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8 de janeiro de 2013

Papa lembra figura do bom samaritano em mensagem para Dia do Doente


Blog Evangelizando!

Na mensagem para o Dia do Doente, Bento XVI lembrou que o Ano da Fé é uma ocasião para intensificar o serviço da caridade nas comunidades eclesiais

A sala de imprensa da Santa Sé divulgou nesta terça-feira, 8, a mensagem do Papa Bento XVI para o 21º Dia Mundial do Doente, celebrado em 11 de fevereiro. O Santo Padre recorreu à figura do Bom Samaritano para lembrar o que o Senhor quer de seus filhos: que saibam cuidar uns dos outros, com especial atenção aos que mais necessitam.  

“Trata-se, por conseguinte, de auferir do amor infinito de Deus, através de um intenso relacionamento com Ele na oração, a força para viver diariamente uma solicitude concreta, como o Bom Samaritano, por quem está ferido no corpo e no espírito, por quem pede ajuda, ainda que desconhecido e sem recursos”.  

Essa atitude, segundo o Pontífice, não é só para os agentes de pastorais, mas também para o próprio doente, que pode viver a sua condição em uma perspectiva de fé. 

Sobre o significado da data, Bento XVI recordou as palavras do então Papa João Paulo II, hoje beato, quando institui a data, em 1992: “um momento forte de oração, de partilha, de oferta do sofrimento pelo bem da Igreja e de apelo dirigido a todos para reconhecerem na face do irmão enfermo a Santa Face de Cristo que, sofrendo, morrendo e ressuscitando, operou a salvação da humanidade” (João Paulo II, Carta de instituição do Dia Mundial do Doente, 13 de Maio de 1992, 3).

O Santo Padre não deixou de citar o Ano da Fé, em curso desde outubro passado até novembro deste ano. Ele afirmou que esta é uma ocasião propícia para intensificar o serviço da caridade nas comunidades eclesiais, de modo que cada pessoa possa também ser um bom samaritano para o outro. 

E para mostrar gestos concretos desta ação solidária, Bento XVI citou o exemplo de algumas figuras, em meio a várias outras na história da Igreja, que ajudaram as pessoas doentes a valorizar o sofrimento no plano humano e espiritual: Santa Teresa do Menino Jesus e da Santa Face, Venerável Luís Novarese, Raul Follereau, Beata Teresa de Calcutá, Santa Ana Schäffer, de Mindelstetten e a Bem-aventurada Virgem Maria. 

Por fim, o Papa agradeceu a todos os envolvidos nos cuidados com os doentes, como as instituições sanitárias católicas, a sociedade civil e comunidades cristãs e encorajou-os a persistirem nesse trabalho. “Possa crescer em todos a consciência de que, «ao aceitar amorosa e generosamente toda a vida humana, sobretudo se frágil e doente, a Igreja vive hoje um momento fundamental da sua missão” (João Paulo II, Exort. ap. pós-sinodal Christifideles laici, 38)”.

Acesse
.: NA ÍNTEGRA: Mensagem do Papa para Dia Mundial do Doente 2013


Fonte: Canção Nova Noticias

Redação : Blog Evangelizando

Comitê da JMJ apresenta andamento dos trabalhos ao Vaticano

Blog Evangelizando!

"O desafio é apresentar as partes dos atos centrais, no que diz respeito à liturgia, a toda parte da comunicação e também toda parte da segurança", explica bispo.


O Comitê Organizador Local (COL) da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Rio 2013, presidido pelo arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani João Tempesta, inicia nesta terça-feira, 8, uma visita ao Vaticano para apresentar os trabalhos realizados até o momento na organização da JMJ.

Sobre a visita, o bispo auxiliar do Rio de Janeiro e um dos responsáveis pela Jornada, dom Antônio Augusto Duarte (foto), destaca que, para a reunião, o desafio foi preparar a apresentação, por escrito, da estrutura de três aspectos importantes para a JMJ deste ano: a liturgia, a comunicação e a segurança.

"O desafio mais imediato é apresentar, tudo por escrito e de forma bem concreta, as partes dos atos centrais, no que diz respeito à liturgia, a toda parte da comunicação e também toda parte da segurança. São três grandes desafios que não são apenas uma apresentação, mas uma concretização", explica o bispo. 

