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1 de agosto de 2013

A Resposta Católica

A Resposta Católica

Descrição: No ano de 2010, na sua tradicional mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais, o Santo Padre Bento XVI fez um apelo a todos os sacerdotes para que aproveitassem “com sabedoria as singulares oportunidades oferecidas pela comunicação moderna”. Obedecendo a esse chamado, a Equipe Christo Nihil Praeponere, responsável pelo site padrepauloricardo.org, lançou, no mesmo ano, o que viria a se tornar um dos sites mais influentes do Brasil.

Sustentado pelas três alvuras da fé católica, “fidelidade ao Papa”, ” devoção mariana” e “adoração eucarística”, o site é um instrumento de evangelização eficaz, pelo qual Padre Paulo Ricardo ensina com franqueza – e sem as amarras politicamente corretas – a fé tradicional da Igreja de Cristo.

Uma das seções mais acessadas do site é o programa “A Resposta Católica”, que surgiu em março de 2011, a fim de atender a centenas de pessoas que escrevem todos os dias à procura de respostas para suas inquietações e dúvidas sobre a fé e a moral católicas. Alguns dos episódios transcritos fora m reunidos para compor este livro. Os assuntos estão organizados por temas, que são os mais variados: desde as principais dificuldades em relação à doutrina, até a maneira como a Igreja se coloca diante dos problemas cotidianos, indicando as suas orientações para o fortalecimento da fé e a prática da virtude cristã.

Sumário

Parte I – Doutrina
Desde quando a Igreja passou a usar o nome Católica? O que é um pecado mortal? O demônio é um mito ou uma realidade? Qual o destino do espírito que é condenado ao inferno? Quem são os «irmãos de Jesus»? A Igreja alguma vez proibiu a leitura da Bíblia? Qual a diferença entre a Bíblia católica e a Bíblia protestante? Pode Jesus ter desprezado a sua mãe? Um católico pode ser maçon? Como entender que a Igreja não erra? Parte IComo entender que a Igreja não erra? Parte II Todas as religiões são igualmente boas? Um espírita é ou não cristão? Por que a Igreja condena o Espiritismo?O que devemos pensar sobre o candomblé? É possível que no futuro a Igreja permita a ordenação sacerdotal de mulheres? Parte IÉ possível que no futuro a Igreja permita a ordenação sacerdotal de mulheres? Parte II A Igreja mudou seu posicionamento com relação à pena de morte?

Parte II – Família

Qual é a situação dos casais em segunda união? Como posso regularizar a minha situação com a Igreja se meu companheiro não deseja o matrimônio? Posso batizar meu filho não sendo casado na Igreja Católica? Por que preciso batizar meu filho quando criança? Aborto e excomunhão? Qual a doutrina da Igreja sobre a vasectomia? É lícito se masturbar para fazer doação de esperma?

Parte III – Orientações Gerais

Como devemos guardar os domingos e os dias santos?É permitido músicas protestantes dentro da Santa Missa?Um padre disse que eu posso me masturbar. E agora?Posso comungar tendo o vício da masturbação e da pornografia?Tatuagem e piercing Meus pecados são perdoados na Santa Missa ou preciso ainda confessá-los? Cumpro o preceito dominical participando da celebração da Palavra? Um padre pode abençoar uma união homossexual? Afinal, os padres são ou não obrigados a usar o hábito eclesiástico? Como combater a preguiça espiritual? O que fazer com a inveja?Qual o ensinamento da Igreja sobre o jejuar e o abster-se de carne?

Padre Paulo Ricardo
Blog Evangelizando unido ao Padre Paulo Ricardo e o seu Site
Atualmente, é Vigário Paroquial da Paróquia Cristo Rei, em Várzea Grande – MT,
licenciado em Filosofia pelas Faculdades Unidas Católicas de Mato Grosso – FUCMAT,
Campo Grande, MS (1987); bacharel em teologia (1991) e mestre em direito canônico
(1993)pela Pontifícia Universidade Gregoriana (Roma). Site:http://padrepauloricardo.org/

ABORTO milhões de crianças prestes a serem assassinadas no Brasil

ABORTO milhões de crianças prestes a serem assassinas no Brasil
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Infelizmente a presidenta Dilma acaba de sancionar sem piedade, a lei que legaliza o aborto, alias Dilma não conhece piedade, Brasil que acaba de sair de uma grande Jornada de Fé, Esperança... recebe está notícia não muito legal, que sim nos entristece, pois é vida de pequenas crianças que estão a ponto de serem tiradas.

