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5 de abril de 2013

Como é o canto no Aleluia ou no Trato (Aclamação ao Evangelho)?

Como é o canto no Aleluia ou no Trato (Aclamação ao Evangelho)?
Blog Evangelizando!


A Aclamação ao Evangelho pode ser o Aleluia ou o Trato.

O Aleluia é parte do Próprio, variando conforme a Missa. Assim, o Lecionário traz um Aleluia para cada Missa do ano, do tempo, da circunstância. Pode-se rezar ou cantar, em polifonia, ou em melodia inspirada no gregoriano, ou em canto popular, esse Aleluia do Lecionário. Ou cantar em gregoriano o Aleluia previsto no Gradual, ou uma polifonia com essa letra. Todavia, diferentemente das antífonas, por ser parte da Liturgia da Palavra, e por ser uma preparação ao Evangelho, tendo a mesma mensagem dele, ele não pode ser alterado. Embora parte do Próprio, ele não pode ser alterado. Quer cantar? Cante, mas cante o que está no Lecionário ou no Gradual. Não interessa se outra coisa está "no folheto". Folheto não é documento da Igreja! O Aleluia não é o momento para meros "cantos de aclamação ao Evangelho". Assim, o "Aleluia, a minh'alma abrirei..." ou o "Buscai primeiro o Reino de Deus..." e outros, por mais belos que sejam, não cabem no Aleluia.

Na Quaresma, o Aleluia é substituído pelo Trato, mas as regras são as mesmas.

Vejamos o que diz a IGMR!

62. Depois da leitura, que precede imediatamente o Evangelho, canta-se o Aleluia ou outro cântico, indicado pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico. Deste modo a aclamação constitui um rito ou um acto com valor por si próprio, pelo qual a assembleia dos fiéis acolhe e saúda o Senhor, que lhe vai falar no Evangelho, e professa a sua fé por meio do canto. É cantada por todos de pé, iniciada pela schola ou por um cantor, e pode-se repetir, se for conveniente; mas o versículo é cantado pela schola ou pelo cantor.

a) O Aleluia canta-se em todos os tempos fora da Quaresma. Os versículos tomam-se do Leccionário ou do Gradual;

b) Na Quaresma, em vez do Aleluia canta-se o versículo antes do Evangelho que vem no Leccionário. Também se pode cantar outro salmo ou tracto, como se indica no Gradual.

63. No caso de haver uma só leitura antes do Evangelho:

a) nos tempos em que se diz Aleluia, pode escolher-se ou o salmo aleluiático, ou o salmo e o Aleluia com o seu versículo;

b) no tempo em que não se diz Aleluia, pode escolher-se ou o salmo e o versículo antes do Evangelho ou apenas o salmo.

c) O Aleluia ou o versículo antes do Evangelho, se não são cantados, podem omitir-se.

64. A sequência, que excepto nos dias da Páscoa e do Pentecostes é facultativa, canta-se depois do Aleluia.

Fonte: Salvem a Liturgia

4 de abril de 2013

Desculpas aos leitores do blog evangelizando

Desculpas aos leitores do blog evangelizando

Blog Evangelizando!

Iury Albino - Administrador do blog Evangelizando

Olá amigos, eu como único administrador e criador de conteúdo do blog evangelizando, peço-vos desculpas pelo blog, não está sendo atualizado, podemos perceber que o blog era atualizado todos os dias, muitas vezes a cada hora tinha uma nova postagem, assim podermos também perceber que o blog teve nos últimos dias uma desaceleração de postagens, ou seja, o blog não esta sendo atualizado todos os dias, pois não tenho somente o blog evangelizando para administrar.

Tenho também um site da paroquia onde resido e deve também ser atualizado, tenho também a página relacionada ao blog evangelizando que criei para também evangelizar, tenho também os meus estudos de formação para amadurecimento na fé católica, também tenho minhas orações e minha vida pessoal que também é voltada para Igreja de Cristo, assim meus irmãos e amigos, não tenho muito tempo para atualizar o blog, pois estou sozinho na criação de conteúdo de noticias, formações e outras coisas que constituem o blog, assim sendo pessoa a vocês que não deixem de visitar o blog e divulga-lo, pois não quero para de evangelizar principalmente neste meio de comunicação, onde a Boa Noticia de Jesus Cristo se espalha tão rápido através de muitos cliques, o blog está ai não vai parar sempre que puder estarei colocando informações sobre noticias e formações.

Desculpas aos leitores do blog evangelizando

Amigos também vos peço que reze por este apostolado, que criei para evangelizar é sempre bom as orações dos amigos, que nos ajudam a continuar pela força da intercessão que vem do alto suplicada por nós à sempre evangelizar e nunca desistir daquilo que muitas só está começando, é isto o Blog Evangelizando só está começando, ainda tem muita coisa para ser publicada.

