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9 de janeiro de 2013

Campanha da Fraternidade será lançada em Natal no dia 13 de fevereiro

 Blog Evangelizando!

"Dentro do sentido de acolher, está o valorizar, o respeitar o jovem que vive nesta situação de mudança de época e isso não pode ser esquecido", destacou dom Eduardo.


Será lançada no dia 13 de fevereiro, quarta-feira de cinzas, mais uma edição da Campanha da Fraternidade (CF). Esse ano o tema será "Fraternidade e Juventude" e o lema "Eis-me aqui, envia-me!" (Is 6,8).

Após 21 anos da Campanha da Fraternidade de 1992, que abordou como tema central a juventude, a CF 2013, na sua 50ª edição, terá a mesma temática. A acolhida da temática "juventude" tem como objetivo ter mais um elemento além da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) para fortalecer o desejo de evangelização dos jovens.

O presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Eduardo Pinheiro, explicou que uma das metas principais da CF de 2013 é olhar a realidade juvenil, compreender a riqueza de suas diversidades, potencialidades e propostas, como também os desafios que provocam atitudes e auxílios aos jovens e aos adultos.

O objetivo geral da CF é acolher os jovens no contexto de mudança de época, propiciando caminhos para seu protagonismo no seguimento de Jesus Cristo, na vivência eclesial e na construção de uma sociedade fraterna, fundamentada na cultura da vida, da justiça e da paz.

"Dentro do sentido da palavra 'acolher' está o valorizar, o respeitar o jovem que vive nesta situação de mudança de época e isso não pode ser esquecido", destacou o presidente da Comissão da CNBB.

Em Natal

A programação de lançamento nacional será em Brasília, na sede da CNBB e também na cidade de Natal (RN), arquidiocese que deu início à Campanha, em 1962.

O arcebispo de Natal, dom Jaime Vieira da Rocha, falou da satisfação da arquidiocese em sediar o lançamento da CF 2013. "Será um momento de resgate da história da Campanha da Fraternidade, que começou aqui. Ficamos muito felizes pela compreensão da CNBB em nos conceder a alegria desse momento, na história da Campanha. Para nós, é muito significativo", disse o arcebispo.

O secretário executivo da Campanha da Fraternidade, padre Luiz Carlos Dias, lembrou que a edição de 2013, além de ser um momento comemorativo, será também um momento de revisão da Campanha da Fraternidade. "A Campanha tem um forte poder de evangelização e, por isso, precisamos, cada vez mais, aprimorá-la", ressaltou. Ele lembrou que a decisão de fazer o lançamento da em Natal foi do Conselho Episcopal Pastoral (Consep), da CNBB.

Para o lançamento, ficou definida uma visita ao município de Nísia Floresta (RN) - lugar onde a Campanha teve início, na manhã da quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013; ainda no dia 14, à tarde, haverá uma entrevista coletiva com a imprensa; no dia 15, será realizado um seminário sobre a temática da CF 2013 - "Fraternidade e Juventude". Neste mesmo dia, às 17 horas, será realizada a solenidade oficial de lançamento, e, às 20 horas, na Catedral Metropolitana, será celebrada missa, seguida de um show.

Segundo o padre Luiz Carlos, antes, no dia 13, quarta-feira de cinzas, em Brasília, a presidência da CNBB receberá a imprensa, em entrevista coletiva.

Origem da Campanha da Fraternidade

A primeira Campanha foi realizada na arquidiocese de Natal em abril de 1962, por iniciativa do então administrador apostólico, dom Eugênio de Araújo Sales. O objetivo era fazer uma coleta em favor das obras sociais e apostólicas da arquidiocese. A comunidade rural de Timbó, no município de Nísia Floresta (RN), foi o lugar onde a campanha ocorreu, pela primeira vez.

O lançamento foi feito oficialmente numa entrevista do administrador apostólico da arquidiocese às Rádios Rural de Natal e Poty. Dizia, então, dom Eugênio: "Não vai lhe ser pedida uma esmola, mas uma coisa que lhe custe; não se aceitará uma contribuição como favor, mas se espera uma característica do cumprimento do dever; um dever elementar do cristão. Aqui está lançada a Campanha em favor da grande coleta do dia 8 de abril, primeiro domingo da Paixão".

