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10 de abril de 2013

Câmara dos Deputados de Kansas define que a vida começa na fecundação

Câmara dos Deputados de Kansas define que a vida começa na fecundação

Blog Evangelizando!


O movimento em defesa da vida obteve uma importante vitória sobre a cultura da morte nesta sexta-feira, 05/04. Com um placar de 90 a 30, a Câmara dos Deputados do Kansas, estado norte americano, aprovou a lei que define o estágio inicial da vida na fecundação, proíbe a associação Planned Parenthood - a maior rede de abortos do mundo - e outros grupos ligados à causa de promoverem aulas de educação sexual nas escolas, exclui as clínicas de abortos da isenção fiscal, bane abortos por seleção de sexo e obriga os médicos a darem maiores detalhes sobre o assunto às gestantes que queiram abortar. Durante a tarde, o projeto já havia sido aprovado com facilidade pelo senado. Agora, para que a lei entre em vigor, resta a provável assinatura do governador Sam Brownback, reconhecido por sua forte oposição ao aborto.
Os Estados Unidos enfrentam uma grande tensão desde que o presidente Barack Obama iniciou o seu projeto de reforma da saúde pública. O programa, chamado de "Obamacare", tem recebido fortes críticas de bispos e outros setores da sociedade devido a violações do direito à liberdade religiosa, objeção de consciência, aprovação do aborto e mudança de sexo. Pelo projeto, os hospitais católicos serão obrigados a interromper a gravidez de pacientes que decidam pelo procedimento.
O aborto é garantido pela Constituição dos Estados Unidos desde que a Suprema Corte americana, no famoso caso "Roe vs. Wade", o liberou até o nono mês da gravidez. Após 40 anos da decisão, estima-se que 55 milhões de abortos tenham sido realizados no país. Por outro lado, apesar do lobby das grandes indústrias e da militância abortista, a aprovação do aborto nos EUA têm caído ano após ano. No final de janeiro de 2013, os americanos fizeram a maior marcha pela vida da história do país. Cerca de 650 mil pessoas, sobretudo jovens, participaram do evento.
Caso o governador Sam Brownback aprove o projeto de lei, o Kansas se tornará um dos primeiros estados pró-vida dos Estados Unidos. Recentemente, Dakota do Norte e Arkansas também aprovaram maiores restrições ao aborto, encaradas como uma verdadeira afronta ao julgamento "Roe vs. Wade". A lei do Kansas também é importante pela sua linguagem. Ao decretar que a vida começa na fecundação - ou seja, no momento em que o espermatozóide se une ao óvulo - o projeto elimina qualquer sombra de dúvida a respeito dos direitos do feto, pois não há possibilidade de desvios como ocorria quando o debate era sobre a "concepção". Assim, o projeto é um primeiro passo para fortalecer a consciência de que o feto é um ser humano e merece tanta proteção do Estado quanto qualquer outro.
Outro aspecto positivo do projeto é a exclusão das aulas de educação sexual, promovidas pela Planned Parenthood, nas escolas. Uma das táticas da cultura da morte para obter êxito nos seus trabalhos é a doutrinação direta das crianças, para inocular desde cedo um pensamento contrário à lei natural. Destruída a percepção sobre a dignidade da vida humana, abrem-se as portas para todo o tipo de barbaridades, principalmente na temática sexual. Há anos que instituições como a Planned Parenthood e o SIECUS trabalham para destruir a moral sexual da população por campanhas contra a castidade.
O infame caso "Roe vs Wade" abriu as portas para o aborto nos Estados Unidos através de uma mentira. Em 1995, Norma McCorvey, a "Jane Roe", confessou ter inventado o caso de estupro utilizado em seu processo para a legalização do aborto. Após conviver com integrantes pró-vida, McCorvey abandonou a militância feminista e em 2012, apareceu em alguns vídeos contrários à reeleição de Barack Obama para presidência dos Estados Unidos. O fato é apenas um exemplo em meio a tantos outros de como a estratégia abortista vale-se de meios imorais e ardilosos para conseguir o que quer. Por isso, é mister romper a hegemonia ideológica do movimento pró-aborto e trazer à tona a farsa que está na base de toda a sua ação. Somente assim, iniciativas como as de Kansas, no Estados Unidos, poderão se espalhar por outros locais e finalmente pôr fim à cultura da morte.
Fonte: Site Padre Paulo Ricardo

CNBB conta com infraestrutura do Santuário Nacional para realização da 51ª Assembleia

CNBB conta com infraestrutura do Santuário Nacional para realização da 51ª Assembleia

Blog Evangelizando!

