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16 de abril de 2013

Cardeal Odilo Pedro Scherer: Nós, católicos, e as mudanças religiosas no Brasil

Cardeal Odilo Pedro Scherer: Nós, católicos, e as mudanças religiosas no Brasil
Blog Evangelizando!


Durante a 51ª Assembleia da CNBB, de 10 a 19 de abril, em Aparecida, foi feita uma análise do quadro religioso do Brasil, com base nos dados do Censo de 2010.

Conforme já foi noticiado, houve uma nova diminuição do número dos que se professam católicos, que seriam ainda cerca de 64% da população brasileira; houve quedas igualmente de adeptos das Igrejas Protestantes tradicionais ou históricas, como a Luterana, a Presbiteriana, a Congregacional e outras Igrejas Evangélicas de missão; mas também houve queda acentuada dos aderentes à Igreja Universal do Reino de Deus e de outros grupos pentecostais livres. Novos grupos “livres”, de inspiração neo-pentecostal, surgiram e conquistaram adeptos.

Essa mudança religiosa não deixa de nos questionar. Há explicações culturais, sociais e religiosas na base dessa mobilidade religiosa que assistimos no Brasil nas últimas décadas. Mas, não basta compreender o fenômeno: como católicos, não podemos ficar indiferentes. E como Arcebispo da Igreja, expresso minha viva dor e preocupação por todo o católico que abandona a sua fé e me pergunto sobre os motivos que estão na base da sua escolha. Evidentemente, partimos do pressuposto de que a liberdade religiosa e de consciência das pessoas deve ser respeitada.

Mas, quando isso nos envolve, devemos dar respostas adequadas. Os motivos do abandono da fé católica, no entanto, devem ser examinados por nós, levando-nos às decisões que nos cabem tomar, com o coração movido pela caridade pastoral, por amor às pessoas, respeito e amor à verdade. Não podemos cair no indiferentismo religioso, em que uma coisa vale a outra e a verdade da Igreja fica relativizada pelo irenismo ou até pelo comodismo.

A causa do abandono da fé católica pode ser o conhecimento insuficiente ou apenas superficial da fé e da própria Igreja Católica. Muitas pessoas nunca foram verdadeiramente evangelizadas, nem tiveram a oportunidade de fazer uma experiência genuína e gratificante da fé em Deus na nossa Igreja. Não se ama o que não se conhece. E, não havendo raízes profundas nem identificação pessoal sólida com a fé e a Igreja Católica, o abandono acontece com facilidade.

O que devemos fazer nesses casos? Certamente, é preciso evangelizar mais e melhor, dando aos fiéis a oportunidade de conhecerem melhor a Deus e a Igreja, e de fazerem a experiência gratificante e profunda da fé. Devemos propor a verdade integral do Evangelho, sem poupar esforços para convidar as pessoas a fazerem um caminho de crescimento e amadurecimento na fé.

Acontece também que as pessoas abandonam a fé católica e a Igreja porque ficam decepcionadas com o nosso atendimento, nem sempre acolhedor. Isso nos deve levar, evidentemente, a rever nossos modos de tratar as pessoas. Ninguém espera ser tratado mal, ainda mais por quem representa a Igreja e fala em nome de Deus. E isso vale para nossos atos oficiais, como as celebrações, mas também para as relações pessoais dos católicos.

Entre as causas do abandono da fé e da Igreja Católica também está a discordância com a nossa doutrina moral ou mesmo com artigos da nossa fé. Nesse caso, por certo, não devemos renunciar à nossa fé, nem ocultar as exigências morais que decorrem do Evangelho. Mas, devemos cuidar de não transformar a fé em moralismo superficial, nem deixar de propor o encontro vital com Deus por meio de Jesus Cristo, antes de tratar das exigências morais do Evangelho. O resto será obra da graça de Deus, que conta com o diálogo paciente e respeitoso, o testemunho pessoal de vida cristã e o desejo sincero de ganhar irmãos para Cristo, para que tenham, por ele, a vida verdadeira.