A experiência foi adotada, logo em 1963, por 19 dioceses do Regional Nordeste 2, nos estados de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Alagoas. Em 1964, a CNBB assumiu a Campanha da Fraternidade.

Fonte: CNBB

Da redação do Portal Ecclesia e Blog Evangelizando.

Programa Brasileiro produzirá série sobre o Concílio Vaticano II

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Cidade do Vaticano (RV) - Recordar o Concílio Ecumênico Vaticano II. A partir do próximo dia 16, o Programa Brasileiro da Rádio Vaticano dedicará um especial todas as quartas para celebrar os 50 anos deste evento que renovou a vida da Igreja e a sua relação com o mundo:

Uma viagem através dos Papas do Concílio, dos documentos, de relatos, entrevistas e análises para reavivar a sua grandeza profética, sem deixar de olhar para o futuro, reforçando a Igreja como Povo de Deus.

A Igreja como Povo de Deus, aliás, é o aspecto ressaltado pelo teólogo Paulo Suess, Assessor teológico do Cimi, em visita recente à nossa emissora:

Eu creio que nós precisamos repensar a teologia do Povo de Deus, como o Concílio definiu. Leigos, religiosos, as cúrias, os bispos – todos fazem parte deste povo de Deus. O Concílio definiu isso: a Igreja como mistério, a Igreja não é burocracia curial; e como povo de Deus. Depois, este povo de Deus está se diversificando em diferentes dons que cada um recebeu, e tarefas que cada um tem. Nessas tarefas, não há subordinação, mas coordenação e participação. 
Clique aqui para ouvir a entrevista completa: RealAudioMP3 

(BF)

Fonte: Rádio Vaticano

Redação: Blog Evangelizando

Papa: "Viver a fé todos os dias, concretamente"

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Bom dia, amigos! Quarta-feira é dia de Audiência Geral aqui no Vaticano. Como sempre, Bento XVI saudou os fiéis e peregrinos em português, com essas palavras: 


"Uma cordial saudação a todos os peregrinos de língua portuguesa, a quem agradeço a presença e desejo a riqueza imensa e inesgotável que é Cristo, o Deus feito homem. Revesti-vos de Cristo! E, com Ele, o vosso Ano Novo não poderá deixar de ser feliz. Sobre vós e vossas famílias, desça a minha Bênção."

Cidade do Vaticano (RV) – Nesta quarta-feira, 09, o Papa recebeu fiéis e turistas na Sala Paulo VI, no tradicional encontro das quartas-feiras.

Na audiência, o Pontífice fez uma longa catequese em italiano, explicando o sentido da encarnação, o “mistério do Verbo, Filho de Deus, que se fez carne”. 

“Com a encarnação – disse o Papa – Deus não nos dá apenas alguma coisa, mas nos dá a si mesmo, entregando-nos seu Filho por nós. E é assim que nós devemos agir em nossos relacionamentos: movidos pela gratuidade e pelo amor”. 

A este ponto, Bento XVI introduziu um segundo elemento em sua catequese: “Os presentes que trocamos com pessoas amigas, como o fizemos no Natal, podem ser gestos convencionais, mas geralmente expressam carinho; são sinal de amor e de respeito”. “Esta ‘doação’ no Natal nos recorda que Deus, naquela noite Santa, se fez carne, assumiu a nossa humanidade e nos ‘doou’ a sua divindade”. 

O Papa continuou lembrando outro aspecto importante da encarnação: o extraordinário realismo do amor de Deus, que quis entrar em nossa história carregando sobre si o peso da vida humana: “Ele nos ensina que nossa fé não tem a ver apenas com a inteligência e o coração, mas deve tocar e orientar toda a nossa vida, concretamente”. 

E enfim, Bento XVI concluiu afirmando que “aquele menino, o Filho de Deus que contemplamos no Natal, nos mostra quem é o homem, o verdadeiro rosto do ser humano, e como, seguindo-o, dia após dia, realizamos o projeto de Deus para nós”. 