Irmãos aqueles que por alguma forma querem nos ajudar a evangelizar através deste blog, com formações ou algumas noticiais sobre e relacionada a Igreja Católica, eu vos peço nos ajude mandando as suas noticiais, formações ou até mesmo algo ou movimento que possa está acontecendo em sua paroquia, por isso que foi criado este blog com o seguinte no "EVANGELIZANDO", pois com esse nome podemos evangelizar de variais e varias noticias como digo até mesmo da sua paroquia, por isso nos ajudar, você que está vendo está postagem, pode ser um padre, um leigo, um consagrado, alguém de alguma ordem religiosa que se interessar em nos ajudar mande para este e-mail de contato as suas formações e noticias: blogevangelizando@hotmail.com, aqui desejo paz e muito esperança para todos e tenham uma Feliz Pascal.

3 de abril de 2013

Barrete

Barrete

Blog Evangelizando!


Barrete

O barrete é um objeto quadrangular provido geralmente de 3 palas e quase sempre de um pompom. Sua cor varia de acordo com o clérigo, podendo ser usado por todos. O barrete tem uma representação de autoridade. Ao pronunciar uma sentença, por exemplo, os juízes na antiguidade utilizavam o barrete. Os doutores (acadêmicos) utilizam o barrete em funções solenes. O padre, durante a confissão, utilizava obrigatoriamente o barrete para simbolizar exatamente que era ele em posição de Juiz que estava absolvendo o penitente. Nas funções litúrgicas, igualmente, para demonstrar a função de autoridade, junto com os outros clérigos. Ainda hoje é profundamente recomendável que o padre faça uso do barrete no exercício de suas funções. Ao lado temos a representação de um barrete tradicional: ao lado destacamos as palas, em número de três; ao lado destaca-se o pompom ao centro e pode-se ver com maior precisão as três palas (o lado sem pala é o da orelha esquerda) . Também vemos o solidéu, este consta de oito partes costuradas entre si com uma pequena proeminência. Barrete e solidéu tem a sua cor definida de acordo com o clérigo.

Cores e Hierarquia

O barrete é preto com borla preta para os padres e diáconos, Para os monsenhores Capelães de Sua Santidade, Prelados de Honra e Protonatários Supranumerários é munido de borla violeta. Para os Protonatários Numerários deve possuir borla vermelha. Os bispos usam barrete violeta. Os cardeais usam barrete todo vermelho e sem borla. O papa, embora esteja em desuso, faz uso do barrete branco. Ao lado temos um barrete de monsenhor, abaixo um cardinalício (detalhe para a ausência de borla) e um episcopal.

Uso durante as celebrações

Como a mitra, é retirado durante várias partes da celebração, : nas preces introdutórias, nas orações presidenciais, nos hinos quando são cantados de pé, durante o evangelho, a oração dos fiéis, o credo e toda a liturgia eucarística, desde depois de receber os dons até retomando-o após a oração após a comunhão. Diferentemente da mitra, não se usa barrete para dar a bênção final ou oração sobre o povo, seja na missa seja fora dela. O barrete pode ser usado com as vestes corais (nas quais é obrigatório), com casula ou pluvial, ou ainda apenas com estola para o sacramento da confissão. Abaixo temos um bispo em vestes corais que faz uso do barrete violeta, um cardeal que usa barrete vermelho com o pluvial e um padre que ouve as leituras da missa usando barrete preto. Quando se usa mitra, não se faz uso do barrete.

Uso fora das celebrações
O uso do barrete também pode dar-se fora das celebrações, podendo acompanhar a batina, mormente quando usa-se mantel.

Fonte: Salve a Liturgia

2 de abril de 2013

2 de abril: oito anos sem João Paulo II

2 de abril: oito anos sem João Paulo II
Blog Evangelizando!

Da Redação, com Rádio Vaticano


João Paulo II, considerado um dos maiores Papas da história, morreu aos 84 anos

Nesta terça-feira, 2, recordam-se os oitos anos de falecimento do Papa João Paulo II, que foi beatificado seis anos depois, em 1º de maio de 2011, pelo então Papa Bento XVI. 

Foi Papa João Paulo II que nomeou bispo, em 1992, o Cardeal Jorge Mario Bergoglio, atual Papa, e o criou cardeal em 2001.

Quando João Paulo II foi beatificado, o então arcebispo de Buenos Aires celebrou a Santa Missa na Catedral da cidade para recordá-lo e dele destacou a frase “não tenham medo”. 

João Paulo II não teve medo, “porque viveu a sua vida ao Senhor Ressuscitado”, foi o que disse Cardeal Bergoglio na ocasião. “A coragem, a firmeza que nos dá a Ressurreição de Cristo, a serenidade de sermos perdoados através da misericórdia remove em nós o medo.” 