A 51ª Assembleia da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) teve início hoje, 10 de abril, no Centro de Eventos Padre Vitor Coelho de Almeida, no Santuário Nacional, em Aparecida (SP).

O episcopado brasileiro se reúne para participar do evento que tem como tema central “Comunidade de comunidades: uma nova paróquia”.
Para acolher os bispos brasileiros, o Santuário Nacional e a CNBB acertam os últimos detalhes de infraestrutura e organização.
Os Bispos vão contar com toda infraestrutura do Centro de Eventos Padre Vitor Coelho de Almeida, localizado no Pátio da Basílica.
Imprensa, serviço médico e segurança
Salas de apoio, secretaria, Sala de imprensa, acesso à internet, segurança e ambulatório médico foram preparados para recepção do encontro.
Durante todos os dias da Assembleia, os bispos poderão contar com um ambulatório médico montado exclusivamente para a ocasião.
Das 7h às 19h os bispos terão atendimento médio, poderão fazer exames laboratoriais e também terão vacinação contra gripe.
Paramentos litúrgicos em geral, livros, objetos e vestes estão à disposição em 22 estandes pelos corredores do Centro de Eventos para auxiliar os bispos do Brasil.
Várias empresas do ramo colocaram seus colaboradores durante toda a Assembleia para o atendimento aos bispos.
Programação – A programação da Assembleia já está definida pela coordenação da CNBB. As missas serão realizadas no Altar Central da Basílica.
Na programação constam os horários das celebrações e sessões no Centro de Eventos.
A celebração de abertura da AG será no dia 10 de abril às 7h30 na Basílica e a Cerimônia de encerramento no dia 19 de abril às 10h30 no Centro de Eventos.
Nos dias 13 e 14 de abril os bispos do Brasil participam de um retiro espiritual no Centro de Eventos.
Entre as atividades dos bispos na 51ª Assembleia Geral estão a missa com Laudes no Altar Central do Santuário às 7h30, as sessões no Centro de Eventos e uma coletiva de imprensa, às 15h, com a participação de três bispos.
Fonte: CNBB

9 de abril de 2013

Papa Francisco encontra presidente da Igreja evangélica alemã

Papa Francisco encontra presidente da Igreja evangélica alemã
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O Pontífice recebeu em audiência na manhã desta segunda-feira,08, no Vaticano, o presidente da Igreja Evangélica na Alemanha, Dr. Nikolaus Schneider, acompanhado de sua consorte e comitiva. Sobre o importante encontro de caráter ecumênico falou-nos o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, padre Federico Lombardi.

O encontro foi realmente muito cordial e o Dr. Schneider fez ao Santo Padre as suas felicitações, inclusive pelo início tão feliz e emocionante do novo Pontificado, e manifestou também o seu apreço pela escolha do nome "Francisco", porque é um nome de um Santo que realmente fala a todos os cristãos num modo extremamente eficaz.

O presidente da Igreja Evangélica na Alemanha falou também sobre as enchentes e os sofrimentos que têm atingido recentemente a Argentina, manifestando ao Santo Padre a sua participação nos sofrimentos do povo argentino.

Em seguida, a conversação sobre o tema ecumênico deteve-se em particular acerca do valor do ecumenismo dos mártires, ao qual o Papa Francisco dá um peso particular, conhecendo profundamente os sofrimentos que muitas pessoas também da Igreja evangélica viveram no tempo do nacional socialismo e em outras circunstâncias.

O sangue derramado dos mártires é algo que une profundamente as diferentes confissões cristãs no testemunho comum por Cristo.

O Dr. Schneider recordou o aproximar-se da memória da Reforma tendo em vista o ano 2017, momento extremamente importante, evidentemente, para a Igreja evangélica na Alemanha, e o Santo Padre aproveitou a ocasião para recordar os discursos de Bento XVI em Erfurt, na Alemanha, no lugar onde Martinho Lutero viveu e atuou.

Portanto, foram colocações particularmente significativas no que diz respeito ao ecumenismo e às relações entre a Igreja Católica e a tradição da Reforma e a figura de Lutero. Efetivamente, o encontro foi particularmente frutuoso e significativo no contexto do caminho ecumênico que também este Pontificado porta avante sem incertezas.


Fonte: Rádio Vaticano

6 de abril de 2013

Liturgia: Como é o canto no Credo?

Liturgia: Como é o canto no Credo?
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O Credo é parte do Ordinário, sendo fixo na Missa. Todos os Domingos e nas solenidades, ele é rezado ou cantado. Pode ser usado o texto do Apostólico ou do Niceno-constantinopolitano.