O PT realmente é vermelho de sangue, sangue de crianças inocentes que não tem vez e nem voz, agora meus amigos já sabem em quem não devem votar, Dilma e PT, são a mesma coisa. O Ser humano como a Dilma, não sabe usar o poder que tem nas mãos, vamos abortar a Dilma desse cargo que não é dela.

O chamado termo "profilaxia da gravidez", a presidenta Dilma diz que não significa aborto, o nome pode até não dizer nada ou não ter algum significado referente ao aborto, mas na prática é o próprio aborto é só ter em mãos os artigos da lei, estuda-los e nós veremos que a finalidade da lei é o ABORTO.

Sou totalmente contra o ABORTO, Dilma não tem consciência de vida, principalmente de crianças inocentes, que ainda não vieram ao mundo, LUTO crianças prestas a serem mortas, antes mesmo de abrir os olhos.

Novamente o termo chamado “profilaxia da gravidez”, diz que na verdade, trata-se de oferecer às vítimas de violência contraceptivos como a pílula do dia seguinte, e manter estoques do medicamento para aquelas que desejarem usá-lo. Amigos a respeito dessas pílulas, o esclarecimento que tenho é que todas são abortivas, diz Padre Paulo Ricardo em um de seus vídeos.


Rezemos para que as mães gravidas por alguma circunstancia de violência, tenham consciência do que significa a palavra VIDA e mesmo com a dor da violência, mas com alegria de perceber nos olhos de uma pequenina criança, uma vida nova e restaurada de alegria e felicidade que nasce de dentro do seu próprio ventre. Senhor tende misericórdia dessas crianças inocentes.

Iury Albino - Coordenador do Blog Evangelizando

O caráter divino da Igreja


O caráter divino da Igreja
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Onde está a Igreja aí está o Espírito Santo

Pela vida da Igreja, e sua história, podemos ver com clareza a sua transcendência e divindade. Nenhuma instituição humana sobreviveu a tantos golpes, perseguições, martírios e massacres. A sua divindade provém, antes de tudo, d’Aquele que é a sua Cabeça, Jesus Cristo. Ele fez da Igreja o Seu próprio Corpo (cf. Cl 1,18).

Podemos dizer que, humanamente falando, a Igreja, como começou, tinha tudo para não dar certo. Em vez de escolher os “melhores” homens do Seu tempo: generais, filósofos gregos e romanos, entre outros, Jesus preferiu escolher doze homens simples da Galileia, naquela região desacreditada pelos próprios judeus. “Será que pode sair alguma coisa boa da Galileia?” (Jo 1,46).

Para deixar claro a todos os homens de todos os tempos e lugares, o Senhor preferiu “escolher os fracos para confundir os fortes” (I Cor 1, 27), e também para mostrar que “todo este poder extraordinário provém de Deus e não de nós” (II Cor 4,7); para que ninguém se vanglorie do serviço de Deus.

Aqueles doze homens simples, pescadores na maioria, “ganharam o mundo para Deus” na força do Espírito Santo, que o Senhor lhes deu no dia de Pentecostes. “Sereis minhas testemunhas… até os confins do mundo”(At 1, 8). Pedro e Paulo, depois de levarem a Boa Nova da salvação aos judeus e aos gentios da Ásia e Oriente Próximo, chegaram a Roma, a capital do mundo na época, e ali implantaram o Cristianismo. Pagaram com suas vidas sob a mão criminosa de Nero, no ano 64, juntamente com tantos outros mártires, que fizeram o escritor cristão Tertuliano (220) dizer que: “o sangue dos mártires era semente de novos cristãos”. Estimam os historiadores da Igreja em cem mil mártires nos três primeiros séculos. Talvez isso tenha feito os Padres da Igreja dizerem que “christianus alter Christus” (o cristão é um outro Cristo).

Mas esses homens simples venceram o maior império que até hoje o mundo já conheceu. Aquele que conquistou todo o mundo civilizado da época, não conseguiu dominar a força da fé. As perseguições se sucederam com os Césares romanos, até que Constantino, cuja mãe se tornara cristã, Santa Helena, se converteu ao Cristianismo. No ano 313 ele assinava o edito de Milão, proibindo a perseguição aos cristãos, depois de três séculos de sangue.