Segundo ele, dois pontos que ainda ficarão em aberto são a hospedagem e o transporte. "Isso só teremos concretizações a medida que houver as inscrições. Deixamos isso muito claro para os delegados que foram ao Rio de Janeiro". 

Dom Antônio ressalta ainda o apoio que o Governo Federal tem dado para a organização da JMJ, com a liberação da taxa de inscrição para o visto de estrangeiros, o que facilitou muito os trâmites burocráticos, e a cooperação com o Governo do Rio de Janeiro. 

Fonte: Canção Nova Notícias

Da redação do Portal Ecclesia e Blog Evangelizando.

Mais de 1,7 milhões de embriões humanos são destruídos na Grã-Bretanha

Blog Evangelizando!

Informação foi divulgada ante as perguntas sobre o destino dos restos das clínicas e hospitais de fertilização, apresentadas pelo deputado pró-vida Lorde David Alton.


O ministro da saúde da Grã-Bretanha, Earl Howe, informou que 1,7 milhões de embriões humanos criados através da fertilização in vitro foram desprezados nos últimos anos no país. Esta informação foi divulgada ante as perguntas sobre o destino dos restos das clínicas e hospitais de fertilização, apresentadas pelo deputado Lorde David Alton, reconhecido por ser ativista pró-vida.

Conforme informa o Daily Mail, desde agosto de 1991 foram gerados mais de 3,5 milhões de embriões, dos quais mais de 235 mil terminaram em gravidez. Em média, para cada mulher que deseja ter um filho se usam até 15 embriões, dos quais quase a metade se descarta durante ou depois do processo de fertilização in vitro.

A Autoridade de Embriologia e Fertilização Humana (HFEA) informou que "os embriões desprezados já não são necessários para a pessoa ou casal no tratamento" e explicou que "nestas circunstâncias, pode-se decidir se deseja doar os embriões a um projeto de pesquisa a outro casal ou pedir à clínica que os destrua".

As cifras apresentadas não detalham quantas das gravidezes produzidas chegam a seu término, mas precisam que 93 por cento deles – mais de 3,3 milhões – têm diversos usos ou são simplesmente armazenados.

O deputado David Alton disse sobre estas cifras que a maioria das pessoas não conhece a grande escala de "destruição absoluta de embriões humanos" no Reino Unido e denunciou que este processo se faz em quantidades "industriais".

Alton denunciou que a destruição de embriões humanos se realiza "todos os dias e com total indiferença". "Minha opinião é que atualmente podem ser realizados tratamentos de fertilidade sem ter que criar muitos embriões para destrui-los. Aí é onde a tecnologia tem que avançar", adicionou.

No processo de fecundação in vitro, os embriões são criados a partir dos óvulos e do esperma masculino. A doutrina católica se opõe a este procedimento por duas razões primordiais: primeiro, porque se trata de um procedimento contrário à ordem natural da sexualidade que atenta contra a dignidade dos esposos e do matrimônio.

Em segundo lugar, porque a técnica supõe a eliminação de seres humanos em estado embrionário tanto fora como dentro do ventre materno, implicando vários abortos em cada processo.

Fonte: ACI Digital

Da redação do Portal Ecclesia e Blog Evangelizando.

Reflexão: On ou OFF. De que lado você está?

Blog Evangelizando!

Olá meus amigos e amigas - queria destacar a mensagem do Santo Padre o Papa Bento XVI neste vídeo - Quando ele Diz : "Evangelize nas Redes Sociais, mais não se tornem dependentes dela."

Um vídeo de Deivison Pedroza que, certamente, vale o play e, principalmente, a reflexão. Atualmente, estamos cultivando uma cultura onde o 'chegar primeiro' virou mais importante do que 'chegarmos juntos'. De fato, já estamos nos viciando na substituição do diálogo e de necessárias ações pelo simples, cômodo e, nem um pouco eficaz, ensaio. Estamos compartilhando individualidade ao invés de solidariedade. Criando, sustentando e vivendo um mundo virtual, onde tudo é líquido e extremamente descartável. Existem exceções e, claro que ninguém consegue se rotular como vítima dessa nova era, mas, até onde tudo isso pode, e deve, ser considerado como parte da nossa evolução? Quais novos valores estamos cultivando e, em larga escala, quais benéficas mudanças tudo isso tem proporcionado ao mundo? Estamos nos conectando apenas a internet e, infelizmente, estamos devorando este frio e, comercial dinamismo que nos é concedido neste mundo que não existe. Buscamos um equilíbrio diante deste novo cenário ou temos apenas nos adaptado a esta nova inércia? Consumimos tecnologia como se fosse conteúdo e relacionamentos. Seguindo esta proposta 'evolução', como se isso fosse uma parte de nossa 'nova humanização'. 'ON' ou 'OFF'? De que lado você vive? De que lado você quer viver?


