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18 de abril de 2013

Padre Flávio Sobreiro: Ser Cristo no mundo

Padre Flávio Sobreiro: Ser Cristo no mundo
Blog Evangelizando!


Nossa vida é marcada por presenças. Presenças visíveis e próximas como a de uma mãe que brinca com seu filho, como a partilha dos sentimentos com o melhor amigo. Presenças invisíveis como a de duas pessoas que se amam e se encontram apesar das longas distâncias. Há ainda presenças que nos proporcionam paz, segurança, serenidade, esperança… Porém, há também presenças tempestuosas que nos causam medo, insegurança, ameaça…

No plano da vivência humana profunda, o ser humano faz a experiência singular de uma presença misteriosa, mas real, que atinge o centro de seu ser. Uma presença que não cessa de chamar o homem à felicidade plena.

A presença de Deus em nosso meio assumiu a forma visível. Fez-se homem: imagem visível do Deus invisível. A Eucaristia é memória-presente de Cristo em nós.

Na Igreja Católica, a Eucaristia é um dos sete sacramentos. Para nós, cristãos católicos, a Eucaristia não é apenas um “símbolo”, mas sim, a presença “real” de Cristo no pão e no vinho consagrados.

Comungar o Corpo e Sangue de Cristo é comprometer-se com a construção de um mundo melhor. É nos tornarmos outro Cristo no mundo. É sermos sinal de esperança, de paz, de gratuidade, de amor, de fé, em um mundo tão carente destes valores preciosos e essências para a humanidade.

Eucaristia também é sinal de unidade. Unimos-nos a Cristo espiritualmente para sermos sinais de unidade na vida. Como estarmos unidos a Cristo e não sermos sinais de unidade com quem convive conosco? Como estarmos unidos a Cristo e sermos sinais de desunião na família, no trabalho, na comunidade cristã, em nosso grupo de oração? Como?

É necessário olharmos além do que se pode ver com os olhos humanos. A Eucaristia abre nosso olhar para enxergarmos a vida e nossos relacionamentos com os olhos da fé.

A Lumem Gentiun dirá que a comunhão do corpo e do sangue de Cristo faz com que nos transformemos naquilo que recebemos. Comungar o Cristo para ser outro Cristo no mundo. Ser sinal daquele que nos sustenta nas adversidades da vida. São Tomás de Aquino escreveu: “O efeito característico da Eucaristia é a transformação do homem em Deus”. Sermos divinos em nossa humanidade. Levarmos o Sagrado que em nós habita onde formos. Irradiar a Luz que habita em nosso coração. Sermos a sinal de esperança que nasce da nossa Esperança maior.

Eucaristia é partilha. Todas as vezes que comungamos o Cristo estamos nos comprometendo com um mundo mais cristão. A partilha começa na mesa. E em nosso caso, a partilha começa de um modo particular na Mesa da Eucaristia. Se Eucaristia é partilha somos chamados a fazermos o diferencial no mundo. O nome Cristão na sua essência é aquele que segue a Cristo. Uma vez que recebemos Cristo na Eucaristia, nos tornamos portadores de seus ensinamentos.  E a melhor maneira de demonstrarmos os frutos da Eucaristia em nossa vida é com o nosso testemunho de vida.

Uma vida doada, que busca a unidade na diversidade dos dons e carismas, que se aproxima dos excluídos e lhes devolve a dignidade de filhos de Deus são passos importantes para quem deseja semear horizontes de uma vida transformada por Cristo.

Ser Cristo no mundo hoje é deixar-se transformar por aquele que habita nosso ser em cada Eucaristia.

Padre Flávio Sobreiro
Colaborador do Blog Evangelizando.
Arquidiocese de Pouso Alegre (MG). Estudou filosofia na PUC Campinas e teologia na Faculdade Católica de Pouso Alegre.

Mitos Litúrgicos: A Eucaristia é para ser comida e não para ser adorada

Mitos Litúrgicos: A Eucaristia é para ser comida e não para ser adorada
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É para ser adorada, sim.