O Papa pediu que todos meditemos sobre a grande e maravilhosa riqueza do Mistério da Encarnação, deixando que o Senhor nos ilumine e nos transforme cada vez mais, à imagem de seu Filho, feito homem por nós. 

Resumindo sua catequese em português, Bento XVI disse:

O Filho Unigênito de Deus encarnou e fez-Se homem, para nos tornar participantes da sua natureza divina. Entre os usos e costumes do período natalício, conta-se a troca de presentes em sinal de amizade e estima. Pois bem! Na Noite de Natal, vimos Jesus assumir a nossa humanidade, para nos dar a sua divindade: ao fazer-Se carne, quis dar-Se a Si mesmo aos homens. Jesus é o presente maior. Quem não consegue dar algo de si mesmo, dá sempre demasiado pouco! Por vezes, procura-se compensar ou substituir com coisas materiais o compromisso de nos darmos a nós próprios. O mistério da encarnação mostra que Deus não procede assim; não Se limita a dar-nos coisas, mas quis dar-Se a Si mesmo no seu Filho Unigênito. Ele fez-Se verdadeiramente um de nós, para nos comunicar a sua própria vida; e fê-lo, não com a investida de um soberano que subjuga o mundo com o seu poder, mas com a humildade dum Menino. Em Jesus, manifesta-se plenamente o homem ao homem”.

“Uma cordial saudação a todos os peregrinos de língua portuguesa, a quem agradeço a presença e desejo a riqueza imensa e inesgotável que é Cristo, o Deus feito homem. Revesti-vos de Cristo! E, com Ele, o vosso Ano Novo não poderá deixar de ser feliz. Sobre vós e vossas famílias, desça a minha Bênção”. 

Na conclusão da audiência, o Papa concedeu a todos a sua bênção.
(CM)

Fonte: Rádio Vaticano

Redação: Blog Evangelizando

8 de janeiro de 2013

Papa Bento XVI tem publicações mais retweetadas do que Justin Bieber

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Informação foi concedida pelo órgão de comunicação do Vaticano. Cerca de 1,2 milhões de seguidores republicaram a primeira mensagem de Bento XVI no Twitter.


Na sua primeira semana no Twitter, o Papa Bento XVI liderou um número recorde de seguidores, superando até mesmo o astro adolescente Justin Bieber, no número de retweets de suas mensagens. A informação foi divulgada pela página de notícias do Vaticano, 'The Vatican Today'.

Conforme informou ainda, cerca de 1,2 mil seguidores de Bento XVI na rede social, entre os mais de 2 milhões de seguidores, compartilharam sua primeira mensagem no Twitter: "Queridos amigos, é com alegria que entro em contacto convosco via twitter. Obrigado pela resposta generosa. De coração vos abençoo a todos".

A publicação mais retweetada do Twitter era a de Bieber, em uma mensagem lamentado a morte de um de seus fãs, de apenas 6 anos de idade que havia perdido a luta contra o câncer. Conforme informam os sites de tecnologia, a mensagem foi repostada mais de 116 mil vezes.