Em outra Missa celebrada em memória do Beato dois dias após sua morte, o então Cardeal Bergoglio destacou a testemunha coerente do Senhor que foi João Paulo II.  Na época, Cardeal Bergoglio concluiu dizendo que, em um período em que se necessita mais de testemunhas do que de mestres, João Paulo II viveu até o fim sendo justamente “uma testemunha fiel”.

31 de março de 2013

Docat: Doutrina Social da Igreja Católica numa linguagem jovem

Docat: Doutrina Social da Igreja Católica numa linguagem jovem
Blog Evangelizando!


Depois do sucesso do Youcat (Catecismo para Jovens), está em fase final de tradução o "Youcat – Curso para o Crisma". Está em preparação também o "Docat". O nome é uma combinação do verbo inglês "fazer" e "Catecismo". O novo instrumento descreve, em 12 capítulos e numa linguagem jovem, a Doutrina Social da Igreja Católica e seu impacto nas áreas de trabalho, negócios, política, meio ambiente e paz.

O "Docat" terá o mesmo design gráfico e formato do Catecismo Jovem. Segundo o colaborador do projeto, Bonacker Marco, teólogo e Doutor em Ciências Sociais, "essa nova ferramenta também será baseada em perguntas e respostas, para que o jovem compreenda e se aproxime do que a Igreja ensina em sua Doutrina Social". 

Recentemente um grupo de jovens foi novamente convidado para durante um fim de semana fazer um teste sobre o que está sendo elaborado. A obra também conta com a colaboração e orientação do Arcebispo de Munique, Cardeal Reinhard Marx, e do especialista em assuntos sociais e político, Norbert Blüm.

Seguindo a proposta da Nova Evangelização, o "Docat" pretende recordar aos jovens que sua principal tarefa, enquanto cristãos em todo o mundo, é também encher de Fé, Esperança e Caridade, os espaços que foram sendo instrumentalizados, esvaziados de sentido e dignidade. 

A Igreja como mãe também pensa nas questões sociais, tem sempre algo importante para contribuir e naturalmente se preocupa com tudo o que deve ser bem ordenado para estar a serviço de todos. 

A Igreja não ficou em silêncio sobre os efeitos negativos da Revolução Industrial e da Urbanização, no que dizia respeito à violação da dignidade humana e dos direitos humanos e sociais. Diante disso ela trouxe ao mundo o seu olhar por meio de documentos como as Encíclicas "Rerum Novarum" do Papa Leão XIII, "Pacem in Terris" do Papa João XXIII. Bento XVI e João Paulo II também deixaram um bonito legado sobre o modo como a Igreja reflete o homem na sociedade. O Papa Francisco tem nos mostrado pouco a pouco que os seus passos seguirão também os dos seus antecessores, sobretudo no que diz respeito à presença no mundo de uma "Igreja chamada a sair de si mesma para ir às periferias, não só às geográficas, mas também às periferias existenciais: as do mistério do pecado, da dor, da injustiça, da ignorância e prescindência religiosa, do pensamento e toda miséria". 

O "Docat" pretende levar aos jovens numa linguagem dinâmica e atraente toda essa riqueza de ensinamentos sociais da Igreja Católica. A obra que será lançada pelo Youcat Center de Augsburg entre julho e outubro deste ano é originalmente alemã. O processo de concessão para os direitos de tradução e publicação é naturalmente lento. Sendo aprovado durante o curso do segundo semestre pelos órgãos competentes, provavelmente o "Docat" chegará ao Brasil em 2014.


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por Rádio Vaticano

30 de março de 2013

Jesus desceu mesmo à mansão dos mortos?

Jesus desceu mesmo à mansão dos mortos?
Blog Evangelizando!

Em silêncio esperamos a vitória!


"Que está acontecendo hoje? Um grande silêncio reina sobre a terra. Um grande silêncio e uma grande solidão. Um grande silêncio, porque o Rei está dormindo; a terra estremeceu e ficou silenciosa, porque o Deus feito homem adormeceu e acordou os que dormiam há séculos. Deus morreu na carne e despertou a mansão dos mortos. Ele vai, antes de tudo, à procura de Adão, nosso primeiro pai, a ovelha perdida. Faz questão de visitar os que estão mergulhados nas trevas e na sombra da morte. Deus e Seu Filho vão ao encontro de Adão e Eva, cativos, agora libertos dos sofrimentos.

O Senhor entrou onde eles estavam levando em suas mãos a arma da cruz vitoriosa. Quando Adão, nosso primeiro pai, o viu, exclamou para todos os demais, batendo no peito e cheio de admiração: “O meu Senhor está no meio de nós”. E Cristo respondeu a Adão: “E com teu espírito”. E tomando-o pela mão, disse: “Acorda, tu que dormes, levanta-te dentre os mortos, e Cristo te iluminará”. Eu sou o teu Deus, que por tua causa me tornei teu filho; por ti e por aqueles que nasceram de ti, agora digo, e com todo o meu poder, ordeno aos que estavam na prisão: ‘Saí!’; e aos que jaziam nas trevas: ‘Vinde para a luz!’; e aos entorpecidos: ‘Levantai-vos!’