Como dissemos, o Credo é parte do Ordinário. E, por isso, ele não se altera. Quer cantar? Cante, mas cante o que está no Missal. Não interessa se outra coisa está "no folheto". Folheto não é documento da Igreja! O Credo não é o momento para meros "cantos de fé" ou "cantos de creio". Assim, o "Creio, Senhor, mas aumentai a minha fé..." e outros, por mais belos que sejam, não cabem no Credo.


IGMR

67. O símbolo, ou profissão de fé, tem como finalidade permitir que todo o povo reunido, responda à palavra de Deus anunciada nas leituras da sagrada Escritura e exposta na homilia, e que, proclamando a regra da fé, segundo a fórmula aprovada para o uso litúrgico, recorde e professe os grandes mistérios da fé, antes de começarem a ser celebrados na Eucaristia.

68. O símbolo deve ser cantado ou recitado pelo sacerdote juntamente com o povo, nos domingos e nas solenidades. Pode também dizer-se em celebrações especiais mais solenes.

Se é cantado, é começado pelo sacerdote ou, se for o caso, por um cantor, ou pela schola; cantam-no todos em conjunto ou o povo alternando com a schola.

Se não é cantado, deve ser recitado conjuntamente por todos ou por dois coros alternadamente.

Fonte: Salvem a Liturgia!

5 de abril de 2013

Procissão do Evangeliário

Procissão do Evangeliário

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Em toda missa, o sacerdote se desloca de sua sédia até o altar, onde se curva ao altar e reza a oração de preparação em voz baixa, então segue até o ambão, onde lê o Evangelho, o que já configura uma pequena procissão, mas existe um rito processional mais rico que se faz quado existe a presença do diácono ou, ao menos, quando se Evangeliário.

Se dirigem para a sédia os acólitos com o incenso e as velas e o diácono. O turiferário e o naviculário se ajoelham à frente da sédia, o sacerdote coloca três colheres de incenso no turibulo e o benze. O diácono se aproxima, faz reverencia, se curva e pede a bênção; o celebrate abençoa traçando a cruz, então o diácono se levanta volta a fazer inclinação de corpo. Então, seguem ao altar, onde o diacono toma o livro dos evangelhos e se dirigem ao ambão.

Aqueles que levam as velas colocam-se de um e de outro lado do ambão, aqueles que portam turíbulo e naveta ficam do lado direito do ambão. O diácono então faz a incensação e a leitura conforme o rito próprio.

Procissão do Evangelho na Basílica de São Pedro

Ao fim da leitura, o próprio diácono beija o livro ou leva para o celebrante beijar; ou ainda, beijando-o ou não, leva-o para o celebrante, se for bispo, dar a bênção com o Evangeliário. Nos dois últimos casos, faz-se ao fim da proclamação do evagelho uma pequena procissão, pelo caminho mais curto até a sédia. Lá chegando os acólitos com o incenso e as velas seguem em direção à sacristia, o acólito entrega o evangeliário ao celebrante, aberto se ele for beijar ou fechado se for apenas dar a bênção. Depois do ósculo e/ou da bênção, o diácono sozinho leva o livro a um local conveniente

texto completo: http://www.salvemaliturgia.com/2011/08/procissoes-i.html

Fonte: Salvem a Liturgia!

Santa Missa - Procissões de Entrada/Saída

Santa missa - Procissões de Entrada/Saída
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As procissões são expressões de fé de forte significado, elas constam basicamente do deslocamento do celebrante e de seus auxiliares, ou de toda a assembléia dos fiéis, de um local para outro. Significam o povo de Deus a caminho do Reino dos Céus. Apesar de um significado geral relativamente simples, existe um rico cerimonial por trás das procissões que vai desde a procissão de entrada até as procissões episcopais eucarísticas. Nessa pequena série de postagens, tentaremos explicar de maneira suscinta todo essse cerimonial na forma ordinária do Rito Romano.

Procissões de Entrada/Saída

São as procissões mais simples e comuns da liturgia. É aconselhável ter procissão de entrada nas missas mais importantes, como domingos e dias de festa. Nela, o sacerdote caminha em direção ao altar para celebrar o santo sacrifício, assim como Jesus foi em direção à Jerusalém, para se entregar por nós.

Na parte da frente vai sempre a cruz processional, rodeada pelas velas; as velas para essa procissão podem ser em mesmo número das velas que se encontram sobre ou junto do altar. Se se usa incenso, ele é levado à frente da cruz. A cruz é o principal elemento dessa procissão, tanto que, na forma extraordinária, é levada pelo sub-diácono.

