª Campanha Nacional de Consagrações à Virgem Maria
Incentivamos que os pais formem também seus filhos para se consagrarem totalmente a Virgem Maria, e que se façam grupos para a preparação das crianças para a Consagração.
Pois, se a Santíssima Virgem pode purificar nossas obras, oferecê-las a Deus (como fala no "Tratado", n. 146-150), e com isso muitos se salvarem pela entrega, oração e penitência de uma pessoa, mesmo sendo nós tão pecadores, o que Ela não poderá fazer com a pureza da Consagração de uma criança?
Lembrando que em Fátima (Portugal, 1917), Lourdes (França, 1858), La Salette (França, 1846) e outros lugares, a Virgem apareceu para crianças!
A preparação das crianças, é claro, se dá por um material especial preparado para elas, que é o livro "Crianças na Escola do Imaculado Coração", podendo ser adquirido abaixo.

Material de Apoio

  1. "Tratado da Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem" – Versão PDF
  2. "Tratado da Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem" – Versão impressa ou em áudio
  3. "Tratado da Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem" - Versão em áudio (esta é Introdução, as demais partes é só ir clicando a partir dela)
  4. "Crianças na Escola do Imaculado Coração" – Versão impressa
  5. Aulas do Pe. Paulo Ricardo explicando parte por parte do "Tratado da Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem" (foram aulas preparatórias para a Campanha de 2011) – Versão on-line ou editada em DVD pela Editora Ecclesia
  6. Orações para os 30 dias de preparação

Perguntas e respostas sobre a Consagração Total

As dúvidas mais comuns estão respondidas em:
13 perguntas comuns sobre a Consagração Total
As dúvidas que ainda restarem poderão ser respondidas também por este e-mail:
duvidas@consagrate.com

Representantes da Campanha no Brasil e nos países de língua portuguesa e espanhola

Dispomos aqui os contatos das pessoas que estão à frente das nossas Campanhas em várias cidades do Brasil e nos países de língua portuguesa e língua espanhola; essas pessoas poderão ir formando os Grupos de Preparação, a medida que forem procuradas para isso pelos que desejarem. Temos também o nosso grupo e nossa página no facebook.

Divulgação desta postagem

Pedimos que esta postagem seja divulgada nos diversos sites e blogs católicos, bem como listas de e-mails, Facebook, Twitter, e assim por diante… para formarmos uma grande rede de Consagração à Santíssima Virgem!

Importante – Envio dos dados!

Os que desejam participar da nossa Campanha, fazendo a Consagração ou sua Renovação, em qualquer local, deverão se cadastrar clicando no link abaixo:
https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dDU1SDB4SkFWWmZGUHdod0ZMQmVNM0E6MA
Informações: Consagra-te

15 de agosto de 2013

NO ANGELUS, PAPA FRANCISCO FAZ APELO PELA RECONCILIAÇÃO NO EGITO

NO ANGELUS, PAPA FRANCISCO FAZ APELO PELA RECONCILIAÇÃO NO EGITO
Blog Evangelizando

O Santo Padre rezou a oração do Angelus, por ocasião da Assunção de Nossa Senhora ao Céu, juntamente com os fiéis e a comunidade paroquial de Castel Gandolfo.

Antes da alocução mariana, o pároco da igreja de São Tomás de Villanova, Padre Pietro Diletti, fez uma cordial saudação de boas-vindas ao Papa Francisco, em nome dos presentes.

Mas, antes de rezar a oração mariana do Angelus, o Santo Padre fez um apelo pelas populações do Egito:

“Desejo assegurar as minhas preces a todas as vítimas e os seus familiares, aos feridos e os que sofrem. Rezemos juntos pela paz, o diálogo e a reconciliação naquela querida terra e no mundo inteiro. Maria, Rainha da Paz, rogai por nós”.