A Hóstia consagrada é a Presença Real e substancial de Nosso Senhor, e por isso a Santa Igreja dedica a ela toda a adoração. O Santo Padre Bento XVI responde (Exortação Sacramentum Caritatis, n.66, de 2006) :"...aconteceu às vezes não se perceber com suficiente clareza a relação intrínseca entre a Santa Missa e a adoração do Santíssimo Sacramento; uma objeção então em voga, por exemplo, partia da ideia que o pão eucarístico nos fora dado não para ser contemplado, mas comido. Ora, tal contraposição, vista à luz da experiência de oração da Igreja, aparece realmente destituída de qualquer fundamento; já Santo Agostinho dissera: « Nemo autem illam carnem manducat, nisi prius adoraverit; (...) peccemus non adorando – ninguém come esta carne, sem antes a adorar; (...) pecaríamos se não a adorássemos ». De facto, na Eucaristia, o Filho de Deus vem ao nosso encontro e deseja unir-Se conosco; a adoração eucarística é apenas o prolongamento visível da celebração eucarística, a qual, em si mesma, é o maior ato de adoração da Igreja: receber a Eucaristia significa colocar-se em atitude de adoração d'Aquele que comungamos."

Dizer que a Eucaristia não é para ser adorada implica em negar a que a Hóstia Consagrada é o Corpo de Nosso Senhor, ou pensar que Deus não é digno de adoração...

Veja mais: Mito 1: "A Presença de Jesus na Palavra é tão completa como na Eucaristia"

Fonte: Veritatis

Padre Alberto Gambarini: Reflexão

Reflexão
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A vinda do grande Salvador e Mestre teve propósitos específicos. João no livro do Apocalipse, afirma que Jesus nos ama e foi exatamente por esse amor que nos libertou da escravidão do pecado por meio de sua morte.

No evangelho de João 3,16 lemos: “Com efeito, de tal modo Deus amou o mundo, que lhe deu seu Filho único, para que todo que Nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”

Fica evidente para nós, que a salvação obtida pelo sangue de Jesus foi motivada pelo amor Divino ao ser humano. Além do mais, a vinda de Jesus ao mundo não só libertou o povo da escravidão imposta pelo pecado, como também nos constituiu para servir a Deus como seu povo e representantes. Deus tem um amor incondicional por cada um de nós!

Podemos dizer que o principal propósito da salvação é que todos os cristãos estejam em comunhão com Deus e com a Igreja. Não nos basta apenas crer e aceitar a salvação oferecida é preciso agir visando o crescimento do reino de Deus, ou seja, permitindo que mais e mais pessoas sejam beneficiadas por esta salvação.

Meus queridos e minhas queridas, não podemos esquecer que somos apenas servos e que a glória e poder pertencem ao Senhor. O acesso a salvação e o privilégio de servir a Deus e à sua igreja devem ser motivos de gratidão constante, ao mesmo tempo que nos dá o propósito real de nossas vidas.

É preciso ter sempre o firme propósito de seguir a Cristo e apresentá-lo a mais e mais pessoas, contribuindo assim para um mundo mais fraterno e justo, cheio de amor e esperança.


Senhor Misericordioso,
muito obrigado pela tua doutrina maravilhosa.
Queremos te conhecer e te amar cada vez mais.
Precisamos de sua ajuda, de sua orientação,
pois sozinhos nada podemos,
fica conosco e nos dê entusiasmo pela vida.
Amém!

Complete esta leitura com o Evangelho do dia: www.encontrocomcristo.org.br

17 de abril de 2013

Audiência Geral: "Jamais estamos sós. Deus nos defende sempre!"

Audiência Geral: "Jamais estamos sós. Deus nos defende sempre!"
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Quarta-feira é dia de Audiência Geral. A Praça S. Pedro estava lotada de peregrinos em festa, cerca de 80 mil, para este encontro semanal com o Papa Francisco.

Depois de fazer o giro de papamóvel, saudando calorosamente os fiéis na Praça, o Pontífice deu sequência às suas catequeses dedicadas ao Credo, comentando a afirmação “Jesus subiu aos Céus, onde está sentado à direita do Pai”.