Há também o fato da pregação contrária à Igreja Católica e sua doutrina, que leva muitos irmãos ao engano, ao abandono da fé e ao desprezo da Igreja. Nesse caso, cabe-nos defender as ovelhas do nosso rebanho e vigiar, mostrando-lhes a verdade e esclarecendo os aspectos em que sua fé e seu amor à Igreja são abalados.

Publicado em O SÃO PAULO, ed. de 16.04.2013
Arcebispo de São Paulo

Mitos Litúrgicos: Mito 1: "A Presença de Jesus na Palavra é tão completa como na Eucaristia"

Mitos Litúrgicos: Mito 1: "A Presença de Jesus na Palavra é tão completa como na Eucaristia"
Blog Evangelizando!


O objetivo destes artigos é expor abaixo cada um desses mitos litúrgicos e os contrapor com a palavra oficial da Santa Igreja postados no Site Veritatis. Todas as citações utilizadas sobre disciplina litúrgica, de documentos da Santa Igreja, se aplicam à forma do Rito Romano aprovada pelo Papa Paulo VI (que é atualmente a forma ordinária), com exceção dos mitos 30 e 31, que falam expressamente sobre a Missa Tridentina, que é a forma tradicional e (atualmente) extraordinária do Rito Romano. Vamos aos mitos listados (32, ao todo) e suas contra-argumentações que serão publicados separadamente.

Mito 1: "A Presença de Jesus na Palavra é tão completa como na Eucaristia"

Não é.

Ensina-nos o Sagrado Magistério da Santa Igreja Católica Apostólica Romana que Nosso Senhor Jesus Cristo está presente verdadeiramente e substancialmente no Santíssimo Sacramento do Altar, em Corpo, Sangue, Alma e Divindade, nas aparências do pão e do vinho, como afirma o Catecismo da Igreja Católica (Cat.), nos números 1374-1377.

E por na Hóstia Consagrada Nosso Senhor está presente de maneira substancial, o Papa Paulo VI afirma (Encíclica Mysterium Fidei, n. 40-41, de 1965) a supremacia da Presença Eucarística de Nosso Senhor sobre as demais formas de presença:

"Estas várias maneiras de presença enchem o espírito de assombro e levam-nos a contemplar o Mistério da Igreja. Outra é, contudo, e verdadeiramente sublime, a presença de Cristo na sua Igreja pelo Sacramento da Eucaristia. Por causa dela, é este Sacramento, comparado com os outros, "mais suave para a devoção, mais belo para a inteligência, mais santo pelo que encerra"; contém, de fato, o próprio Cristo e é "como que a perfeição da vida espiritual e o fim de todos os Sacramentos". Esta presença chama-se "real", não por exclusão como se as outras não fossem "reais", mas por antonomásia porque é substancial, quer dizer, por ela está presente, de fato, Cristo completo, Deus e homem."

Também o próprio Concílio Vaticano II, na Constituição Sacrosanctum Concilium (n.7), afirma esta supremacia da Presença Eucarística: "Para realizar tão grande obra, Cristo está sempre presente na sua igreja, especialmente nas ações litúrgicas. Está presente no sacrifício da Missa, quer na pessoa do ministro - «O que se oferece agora pelo ministério sacerdotal é o mesmo que se ofereceu na Cruz» - quer e SOBRETUDO sob as espécies eucarísticas."

Afirmar que a presença de Nosso Senhor na Palavra é tão completa como na Hóstia consagrada significa uma dessas duas coisas: afirmar que Nosso Senhor se transubstancia na Palavra (aí fazemos o que, comemos a Bíblia e o Lecionário?), ou negar a Presença Substancial de Nosso Senhor na Hóstia Consagrada, o que atenta conta o Mistério central da fé católica, pois a Eucaristia é "fonte e ápice da vida cristã" (Lumen Gentium, n.11)


15 de abril de 2013

Hoje, 16 de abril, nosso amado Papa Emérito Bento XVI completará 86 anos de vida.