A seguir, na sua alocução mariana, Papa Bergoglio meditou sobre “o caminho de Maria rumo ao Céu”:

“O caminho de Maria rumo ao Céu teve início naquele seu “sim”, pronunciado em Nazaré, em resposta ao Mensageiro celeste, que lhe anunciava a vontade de Deus sobre ela. Na verdade, é bem assim: Todo “sim” a Deus é um passo rumo ao Céu, rumo à vida eterna. É isto que o Senhor quer: “Que todos tenham a vida, e a tenham em abundância”. Deus quer que todos nós estejamos com Ele, na sua Casa!”.

A seguir, Papa Francisco recordou os 25 anos da publicação da Carta Apostólica “Mulieris dignitatem”, escrita pelo bem-aventurado João Paulo II, sobre “a dignidade e a vocação da mulher”. À base deste documento, rico de temas, que merecem ser retomados e desenvolvidos, está a figura de Maria.

Por isso, o Santo Padre convida os fiéis a meditarem no mistério bíblico da mulher, condensado em Maria, para que todas as mulheres encontrem a plenitude das suas vocações.

Enfim, o Bispo de Roma rezou a oração do Angelus e a todos concedeu a sua Bênção Apostólica.


Depois da celebração Eucarística da Solenidade da Assunção de Maria ao Céu, Papa Francisco almoçou na Residência Pontifícia de Castel Gandolfo. No final, antes de regressar ao Vaticano, fez uma visita, em forma privada, à Paróquia São Tomás de Villanova.

Fonte: Rádio Vaticano

12 de agosto de 2013

Papa Francisco irá consagrar o mundo ao Imaculado Coração de Maria

Papa Francisco irá consagrar o mundo ao Imaculado Coração de Maria
Blog Evangelizando

A imagem da Virgem de Fátima venerada na Capelinha das Aparições em Fátima-Portugal, vai viajar até ao Vaticano em outubro, para uma celebração de consagração do mundo ao Imaculado Coração de Maria, a pedido do Papa.

A revelação foi feita hoje em Fátima, durante uma conferência de imprensa, pelo bispo local, D. António Marto, o qual adiantou que a solicitação foi feita "ainda no tempo do Papa Bento XVI", agora emérito.

O prelado fala num acontecimento de "relevo mundial" ao qual o Santuário não poderia deixar de se associar.

A celebração decorre na reta final do Ano da Fé (outubro de 2012-novembro de 2013).


Fonte: Agência Ecclesia

8 de agosto de 2013

Lutero, os Reformadores, e Nossa Senhora

Lutero, os Reformadores, e Nossa Senhora
O protestantismo atual se mostra intolerante com a Virgem Santíssima, no entanto, Martinho Lutero, Calvino, Zwinglio, e os reformadores do Séc. XVI tinham uma estima e reverência profundas a Nossa Senhora, como poderemos ver abaixo. Algumas denominações protestantes estão redescobrindo isso. Por exemplo, Madre Basiléia Schlink, luterana, prega a recuperação da veneração à Virgem Mãe de Deus.

Lutero, em 1522, escreveu um belo comentário do Magnificat de Nossa Senhora, onde repetidas vezes a chama de a “doce Mãe de Deus”. E nele Lutero pede à Virgem “que ore por ele”. Entre outras coisas ele disse da Virgem Maria: “Peçamos a Deus que nos faça compreender bem as palavras do Magnificat… Oxalá Cristo nos conceda esta graça por intercessão de sua Santa Mãe! Amém. (“Comentário do Magnificat”).

Como então os protestantes, os seguidores de Lutero, não aceitam a intercessão de Nossa Senhora? É bom recordar também que Lutero implorou a intercessão de Santa Ana, mãe de Nossa Senhora, quando quase foi atingido por um raio.

Lutero disse ainda: “Ela [Maria]nos ensina como devemos amar e louvar a Deus, com alma despojada e de modo verdadeiramente conveniente, sem pro­curar nele o nosso interesse… Eis um modo elevado, puro e nobre de louvar: é bem próprio de um espírito alto e nobre corno o da Virgem. ” (“Maria Mãe dos homens”, Edições Paulinas, SP, p. 561).