                          

7 de janeiro de 2013

Jornal hoje responde negando reportagem JMJ 2013

Em sinal de INDIGNAÇÃO a resposta sem critérios claros à postagem de jovens de todo Brasil pedimos a todos que de maneira RESPEITOSA manifestem seu descontentamento sobre a decisão arbitrária da equipe do JORNAL HOJE. Pedimos, ainda, que questionem a fraquíssima justificativa dada: "Infelizmente, muitas delas pedem a cobertura de um evento específico, coisa que o quadro não faz. Nossas reportagens são sobre temas abrangentes, que geram discussões e dúvidas."

A JMJ é um evento internacional, de interesse de milhares de jovens no Brasil que vão ao encontro do Santo Padre o Papa Bento XVI. O tema JMJ Rio 2013 tem suscitado muitas dúvidas nos jovens; os jovens têm sim dúvidas sobre temas de fé numa sociedade secularizada como a atual que vivemos.

Contamos com seu apoio, pois a Jornada já começou, o evento é apenas o ponto de chegada, você pode fazer parte dessa história.

Junte-se a nós comentando através deste link:



Papa reza pelo Ano da Fé

Para anunciar Jesus com alegria não se necessita de especialistas.

Cidade do Vaticano (RV) - Que no Ano da Fé os cristãos "possam aprofundar o conhecimento do mistério de Cristo e testemunhar com alegria o dom da fé n'Ele". Esse é o pedido que o Santo Padre confia à oração da Igreja em sua intenção geral para o mês de janeiro.

Nestes últimos meses, sobretudo nas audiências gerais, o Papa tem desenvolvido uma reflexão específica sobre o Ano da Fé e sobre as responsabilidades que ele comporta para os cristãos.
Partir para a batalha em clara situação de desvantagem é algo que não deixa tranqüilo nenhum general, nem o último dos infantes. A não ser que sabia poder contar com um aliado de desmedida superioridade.

O Ano da Fé proclamado por Bento XVI quase três meses atrás contém para quem crê o espírito desse desafio: um combate em condições de ambiente sempre mais hostil – portanto, com as dificuldades, e também os temores induzidos pela inferioridade numérica –, mas com a certeza de que quem combate lado a lado tem a força da onipotência.

Não por acaso, ao abrir o Ano da Fé, o Pontífice impeliu os cristãos para os "desertos do mundo contemporâneo", isto é, para onde a terra da fé apresenta as rachaduras da infertilidade inclusive entre os batizados:
"O cristão hoje muitas vezes não conhece nem mesmo o núcleo central da própria fé católica, do Credo, de modo a deixar espaço para um certo sincretismo e relativismo religioso, sem clareza sobre as verdades sobre as quais crer e sobre a singularidade salvífica do cristianismo. (...) Ao invés, devemos voltar a Deus, ao Deus de Jesus Cristo, devemos redescobrir a mensagem do Evangelho, fazê-la entrar de modo mais profundo em nossas consciências e em nossa vida cotidiana." (Audiência geral, 17 de outubro de 2012)

Muitas vezes, afirma o Pontífice, a fé "é vivida de modo passivo e privado" e esse modo de ser está na base da "fratura" que existe "entre fé e vida". No entanto, reiterara recentemente Bento XVI, para tornar eficaz o anúncio de Jesus aos outros, jamais foi preciso o pedestal de uma cátedra:

"De fato, a evangelização não é obra de alguns especialistas, mas de todo o Povo de Deus, sob a condução de Pastores. Todo fiel, na e com a comunidade eclesial, deve sentir-se responsável pelo anúncio e pelo testemunho do Evangelho." (Discurso à Congregação para os Bispos, 20 de setembro de 2012)