Amanhã, 16 de abril, nosso amado Papa Emérito Bento XVI completará 86 anos de vida.
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Amanhã, 16 de abril, nosso amado Papa Emérito Bento XVI completará 86 anos de vida.

Nascido Joseph Aloisius Ratzinger em Marktl am Inn, na Alemanha, a 16 de abril de 1927.

Para o dia do Papa Emérito não está previsto nenhuma aparição pública ou alteração da rotina em Castel Gandolfo, onde reside o Pontífice.

Sabemos que ele celebrará seu aniversário natalício ao lado de seu irmão mais velho, Monsenhor Georg Ratzinger, de 89 anos, do Prefeito da casa pontifícia e seu fiel escudeiro o Arcebispo Gänswein e daqueles que comumente o servem, como as fiéis da comunidade "Memores Domini".

É dia de unirmos por este servo dos servos de Deus, que agora emérito, serve a Igreja de Jesus Cristo através de seu exemplo e de suas preces.

Papa Francisco nomeou um grupo de 8 cardeais que o auxiliarão no governo e na reforma da Cúria Romana.

Papa Francisco nomeou um grupo de 8 cardeais que o auxiliarão no governo e na reforma da Cúria Romana.

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O Santo Padre Francisco, acolhendo uma sugestão advinda no decorer das Congregações Gerais precedentes ao Conclave, constituiu um grupo de Cardeais para o aconselhar no governo da Igreja universal e para estudar um projeto de revisão da Constituição Apostólica "Pastor Bonus" sobre a Cúria Romana.

O grupo é constituído por:

- Card. Giuseppe Bertello, Presidente do Governadorato do Estado da lCidade do Vaticano;

- Card. Francisco Javier Errázuriz Ossa, Arcebispo Emérito de Santiago (Chile);

- Card. Oswald Gracias, Arcebispo de Bombai (Índia);

- Card. Reinhard Marx, Arcebispo de Munique e Freising (Alemanha);

- Card. Laurent Monsengwo Pasinya, Arcebispo de Kinshasa (República Democrática do Congo);

- Card. Sean Patrick O’Malley, O.F.M. Cap., Arcebispo de Boston (Estados Unidos da América);

- Card. George Pell, Arcebispo de Sidney (Austrália);

- Card. Oscar Andrés Rodríguez Maradiaga, S.D.B., Arcebispo de Tegucigalpa (Honduras), com a função de Coordenador;

- Dom Marcello Semeraro, Bispo de Albano (Itália), com a função de Secretário.

A primeira reunião coletiva do grupo está marcada para os dias 1 a 3 de outubro de 2013; Sua Santidade, todavia, está desde já em contato com os Cardeais mencionados.

Vaticano: Papa reafirma que Igreja vive «tempo dos mártires»

Vaticano: Papa reafirma que Igreja vive «tempo dos mártires»
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Cidade do Vaticano, 15 abr 2013 (Ecclesia) – O Papa Francisco lembrou hoje os “mártires” da Igreja Católica que são vítimas do “ódio” e das “calúnias”, perseguidos e mesmo mortos por causa da sua fé.

“O tempo dos mártires não acabou: também hoje podemos afirmar, em verdade, que a Igreja tem mais mártires do que nos primeiros séculos”, disse, na homilia da missa a que presidiu na capela da Casa de Santa Marta, perante profissionais das telecomunicações do Estado da Cidade do Vaticano.

“A Igreja tem tantos homens e mulheres que são caluniados, que são mortos por ódio a Jesus, por ódio à fé”, prosseguiu, numa intervenção divulgada pela Rádio Vaticano.

O Papa recordou quem é caluniado e perseguido “neste tempo dos mártires”, retomando uma ideia que tem repetido nas primeiras intervenções do pontificado.

Este domingo, por exemplo, Francisco pediu orações pelos cristãos que são perseguidos em todo o mundo”.