Redação : Blog Evangelizando

Comitê Organizador Local da JMJ tira dúvidas sobre a acolhida aos peregrinos

Acolha os peregrinos em sua casa
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Faltando pouco menos de 200 dias para a peregrinação que vai reunir milhões de jovens do mundo inteiro junto ao papa Bento XVI, no Rio de Janeiro, a diretora executiva do Setor de Hospedagem da Jornada Mundial da Juventude (JMJ Rio2013), irmã Graça Maria, enviou, na última sexta-feira, dia 4 de janeiro, uma carta e um vídeo para todas as paróquias da arquidiocese do Rio com o objetivo de intensificar a divulgação da Campanha de Hospedagem.
A campanha “Abra seu coração. Abra sua casa” já começou pelo site da JMJ, e agora cartazes serão colocados nas paróquias. Haverá também a adesivagem dos carros e de acordo com a secretária executiva do Setor, Isadora Baptista, é mais uma maneira de expandir e alcançar o maior número de pessoas possível que possam acolher os peregrinos e não sabem como fazer.
Segundo irmã Graça Maria, para acolher os jovens não precisa de muito, apenas boa vontade e um pequeno espaço em casa. Ela afirma ainda que acolher um peregrino é muito seguro.
“O Comitê Organizador Local (COL) da JMJ Rio2013 tem os dados dos documentos dos peregrinos, e dos responsáveis pelo grupo, além de informações sobre sua diocese de origem, paróquia ou movimento. Tudo passa pela organização da JMJ antes de chegar à casa da família de acolhida. O peregrino inscrito não é um desconhecido. Acolher em sua casa um peregrino é seguro”, ressaltou.
Além da acolhida ser simples, não há custo algum e não existe uma data limite para se inscrever. Após o cadastro, a família receberá a visita de responsáveis pela hospedagem, que esclarecerão as dúvidas que surgirem, dando mais informações, se necessário.
“Quanto ao tempo de permanência na casa, o acolhedor também não precisa se preocupar, porque os peregrinos não passam o dia no local de hospedagem. Eles têm uma programação intensa na Jornada. A casa de acolhida é um local para dormir e fazer higiene pessoal. Eles já trazem em sua bagagem colchonete ou saco de dormir e, portanto, é preciso oferecer apenas um espaço para que possa descansar e um banheiro para fazer sua higiene pessoal. A casa pode acolher dois, três peregrinos e até o quanto couber. Quem acolhe também não precisa se preocupar com a segurança do peregrino fora de casa. Eles serão orientados a avisarem a família caso decidam passar a noite fora de casa. Todas as orientações estarão no Manual do Peregrino. O mais importante neste momento é que os cariocas juntem-se a nós na construção da JMJ Rio2013 sendo uma família de acolhida”, destacou irmã Graça.
Dúvidas frequentes:
Por que acolher em família?
Porque colabora com a Igreja, põe em prática a hospitalidade cristã. É uma oportunidade de conhecer jovens do mundo inteiro.
O que oferecer?
Os jovens trazem na bagagem saco de dormir ou colchonete e durante o dia eles estarão em atividades da JMJ. Basta oferecer um espaço para o pernoite e higiene pessoal.
Preciso oferecer refeição?
Não. O peregrino inscrito na JMJ terá alimentação completa (café da manhã, almoço e jantar), oferecida pela própria organização da JMJ. Quando não for feita essa opção no ato da inscrição, a alimentação será de responsabilidade do próprio peregrino.
Quando hospedar?
No período de 21 a 31 de julho de 2013. Isso porque alguns peregrinos chegam antes da JMJ e/ou saem depois, por conta da disponibilidade de transporte.
Irei acolher peregrinos que não falam português?
Sim. Os laços com pessoas de outros países fazem parte da emoção de uma JMJ. Não será necessário aprender outro idioma, pois as necessidades básicas do peregrino são de fácil entendimento.
Como faço para participar?
Entre no site www.rio2013.com, acesse o menu “Participe/Seja uma Família de Acolhida” e preencha o formulário. Se você não tem acesso à internet, entre em contato pelo telefone: (21) 3177-2013.
Fonte: Arquidiocese de Fortaleza
Redação: Blog Evangelizando

Papa lembra figura do bom samaritano em mensagem para Dia do Doente


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Na mensagem para o Dia do Doente, Bento XVI lembrou que o Ano da Fé é uma ocasião para intensificar o serviço da caridade nas comunidades eclesiais

A sala de imprensa da Santa Sé divulgou nesta terça-feira, 8, a mensagem do Papa Bento XVI para o 21º Dia Mundial do Doente, celebrado em 11 de fevereiro. O Santo Padre recorreu à figura do Bom Samaritano para lembrar o que o Senhor quer de seus filhos: que saibam cuidar uns dos outros, com especial atenção aos que mais necessitam.  

“Trata-se, por conseguinte, de auferir do amor infinito de Deus, através de um intenso relacionamento com Ele na oração, a força para viver diariamente uma solicitude concreta, como o Bom Samaritano, por quem está ferido no corpo e no espírito, por quem pede ajuda, ainda que desconhecido e sem recursos”.  