Eu te ordeno: Acorda, tu que dormes, porque não te criei para permaneceres na mansão dos mortos. Levanta-te dentre os mortos; eu sou a vida dos mortos. Levanta-te, obra das minhas mãos; levanta-te, ó minha imagem, tu que foste criado à minha semelhança. Levanta-te, saiamos daqui; tu em mim e eu em ti, somos uma só e indivisível pessoa. Por ti, eu, o teu Deus, me tornei teu filho; por ti, eu, o Senhor, tomei tua condição de escravo. Por ti, eu, que habito no mais alto dos céus, desci à terra e fui até mesmo sepultado debaixo da terra; por ti, feito homem, tornei-me como alguém sem apoio, abandonado entre os mortos. Por ti, que deixaste o jardim do paraíso, ao sair de um jardim fui entregue aos judeus e num jardim, crucificado.

Vê em meu rosto os escarros que por ti recebi, para restituir-te o sopro da vida original. Vê na minha face às bofetadas que levei para restaurar, conforme a minha imagem, tua beleza corrompida. Vê em minhas costas as marcas dos açoites que suportei por ti para retirar de teus ombros o peso dos pecados. Vê minhas mãos fortemente pregadas à árvore da cruz, por causa de ti, como outrora estendeste levianamente as tuas mãos para a árvore do paraíso. Adormeci na cruz e por tua causa a lança penetrou no meu lado, como Eva surgiu do teu, ao adormeceres no paraíso. Meu lado curou a dor do teu lado. Meu sono vai arrancar-te do sono da morte. Minha lança deteve a lança que estava dirigida contra ti.

Levanta-te, vamos daqui. O inimigo te expulsou da terra do paraíso; eu, porém, já não te coloco no paraíso, mas num trono celeste. O inimigo afastou de ti a árvore, símbolo da vida; eu, porém, que sou a vida, estou agora junto de ti. Constituí anjos que, como servos, te guardassem; ordeno agora que eles te adorem como Deus, embora não sejas Deus. Está preparado o trono dos querubins, prontos e a postos os mensageiros, construído o leito nupcial, preparado o banquete, as mansões e os tabernáculos eternos adornados, abertos os tesouros de todos os bens e o reino dos céus preparado para ti desde toda a eternidade”.

De uma antiga Homilia no grande Sábado Santo
(PG43, 439.451.462-463) (Séc.IV).

O Catecismo da Igreja Católica nos ensina que: CRISTO DESCEU AOS INFERNOS

§632 – As frequentes afirmações do Novo Testamento segundo as quais Jesus “ressuscitou dentre os mortos” (1Cor 15,20) pressupõem, anteriormente à ressurreição, que este tenha ficado na Morada dos Mortos. Este é o sentido primeiro que a pregação apostólica deu à descida de Jesus aos Infernos: Jesus conheceu a morte como todos os seres humanos e com sua alma esteve com eles na Morada dos Mortos. Mas para lá  foi como Salvador, proclamando a boa notícia aos espíritos que ali estavam aprisionados.

§633 – A Escritura denomina a Morada dos Mortos, para a qual Cristo morto desceu de os Infernos, o Sheol ou o Hades.  Visto que os que lá se encontram estão privados da visão de Deus. Este é, com efeito, o estado de todos os mortos, maus ou justos, à espera do Redentor que não significa que a sorte deles seja idêntica, como mostra Jesus na parábola do pobre Lázaro recebido no “seio de Abraão”. “São precisamente essas almas santas, que esperavam seu Libertador no seio de Abraão, que Jesus libertou ao descer aos Infernos”. Jesus não desceu aos Infernos para ali libertar os condenados nem para destruir o Inferno da condenação, mas para libertar os justos que o haviam precedido.

§634 – “A Boa Nova foi igualmente anunciada aos mortos…” (1Pd 4,6). A descida aos Infernos é o cumprimento, até sua plenitude, do anúncio evangélico da salvação. É a fase última da missão messiânica de Jesus, fase condensada no tempo, mas imensamente vasta em sua significação real de extensão da obra redentora a todos os homens de todos os tempos e de todos os lugares, pois todos os que são salvos se tomaram participantes da Redenção.

§635 – Cristo desceu, portanto, no seio da terra, a fim de que “os mortos ouçam a voz do Filho de Deus e os que a ouvirem vivam” (Jo 5,25). Jesus, “o Príncipe da vida”, “destruiu pela morte o dominador da morte, isto é, O Diabo, e libertou os que passaram toda a vida em estado de servidão, pelo temor da morte” (Hb 2,5). A partir de agora, Cristo ressuscitado “detém a chave da morte e do Hades” (Ap 1,18), e “ao nome de Jesus todo joelho se dobra no Céu, na Terra e nos Infernos” (Fl 2,10).