A vida terrena de Jesus culmina na sua Ascensão, afirmou Francisco, explicando o significado deste fato. Ao entrar na glória de Deus, passando pela Cruz, Jesus nos ensina que a nossa vida cristã exige a fidelidade cotidiana à sua vontade, mesmo quando isso requer sacrifícios e mudanças em nossos planos.

“Não tenhamos medo de nos dirigir ao Senhor e pedir perdão, bênçãos e misericórdia. Ele nos perdoa sempre. Deus é o nosso advogado. Ele nos defende sempre! Não se esqueçam disso.”

Na narração que São Lucas faz do acontecimento, dois elementos chamam a atenção: enquanto era elevado, Jesus abençoava os discípulos que se prostraram diante dele; em seguida, estes voltaram para Jerusalém cheios de alegria.

No primeiro caso, o gesto de abençoar significa que Jesus é o único e eterno Sacerdote; que, sendo Deus e homem verdadeiro, conduziu a nossa humanidade para junto de Deus.

O segundo elemento, ou seja, a alegria dos discípulos, nos ensina que eles sabiam – e nós também o sabemos pela fé - que o Senhor, apesar de aparentemente ter-se separado, permanece sempre com os seus discípulos, não os abandona e na glória do Pai os sustenta, guia e intercede por eles.

Por isso, ao professar no Credo que Jesus “subiu aos Céus, onde está sentado à direita do Pai”, estamos afirmando que Jesus continua no nosso meio, mas de um modo novo. Cristo, junto do Pai, transcende o espaço e o tempo, e por isso pode estar junto de cada um de nós.

“Queridos irmãos e irmãs, a Ascensão não indica a ausência de Jesus. Na nossa vida, jamais estamos sozinhos: o Senhor crucificado e ressuscitado nos guia; conosco, há tantos irmãos e irmãs que, no silêncio e na intimidade, em sua vida familiar e profissional, em seus problemas e dificuldades, em suas alegrias e esperanças, vivem cotidianamente a fé e levam ao mundo a primazia do amor de Deus.”

Após a catequese, com exceção do espanhol, Francisco saudou em italiano os grupos oriundos de várias partes do mundo.

Dirigindo-se aos peregrinos de língua portuguesa, saudou de modo especial os grupos vindos de Brasília, Uberlândia e São Paulo.


Fonte: News.va

16 de abril de 2013

Cardeal Odilo Pedro Scherer: Nós, católicos, e as mudanças religiosas no Brasil

Cardeal Odilo Pedro Scherer: Nós, católicos, e as mudanças religiosas no Brasil
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Durante a 51ª Assembleia da CNBB, de 10 a 19 de abril, em Aparecida, foi feita uma análise do quadro religioso do Brasil, com base nos dados do Censo de 2010.

Conforme já foi noticiado, houve uma nova diminuição do número dos que se professam católicos, que seriam ainda cerca de 64% da população brasileira; houve quedas igualmente de adeptos das Igrejas Protestantes tradicionais ou históricas, como a Luterana, a Presbiteriana, a Congregacional e outras Igrejas Evangélicas de missão; mas também houve queda acentuada dos aderentes à Igreja Universal do Reino de Deus e de outros grupos pentecostais livres. Novos grupos “livres”, de inspiração neo-pentecostal, surgiram e conquistaram adeptos.

Essa mudança religiosa não deixa de nos questionar. Há explicações culturais, sociais e religiosas na base dessa mobilidade religiosa que assistimos no Brasil nas últimas décadas. Mas, não basta compreender o fenômeno: como católicos, não podemos ficar indiferentes. E como Arcebispo da Igreja, expresso minha viva dor e preocupação por todo o católico que abandona a sua fé e me pergunto sobre os motivos que estão na base da sua escolha. Evidentemente, partimos do pressuposto de que a liberdade religiosa e de consciência das pessoas deve ser respeitada.