Ademais, na intenção de oração, o Papa utiliza uma palavra que muitas vezes passa inobservada ou é considerada uma espécie de "ornamento" estético ao conceito da evangelização, ou seja, o fato de testemunhar com "alegria". Para abrir uma brecha nos muros de indiferença em relação a Deus, o Pontífice disse ser necessários cristãos "entusiastas da própria fé". Um entusiasmo, porém, que não é ingênuo:
"A alegria cristã brota desta certeza: Deus está conosco, está comigo, na alegria e na dor, na saúde e na doença, como amigo e esposo fiel. E essa alegria permanece também na provação, no próprio sofrimento, e permanece não superficialmente, mas no profundo da pessoa que se entrega a Deus e n'Ele confia." (Angelus, 16 de dezembro de 2007)
Esclarecido o contexto do desafio – e a natureza da confiança a carregar no coração –, Bento XVI enumerou as armas com as quais combatê-lo:
"Nem cajado, nem alforje, nem dinheiro, nem duas túnicas – como diz o Senhor aos Apóstolos enviando-os em missão –, mas o Evangelho e a fé da Igreja, dos quais os documentos do Concílio Ecumênico Vaticano II são expressão luminosa." (Abertura do Ano da Fé, 11 de outubro de 2012)
(RL)


Fonte: Rádio Vaticana

Redação: Blog Evangelizando

Cristãos precisam abandonar o egoísmo para ir em missão, diz padre


Um novo ano se inicia e, embora sempre existam projetos novos, há também aqueles antigos, que ainda precisam ser trabalhados. A Igreja católica traçou para o período de 2011 a 2015 algumas diretrizes para a ação evangelizadora no Brasil. Dentre essas diretrizes, algumas são urgentes, como é o caso da ação missionária da Igreja.

Mas por que discutir a Igreja em estado permanente de missão é assunto urgente? De acordo com o diretor das Pontifícias Obras Missionárias (POM), padre Camilo Pauletti, a essência da Igreja é ser missionária, uma vez que nasce com o mandato do próprio Cristo: “Ide a todos os povos e façam que sejam meus discípulos” (Mt.28,19).

“Assim, a Igreja no Brasil, em suas diretrizes, assumiu esta urgência missionária. No documento de Aparecida, os bispos manifestam com clareza que devemos colocar nossa Igreja em estado permanente de missão”, lembrou o padre.

Desafios

E quem participa ativamente dessa ação missionária da Igreja são os próprios fiéis, de acordo com suas vocações. Porém, padre Camilo acredita que hoje a Igreja sofre com a carência de pessoas que entendam e assumam o espírito missionário. Para ele, essa falta de consciência missionária é o maior desafio para a Igreja.

“Estamos estagnados, nos falta abertura e disposição para sair de nós mesmos e ir ao encontro dos outros. (…) Precisamos motivar nossos cristãos a sair do seu “eu”, do seu egoísmo, de sua casa, de sua comunidade, paróquia e diocese, para ir em missão a outros lugares. Há carências de testemunhas proféticas, de mártires, referências e modelos de verdadeiros discípulos missionários”, enfatizou.

E diante dessa realidade, o diretor das POM disse que é trabalho dos bispos, padres, leigos, movimentos, comunidades, enfim, de todos os que amam a Igreja ajudar a despertar vocações missionárias.  “Nós procuramos fazer isto, através de cursos de formação, conselhos missionários, congressos, retiros, encontros… auxiliar para suprir esta grande necessidade”.


Ano da Fé

Esse trabalho de despertar vocações missionárias pode ser auxiliado pelo Ano da Fé, uma ocasião em que o Papa Bento XVI pede mais reflexão sobre a fé católica, o que acaba levando a uma melhor compreensão do papel de cada cristão católico na Igreja.

Padre Camilo acredita que este Ano vem ajudar a reevangelizar os “batizados adormecidos”, além de ser um tempo de perceber que o Evangelho exige um testemunho mais radical de vida.

“Temos cristãos só de nome, mas que não vivem a fé cristã, precisam ser despertados. Outros necessitam amadurecer. O que nos ajuda para isto é o serviço, a doação, o despojamento e a gratuidade. Vamos encontrar este valores na missão, na ação concreta”.

Entre essas ações, o sacerdote citou as santas missões populares, os grupos de infância, adolescência e juventude missionária, os vários conselhos e grupos missionários, projetos de Igrejas Irmãs e a missão ad gentes. “São (estas ações) sinais e caminhos de uma Fé madura. O grande motivador do chamado missionário é o testemunho, o exemplo de vida”.