Oração: Pai cheio de bondade, vosso Filho unigênito desceu à mansão dos mortos e dela surgiu vitorioso: concedei aos vossos fiéis, sepultados com ele no batismo, que, pela força de sua ressurreição, participem da vida eterna, com ele. Que convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo.

Em silêncio esperamos a vitória!

Fonte: Formação Canção Nova
Padre Luizinho, Missionário Canção Nova

29 de março de 2013

O Caminho da Via-sacra

O Caminho da Via-sacra
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Via-Sacra, momento de profunda espiritualidade e reflexão, onde meditamos as estações dos últimos passos de Jesus na terra, este caminho até o calvário, onde Jesus será crucificado pelas mesmas pessoas com os recebeu em Jerusalém.

Jesus Cristo, um jovem pregador que tinha tanto amor, morreu crucificado por nos ensinar a verdade, levando em morte de cruz o maior fardo que se pode carregar: Os pecados de toda a humanidade.

Maria vossa Santa Mãe, por eleição de Deus nosso Pai, concedeu a Virgem Maria ser nossa Mãe, ela que chorou aos pés da cruz por nós seus filhos, assim como Maria neste tempo profundo da Igreja Católica, possamos também meditar e contemplar a face de Cristo que pela cruz nos libertou da escravidão do pecado.

Diante de todo o peso da cruz, por causa de nossos pecados, Jesus não desistiu, pois queria nos revelar o seu Grandioso Amor, a sua misericórdia, a sua compaixão para conosco, quis nos revelar o quanto Deus nos ama.

O Caminho da Via-sacra, onde podemos perceber e também sentir juntos: A dor, o sofrimento, a angustia, o choro, o peso, mais diante de tudo isso podemos também perceber e sentir juntos algo que supera tudo isso: O Amor de Deus que salva, então lhe convido hoje a sentir com o coração a grandeza do Amor de Deus por você.

Tenha uma ótima meditação e reflexão daquilo que Jesus passou por você e por toda a humanidade e depois desta meditação e reflexão dos últimos passou de Jesus, responda em seu coração a estás sinceras perguntas: Qual é o caminho que estou percorrendo? Será que é o mesmo de caminho de Jesus? Qual é a minha Via-sacra?

Iury Albino - Administrador do blog Evangelizando

28 de março de 2013

QUINTA-FEIRA-SANTA: INSTITUÇÃO DA EUCARISTIA

QUINTA-FEIRA-SANTA: INSTITUÇÃO DA EUCARISTIA

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A liturgia de Quinta-feira Santa é riquíssima de conteúdo. É o dia grande da instituição da Sagrada Eucaristia, dom do Céu para os homens; o dia da instituição do sacerdócio, nova prenda divina que assegura a presença real e actual do Sacrifício do Calvário em todos os tempos e lugares, tornando possível que nos apropriemos dos seus frutos. 

Aproximava-se o momento em que Jesus ia oferecer a Sua vida pelos homens. Era tão grande o Seu amor, que na Sua Sabedoria infinita encontrou modo de ir e de ficar, ao mesmo tempo. São Jose maria Escrivá, ao considerar o comportamento dos que se vêm obrigados a deixar a família e a casa, para ganhar o sustento noutras paragens, comenta que o amor do homem recorre a um símbolo: os que se despedem trocam uma recordação, talvez uma fotografia... Jesus Cristo, perfeito Deus e perfeito Homem, não deixa um símbolo, mas a realidade: fica Ele próprio. Irá para o Pai, mas permanecerá com os homens. Sob as espécies do pão e do vinho está Ele, realmente presente: com o seu Corpo, o seu Sangue, a sua Alma e a Sua Divindade. 

Como corresponderemos a esse amor imenso? Assistindo com fé e devoção à Santa Missa, memorial vivo e actual do Sacrifício do Calvário. Preparando-nos muito bem para comungar, com a alma bem limpa. Visitando com frequência Jesus oculto no Sacrário. 

Na primeira leitura da Missa, recorda-se-nos o que Deus estabeleceu no Velho Testamento, para que o povo israelita não esquecesse os benefícios recebidos. Descendo a muitos detalhes: desde como devia ser o cordeiro pascal, até aos pormenores que tinham que cuidar para recordar o trânsito do Senhor. Se isso se prescrevia para comemorar uns factos, que eram apenas uma imagem da libertação do pecado operada por Jesus Cristo, como deveríamos comportar-nos agora, quando fomos verdadeiramente resgatados da escravidão do pecado e feitos filhos de Deus! 