Mas, quando isso nos envolve, devemos dar respostas adequadas. Os motivos do abandono da fé católica, no entanto, devem ser examinados por nós, levando-nos às decisões que nos cabem tomar, com o coração movido pela caridade pastoral, por amor às pessoas, respeito e amor à verdade. Não podemos cair no indiferentismo religioso, em que uma coisa vale a outra e a verdade da Igreja fica relativizada pelo irenismo ou até pelo comodismo.

A causa do abandono da fé católica pode ser o conhecimento insuficiente ou apenas superficial da fé e da própria Igreja Católica. Muitas pessoas nunca foram verdadeiramente evangelizadas, nem tiveram a oportunidade de fazer uma experiência genuína e gratificante da fé em Deus na nossa Igreja. Não se ama o que não se conhece. E, não havendo raízes profundas nem identificação pessoal sólida com a fé e a Igreja Católica, o abandono acontece com facilidade.

O que devemos fazer nesses casos? Certamente, é preciso evangelizar mais e melhor, dando aos fiéis a oportunidade de conhecerem melhor a Deus e a Igreja, e de fazerem a experiência gratificante e profunda da fé. Devemos propor a verdade integral do Evangelho, sem poupar esforços para convidar as pessoas a fazerem um caminho de crescimento e amadurecimento na fé.

Acontece também que as pessoas abandonam a fé católica e a Igreja porque ficam decepcionadas com o nosso atendimento, nem sempre acolhedor. Isso nos deve levar, evidentemente, a rever nossos modos de tratar as pessoas. Ninguém espera ser tratado mal, ainda mais por quem representa a Igreja e fala em nome de Deus. E isso vale para nossos atos oficiais, como as celebrações, mas também para as relações pessoais dos católicos.

Entre as causas do abandono da fé e da Igreja Católica também está a discordância com a nossa doutrina moral ou mesmo com artigos da nossa fé. Nesse caso, por certo, não devemos renunciar à nossa fé, nem ocultar as exigências morais que decorrem do Evangelho. Mas, devemos cuidar de não transformar a fé em moralismo superficial, nem deixar de propor o encontro vital com Deus por meio de Jesus Cristo, antes de tratar das exigências morais do Evangelho. O resto será obra da graça de Deus, que conta com o diálogo paciente e respeitoso, o testemunho pessoal de vida cristã e o desejo sincero de ganhar irmãos para Cristo, para que tenham, por ele, a vida verdadeira.

Há também o fato da pregação contrária à Igreja Católica e sua doutrina, que leva muitos irmãos ao engano, ao abandono da fé e ao desprezo da Igreja. Nesse caso, cabe-nos defender as ovelhas do nosso rebanho e vigiar, mostrando-lhes a verdade e esclarecendo os aspectos em que sua fé e seu amor à Igreja são abalados.

Publicado em O SÃO PAULO, ed. de 16.04.2013
Arcebispo de São Paulo

Mitos Litúrgicos: Mito 1: "A Presença de Jesus na Palavra é tão completa como na Eucaristia"

Mitos Litúrgicos: Mito 1: "A Presença de Jesus na Palavra é tão completa como na Eucaristia"
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O objetivo destes artigos é expor abaixo cada um desses mitos litúrgicos e os contrapor com a palavra oficial da Santa Igreja postados no Site Veritatis. Todas as citações utilizadas sobre disciplina litúrgica, de documentos da Santa Igreja, se aplicam à forma do Rito Romano aprovada pelo Papa Paulo VI (que é atualmente a forma ordinária), com exceção dos mitos 30 e 31, que falam expressamente sobre a Missa Tridentina, que é a forma tradicional e (atualmente) extraordinária do Rito Romano. Vamos aos mitos listados (32, ao todo) e suas contra-argumentações que serão publicados separadamente.

Mito 1: "A Presença de Jesus na Palavra é tão completa como na Eucaristia"

Não é.

Ensina-nos o Sagrado Magistério da Santa Igreja Católica Apostólica Romana que Nosso Senhor Jesus Cristo está presente verdadeiramente e substancialmente no Santíssimo Sacramento do Altar, em Corpo, Sangue, Alma e Divindade, nas aparências do pão e do vinho, como afirma o Catecismo da Igreja Católica (Cat.), nos números 1374-1377.