“Maria – escreve Lutero – não se orgulha da sua dig­nidade nem da sua indignidade, mas unicamente da consideração divina, que é tão superabundante de bondade e de graça que Deus olhou para uma serva assim tão insignificante e quis considerá-la com tanta magnificência e tanta honra… Ela não exaltou nem a vir­gindade nem a humildade, mas unicamente o olhar divino repleto de graça. (…) De fato não deve ser louvada a sua pequenez, mas o olhar de Deus”. (idem)

Lutero mostra que Nossa Senhora não atrai a nossa atenção sobre Si, mas leva-nos a olhar para Deus: “… Maria não quer ser um ídolo; não é Ela que faz, é Deus que faz todas as coisas. Deve ser invocada para que Deus, por meio da vontade dela, faça aquilo que pedimos; assim devem ser invocados também todos os outros santos, dei­xando que a obra seja inteiramente de Deus” (idem pp.574-575).

Madre Basiléia, é da Sociedade das Irmãs de Darmtadt, fundada na Alemanha e presente no Brasil, luterana; no entanto, as irmãs dessa Comunidade acrescentam no seu nome de Batismo o de Maria, como acontece em algumas Congregações católicas. M. Basiléia escreveu o livro “Maria – Der Weg der Mutter des Herrn”, sobre o “Caminho de Maria”, publicado em Português, em Curitiba (1982), onde cita algumas coisas que Lutero escreveu da Virgem Maria, que transcrevemos da Revista Pergunte e Responderemos, n. 429, 1998 – Lutero e Maria Santíssima, pp. 81-86).

“O que são as servas, os servos, os senhores, as mulheres, os príncipes, os reis, os monarcas da terra, em comparação com a Virgem Maria, que, além de ter nascido de uma estirpe real, é também Mãe de Deus, a mulher mais importante da Terra? No meio de toda a Cristandade ela é a jóia mais preciosa depois de Cristo, a qual nunca pode ser suficientemente exaltada; a imperatriz e rainha mais digna, elevada acima de toda nobreza, sabedoria e santidade”.

“Por justiça teria sido necessário encomendar-lhe um carro de outro e conduzi-la com 4000 cavalos, tocando a trombeta diante da carruagem, anunciando: “Aqui viaja a mulher bendita entre todas as mulheres, a soberana de todo o gênero humano”. Mas tudo isso foi silenciado; a pobre jovenzinha segue a pé, por um caminho tão longo, e apesar disso, é de fato a Mãe de Deus. Por isso não nos deveríamos admirar, se todos os montes tivessem pulado e dançado de alegria”.

“Esta única palavra “mãe de Deus” contém toda a sua honra. Ninguém pode dizer algo de maior dela ou exalta-la, dirigindo-se à ela, mesmo que tivessem tantas línguas quantas folhas crescem nas folhagens, quantas graminhas há na terra, quantas estrelas brilham no céu e quantos grãozinhos de areia existem no mar. Para entender o significado do que é ser mãe de Deus, é preciso pesar e avaliar esta palavra no coração”. (Explicação do Magníficat)

Depois de citar essas palavras de Lutero, M. Basiléia ainda escreve: “Ao ler essas palavras de Martinho Lutero, que até o fim de sua vida honrava a mãe de Jesus, que santificava as festas de Maria e diariamente cantava o Magnificat, se percebe quão longe nós geralmente nos distanciamos da correta atitude para com ela, como Martinho Lutero nos ensina, baseando-se na Sagrada Escritura. Quão profundamente todos nós, evangélicos, deixamo-nos envolver por uma mentalidade racionalista, apesar de que em nossos escritos confessionais se lêem sentenças como esta: “Maria é digna de ser honrada e exaltada no mais alto grau” (Art. 21,27 da Apologia de Confissão de Augsburgo).

Em 1537, em seus “Artigos da Doutrina Cristã”, é o próprio Lutero quem diz: “O Filho de Deus fez-se homem, de modo a ser concebido do Espírito Santo sem o concurso de varão e a nascer de Maria pura, santa e sempre virgem”.