Essa atitude, segundo o Pontífice, não é só para os agentes de pastorais, mas também para o próprio doente, que pode viver a sua condição em uma perspectiva de fé. 

Sobre o significado da data, Bento XVI recordou as palavras do então Papa João Paulo II, hoje beato, quando institui a data, em 1992: “um momento forte de oração, de partilha, de oferta do sofrimento pelo bem da Igreja e de apelo dirigido a todos para reconhecerem na face do irmão enfermo a Santa Face de Cristo que, sofrendo, morrendo e ressuscitando, operou a salvação da humanidade” (João Paulo II, Carta de instituição do Dia Mundial do Doente, 13 de Maio de 1992, 3).

O Santo Padre não deixou de citar o Ano da Fé, em curso desde outubro passado até novembro deste ano. Ele afirmou que esta é uma ocasião propícia para intensificar o serviço da caridade nas comunidades eclesiais, de modo que cada pessoa possa também ser um bom samaritano para o outro. 

E para mostrar gestos concretos desta ação solidária, Bento XVI citou o exemplo de algumas figuras, em meio a várias outras na história da Igreja, que ajudaram as pessoas doentes a valorizar o sofrimento no plano humano e espiritual: Santa Teresa do Menino Jesus e da Santa Face, Venerável Luís Novarese, Raul Follereau, Beata Teresa de Calcutá, Santa Ana Schäffer, de Mindelstetten e a Bem-aventurada Virgem Maria. 

Por fim, o Papa agradeceu a todos os envolvidos nos cuidados com os doentes, como as instituições sanitárias católicas, a sociedade civil e comunidades cristãs e encorajou-os a persistirem nesse trabalho. “Possa crescer em todos a consciência de que, «ao aceitar amorosa e generosamente toda a vida humana, sobretudo se frágil e doente, a Igreja vive hoje um momento fundamental da sua missão” (João Paulo II, Exort. ap. pós-sinodal Christifideles laici, 38)”.

Acesse
.: NA ÍNTEGRA: Mensagem do Papa para Dia Mundial do Doente 2013


Fonte: Canção Nova Noticias

Redação : Blog Evangelizando

Comitê da JMJ apresenta andamento dos trabalhos ao Vaticano

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"O desafio é apresentar as partes dos atos centrais, no que diz respeito à liturgia, a toda parte da comunicação e também toda parte da segurança", explica bispo.


O Comitê Organizador Local (COL) da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Rio 2013, presidido pelo arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani João Tempesta, inicia nesta terça-feira, 8, uma visita ao Vaticano para apresentar os trabalhos realizados até o momento na organização da JMJ.

Sobre a visita, o bispo auxiliar do Rio de Janeiro e um dos responsáveis pela Jornada, dom Antônio Augusto Duarte (foto), destaca que, para a reunião, o desafio foi preparar a apresentação, por escrito, da estrutura de três aspectos importantes para a JMJ deste ano: a liturgia, a comunicação e a segurança.

"O desafio mais imediato é apresentar, tudo por escrito e de forma bem concreta, as partes dos atos centrais, no que diz respeito à liturgia, a toda parte da comunicação e também toda parte da segurança. São três grandes desafios que não são apenas uma apresentação, mas uma concretização", explica o bispo. 

Segundo ele, dois pontos que ainda ficarão em aberto são a hospedagem e o transporte. "Isso só teremos concretizações a medida que houver as inscrições. Deixamos isso muito claro para os delegados que foram ao Rio de Janeiro". 

Dom Antônio ressalta ainda o apoio que o Governo Federal tem dado para a organização da JMJ, com a liberação da taxa de inscrição para o visto de estrangeiros, o que facilitou muito os trâmites burocráticos, e a cooperação com o Governo do Rio de Janeiro. 

Fonte: Canção Nova Notícias

Da redação do Portal Ecclesia e Blog Evangelizando.

Mais de 1,7 milhões de embriões humanos são destruídos na Grã-Bretanha

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Informação foi divulgada ante as perguntas sobre o destino dos restos das clínicas e hospitais de fertilização, apresentadas pelo deputado pró-vida Lorde David Alton.