E por na Hóstia Consagrada Nosso Senhor está presente de maneira substancial, o Papa Paulo VI afirma (Encíclica Mysterium Fidei, n. 40-41, de 1965) a supremacia da Presença Eucarística de Nosso Senhor sobre as demais formas de presença:

"Estas várias maneiras de presença enchem o espírito de assombro e levam-nos a contemplar o Mistério da Igreja. Outra é, contudo, e verdadeiramente sublime, a presença de Cristo na sua Igreja pelo Sacramento da Eucaristia. Por causa dela, é este Sacramento, comparado com os outros, "mais suave para a devoção, mais belo para a inteligência, mais santo pelo que encerra"; contém, de fato, o próprio Cristo e é "como que a perfeição da vida espiritual e o fim de todos os Sacramentos". Esta presença chama-se "real", não por exclusão como se as outras não fossem "reais", mas por antonomásia porque é substancial, quer dizer, por ela está presente, de fato, Cristo completo, Deus e homem."

Também o próprio Concílio Vaticano II, na Constituição Sacrosanctum Concilium (n.7), afirma esta supremacia da Presença Eucarística: "Para realizar tão grande obra, Cristo está sempre presente na sua igreja, especialmente nas ações litúrgicas. Está presente no sacrifício da Missa, quer na pessoa do ministro - «O que se oferece agora pelo ministério sacerdotal é o mesmo que se ofereceu na Cruz» - quer e SOBRETUDO sob as espécies eucarísticas."

Afirmar que a presença de Nosso Senhor na Palavra é tão completa como na Hóstia consagrada significa uma dessas duas coisas: afirmar que Nosso Senhor se transubstancia na Palavra (aí fazemos o que, comemos a Bíblia e o Lecionário?), ou negar a Presença Substancial de Nosso Senhor na Hóstia Consagrada, o que atenta conta o Mistério central da fé católica, pois a Eucaristia é "fonte e ápice da vida cristã" (Lumen Gentium, n.11)


15 de abril de 2013

Hoje, 16 de abril, nosso amado Papa Emérito Bento XVI completará 86 anos de vida.

Amanhã, 16 de abril, nosso amado Papa Emérito Bento XVI completará 86 anos de vida.
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Amanhã, 16 de abril, nosso amado Papa Emérito Bento XVI completará 86 anos de vida.

Nascido Joseph Aloisius Ratzinger em Marktl am Inn, na Alemanha, a 16 de abril de 1927.

Para o dia do Papa Emérito não está previsto nenhuma aparição pública ou alteração da rotina em Castel Gandolfo, onde reside o Pontífice.

Sabemos que ele celebrará seu aniversário natalício ao lado de seu irmão mais velho, Monsenhor Georg Ratzinger, de 89 anos, do Prefeito da casa pontifícia e seu fiel escudeiro o Arcebispo Gänswein e daqueles que comumente o servem, como as fiéis da comunidade "Memores Domini".

É dia de unirmos por este servo dos servos de Deus, que agora emérito, serve a Igreja de Jesus Cristo através de seu exemplo e de suas preces.

Papa Francisco nomeou um grupo de 8 cardeais que o auxiliarão no governo e na reforma da Cúria Romana.

Papa Francisco nomeou um grupo de 8 cardeais que o auxiliarão no governo e na reforma da Cúria Romana.

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O Santo Padre Francisco, acolhendo uma sugestão advinda no decorer das Congregações Gerais precedentes ao Conclave, constituiu um grupo de Cardeais para o aconselhar no governo da Igreja universal e para estudar um projeto de revisão da Constituição Apostólica "Pastor Bonus" sobre a Cúria Romana.