Procissão de entrada na forma extraordinária do rito romano

Na forma ordinária, quem leva a cruz é um acólito, o cruciferário. Ele segura a aste da cruz com as duas mãos próximas. As velas, postas nos castiçais, são levadas pelos ceroferários. Os dois primeiros colocam-se de um e de outro lado do cruciferário, um passo atrás dele, os demais colocam-se imediatamente atrás dos primeiros e, se houver um sétimo ceroferário, ele vai entre os dois últimos. Aqueles que se põe do lado esquerdo, segura mais embaixo com a mão direita e no meio com a mão esquerda e vice-versa, de modo a ficar com o cotovelo para fora. O que se põe ao centro, assim como o cruciferário, pode escolher qualquer uma das posições.

Início de uma procissão de entrada na Basílica de São Pedro

Atrás das velas, vão os ministros leigos, os clérigos que não concelebram e os diáconos, dois a dois. Entre estes e os concelebrantes vai o Evangeliário. Quando está presente o diácono, é ele quem leva na procissão de entrada e de saída. Não havendo diácono, o evangeliário é levado por um leitor (ou mesmo acólito), mas apenas na procissão de entrada.

Por fim, vai na procissão o celebrante, precedido por dois diáconos assistentes, se houver. Um ou dois cerimoniários podem ir um pouco atrás dele. E, se for bispo, vão atrás deles quatro acólitos-assistentes: primeiro o baculífero com o mitrífero e, depois o librífero e o "sacrofonista".

Bento XVI em procissão no início de uma celebração

A procissão de entrada parte da porta principal da igreja ou da sacristia, conforme o costume; em se tratando de uma igreja maior, pode-se começar a procissão em uma das portas laterais. Ao chegar no presbitério, quem leva o incenso, a cruz e as velas sobem sem fazer reverência. Então colocam a cruz e as velas junto do altar ou, já havendo outra cruz ou já havendo um desses símbolos aí, colocam-nos na sacristia ou na credência. Os demais ministros, fazem inclinação de corpo ao altar ou genuflexão se houver santíssimo e, então, sobem os degraus e se dirigem para seus lugares. Se for o acólito a levar o evangeliário, ele sobe ao presbitério sem fazer reverência e coloca o evangeliário ao centro do altar, então vai para seu lugar; se for diácono, faz o mesmo e após colocar o evangeliário ali oscula o altar.

Os diáconos assistentes, fazem reverência, sobem o altar e esperam o celebrante para beijarem o altar. O celebrante se for presbítero, faz inclinação de corpo ao altar ou genuflexão, sobe ao altar e o oscula. Se for bispo faz o mesmo, porém, antes de fazer a reverência, depõe mitra e báculo.

Para a saída, faz-se de maneira análoga: na mesma ordem em que entraram, todos fazem reverência ao altar e, se for o caso, o beijam. Saem processionalmente atá a sacristia; lá chengando, faz-se reverência à cruz.

Texto completo: http://www.salvemaliturgia.com/2011/08/procissoes-i.html

Fonte: Salvem a Liturgia!

Como é o canto no Aleluia ou no Trato (Aclamação ao Evangelho)?

Como é o canto no Aleluia ou no Trato (Aclamação ao Evangelho)?
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A Aclamação ao Evangelho pode ser o Aleluia ou o Trato.

O Aleluia é parte do Próprio, variando conforme a Missa. Assim, o Lecionário traz um Aleluia para cada Missa do ano, do tempo, da circunstância. Pode-se rezar ou cantar, em polifonia, ou em melodia inspirada no gregoriano, ou em canto popular, esse Aleluia do Lecionário. Ou cantar em gregoriano o Aleluia previsto no Gradual, ou uma polifonia com essa letra. Todavia, diferentemente das antífonas, por ser parte da Liturgia da Palavra, e por ser uma preparação ao Evangelho, tendo a mesma mensagem dele, ele não pode ser alterado. Embora parte do Próprio, ele não pode ser alterado. Quer cantar? Cante, mas cante o que está no Lecionário ou no Gradual. Não interessa se outra coisa está "no folheto". Folheto não é documento da Igreja! O Aleluia não é o momento para meros "cantos de aclamação ao Evangelho". Assim, o "Aleluia, a minh'alma abrirei..." ou o "Buscai primeiro o Reino de Deus..." e outros, por mais belos que sejam, não cabem no Aleluia.

Na Quaresma, o Aleluia é substituído pelo Trato, mas as regras são as mesmas.

Vejamos o que diz a IGMR!