Mesmo depois disso surgiu um outro imperador que quis acabar com o Cristianismo, Juliano, mas deu-se por vencido, e no leito de morte exclamou: “Tu venceste, ó galileu!”. Por fim, por volta do ano 380, o imperador Teodósio tornava o Cristianismo a religião do Império. Roma fora vencida pela força da fé.

“Tu és Pedro; e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja [...] e as portas do inferno jamais prevalecerão contra ela” (Mt 16,18). Depois da perseguição romana, vieram as terríveis heresias. Já que o demônio não conseguiu destruir a Igreja, a partir de fora, tentava agora fazê-lo a partir de dentro. De alguns patriarcas das grandes sedes da Igreja, Constantinopla, Alexandria, etc., surgiam as falsas doutrinas, ameaçando dilacerar a Igreja por dentro. Mas, ao mesmo tempo, o Espírito Santo suscitava os grandes defensores da fé e da sã doutrina, os Padres da Igreja: Inácio de Antioquia (†107), Clemente de Roma (102), Ireneu de Lião (202), Cipriano de Cartago (258), Hilário de Poitiers (367), Cirilo de Jerusalém (386), Anastácio de Alexandria (373), Basílio (379), Gregório de Nazianzo (394), Gregório de Nissa (394), João Crisóstomo de Constantinopla (407), Ambrósio de Milão (397), Agostinho de Hipona (430), Jerônimo (420), Éfrem (373), Paulino de Nola (431), Cirilo de Alexandria (444), Leão Magno (461) e tantos outros que o Espírito Santo usou para derrotar as heresias nos diversos Concílios dos primeiros séculos.

Assim, foi vencido o perigo do arianismo de Ário, o macedonismo de Macedônio, o monofisismo de Êutiques, o monotelitismo de Sérgio, o novacionismo de Novaciano, o nestorianismo de Nestório, além de muitos erros de doutrina.

E assim, guiada pelo Espírito da Verdade (cf. Jo 16,13), que haveria de conduzi-la “a toda a verdade”, infalível e invencível, a Igreja foi caminhando até nossos dias. Entre tantos outros combates, venceu a própria miséria dos seus filhos, muitas vezes, mergulhados nas trevas do pecado; venceu os bárbaros que queriam destruir Roma e a fé; venceu os iconoclastas que queriam suprimir as imagens sagradas; venceu os déspotas e reis que queriam tomar as suas rédeas sagradas; venceu o nazismo, venceu a força diabólica do comunismo que fez tantos mártires; enfim, venceu… venceu… e venceu…., não com a força das armas e do ódio, mas com a força invencível da fé e do amor.

Certa vez Stalin, ditador soviético, para desafiar a Igreja, perguntou quantas legiões de soldados tinha o Papa; é pena que não sobrevivesse até hoje para ver o que aconteceu com o comunismo. Jesus deixou a Sua Igreja na terra, como “Lumen Gentium”, a luz do mundo, até que Ele volte. Todas as outras igrejas cristãs são derivadas da Igreja Católica; as ortodoxas romperam com ela em 1050; as protestantes em 1517; a anglicana, em 1534, entre outras. Só a Igreja Católica existia no século I, no século V, no século X, no século XX; só ela tem uma história ininterrupta de 20 séculos; ensinando, sem erro, o que Cristo entregou aos Apóstolos, sem omitir nada. A sucessão dos Papas é ininterrupta desde São Pedro. Isso é um fato inigualado por qualquer outra instituição humana em toda a história. Por isso, nenhuma outra igreja pode pretender ser a Igreja que Jesus fundou. Só ela é como Jesus quis: una, santa, católica e apostólica.


A Igreja, portanto, é mais do que uma simples instituição humana, é divina; por isso, ela é como afirmou São Paulo: “A coluna e o sustentáculo da verdade” (cf. I Tm 3, 15). Assim como aquela coluna de fogo guiou os israelitas no deserto, a Igreja nos guia até o céu. Os Padres da Igreja cunharam aquela frase que ficou marcada: “Ubi Petrus, ibi ecclesia; ubi ecclesia ibi Christus” (Onde está Pedro, está a Igreja; onde está a Igreja está Cristo).

Santo Ireneu (140-202) dizia que “onde está a Igreja aí está o Espírito Santo”. E Santo Inácio de Antioquia (†107), já no primeiro século, ensinava: “Onde está Cristo Jesus, aí está a Igreja Católica”. No século IV, Santo Agostinho repetia que: “Onde está a Igreja, aí está o Espírito de Deus. Na medida que alguém ama a Igreja é que possui o Espírito Santo [...]. Fazei-vos Corpo de Cristo se quereis viver do Espírito de Cristo. Somente o Corpo de Cristo vive do seu Espírito”.