O grupo é constituído por:

- Card. Giuseppe Bertello, Presidente do Governadorato do Estado da lCidade do Vaticano;

- Card. Francisco Javier Errázuriz Ossa, Arcebispo Emérito de Santiago (Chile);

- Card. Oswald Gracias, Arcebispo de Bombai (Índia);

- Card. Reinhard Marx, Arcebispo de Munique e Freising (Alemanha);

- Card. Laurent Monsengwo Pasinya, Arcebispo de Kinshasa (República Democrática do Congo);

- Card. Sean Patrick O’Malley, O.F.M. Cap., Arcebispo de Boston (Estados Unidos da América);

- Card. George Pell, Arcebispo de Sidney (Austrália);

- Card. Oscar Andrés Rodríguez Maradiaga, S.D.B., Arcebispo de Tegucigalpa (Honduras), com a função de Coordenador;

- Dom Marcello Semeraro, Bispo de Albano (Itália), com a função de Secretário.

A primeira reunião coletiva do grupo está marcada para os dias 1 a 3 de outubro de 2013; Sua Santidade, todavia, está desde já em contato com os Cardeais mencionados.

Vaticano: Papa reafirma que Igreja vive «tempo dos mártires»

Vaticano: Papa reafirma que Igreja vive «tempo dos mártires»
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Cidade do Vaticano, 15 abr 2013 (Ecclesia) – O Papa Francisco lembrou hoje os “mártires” da Igreja Católica que são vítimas do “ódio” e das “calúnias”, perseguidos e mesmo mortos por causa da sua fé.

“O tempo dos mártires não acabou: também hoje podemos afirmar, em verdade, que a Igreja tem mais mártires do que nos primeiros séculos”, disse, na homilia da missa a que presidiu na capela da Casa de Santa Marta, perante profissionais das telecomunicações do Estado da Cidade do Vaticano.

“A Igreja tem tantos homens e mulheres que são caluniados, que são mortos por ódio a Jesus, por ódio à fé”, prosseguiu, numa intervenção divulgada pela Rádio Vaticano.

O Papa recordou quem é caluniado e perseguido “neste tempo dos mártires”, retomando uma ideia que tem repetido nas primeiras intervenções do pontificado.

Este domingo, por exemplo, Francisco pediu orações pelos cristãos que são perseguidos em todo o mundo”.

Na homilia de hoje, o Papa argentino alertou para os efeitos da calúnia, realçando que esta “destrói a obra de Deus nas pessoas” e vem de “Satanás”.

Francisco recordou Santo Estêvão, o primeiro mártir da Igreja, vítima de “falsos testemunhos”, da “mentira”.

“Todos somos pecadores, todos. Temos pecados, mas a calúnia é outra coisa, é um pecado, claro, mas é outra coisa. A calúnia quer destruir a obra de Deus, nasce de algo muito feio, nasce do ódio e quem faz o ódio é Satanás”, acrescentou.

A homilia destacou a “turbulência espiritual” da sociedade atual e deixou uma oração pela proteção da Virgem Maria nestes tempos.

As primeiras canonizações do atual pontificado, marcadas para o dia 12 de maio, incluem o italiano Antonio Primaldo e cerca de 800 companheiros leigos, assassinados “por ódio à fé” a 13 de agosto de 1480, na cidade de Otranto, durante uma invasão levada a cabo por tropas turcas.

O Papa aprovou ainda, a 28 de março, a publicação dos decretos que reconhecem o martírio de 62 católicos, assassinados no século XX por causa da sua fé.

OC

Fonte: Agência Ecclesia

14 de abril de 2013

A Doutrina da Igreja Católica

A Doutrina da Igreja Católica

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A doutrina católica consiste, pois, dos dogmas de modo geral, da condenação das heresias e da missão de ensinar e de santificar da Igreja, para a salvação das almas e para a maior glória de Deus.

Constituem elementos principais da doutrina católica : o Credo Niceno-Constantinopolitano (325-381), o governo da Igreja, sua hierarquia, a instituição do papado, o colégio episcopal, seus tribunais, seus concílios, bem como os dogmas da Santíssima Trindade, os dogmas sobre o Cristo, os dogmas marianos, sobre o homem, o culto aos santos, os santíssimos sacramentos: do batismo, da penitência, da eucaristia, da crisma, da ordem, do matrimônio e da unção dos enfermos, que transmitem a graça divina necessária para a santificação dos homens e do mundo, e, mediante os quais, a Igreja realiza a sua missão.