62. Depois da leitura, que precede imediatamente o Evangelho, canta-se o Aleluia ou outro cântico, indicado pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico. Deste modo a aclamação constitui um rito ou um acto com valor por si próprio, pelo qual a assembleia dos fiéis acolhe e saúda o Senhor, que lhe vai falar no Evangelho, e professa a sua fé por meio do canto. É cantada por todos de pé, iniciada pela schola ou por um cantor, e pode-se repetir, se for conveniente; mas o versículo é cantado pela schola ou pelo cantor.

a) O Aleluia canta-se em todos os tempos fora da Quaresma. Os versículos tomam-se do Leccionário ou do Gradual;

b) Na Quaresma, em vez do Aleluia canta-se o versículo antes do Evangelho que vem no Leccionário. Também se pode cantar outro salmo ou tracto, como se indica no Gradual.

63. No caso de haver uma só leitura antes do Evangelho:

a) nos tempos em que se diz Aleluia, pode escolher-se ou o salmo aleluiático, ou o salmo e o Aleluia com o seu versículo;

b) no tempo em que não se diz Aleluia, pode escolher-se ou o salmo e o versículo antes do Evangelho ou apenas o salmo.

c) O Aleluia ou o versículo antes do Evangelho, se não são cantados, podem omitir-se.

64. A sequência, que excepto nos dias da Páscoa e do Pentecostes é facultativa, canta-se depois do Aleluia.

Fonte: Salvem a Liturgia

4 de abril de 2013

Desculpas aos leitores do blog evangelizando

Desculpas aos leitores do blog evangelizando

Blog Evangelizando!

Iury Albino - Administrador do blog Evangelizando

Olá amigos, eu como único administrador e criador de conteúdo do blog evangelizando, peço-vos desculpas pelo blog, não está sendo atualizado, podemos perceber que o blog era atualizado todos os dias, muitas vezes a cada hora tinha uma nova postagem, assim podermos também perceber que o blog teve nos últimos dias uma desaceleração de postagens, ou seja, o blog não esta sendo atualizado todos os dias, pois não tenho somente o blog evangelizando para administrar.

Tenho também um site da paroquia onde resido e deve também ser atualizado, tenho também a página relacionada ao blog evangelizando que criei para também evangelizar, tenho também os meus estudos de formação para amadurecimento na fé católica, também tenho minhas orações e minha vida pessoal que também é voltada para Igreja de Cristo, assim meus irmãos e amigos, não tenho muito tempo para atualizar o blog, pois estou sozinho na criação de conteúdo de noticias, formações e outras coisas que constituem o blog, assim sendo pessoa a vocês que não deixem de visitar o blog e divulga-lo, pois não quero para de evangelizar principalmente neste meio de comunicação, onde a Boa Noticia de Jesus Cristo se espalha tão rápido através de muitos cliques, o blog está ai não vai parar sempre que puder estarei colocando informações sobre noticias e formações.

Desculpas aos leitores do blog evangelizando

Amigos também vos peço que reze por este apostolado, que criei para evangelizar é sempre bom as orações dos amigos, que nos ajudam a continuar pela força da intercessão que vem do alto suplicada por nós à sempre evangelizar e nunca desistir daquilo que muitas só está começando, é isto o Blog Evangelizando só está começando, ainda tem muita coisa para ser publicada.

Irmãos aqueles que por alguma forma querem nos ajudar a evangelizar através deste blog, com formações ou algumas noticiais sobre e relacionada a Igreja Católica, eu vos peço nos ajude mandando as suas noticiais, formações ou até mesmo algo ou movimento que possa está acontecendo em sua paroquia, por isso que foi criado este blog com o seguinte no "EVANGELIZANDO", pois com esse nome podemos evangelizar de variais e varias noticias como digo até mesmo da sua paroquia, por isso nos ajudar, você que está vendo está postagem, pode ser um padre, um leigo, um consagrado, alguém de alguma ordem religiosa que se interessar em nos ajudar mande para este e-mail de contato as suas formações e noticias: blogevangelizando@hotmail.com, aqui desejo paz e muito esperança para todos e tenham uma Feliz Pascal.