Prof. Felipe Aquino
Colunista do Blog Evangelizando
O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova. Blog: http://blog.cancaonova.com/felipeaquino Site: http://cleofas.com.br/

A Caridade do Papa Francisco

A Caridade do Papa Francisco
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O Papa Francisco renovou entre nós a verdadeira caridade cristã, sem precisar de ideologias, de luta de classe, de marxismo, violências, invasões, desrespeito às leis, ou coisas piores, e sem ódios aos ricos.

Ele reviveu a verdadeira caridade que Jesus nos deixou, a do bom Samaritano, do socorro aos doentes, aos presos, aos drogados, aos famintos, aos nus, aos pequenos, etc. Ele reascendeu em todos nós a autêntica caridade que a Igreja sempre fez nestes dois mil anos.

O Papa quer que vivamos a caridade simples e pura de São Francisco, de Madre de Calcutá, de São Vicente de Paulo, de Irmã Dulce, de São Camilo de Lelis; a caridade de milhares santos e santas, de bispos, padres, freiras, leigos, etc..

A Igreja Católica é a Instituição que mais caridade fez e faz no mundo, em todos os tempos. Se ela saísse hoje da África, 60% das escolas e hospitais seriam fechados. Quando a epidemia de Aids estourou nos EUA e as autoridades não sabiam o que fazer eles chamaram as freiras da Igreja para cuidar dos doentes porque ninguém mais queria fazê-lo.

No Brasil, até 1950, quando não existia nenhuma política de saúde pública eram as Casas de caridade da Igreja que cuidavam das pessoas que não tinham condições de pagar um hospital. Quem fundou as Santas Casas de Misericórdia?

A Igreja Católica mantém na Ásia 1.076 hospitais; 3.400 dispensários; 330 leprosários; 1.685 asilos;3.900 orfanatos; 2.960 jardins de infância. Na África: 964 hospitais; 5.000 dispensários; 260 leprosários; 650 asilos, 800 orfanatos; 2.000 jardins de infância. Na América: 1.900 hospitais; 5.400 dispensários; 50 leprosários; 3.700 asilos, 2.500 orfanatos; 4.200 jardins de infância. Na Oceania: 170 hospitais; 180 dispensários; 1 leprosário; 360 asilos; 60 orfanatos; 90 jardins de infância. Na Europa: 1.230 hospitais; 2.450 dispensários; 4 Leprosários; 7.970 asilos; 2.370 jardins de infância.

É esta caridade que o Papa Francisco veio reacender entre nós, com tudo o mais que nos deixou de fé, esperança, caridade, bondade, mansidão, pobreza evangélica, simplicidade…

Entre tantos outros ensinamentos ele nos pediu a “cultura da solidariedade”, contra a do desperdício, contra a cultura do provisório, do individualismo, do egoísmo. Pediu a revolução da ternura e do acolhimento. E pediu que a Igreja vá para as ruas, porque, disse, “o pastor deve sentir o cheiro das ovelhas”. Mostrou inclusive que “a política é uma das formas mais altas de caridade porque promove o bem comum”. Tenho disto que a política é boa, o que é mal é a politicagem.


Venceu o amor, venceu o Papa, venceu o povo, venceu a Igreja, venceu Deus.

Prof. Felipe Aquino
Colunista do Blog Evangelizando
O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova. Blog: http://blog.cancaonova.com/felipeaquino Site: http://cleofas.com.br/

Rio, terra da beleza da juventude

Rio, terra da beleza da juventude
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“Temos encontro marcado na próxima Jornada Mundial da Juventude, no ano de 2016, em Cracóvia, na Polônia”. O anúncio do Papa Francisco na conclusão da Missa de envio, no encerramento da JMJ do Rio de Janeiro no domingo de sol, após dias de chuva na capital fluminense, pós fim à aventura da fé que envolveu mais de 2 milhões de jovens de todas as partes do mundo. O encontro já está na agenda do Papa, agora serão os jovens a se prepararem para visitar a cidade do Beato João Paulo II, idealizador das Jornadas Mundiais da Juventude.