Na homilia de hoje, o Papa argentino alertou para os efeitos da calúnia, realçando que esta “destrói a obra de Deus nas pessoas” e vem de “Satanás”.

Francisco recordou Santo Estêvão, o primeiro mártir da Igreja, vítima de “falsos testemunhos”, da “mentira”.

“Todos somos pecadores, todos. Temos pecados, mas a calúnia é outra coisa, é um pecado, claro, mas é outra coisa. A calúnia quer destruir a obra de Deus, nasce de algo muito feio, nasce do ódio e quem faz o ódio é Satanás”, acrescentou.

A homilia destacou a “turbulência espiritual” da sociedade atual e deixou uma oração pela proteção da Virgem Maria nestes tempos.

As primeiras canonizações do atual pontificado, marcadas para o dia 12 de maio, incluem o italiano Antonio Primaldo e cerca de 800 companheiros leigos, assassinados “por ódio à fé” a 13 de agosto de 1480, na cidade de Otranto, durante uma invasão levada a cabo por tropas turcas.

O Papa aprovou ainda, a 28 de março, a publicação dos decretos que reconhecem o martírio de 62 católicos, assassinados no século XX por causa da sua fé.

OC

Fonte: Agência Ecclesia

14 de abril de 2013

A Doutrina da Igreja Católica

A Doutrina da Igreja Católica

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A doutrina católica consiste, pois, dos dogmas de modo geral, da condenação das heresias e da missão de ensinar e de santificar da Igreja, para a salvação das almas e para a maior glória de Deus.

Constituem elementos principais da doutrina católica : o Credo Niceno-Constantinopolitano (325-381), o governo da Igreja, sua hierarquia, a instituição do papado, o colégio episcopal, seus tribunais, seus concílios, bem como os dogmas da Santíssima Trindade, os dogmas sobre o Cristo, os dogmas marianos, sobre o homem, o culto aos santos, os santíssimos sacramentos: do batismo, da penitência, da eucaristia, da crisma, da ordem, do matrimônio e da unção dos enfermos, que transmitem a graça divina necessária para a santificação dos homens e do mundo, e, mediante os quais, a Igreja realiza a sua missão.

As fontes documentais mais relevantes da doutrina católica são pois: o Catecismo, o Código de Direito Canônico, os documentos papais, os documentos das autoridades eclesiásticas; os documentos conciliares e todos os textos de santos da Igreja, bem como os textos de seus doutores devidamente aprovados.

Para sermos bons cristãos - perseverarmos na palavra de Deus - devemos conhecer sempre melhor a santa doutrina da Igreja, porque - ao conhecê-la - poderemos transmitir mais perfeitamente as verdades de Deus, evitando o erro, e, conseqüentemente, o mal e o pecado. Cristo disse: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai a não ser por mim" (João 14,6); os cristãos, ao seguirem Jesus, devem, portanto, viver da Verdade, viver do amor do Cristo e transmitir as verdades de Deus.

Fonte: Veritatis Splendor

13 de abril de 2013

Dom Henrique Soares: A Liturgia neste Santo Tempo Pascal

Dom Henrique Soares: A Liturgia neste Santo Tempo Pascal
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Liturgia, neste santo tempo pascal, concentra nossa atenção Naquele que por nós morreu e ressuscitou; na glória que Ele agora possui, como Senhor do céu e da terra: “O Cordeiro imolado é digno de receber o poder, a riqueza, a sabedoria e a força, a honra, a glória e o louvor. Ao que está sentado no trono e ao Cordeiro, o louvor e a honra, a glória e o poder para sempre!”

É realmente impressionante: Aquele que agora aparece glorioso é o Imolado, o que foi oferecido em sacrifício por nós como inocente e manso Cordeiro! Ele é grande porque Se deixou imolar, Ele é digno de todo o nosso amor e de toda a nossa confiança porque foi aniquilado por nós, humilhado em dores! Agora Ele é o Senhor glorioso...