3 de abril de 2013

Barrete

Barrete

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Barrete

O barrete é um objeto quadrangular provido geralmente de 3 palas e quase sempre de um pompom. Sua cor varia de acordo com o clérigo, podendo ser usado por todos. O barrete tem uma representação de autoridade. Ao pronunciar uma sentença, por exemplo, os juízes na antiguidade utilizavam o barrete. Os doutores (acadêmicos) utilizam o barrete em funções solenes. O padre, durante a confissão, utilizava obrigatoriamente o barrete para simbolizar exatamente que era ele em posição de Juiz que estava absolvendo o penitente. Nas funções litúrgicas, igualmente, para demonstrar a função de autoridade, junto com os outros clérigos. Ainda hoje é profundamente recomendável que o padre faça uso do barrete no exercício de suas funções. Ao lado temos a representação de um barrete tradicional: ao lado destacamos as palas, em número de três; ao lado destaca-se o pompom ao centro e pode-se ver com maior precisão as três palas (o lado sem pala é o da orelha esquerda) . Também vemos o solidéu, este consta de oito partes costuradas entre si com uma pequena proeminência. Barrete e solidéu tem a sua cor definida de acordo com o clérigo.

Cores e Hierarquia

O barrete é preto com borla preta para os padres e diáconos, Para os monsenhores Capelães de Sua Santidade, Prelados de Honra e Protonatários Supranumerários é munido de borla violeta. Para os Protonatários Numerários deve possuir borla vermelha. Os bispos usam barrete violeta. Os cardeais usam barrete todo vermelho e sem borla. O papa, embora esteja em desuso, faz uso do barrete branco. Ao lado temos um barrete de monsenhor, abaixo um cardinalício (detalhe para a ausência de borla) e um episcopal.

Uso durante as celebrações

Como a mitra, é retirado durante várias partes da celebração, : nas preces introdutórias, nas orações presidenciais, nos hinos quando são cantados de pé, durante o evangelho, a oração dos fiéis, o credo e toda a liturgia eucarística, desde depois de receber os dons até retomando-o após a oração após a comunhão. Diferentemente da mitra, não se usa barrete para dar a bênção final ou oração sobre o povo, seja na missa seja fora dela. O barrete pode ser usado com as vestes corais (nas quais é obrigatório), com casula ou pluvial, ou ainda apenas com estola para o sacramento da confissão. Abaixo temos um bispo em vestes corais que faz uso do barrete violeta, um cardeal que usa barrete vermelho com o pluvial e um padre que ouve as leituras da missa usando barrete preto. Quando se usa mitra, não se faz uso do barrete.

Uso fora das celebrações
O uso do barrete também pode dar-se fora das celebrações, podendo acompanhar a batina, mormente quando usa-se mantel.

Fonte: Salve a Liturgia

2 de abril de 2013

2 de abril: oito anos sem João Paulo II

2 de abril: oito anos sem João Paulo II
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Da Redação, com Rádio Vaticano


João Paulo II, considerado um dos maiores Papas da história, morreu aos 84 anos

Nesta terça-feira, 2, recordam-se os oitos anos de falecimento do Papa João Paulo II, que foi beatificado seis anos depois, em 1º de maio de 2011, pelo então Papa Bento XVI. 

Foi Papa João Paulo II que nomeou bispo, em 1992, o Cardeal Jorge Mario Bergoglio, atual Papa, e o criou cardeal em 2001.

Quando João Paulo II foi beatificado, o então arcebispo de Buenos Aires celebrou a Santa Missa na Catedral da cidade para recordá-lo e dele destacou a frase “não tenham medo”. 

João Paulo II não teve medo, “porque viveu a sua vida ao Senhor Ressuscitado”, foi o que disse Cardeal Bergoglio na ocasião. “A coragem, a firmeza que nos dá a Ressurreição de Cristo, a serenidade de sermos perdoados através da misericórdia remove em nós o medo.” 

Em outra Missa celebrada em memória do Beato dois dias após sua morte, o então Cardeal Bergoglio destacou a testemunha coerente do Senhor que foi João Paulo II.  Na época, Cardeal Bergoglio concluiu dizendo que, em um período em que se necessita mais de testemunhas do que de mestres, João Paulo II viveu até o fim sendo justamente “uma testemunha fiel”.

31 de março de 2013

Docat: Doutrina Social da Igreja Católica numa linguagem jovem

Docat: Doutrina Social da Igreja Católica numa linguagem jovem
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Depois do sucesso do Youcat (Catecismo para Jovens), está em fase final de tradução o "Youcat – Curso para o Crisma". Está em preparação também o "Docat". O nome é uma combinação do verbo inglês "fazer" e "Catecismo". O novo instrumento descreve, em 12 capítulos e numa linguagem jovem, a Doutrina Social da Igreja Católica e seu impacto nas áreas de trabalho, negócios, política, meio ambiente e paz.