O ministro da saúde da Grã-Bretanha, Earl Howe, informou que 1,7 milhões de embriões humanos criados através da fertilização in vitro foram desprezados nos últimos anos no país. Esta informação foi divulgada ante as perguntas sobre o destino dos restos das clínicas e hospitais de fertilização, apresentadas pelo deputado Lorde David Alton, reconhecido por ser ativista pró-vida.

Conforme informa o Daily Mail, desde agosto de 1991 foram gerados mais de 3,5 milhões de embriões, dos quais mais de 235 mil terminaram em gravidez. Em média, para cada mulher que deseja ter um filho se usam até 15 embriões, dos quais quase a metade se descarta durante ou depois do processo de fertilização in vitro.

A Autoridade de Embriologia e Fertilização Humana (HFEA) informou que "os embriões desprezados já não são necessários para a pessoa ou casal no tratamento" e explicou que "nestas circunstâncias, pode-se decidir se deseja doar os embriões a um projeto de pesquisa a outro casal ou pedir à clínica que os destrua".

As cifras apresentadas não detalham quantas das gravidezes produzidas chegam a seu término, mas precisam que 93 por cento deles – mais de 3,3 milhões – têm diversos usos ou são simplesmente armazenados.

O deputado David Alton disse sobre estas cifras que a maioria das pessoas não conhece a grande escala de "destruição absoluta de embriões humanos" no Reino Unido e denunciou que este processo se faz em quantidades "industriais".

Alton denunciou que a destruição de embriões humanos se realiza "todos os dias e com total indiferença". "Minha opinião é que atualmente podem ser realizados tratamentos de fertilidade sem ter que criar muitos embriões para destrui-los. Aí é onde a tecnologia tem que avançar", adicionou.

No processo de fecundação in vitro, os embriões são criados a partir dos óvulos e do esperma masculino. A doutrina católica se opõe a este procedimento por duas razões primordiais: primeiro, porque se trata de um procedimento contrário à ordem natural da sexualidade que atenta contra a dignidade dos esposos e do matrimônio.

Em segundo lugar, porque a técnica supõe a eliminação de seres humanos em estado embrionário tanto fora como dentro do ventre materno, implicando vários abortos em cada processo.

Fonte: ACI Digital

Da redação do Portal Ecclesia e Blog Evangelizando.

Reflexão: On ou OFF. De que lado você está?

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Olá meus amigos e amigas - queria destacar a mensagem do Santo Padre o Papa Bento XVI neste vídeo - Quando ele Diz : "Evangelize nas Redes Sociais, mais não se tornem dependentes dela."

Um vídeo de Deivison Pedroza que, certamente, vale o play e, principalmente, a reflexão. Atualmente, estamos cultivando uma cultura onde o 'chegar primeiro' virou mais importante do que 'chegarmos juntos'. De fato, já estamos nos viciando na substituição do diálogo e de necessárias ações pelo simples, cômodo e, nem um pouco eficaz, ensaio. Estamos compartilhando individualidade ao invés de solidariedade. Criando, sustentando e vivendo um mundo virtual, onde tudo é líquido e extremamente descartável. Existem exceções e, claro que ninguém consegue se rotular como vítima dessa nova era, mas, até onde tudo isso pode, e deve, ser considerado como parte da nossa evolução? Quais novos valores estamos cultivando e, em larga escala, quais benéficas mudanças tudo isso tem proporcionado ao mundo? Estamos nos conectando apenas a internet e, infelizmente, estamos devorando este frio e, comercial dinamismo que nos é concedido neste mundo que não existe. Buscamos um equilíbrio diante deste novo cenário ou temos apenas nos adaptado a esta nova inércia? Consumimos tecnologia como se fosse conteúdo e relacionamentos. Seguindo esta proposta 'evolução', como se isso fosse uma parte de nossa 'nova humanização'. 'ON' ou 'OFF'? De que lado você vive? De que lado você quer viver?