Estejamos atentos, porém: afirmar a glória de Cristo, não é algo de folclórico ou triunfalístico, mas é uma proclamação convicta e clara do seu senhorio sobre nós, sobre nossa pobre vida, sobre a vida da Igreja, sobre o mundo e sobre toda a história. A Igreja e cada cristão vivem desta certeza: Jesus ressuscitou dos mortos, é o Vivente, é o Senhor; nós existimos nele e para ele; ele é o referencial último absoluto de nossa existência!

Visite o Site: http://www.domhenrique.com.br/index.php

Livro: Sobre o Céu e a Terra (Pré-venda) - Autor Cardeal Bergoglio (Papa Francisco)

Livro: Sobre o Céu e a Terra (Pré-venda) - Autor Cardeal Bergoglio (Papa Francisco)
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Olá amigos, novamente apresentamos aqui mais um livro, do Papa Francisco pela Editora Ecclesiae.


Descrição: O que o papa Francisco pensa intimamente sobre temas espirituais como Deus, a fé, a religião, a oração, a culpa e a morte? E o que ele pensa sobre as questões de grande relevância para a humanidade como a política, a pobreza, a preservação ambiental, a liderança, a educação e a ciência? E quais são suas reflexões mais profundas sobre assuntos polêmicos como o aborto, a eutanásia e o casamento de duas pessoas do mesmo sexo?

São diálogos entre dois homens simples e eruditos, estudiosos do catolicismo e do judaísmo, que acreditam que as igrejas precisam "sujar os pés" para ajudar quem precisa de ajuda.

O papa Francisco, cardeal Jorge Mario Bergoglio, e o rabino Abraham Skorka, reitor do Seminário Rabínico Latino-americano, por coincidência dois químicos de formação, encontravam-se na sede do Episcopado e na comunidade judaica Benei Tikva, na Argentina. Para um dos mais importantes jornalistas brasileiros, Elio Gaspari, da Folha de S.Paulo e de O Globo, este livro é uma obra "inteligentíssima" e quem desfrutá-lo "viverá umas boas duas horas". "A obra-prima de Deus é o homem." - Papa Francisco.

Visite o Site para saber mais:
http://www.ecclesiae.com.br/Biografias-e-Testemunhos/Sobre-o-C%C3%A9u-e-a-Terra/flypage.tpl.html?keyword=bergoglio

Livro: Anunciar o Evangelho de Papa Francisco está a venda!

Livro: Anunciar o Evangelho de Papa Francisco está a venda!
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Olá amigos, vejamos um dos primeiros livros de Papa Francisco está a venda, pela Editora ecclesiae - Anunciar o Evangelho é titulo.


Descrição: A renúncia do Papa Bento XVI foi recebida por todos nós com muita surpresa. E quando ainda sequer a tínhamos absorvido, a fumaça branca da chaminé da Capela Sistina já nos anunciava um novo papa.Todos os olhares voltavam-se para a sacada central da Basílica de São Pedro, e cada um tinha a expectativa de ver acenando o seu cardeal preferido.

E novamente uma surpresa: Annuntio vobis gaudium magnum; habemus Papam; (...) Dominum Georgium Marium (...) Cardinalem Bergoglio qui sibi nomen mposuit Franciscum... As palavras em latim não apenas confundiram a muitos que, surpreendidos novamente, viram o Cardeal Jorge Mario Bergoglio, Arcebispo de Buenos Aires, apresentar-se como o mais novo sucessor São
Pedro. E o que realmente sabemos dele? Decerto, muito pouco!

A Editora Ecclesiae espera ajudar os católicos brasileiros a conhecerem melhor o Papa Francisco, através dos pensamentos do então Cardeal Bergoglio. Neste livro, reunimos as suas homilias e alguns dos seus ensinamentos dirigidos especialmente aos catequistas; a eles, diz o Cardeal Bergoglio, a «Igreja reconhece uma forma de ministério que, ao longo da história, permitiu que Jesus fosse conhecido de geração em geração. Não de forma excludente, mas de forma privilegiada; a Igreja reconhece nessa porção do Povo de Deus a cadeia de testemunhos de que nos fala o Catecismo da Igreja Católica: ‘Cada crente é como um elo na grande corrente dos crentes. Não posso crer sem ser carregado pela fé dos outros, e pela minha fé contribuo para carregar a fé dos outros’».