Fonte:http://www.paroquianossasenhoradaconceicao.com/noticias/cristaos-precisam-abandonar-o-egoismo-para-ir-em-missao-diz-padre/

Redação: Blog Evangelizando

6 de janeiro de 2013

Cristo é uma luz que se revela aos humildes, afirma o Papa

Cristo "é a luz do mundo, que orienta o caminho de todos os povos. É uma luz que se revela aos humildes," enfatiza Bento XVI durante o Angelus.


Neste domingo, 6, Festa da Epifania do Senhor, após a missa que presidiu pela manhã na Basílica Vaticana, o Santo Padre, conduziu – da janela de seus aposentos, a oração mariana do Angelus.

Em suas primeiras palavras, o Santo Padre pediu desculpas aos milhares de fiéis e peregrinos reunidos na Praça São Pedro, pelos quinze minutos de inabitual atraso, ocorrido em função da missa da Solenidade da Epifania do Senhor, que conclui-se pouco antes do meio-dia.

O Pontífice dirigiu seus cordiais votos de paz, com uma recordação especial na oração às numerosas Igrejas Orientais que, segundo o calendário Juliano, celebram o Natal, enquanto outros celebram a Epifania.

“Esta pequena diferença, que faz sobrepor os dois momentos, ressalta que aquele Menino, nascido na humildade da gruta de Belém, é a luz do mundo, que orienta o caminho de todos os povos. É uma luz que se revela aos humildes", observou o Papa

Bento XVI ressaltou que a luz de Cristo é tão límpida e forte que torna inteligível tanto a linguagem do cosmo, quanto das Escrituras. Como os Magos, todos aqueles que estão abertos à verdade, podem reconhecer essa luz e contemplar o Salvador do mundo. 

O Papa dirigiu-se em várias línguas aos diversos grupos de fiéis e peregrinos presentes, com uma saudação especial à associação Famílias Livres Associadas da Europa, que realizaram o cortejo histórico-folclorista, inspirado este ano nas tradições da cidade de Arezzo, situada na região italiana da Toscana. 

Por fim, o Santo Padre encerrou a oração concedendo a todos a sua Bênção apostólica.

Fonte: Canção Nova Notícias

Da redação do Portal Ecclesia e Blog Evangelizando.


Igreja Católica cresce em todo o mundo, aponta estudo

Apesar da crise demográfica e vocacional que atinge a Europa, a Igreja católica cresce em todo o mundo e particularmente na Ásia e na África.

O resultado emerge do estudo realizado pela Agência Fides que apresenta dados extraídos do “Anuário Estatístico da Igreja” (atualizado em 31 de dezembro de 2010) e dizem respeito aos membros da Igreja, suas estruturas pastorais, atividades no campo da saúde, assistencial e educacional.

Católicos no mundo

Em 31 de dezembro de 2010, a população mundial era de 6.848.550.000 pessoas, com um aumento de 70.951.000 em relação ao ano anterior. O aumento global também se aplica este ano a todos os continentes: os aumentos mais consistentes estão na Ásia (+40.510.000) e África (+22.144.000) seguidos pela América (+5.197.000), Europa (+2.438.000) e Oceania             (+662.000)      .

Na mesma data de 31 de dezembro de 2010, o número de católicos era 1.195.671.000 unidades com um aumento total de 15.006.000 pessoas em relação ao ano anterior. O aumento diz respeito a todos os continentes e é maior na África (+6.140.000), América (+3.986.000) e Ásia (+3.801.000); seguem Europa (+894.000) e Oceania (+185.000).

A percentagem de católicos aumentou globalmente 0,04%, num total de 17,46%. Em relação aos continentes, houve aumentos em todos os lugares, exceto na Europa: África (+0,21), América (+0,07), Ásia (+ 0,06), Europa (-0,01) e Oceania (+ 0,03).

Bispos

O número total de bispos no mundo aumentou de 39 unidades, atingindo um total de 5.104. Em geral aumentam os bispos diocesanos e diminuem os bispos religiosos. Os bispos diocesanos são 3.871 (43 a mais que no ano anterior), enquanto os Bispos religiosos são 1.233 (4 a menos). O aumento de Bispos diocesanos diz respeito a todos os continentes exceto a Oceania (-4), África (+13), América (+22), Ásia (+11), Europa (+1). O bispos religiosos aumentam na África (+3), Ásia (+1) e Oceania (+1), diminuem na América (-7) e Europa (-2).