É esta a razão pela qual a Igreja nos inculca um grande esmero em tudo o que se refere à Eucaristia. Assistimos ao Santo Sacrifício todos os Domingos e festas de guarda, sabendo que estamos a participar numa acção divina? 

São João relata que Jesus lavou os pés aos discípulos, antes da Última Ceia. Temos que estar limpos, na alma e no corpo, para nos aproximamos a recebê-Lo com dignidade. Para isso deixou-nos o sacramento da Penitência. 

Comemoramos também a instituição do sacerdócio. É um bom momento para rezar pelo Papa, pelos Bispos, pelos sacerdotes e para pedir que haja muitas vocações no mundo inteiro. Pedi-lo-emos melhor na medida em que tenhamos mais convívio com esse nosso Jesus, que instituiu a Eucaristia e o Sacerdócio. Vamos dizer com total sinceridade, o que repetia São Jose maria Escrivá: Senhor, põe no meu coração o amor com que queres que Te ame. 

Na cena de hoje não aparece fisicamente a Virgem Maria, embora se encontrasse em Jerusalém naqueles dias; encontramo-la de manhã ao pé da Cruz. Mas já hoje, com a Sua presença discreta e silenciosa, acompanha muito de perto o Seu Filho, em profunda união de oração, de sacrifício e de entrega. João Paulo II assinala que, depois da Ascensão do Senhor ao Céu, participaria assiduamente nas celebrações eucarísticas dos primeiros cristãos. E acrescenta o Papa: aquele corpo entregue como sacrifício e presente nos sinais sacramentais, era o mesmo corpo concebido no Seu seio! Receber a Eucaristia devia significar, para Maria, como se acolhesse de novo no Seu seio o coração que tinha batido em uníssono com o Seu (Ecclesia de Eucharistia, 56). 

Também agora a Virgem Maria acompanha Cristo em todos os sacrários da terra. Pedimos-Lhe que nos ensine a ser almas de Eucaristia, homens e mulheres de fé segura e de piedade rija, que se esforçam por não deixar Jesus sozinho. Que saibamos adorá-Lo, pedir-Lhe perdão, agradecer os Seus benefícios, fazer-Lhe companhia. 

Meditações do Prelado do Opus Dei sobre a Semana Santa - Salvem a Liturgia 

Com esse texto, quero desejar uma ótima Semana Santa.




27 de março de 2013

QUARTA-FEIRA SANTA: JUDAS ATRAIÇOA JESUS

QUARTA-FEIRA SANTA: JUDAS ATRAIÇOA JESUS
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Na Quarta-feira Santa recordamos a triste história de Judas que foi Apóstolo de Cristo. Assim o relata São Mateus no seu Evangelho: Um dos doze, que se chamava Judas Iscariotes, foi ter com os príncipes dos sacerdotes e disse-lhes: "Que me quereis dar e eu vo-Lo entregarei?". Eles prometeram dar-lhe trinta moedas de prata. E desde então, buscava oportunidade para O entregar.

Porque recorda a Igreja este acontecimento? Para que nos demos conta de que todos podemos comportar-nos como Judas. Para que peçamos ao Senhor que, da nossa parte, não haja traições, nem afastamentos, nem abandonos. Não somente pelas consequências negativas que isto poderia trazer às nossas vidas pessoais, que já seria muito, mas porque poderíamos arrastar outros, que necessitam da ajuda do nosso bom exemplo, do nosso alento, da nossa amizade.

Nalguns locais da América, as imagens de Cristo crucificado mostram uma chaga profunda na face esquerda do Senhor. E dizem que essa chaga representa o beijo de Judas. Tão grande é a dor que os nossos pecados causam a Jesus! Digamos-Lhe que desejamos ser-Lhe fiéis; que não queremos vendê-Lo — como Judas — por trinta moedas, por uma ninharia, que é isso que são todos os pecados: a soberba, a inveja, a impureza, o ódio, o ressentimento... Quando uma tentação ameace arrojar-nos pelo chão, pensemos que não compensa trocar a felicidade dos filhos de Deus, que é o que somos, por um prazer que acaba logo a seguir e deixa o sabor amargo da derrota e da infidelidade.

Temos que sentir o peso da Igreja e de toda a humanidade. Não é formidável saber que qualquer de nós pode ter influência no mundo inteiro? No lugar onde estamos, realizando bem o nosso trabalho, cuidando da família, servindo os amigos, podemos ajudar na felicidade de tantas pessoas. Como escreve São Josemaria Escrivá, com o cumprimento dos nossos deveres cristãos, temos que ser como a pedra caída no lago. — Produz, com o teu exemplo e com a tua palavra, um primeiro círculo... e depois outro, e outro... e outro, e outro. .. Até chegar aos lugares mais remotos.