                          

7 de janeiro de 2013

Jornal hoje responde negando reportagem JMJ 2013

Em sinal de INDIGNAÇÃO a resposta sem critérios claros à postagem de jovens de todo Brasil pedimos a todos que de maneira RESPEITOSA manifestem seu descontentamento sobre a decisão arbitrária da equipe do JORNAL HOJE. Pedimos, ainda, que questionem a fraquíssima justificativa dada: "Infelizmente, muitas delas pedem a cobertura de um evento específico, coisa que o quadro não faz. Nossas reportagens são sobre temas abrangentes, que geram discussões e dúvidas."

A JMJ é um evento internacional, de interesse de milhares de jovens no Brasil que vão ao encontro do Santo Padre o Papa Bento XVI. O tema JMJ Rio 2013 tem suscitado muitas dúvidas nos jovens; os jovens têm sim dúvidas sobre temas de fé numa sociedade secularizada como a atual que vivemos.

Contamos com seu apoio, pois a Jornada já começou, o evento é apenas o ponto de chegada, você pode fazer parte dessa história.

Junte-se a nós comentando através deste link:



Papa reza pelo Ano da Fé

Para anunciar Jesus com alegria não se necessita de especialistas.

Cidade do Vaticano (RV) - Que no Ano da Fé os cristãos "possam aprofundar o conhecimento do mistério de Cristo e testemunhar com alegria o dom da fé n'Ele". Esse é o pedido que o Santo Padre confia à oração da Igreja em sua intenção geral para o mês de janeiro.

Nestes últimos meses, sobretudo nas audiências gerais, o Papa tem desenvolvido uma reflexão específica sobre o Ano da Fé e sobre as responsabilidades que ele comporta para os cristãos.
Partir para a batalha em clara situação de desvantagem é algo que não deixa tranqüilo nenhum general, nem o último dos infantes. A não ser que sabia poder contar com um aliado de desmedida superioridade.

O Ano da Fé proclamado por Bento XVI quase três meses atrás contém para quem crê o espírito desse desafio: um combate em condições de ambiente sempre mais hostil – portanto, com as dificuldades, e também os temores induzidos pela inferioridade numérica –, mas com a certeza de que quem combate lado a lado tem a força da onipotência.

Não por acaso, ao abrir o Ano da Fé, o Pontífice impeliu os cristãos para os "desertos do mundo contemporâneo", isto é, para onde a terra da fé apresenta as rachaduras da infertilidade inclusive entre os batizados:
"O cristão hoje muitas vezes não conhece nem mesmo o núcleo central da própria fé católica, do Credo, de modo a deixar espaço para um certo sincretismo e relativismo religioso, sem clareza sobre as verdades sobre as quais crer e sobre a singularidade salvífica do cristianismo. (...) Ao invés, devemos voltar a Deus, ao Deus de Jesus Cristo, devemos redescobrir a mensagem do Evangelho, fazê-la entrar de modo mais profundo em nossas consciências e em nossa vida cotidiana." (Audiência geral, 17 de outubro de 2012)

Muitas vezes, afirma o Pontífice, a fé "é vivida de modo passivo e privado" e esse modo de ser está na base da "fratura" que existe "entre fé e vida". No entanto, reiterara recentemente Bento XVI, para tornar eficaz o anúncio de Jesus aos outros, jamais foi preciso o pedestal de uma cátedra:

"De fato, a evangelização não é obra de alguns especialistas, mas de todo o Povo de Deus, sob a condução de Pastores. Todo fiel, na e com a comunidade eclesial, deve sentir-se responsável pelo anúncio e pelo testemunho do Evangelho." (Discurso à Congregação para os Bispos, 20 de setembro de 2012)

Ademais, na intenção de oração, o Papa utiliza uma palavra que muitas vezes passa inobservada ou é considerada uma espécie de "ornamento" estético ao conceito da evangelização, ou seja, o fato de testemunhar com "alegria". Para abrir uma brecha nos muros de indiferença em relação a Deus, o Pontífice disse ser necessários cristãos "entusiastas da própria fé". Um entusiasmo, porém, que não é ingênuo:
"A alegria cristã brota desta certeza: Deus está conosco, está comigo, na alegria e na dor, na saúde e na doença, como amigo e esposo fiel. E essa alegria permanece também na provação, no próprio sofrimento, e permanece não superficialmente, mas no profundo da pessoa que se entrega a Deus e n'Ele confia." (Angelus, 16 de dezembro de 2007)
Esclarecido o contexto do desafio – e a natureza da confiança a carregar no coração –, Bento XVI enumerou as armas com as quais combatê-lo:
"Nem cajado, nem alforje, nem dinheiro, nem duas túnicas – como diz o Senhor aos Apóstolos enviando-os em missão –, mas o Evangelho e a fé da Igreja, dos quais os documentos do Concílio Ecumênico Vaticano II são expressão luminosa." (Abertura do Ano da Fé, 11 de outubro de 2012)
(RL)