As fontes documentais mais relevantes da doutrina católica são pois: o Catecismo, o Código de Direito Canônico, os documentos papais, os documentos das autoridades eclesiásticas; os documentos conciliares e todos os textos de santos da Igreja, bem como os textos de seus doutores devidamente aprovados.

Para sermos bons cristãos - perseverarmos na palavra de Deus - devemos conhecer sempre melhor a santa doutrina da Igreja, porque - ao conhecê-la - poderemos transmitir mais perfeitamente as verdades de Deus, evitando o erro, e, conseqüentemente, o mal e o pecado. Cristo disse: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai a não ser por mim" (João 14,6); os cristãos, ao seguirem Jesus, devem, portanto, viver da Verdade, viver do amor do Cristo e transmitir as verdades de Deus.

Fonte: Veritatis Splendor

13 de abril de 2013

Dom Henrique Soares: A Liturgia neste Santo Tempo Pascal

Dom Henrique Soares: A Liturgia neste Santo Tempo Pascal
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Liturgia, neste santo tempo pascal, concentra nossa atenção Naquele que por nós morreu e ressuscitou; na glória que Ele agora possui, como Senhor do céu e da terra: “O Cordeiro imolado é digno de receber o poder, a riqueza, a sabedoria e a força, a honra, a glória e o louvor. Ao que está sentado no trono e ao Cordeiro, o louvor e a honra, a glória e o poder para sempre!”

É realmente impressionante: Aquele que agora aparece glorioso é o Imolado, o que foi oferecido em sacrifício por nós como inocente e manso Cordeiro! Ele é grande porque Se deixou imolar, Ele é digno de todo o nosso amor e de toda a nossa confiança porque foi aniquilado por nós, humilhado em dores! Agora Ele é o Senhor glorioso...

Estejamos atentos, porém: afirmar a glória de Cristo, não é algo de folclórico ou triunfalístico, mas é uma proclamação convicta e clara do seu senhorio sobre nós, sobre nossa pobre vida, sobre a vida da Igreja, sobre o mundo e sobre toda a história. A Igreja e cada cristão vivem desta certeza: Jesus ressuscitou dos mortos, é o Vivente, é o Senhor; nós existimos nele e para ele; ele é o referencial último absoluto de nossa existência!

Visite o Site: http://www.domhenrique.com.br/index.php

Livro: Sobre o Céu e a Terra (Pré-venda) - Autor Cardeal Bergoglio (Papa Francisco)

Livro: Sobre o Céu e a Terra (Pré-venda) - Autor Cardeal Bergoglio (Papa Francisco)
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Olá amigos, novamente apresentamos aqui mais um livro, do Papa Francisco pela Editora Ecclesiae.


Descrição: O que o papa Francisco pensa intimamente sobre temas espirituais como Deus, a fé, a religião, a oração, a culpa e a morte? E o que ele pensa sobre as questões de grande relevância para a humanidade como a política, a pobreza, a preservação ambiental, a liderança, a educação e a ciência? E quais são suas reflexões mais profundas sobre assuntos polêmicos como o aborto, a eutanásia e o casamento de duas pessoas do mesmo sexo?

São diálogos entre dois homens simples e eruditos, estudiosos do catolicismo e do judaísmo, que acreditam que as igrejas precisam "sujar os pés" para ajudar quem precisa de ajuda.

O papa Francisco, cardeal Jorge Mario Bergoglio, e o rabino Abraham Skorka, reitor do Seminário Rabínico Latino-americano, por coincidência dois químicos de formação, encontravam-se na sede do Episcopado e na comunidade judaica Benei Tikva, na Argentina. Para um dos mais importantes jornalistas brasileiros, Elio Gaspari, da Folha de S.Paulo e de O Globo, este livro é uma obra "inteligentíssima" e quem desfrutá-lo "viverá umas boas duas horas". "A obra-prima de Deus é o homem." - Papa Francisco.

Visite o Site para saber mais:
http://www.ecclesiae.com.br/Biografias-e-Testemunhos/Sobre-o-C%C3%A9u-e-a-Terra/flypage.tpl.html?keyword=bergoglio

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