Vamos pedir ao Senhor que não O atraiçoemos mais; que saibamos recusar, com a Sua graça, as tentações que o demónio nos apresenta, enganando-nos. Temos que dizer que não, decididamente, a tudo o que nos afaste de Deus. Assim não se repetirá na nossa vida a desgraçada história de Judas.

E se nos sentimos débeis, corramos ao Santo Sacramento da Penitência! Ali espera-nos o Senhor, como o pai da parábola do filho pródigo, para nos dar um abraço e nos oferecer a Sua amizade. Sai continuamente ao nosso encontro, ainda que tenhamos caído baixo, muito baixo. É sempre tempo de regressar a Deus! Não reajamos com desânimo, nem com pessimismo. Não pensemos: que vou eu fazer, se sou um cúmulo de misérias? Maior é a misericórdia de Deus! Que vou eu fazer, se caio uma e outra vez pela minha debilidade? Maior é o poder de Deus, para nos levantar das nossas quedas!

Grandes foram os pecados de Judas e de Pedro. Os dois atraiçoaram o Mestre; um entregando-O nas mãos dos perseguidores, outro renegando-O três vezes. E, no entanto, que diferente reacção teve cada um deles! Para os dois guardava o Senhor torrentes de misericórdia.

Pedro arrependeu-se, chorou o seu pecado, pediu perdão e foi confirmado por Cristo na fé e no amor; com o tempo, chegaria a dar a vida por Nosso Senhor. Judas, pelo contrário, não confiou na misericórdia de Cristo. Até ao último momento teve abertas as portas do perdão de Deus, mas não quis entrar por elas mediante a penitência.

Na sua primeira encíclica, João Paulo II fala do direito de Cristo a encontrar-Se com cada um de nós naquele momento chave da vida da alma, que é o momento da conversão e do perdão (Redemptor hominis, 20). Não privemos Jesus desse direito! Não retiremos a Deus Pai a alegria de nos dar o abraço de boas-vindas! Não contristemos o Espírito Santo, que deseja devolver às almas a vida sobrenatural!

Peçamos a Santa Maria, Esperança dos cristãos, que não permita que desanimemos diante dos nossos erros e pecados, quiçá repetidos. Que nos alcance do Seu Filho a graça da conversão, o desejo eficaz de recorrer — humildes e contritos — à Confissão, sacramento da misericórdia divina, começando e recomeçando sempre que for preciso.

Meditações do Prelado do Opus Dei sobre a Semana Santa - (Salvem a Liturgia)

26 de março de 2013

Oração do Pai-nosso: Estrutura

Oração do Pai nosso: Estrutura
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Olá amigos quero em duas publicações explicar um pouco sobre a oração do Pai nosso, a oração que o próprio Deus nos ensinou. Nesta primeira publicação, vamos ver um pouco da estrutura desta oração, quais são os perdidos que por ela fazemos a Deus e as necessidades que também apresentamos a Deus através desta belíssima oração.


1° Parte
Pai nosso que estais no céu
Santificado seja o teu nome
Venha a nós o teu reino
Seja feita a tua vontade assim na terra como no céu

2° Parte
O pão nosso de cada dia nos- dai hoje Perdoai-nos as nossa ofensas Assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido E não nos deixeis cair em tentação mas livrai-nos do mal amém


      “Um Dia Jesus estava rezando num certo lugar. Quando terminou, um dos discípulos lhe pediu: ‘Senhor, ensina-nos a rezar como João ensinou a seus discípulos’. Ele lhes disse: ‘Quando rezardes, dizei: Pai...”’(Lc 11,1-2). O Pai-nosso não é uma oração a mais entre muitas outras. É a oração dos discípulos de Jesus. A oração que o Mestre ensinou e deixou como distintivo de seus seguidores. Nela podemos descobrir os desejos mais íntimos de Jesus e suas aspirações mais profundas.

        Por isso não é de estranhar que os cristãos sempre tenham considerado o Pai-nosso como uma síntese do Evangelho. Tertuliano o chamava Breviarium totius Evangelii. No Pai-nosso encontramos o ensinamento nuclear de Jesus, sua mensagem de salvação, seu programa de vida. Nele está condensado em poucas palavras o Evangelho de Jesus Cristo e traduzido à linguagem vital da oração. Se compreendermos bem seu conteúdo e sua aspiração compreenderemos também a mensagem mais original de Jesus e seu Espírito  mais profundo.

        Sua estrutura é simples. Começa com uma invocação que indica com clareza a quem é dirigida a oração: “Pai nosso que estás no céu”. Seguem-se duas partes bem definidas que convém distinguir, pois marcam duas atitudes básicas no orante.