Visite o Site para saber mais:
http://www.ecclesiae.com.br/Sacramentos/Anunciar-o-Evangelho/flypage.tpl.html

12 de abril de 2013

Esclarecimentos de Dom Orani Tempesta sobre artistas seculares na JMJ

Esclarecimentos de Dom Orani Tempesta sobre artistas seculares na JMJ
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O arcebispo do Rio de Janeiro e presidente do COL (Comitê Organizador Local) da JMJ Rio2013, Dom Orani João Tempesta, desmentiu informações veiculadas na imprensa esta semana de que a JMJ destinaria alguns milhões de Reais para pagar artistas seculares para cantar no evento que acontece em julho.

“Infelizmente nós estamos vendo que tem muitos filhos da Veja, que acreditam piamente naquilo que esta revista fala”, disse Dom Orani nesta quinta-feira, no programa Conexão Rio, transmitido ao vivo pela Aleteia.

Em coluna publicada no domingo passado, a revista Veja afirmava que o COL gastaria alguns milhões para trazer à JMJ artistas como Milton Nascimento, Ivete Sangalo e Michel Teló.

“Aquilo que vale é o que sai no nosso site. Há muitas invenções, tanto de locais para o Papa visitar, como também sobre a Jornada”, disse Dom Orani.

“É lamentável quem acredita neles. É lamentável acreditar nesse pessoal que tem outros interesses por trás, econômicos, etc.”

Dom Orani explicou que foi feito um convênio da JMJ com todos os cantores católicos e bandas católicas.

Segundo o arcebispo, se algum outro cantor “quiser cantar uma música religiosa, isso deve ser feito gratuita e voluntariamente, mas tem de ser analisado pelo COL”.

“Mas isso que saiu de pagar rios de dinheiro a cantores, e cantores que nem têm música própria de vida religiosa, é muito lamentável que isso tenha saído. Não partiu do COL”, afirmou.

“Infelizmente tem muitos filhos dessas revistas e jornais que correm atrás, inclusive pessoas que a gente imaginava que tivessem esse critério de não se deixar acreditar em qualquer lugar, em qualquer tipo de notícia que sai. Então quem acredita nesse pessoal está numa furada. Procurem olhar a verdade e aquilo que sai realmente no site da Jornada”, disse Dom Orani!

Visite o Site da Jornada: http://www.rio2013.com/pt

Dom Henrique Soares: Que engano tão nocivo achar que temos que facilitar as coisas para atrair as multidões!

Que engano tão nocivo achar que temos que facilitar as coisas para atrair as multidões

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Pense um pouco:

Que engano tão nocivo achar que temos que facilitar as coisas para atrair as multidões: facilitar a liturgia, fazendo dela um show de futilidades e criatividades; facilitar a moral cristã, escondendo e adocicando as exigências do Evangelho; facilitar a fé católica, escondendo seus pontos mais difíceis para a mentalidade atual.

Não são as facilidades que atraem; o que atrai é o amor! Quando as pessoas amam, são atraídas e sentem prazer e alegria em renunciar e fazer sacrifícios por Aquele ao qual amam. O futuro da Igreja não está em facilitar as coisas, mas em encantar, apresentando Jesus com toda Sua inteireza de doçura, beleza, simplicidade, radicalidade, verdade, exigências e retidão. Talvez não venham multidões.