O "Docat" terá o mesmo design gráfico e formato do Catecismo Jovem. Segundo o colaborador do projeto, Bonacker Marco, teólogo e Doutor em Ciências Sociais, "essa nova ferramenta também será baseada em perguntas e respostas, para que o jovem compreenda e se aproxime do que a Igreja ensina em sua Doutrina Social". 

Recentemente um grupo de jovens foi novamente convidado para durante um fim de semana fazer um teste sobre o que está sendo elaborado. A obra também conta com a colaboração e orientação do Arcebispo de Munique, Cardeal Reinhard Marx, e do especialista em assuntos sociais e político, Norbert Blüm.

Seguindo a proposta da Nova Evangelização, o "Docat" pretende recordar aos jovens que sua principal tarefa, enquanto cristãos em todo o mundo, é também encher de Fé, Esperança e Caridade, os espaços que foram sendo instrumentalizados, esvaziados de sentido e dignidade. 

A Igreja como mãe também pensa nas questões sociais, tem sempre algo importante para contribuir e naturalmente se preocupa com tudo o que deve ser bem ordenado para estar a serviço de todos. 

A Igreja não ficou em silêncio sobre os efeitos negativos da Revolução Industrial e da Urbanização, no que dizia respeito à violação da dignidade humana e dos direitos humanos e sociais. Diante disso ela trouxe ao mundo o seu olhar por meio de documentos como as Encíclicas "Rerum Novarum" do Papa Leão XIII, "Pacem in Terris" do Papa João XXIII. Bento XVI e João Paulo II também deixaram um bonito legado sobre o modo como a Igreja reflete o homem na sociedade. O Papa Francisco tem nos mostrado pouco a pouco que os seus passos seguirão também os dos seus antecessores, sobretudo no que diz respeito à presença no mundo de uma "Igreja chamada a sair de si mesma para ir às periferias, não só às geográficas, mas também às periferias existenciais: as do mistério do pecado, da dor, da injustiça, da ignorância e prescindência religiosa, do pensamento e toda miséria". 

O "Docat" pretende levar aos jovens numa linguagem dinâmica e atraente toda essa riqueza de ensinamentos sociais da Igreja Católica. A obra que será lançada pelo Youcat Center de Augsburg entre julho e outubro deste ano é originalmente alemã. O processo de concessão para os direitos de tradução e publicação é naturalmente lento. Sendo aprovado durante o curso do segundo semestre pelos órgãos competentes, provavelmente o "Docat" chegará ao Brasil em 2014.


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por Rádio Vaticano

30 de março de 2013

Jesus desceu mesmo à mansão dos mortos?

Jesus desceu mesmo à mansão dos mortos?
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Em silêncio esperamos a vitória!


"Que está acontecendo hoje? Um grande silêncio reina sobre a terra. Um grande silêncio e uma grande solidão. Um grande silêncio, porque o Rei está dormindo; a terra estremeceu e ficou silenciosa, porque o Deus feito homem adormeceu e acordou os que dormiam há séculos. Deus morreu na carne e despertou a mansão dos mortos. Ele vai, antes de tudo, à procura de Adão, nosso primeiro pai, a ovelha perdida. Faz questão de visitar os que estão mergulhados nas trevas e na sombra da morte. Deus e Seu Filho vão ao encontro de Adão e Eva, cativos, agora libertos dos sofrimentos.

O Senhor entrou onde eles estavam levando em suas mãos a arma da cruz vitoriosa. Quando Adão, nosso primeiro pai, o viu, exclamou para todos os demais, batendo no peito e cheio de admiração: “O meu Senhor está no meio de nós”. E Cristo respondeu a Adão: “E com teu espírito”. E tomando-o pela mão, disse: “Acorda, tu que dormes, levanta-te dentre os mortos, e Cristo te iluminará”. Eu sou o teu Deus, que por tua causa me tornei teu filho; por ti e por aqueles que nasceram de ti, agora digo, e com todo o meu poder, ordeno aos que estavam na prisão: ‘Saí!’; e aos que jaziam nas trevas: ‘Vinde para a luz!’; e aos entorpecidos: ‘Levantai-vos!’

Eu te ordeno: Acorda, tu que dormes, porque não te criei para permaneceres na mansão dos mortos. Levanta-te dentre os mortos; eu sou a vida dos mortos. Levanta-te, obra das minhas mãos; levanta-te, ó minha imagem, tu que foste criado à minha semelhança. Levanta-te, saiamos daqui; tu em mim e eu em ti, somos uma só e indivisível pessoa. Por ti, eu, o teu Deus, me tornei teu filho; por ti, eu, o Senhor, tomei tua condição de escravo. Por ti, eu, que habito no mais alto dos céus, desci à terra e fui até mesmo sepultado debaixo da terra; por ti, feito homem, tornei-me como alguém sem apoio, abandonado entre os mortos. Por ti, que deixaste o jardim do paraíso, ao sair de um jardim fui entregue aos judeus e num jardim, crucificado.