Os jovens que protagonizaram no Rio um dos eventos mais importantes da história do Brasil como Igreja Católica e não somente, deram a verdadeira dimensão do que significa ser jovem que acredita, que segue um sonho, que tem esperança, mas acima de tudo que quer ser o construtor de uma nova humanidade, de uma nova evangelização. Dias que permanecerão indeléveis na mente e no coração de milhões deles. O Rio, terra de belezas inigualáveis, foi palco também da beleza indescritível da juventude, da alegria que contagia, da vontade de viver e crescer. A terra do Cristo Redentor, que recebeu os jovens de braços abertos também não será mais a mesma, pois aqui deixaram seus corações milhões de jovens que, pela suas ruas da Cidade Maravilhosa testemunharam o que significa ser jovem cristão.

A Praia de Copacabana, também denominada “Praia Fidei”, não será mais a mesma: as barracas montadas sobre a sua areia e os sacos de dormir ficarão como o emblema dessa Jornada, a imagem, o mosaico de cores de um mundo diferente, diversos, mas igual na fé.

E junto com eles, um homem vestido de branco, “vindo do fim do mundo” que com a sua simplicidade e gestos de pastor, envolveu católicos e não católicos, ricos e pobres, crianças, jovens, adultos e anciãos, no grande abraço de pai, que cuida, protege e incentiva seus filhos.

Francisco, superou, como era de se esperar, todas as provas que uma JMJ pode apresentar: do cansaço, com tantos compromissos, ao gesto de tocar os corações daqueles que tem sede de Deus.

Quando o Papa Francisco chegou ao Rio de Janeiro, na tarde de segunda-feira, 22 de julho, já naquele dia bateu bem devagar, delicadamente a porta do coração daqueles que o recebiam, o Rio, o Brasil, pedindo para entrar, para ficar; os brasileiros, todavia já tinham escancarado as portas ao Sucessor de Pedro.

A JMJ do Rio, com a presença do Papa e dos jovens é um marco e fez conhecer a todo o Brasil e ao mundo, que a juventude é sadia, que vive novas esperanças e tem novas certezas. Certezas de serem amados por Cristo e de pertencer à sua Igreja.

Nestes dias no Rio, com a etapa no Santuário Nacional de Aparecida, Papa Francisco, primeiro Papa latino-americano, lançou mais uma vez o seu lema de pontificado, como Pedro, “não tenho ouro nem prata, mas trago o que de mais precioso me foi dado: Jesus Cristo!”.

Encontrou políticos e pediu a eles que olhem com atenção para os jovens, encontrou a comunidade de Varginha, e no discurso ao moradores falou do ser brasileiro, do jeito brasileiro, da acolhida, da “água no feijão”, símbolo da partilha. Um momento vivido entre aqueles que por muito tempo se encontravam na extrema periferia da sociedade, e que agora, com a presença do Papa se sentem amados. Francisco criticou ainda a liberalização das drogas na América Latina e disse que retornará ao Brasil em 2017 para a comemoração dos 300 anos da descoberta da imagem de Nossa Senhora Aparecida nas águas do Rio Paraíba.

Já no seu discurso durante a inauguração de uma ala para o tratamento de dependentes químicos no Hospital São Francisco de Assis, na Tijuca, o Pontífice chamou os traficantes de “mercadores da morte”. Francisco fez um duro discurso contra a liberalização das drogas no continente, um debate que ganha cada vez mais espaço diante do fracasso das políticas de repressão. “Não é deixando livre o uso das drogas, como se discute em várias partes da América Latina, que se conseguirá reduzir a difusão e a influência da dependência química” disse o Papa. Exortou ainda os jovens a deixarem de lado “ídolos passageiros”, como dinheiro e prazer.

Deus “está próximo de vocês e segura vocês pela mão”, portanto “olhem para o Senhor nos momentos mais duros ele dará consolo e esperança e confiem também no amor materno de Maria”.


Assim o bispo de Roma, veio ao Rio para confirmar os jovens na fé, encontrar jovens que, atraídos pelo Cristo Redentor, encontraram amparo no seu abraço, bem perto do seu coração, ouvindo de novo o seu chamado claro e poderoso: “Ide e fazei discípulos entre todas as nações”. O Rio, depois disso, não será mais o mesmo. Obrigado Papa Francisco e até Cracóvia com os seus jovens.

Silvonei José Protz
Colunista do Blog Evangelizando
Diocese de Roma (Itália). Doutor em comunicação e professor universitário em Roma. Jornalista da Rádio Vaticano: "a voz do Papa e da Igreja em diálogo com o mundo".

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