Não há nenhum problema! O que importa é que, os que vierem, sejam tão apaixonados, estejam tão prontos a dar a vida, a perder tudo por Aquele que nos encanta, que causem espanto e admiração nos que estão fora! Somente assim o cristianismo será crível. Fora disso, existem somente truques ilusórios, que não encherão nem as igrejas nem os corações. É tempo de acordar, é tempo de ter juízo, é tempo de voltar ao essencial, é tempo de ser fiel novamente, sendo cristão de corpo inteiro e católico sem meias palavras!

Somente para ilustrar isto, tomo a palavra do mais jovem participante do Sínodo dos Bispos sobre a Evangelização, ocorrido em Roma, no ano passado. Com santa ousadia, Tommaso Spinelli, catequista de jovens na cidade de Roma, 23 anos, falando com veemência, pediu que a catequese tenha "substância", que os padres sejam guias fortes, audazes, sólidos em sua vocação e identidade. "Infelizmente há padres que perderam a identidade, a cultura e o carisma... Não gostamos de padres que querem se trasvestir de jovens ou, pior ainda, adotar as incertezas e o estilo de vida de jovens... A mesma coisa quando na liturgia, tentando ser originais, caem no ridículo... Eu lhes peço que tenham a coragem de ser vocês mesmos... Não tenham medo de nos propor as verdades da fé... Temos fome infinita de algo de eterno e de verdadeiro". E o moço terminou pedindo três coisas: (1) Aumentar a formação dos padres, não só espiritual, mas também cultural, pois nunca terá credibilidade junto aos jovens o padre que não souber dar razões daquilo que diz; (2) Redescobrir o Catecismo da Igreja Católica, principalmente em suas primeiras secções, que falam sobre a fé e os sacramentos, e são as mais lindas; (3) Cuidar mais da Liturgia: nós jovens não queremos celebrações simplificadas, aguadas, dessacralizadas, mas bem realizadas, dignas, que traduzam nossa identidade cristã! Chato, não? Verdadeiro que dói...

Visite o Site: http://www.domhenrique.com.br/index.php

Papa: "Sagradas Escrituras orientam vida de caridade"

Papa: "Sagradas Escrituras orientam vida de caridade"
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Na manhã desta sexta-feira, Papa Francisco recebeu na Sala dos Papas os 27 integrantes da Pontifícia Comissão Bíblica, que estão encerrando sua Assembleia Plenária.

Liderados pelo Presidente, o arcebispo Gerhard Ludwig Müller, o grupo refletiu 4 dias sobre “a inspiração e a verdade da Bíblia”, “um tema – esclareceu o Papa – que diz respeito não só ao fiel, mas a toda a Igreja, já que a vida e a missão da Igreja se fundem na Palavra de Deus, inspiradora de toda a existência cristã”.

“Como sabemos, as Sagradas Escrituras são o testemunho escrito da Palavra Divina, que, portanto, precede a Bíblia. E é por isso que a nossa fé não se focaliza apenas no livro, mas na história da salvação e principalmente em Jesus Cristo, Palavra de Deus feita carne” – explicou o Papa.

Francisco recordou que a Constituição dogmática Dei Verbum, do Concílio Vaticano II, reiterou que existe uma unidade incindível entre as Sagradas Escrituras e a Tradição: ambas provêm da mesma fonte, formam uma só coisa e tendem ao mesmo fim. Por isso, devem ser aceitas e veneradas com igual sentimento de piedade e reverência.

Neste sentido, o exegeta deve estar atento, pois a interpretação das Escrituras não pode ser apenas um esforço científico individual, mas confrontado, inserido e autenticado pela tradição viva da Igreja. “Os textos inspirados em Deus alimentam a fé e orientam a vida de caridade”, afirmou Francisco.

Ao se despedir dos estudiosos, o Papa formulou a todos um agradecimento e os encorajou a prosseguir este trabalho: “Que Maria lhes ensine a acolher plenamente a riqueza inexaurível das Sagradas Escrituras não só através da pesquisa intelectual, mas na oração e em toda a sua vida de católicos, para que este trabalho se reflita no coração dos fiéis”.

Fonte: Rádio Vaticano

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