M.Basiléia explica porque escreveu este livro para os evangélicos: “Minha intenção ao escrever este opúsculo sobre o caminho de Maria, segundo o que diz dela a Sagrada Escritura, foi conscientemente reparar esta omissão pela qual me tornei culpada para com o testemunho da Palavra de Deus. Nas últimas décadas o Senhor me concedeu a graça de aprender a amar e honrar cada vez mais a Maria, a mãe de Jesus… Minha sincera intenção ao escrever esse livro, é fazer o que posso para ajudar, a fim de que entre nós, os evangélicos, a mãe de nosso Senhor seja novamente amada e honrada, como lhe compete, segundo as Palavras da Sagrada Escritura e conforme nos recomendou Martinho Lutero, nosso reformador”.

Continua M. Basiléia: “A nossa Igreja Evangélica deixou de lhe prestar honra e louvor; receando com isso reduzir a honra devida a Jesus. Mas o que aconteceu é o seguinte: toda honra autêntica dirigida aos discípulos de Jesus e também à Sua Mãe aumenta a honra do Senhor. Pois foi Ele, só Ele, que os elegeu, os cobriu com sua graça e fez deles Seu vaso de eleição. Por sua fé, seu amor e sua dedicação para com Deus, é Deus colocado no centro das atenções e é glorificado”… “É também intenção nossa – como Imaculada de Maria – contribuir em obediência à Sagrada Escritura, para que nosso Senhor Jesus não seja entristecido por um comportamento nosso destituído de reverência para com Sua mãe ou até de desprezo. Pois ela é Sua mãe que O deu à luz e O criou e educou e a cujo respeito falou o Espírito Santo, por intermédio de Isabel: “Bem-aventurada a que creu”! João Calvino, o reformador protestante de Genebra, aceitou o título de “Mãe de Deus” (Théotokos) definido pelo Concílio de Éfeso, no ano 431, quando foi condenada a heresia de Nestório. Ele sustenta a Virgindade de Maria, afirmando que os irmãos de Jesus citados em Mt 13, 55 não são filhos de Maria, mas parentes do Senhor; professar o contrário, segundo Calvino, significa “ignorância”, “louca sutileza” e “abuso da Sagrada Escritura”. (Revista PR, n. 429, p. 34, 1998)

Calvino disse: “Não podemos reconhecer as bênçãos que nos trouxe Jesus Cristo, sem reconhecer ao mesmo tempo quão imensamente Deus honrou e enriqueceu Maria, ao escolhê-la para Mãe de Deus.” (Comm. Sur l’Harm. Evang.,20)

Lutero, os Reformadores, e Nossa Senhora

Em 1542, João Calvino publicou o Catecismo da Igreja de Genebra, onde se lê: “O Filho de Deus foi formado no seio da Virgem Maria… Isto aconteceu por ação milagrosa do Espírito Santo sem consórcio de varão” .

“Firmemente creio, segundo as palavras do Evangelho, que Maria, como virgem pura, nos gerou o Filho de Deus e que, tanto no parto quanto após o parto, permaneceu virgem pura e íntegra.” (“Corpus Reformatorum”)

Zwinglio, o reformador protestante de Zurich, conservou três festas marianas (Anunciação, Visitação, Apresentação no Templo) e a recitação da Ave Maria durante o culto sagrado. (PR, idem)
John Wesley, fundador da Igreja metodista na Inglaterra, em 1739, disse: “Creio que [Jesus] foi feito homem, unindo a natureza humana à divina em uma só pessoa; sendo concebido pela obra singular do Espírito Santo, nascido da abençoada Virgem Maria que, tanto antes como depois de dá-lo à luz, continuou virgem pura e imaculada.”

Ora, se os fundadores do protestantismo veneravam e amavam tanto a Virgem Maria, por que, então, hoje, observamos um afastamento da Mãe de Deus? Nossos irmãos separados devem com urgência rever esta questão, como pede a luterana M. Basiléia. Não queremos afrontar esses nossos irmãos, ao contrário, queremos apenas convidá-los para juntos louvarmos e honrarmos Aquela que nos deu o Salvador.

Prof. Felipe Aquino
Colunista do Blog Evangelizando
O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova. Blog: http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/ Site: http://cleofas.com.br/

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