Fonte: Rádio Vaticana

Redação: Blog Evangelizando

Cristãos precisam abandonar o egoísmo para ir em missão, diz padre


Um novo ano se inicia e, embora sempre existam projetos novos, há também aqueles antigos, que ainda precisam ser trabalhados. A Igreja católica traçou para o período de 2011 a 2015 algumas diretrizes para a ação evangelizadora no Brasil. Dentre essas diretrizes, algumas são urgentes, como é o caso da ação missionária da Igreja.

Mas por que discutir a Igreja em estado permanente de missão é assunto urgente? De acordo com o diretor das Pontifícias Obras Missionárias (POM), padre Camilo Pauletti, a essência da Igreja é ser missionária, uma vez que nasce com o mandato do próprio Cristo: “Ide a todos os povos e façam que sejam meus discípulos” (Mt.28,19).

“Assim, a Igreja no Brasil, em suas diretrizes, assumiu esta urgência missionária. No documento de Aparecida, os bispos manifestam com clareza que devemos colocar nossa Igreja em estado permanente de missão”, lembrou o padre.

Desafios

E quem participa ativamente dessa ação missionária da Igreja são os próprios fiéis, de acordo com suas vocações. Porém, padre Camilo acredita que hoje a Igreja sofre com a carência de pessoas que entendam e assumam o espírito missionário. Para ele, essa falta de consciência missionária é o maior desafio para a Igreja.

“Estamos estagnados, nos falta abertura e disposição para sair de nós mesmos e ir ao encontro dos outros. (…) Precisamos motivar nossos cristãos a sair do seu “eu”, do seu egoísmo, de sua casa, de sua comunidade, paróquia e diocese, para ir em missão a outros lugares. Há carências de testemunhas proféticas, de mártires, referências e modelos de verdadeiros discípulos missionários”, enfatizou.

E diante dessa realidade, o diretor das POM disse que é trabalho dos bispos, padres, leigos, movimentos, comunidades, enfim, de todos os que amam a Igreja ajudar a despertar vocações missionárias.  “Nós procuramos fazer isto, através de cursos de formação, conselhos missionários, congressos, retiros, encontros… auxiliar para suprir esta grande necessidade”.


Ano da Fé

Esse trabalho de despertar vocações missionárias pode ser auxiliado pelo Ano da Fé, uma ocasião em que o Papa Bento XVI pede mais reflexão sobre a fé católica, o que acaba levando a uma melhor compreensão do papel de cada cristão católico na Igreja.

Padre Camilo acredita que este Ano vem ajudar a reevangelizar os “batizados adormecidos”, além de ser um tempo de perceber que o Evangelho exige um testemunho mais radical de vida.

“Temos cristãos só de nome, mas que não vivem a fé cristã, precisam ser despertados. Outros necessitam amadurecer. O que nos ajuda para isto é o serviço, a doação, o despojamento e a gratuidade. Vamos encontrar este valores na missão, na ação concreta”.

Entre essas ações, o sacerdote citou as santas missões populares, os grupos de infância, adolescência e juventude missionária, os vários conselhos e grupos missionários, projetos de Igrejas Irmãs e a missão ad gentes. “São (estas ações) sinais e caminhos de uma Fé madura. O grande motivador do chamado missionário é o testemunho, o exemplo de vida”.

Fonte:http://www.paroquianossasenhoradaconceicao.com/noticias/cristaos-precisam-abandonar-o-egoismo-para-ir-em-missao-diz-padre/

Redação: Blog Evangelizando

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