Na primeira parte são feitos três pedidos que vêm expressos no subjuntivo. São formulas breves – “Santificado seja”, “venha”, “seja feita” – que encerram três grandes desejos centrados em Deus: seu nome, seu reino, sua vontade. Na segunda parte, ao contrário, encontramos quatro pedidos em forma imperativa, que é o próprio da oração de petição. São fórmulas mais longas que estão centradas agora nas necessidades do ser humano: “Dá-nos o pão”, “perdoa-nos as nossas ofensas”, “não nos deixes cair em tentação”, “livra-nos do mal”.

Portanto, na primeira parte, a atenção se dirige ao próprio Deus. O orante lhe exprime seus três grandes desejos: que esse nome de “Pai” seja glorificado, que seu reino venha estabelecer-se no mundo, que se torne o quanto antes realidade sua vontade de salvar a humanidade. Na segunda parte o olhar se volta para a vida concreta dos seres humanos para fazer a Deus quatro pedidos vitais. Nossa vida é frágil, está ameaçada pela força do mal e exposta a perigos permanentes. O orante confia ao Pai a existência concreta dos seres humanos para pedir-lhe pão, perdão, ajuda diante da tentação e libertação do mal.
         Essas duas partes do pai-nosso nunca devem ser separadas, pois formam uma só oração. É o próprio orante que se dirige ao Pai do céu. Primeiro, para expressar-lhe seus desejos ardentes de ver realizada a obra salvífica do Pai. Depois, para apresentar-lhe as necessidades mais urgentes da humanidade. Os desejos sublimes da primeira parte serão realidade quando o ser humano encontrar resposta concreta para sua necessidade de ser salvo da precariedade do pecado e do mal. 

Resumo do Livro Pai-nosso (Orar com o Espirito de Jesus)


25 de março de 2013

O Cardeal Piacenza cai durante a missa Papal do Domingo de Ramos

O Cardeal Piacenza cai durante a missa Papal do Domingo de Ramos

Blog Evangelizando!


Ao sentir tonturas, o Cardeal Piacenza sofreu uma queda ontem junto com a cadeira onde estava, durante a Missa papal do Domingo de Ramos quando assistiu ao trono como cardeal-diácono. Já é algo recorrente: em outras celebrações na Ligúria, ele passou mal por oscilações na pressão arterial.

Segundo informações dadas pelo Hospital Gemelli, no qual está internado na unidade de terapia intensiva cardiológica, a situação de saúde do Cardeal é tranquila e está sob cuidados médicos como precaução.

Cardeal Piacenza, 69 anos, confirmado "até se mandar o contrário" como Prefeito da Congregação para o Clero e para a Educação Católica, é um dos cogitados para chefiar a Secretaria de Estado no novo pontificado.

Com informações da "Vatican Insider".
Créditos da imagem: AFP


Da Redação: Blog Evangelizando

Anunciação do Senhor

Anunciação do Senhor

Blog Evangelizando!


Neste dia, a Igreja festeja solenemente o anúncio da Encarnação do Filho de Deus. O tema central desta grande festa é o Verbo Divino que assume nossa natureza humana, sujeitando-se ao tempo e espaço.

Hoje é o dia em que a eternidade entra no tempo ou, como afirmou o Papa São Leão Magno: "A humildade foi assumida pela majestade; a fraqueza, pela força; a mortalidade, pela eternidade."

Com alegria contemplamos o mistério do Deus Todo-Poderoso, que na origem do mundo cria todas as coisas com sua Palavra, porém, desta vez escolhe depender da Palavra de um frágil ser humano, a Virgem Maria, para poder realizar a Encarnação do Filho Redentor:

"No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia, chamada Nazaré, a uma virgem e disse-lhe: ‘Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo.’ Não temas , Maria, conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus. Maria perguntou ao anjo: ‘Como se fará isso, pois não conheço homem?’ Respondeu-lhe o anjo:’ O Espírito Santo descerá sobre ti. Então disse Maria: ‘Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tu palavra’" (cf. Lc 1,26-38).

Sendo assim, hoje é o dia de proclamarmos: "E o Verbo se fez carne e habitou entre nós" (Jo 1,14a). E fazermos memória do início oficial da Redenção de TODOS, devido à plenitude dos tempos. É o momento histórico, em que o SIM do Filho ao Pai precedeu o da Mãe: "Então eu disse: Eis que venho (porque é de mim que está escrito no rolo do livro), venho, ó Deus, para fazer a tua vontade" (Hb 10,7). Mas não suprimiu o necessário SIM humano da Virgem Santíssima.

Cumprindo desta maneira a profecia de Isaías: "Por isso, o próprio Senhor vos dará um sinal: uma virgem conceberá e dará à luz um filho, e o chamará Deus Conosco" (Is 7,14). Por isso rezemos com toda a Igreja:

"Ó Deus, quisestes que vosso Verbo se fizesse homem no seio da Virgem Maria; dai-nos participar da divindade do nosso Redentor, que proclamamos verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Por nosso Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo".

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