Vê em meu rosto os escarros que por ti recebi, para restituir-te o sopro da vida original. Vê na minha face às bofetadas que levei para restaurar, conforme a minha imagem, tua beleza corrompida. Vê em minhas costas as marcas dos açoites que suportei por ti para retirar de teus ombros o peso dos pecados. Vê minhas mãos fortemente pregadas à árvore da cruz, por causa de ti, como outrora estendeste levianamente as tuas mãos para a árvore do paraíso. Adormeci na cruz e por tua causa a lança penetrou no meu lado, como Eva surgiu do teu, ao adormeceres no paraíso. Meu lado curou a dor do teu lado. Meu sono vai arrancar-te do sono da morte. Minha lança deteve a lança que estava dirigida contra ti.

Levanta-te, vamos daqui. O inimigo te expulsou da terra do paraíso; eu, porém, já não te coloco no paraíso, mas num trono celeste. O inimigo afastou de ti a árvore, símbolo da vida; eu, porém, que sou a vida, estou agora junto de ti. Constituí anjos que, como servos, te guardassem; ordeno agora que eles te adorem como Deus, embora não sejas Deus. Está preparado o trono dos querubins, prontos e a postos os mensageiros, construído o leito nupcial, preparado o banquete, as mansões e os tabernáculos eternos adornados, abertos os tesouros de todos os bens e o reino dos céus preparado para ti desde toda a eternidade”.

De uma antiga Homilia no grande Sábado Santo
(PG43, 439.451.462-463) (Séc.IV).

O Catecismo da Igreja Católica nos ensina que: CRISTO DESCEU AOS INFERNOS

§632 – As frequentes afirmações do Novo Testamento segundo as quais Jesus “ressuscitou dentre os mortos” (1Cor 15,20) pressupõem, anteriormente à ressurreição, que este tenha ficado na Morada dos Mortos. Este é o sentido primeiro que a pregação apostólica deu à descida de Jesus aos Infernos: Jesus conheceu a morte como todos os seres humanos e com sua alma esteve com eles na Morada dos Mortos. Mas para lá  foi como Salvador, proclamando a boa notícia aos espíritos que ali estavam aprisionados.

§633 – A Escritura denomina a Morada dos Mortos, para a qual Cristo morto desceu de os Infernos, o Sheol ou o Hades.  Visto que os que lá se encontram estão privados da visão de Deus. Este é, com efeito, o estado de todos os mortos, maus ou justos, à espera do Redentor que não significa que a sorte deles seja idêntica, como mostra Jesus na parábola do pobre Lázaro recebido no “seio de Abraão”. “São precisamente essas almas santas, que esperavam seu Libertador no seio de Abraão, que Jesus libertou ao descer aos Infernos”. Jesus não desceu aos Infernos para ali libertar os condenados nem para destruir o Inferno da condenação, mas para libertar os justos que o haviam precedido.

§634 – “A Boa Nova foi igualmente anunciada aos mortos…” (1Pd 4,6). A descida aos Infernos é o cumprimento, até sua plenitude, do anúncio evangélico da salvação. É a fase última da missão messiânica de Jesus, fase condensada no tempo, mas imensamente vasta em sua significação real de extensão da obra redentora a todos os homens de todos os tempos e de todos os lugares, pois todos os que são salvos se tomaram participantes da Redenção.

§635 – Cristo desceu, portanto, no seio da terra, a fim de que “os mortos ouçam a voz do Filho de Deus e os que a ouvirem vivam” (Jo 5,25). Jesus, “o Príncipe da vida”, “destruiu pela morte o dominador da morte, isto é, O Diabo, e libertou os que passaram toda a vida em estado de servidão, pelo temor da morte” (Hb 2,5). A partir de agora, Cristo ressuscitado “detém a chave da morte e do Hades” (Ap 1,18), e “ao nome de Jesus todo joelho se dobra no Céu, na Terra e nos Infernos” (Fl 2,10).

Oração: Pai cheio de bondade, vosso Filho unigênito desceu à mansão dos mortos e dela surgiu vitorioso: concedei aos vossos fiéis, sepultados com ele no batismo, que, pela força de sua ressurreição, participem da vida eterna, com ele. Que convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo.

Em silêncio esperamos a vitória!

Fonte: Formação Canção Nova
Padre Luizinho, Missionário Canção Nova

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