Sacerdotes

O número total de sacerdotes no mundo aumentou 1.643 unidades em relação ao ano precedente, atingindo a cota de 412.236 padres. Mais uma vez a Europa registra o menor índice (-905), enquanto os aumentos se registram na África (+761), América (+40), Ásia (+1.695) e Oceania (+52). Os sacerdotes diocesanos no mundo aumentaram globalmente de 1.467 unidades, atingindo o número 277.009, com um aumento na África (+571), América (+502), Ásia (+801) e Oceania (+53) e ainda uma diminuição na Europa (-460). Também os sacerdotes religiosos aumentaram 176 unidades e são 135.227. A marcar um aumento, seguindo a tendência dos últimos anos, são a África (+190) e a Ásia (+894), enquanto a diminuição se verifica na América (-462), Europa (-445) e Oceania (-1).

Diáconos permanentes

Os diáconos permanentes no mundo aumentaram 1.409 unidades, atingindo um total de 39.564. O maior aumento se confirma mais uma vez na América (+859) e na Europa (+496), seguido pela Ásia (+58) e Oceania (+1). Uma única diminuição, também este ano, na África (-5). Os diáconos permanentes diocesanos no mundo são 39.004, com um aumento total de 1.412 unidades.

Aumentam em todos os continentes, com exceção da África (-6) e da Oceania (nenhuma variação), precisamente: América (+863), Ásia (+60), Europa (+495). Os diáconos permanentes religiosos são 560,3 a menos em relação ao ano precedente, com leves aumentos na África (+1), Europa (+1) e Oceania (+1), reduções na América (-4) e Ásia (-2).

Religiosos

Religiosas
 e religiosos não sacerdotes aumentaram globalmente em 436 unidades, chegando ao número de 54.665. Registraram-se aumentos na África (+254), Ásia (+411), Europa (+17) e Oceania (+15). Diminuíram apenas na América (-261). Confirma-se a tendência à diminuição global das religiosas (-7.436) que são 721.935 no total, assim divididas: neste ano, também os incrementos são na África (+1.395) e Ásia (+3.047), as reduções na América (-3.178), Europa (-8.461) e Oceania (-239).

Missionários leigos e catequistas

O número de Missionários leigos no mundo é de 335.502 unidades, com um aumento global de 15.276 unidades e aumentos continentais na África (+1.135), América (+14.655), Europa (+1.243) e Oceania (+62); a única redução é na Ásia (-1.819).
Os Catequistas no mundo aumentaram no total em 9.551 unidades, alcançando 3.160.628. Os aumentos se registram na América             (+43.619)      , Europa (+5.077) e Oceania (+393). Diminuições na África (-29.405) e Ásia (-10.133).

Institutos de instrução e educação

No campo da instrução e da educação, a Igreja administra no mundo 70.544 escolas, frequentadas por 6.478.627 alunos; 92.847 escolas fundamentais, com 31.151.170 alunos; 43.591 institutos secundários, com 17.793.559 alunos. Além disso, segue também 2.304.171 alunos de escolas superiores e 3.338.455 estudantes universitários. O confronto com o ano precedente indica um aumento de escolas (+2.425) e uma redução de alunos (-43.693); uma leve redução no número de escolas fundamentais (-124) e um aumento de alunos (+178.056); aumentam os institutos secundários (+1.096) e seus respectivos alunos (+678.822); em aumento também os estudantes de escolas superiores (+15.913) e de universitários (+63.015).

Institutos de saúde, de beneficência e assistência

Os institutos de beneficência e assistência administrados no mundo pela Igreja incluem: 5.305 hospitais, com maior presença na América (1.694) e África (1.150); 18.179 postos de saúde, em maioria na América (5.762), África (5.312) e Ásia (3.884); 547 leprosários, distribuídos principalmente na Ásia (285) e África (198); 17.223 casas para idosos, doentes crônicos e portadores de deficiência, em maioria na Europa (8.021) e América (5.650); 9.882 orfanatos, um terço dos quais na Ásia (3.606); 11.379 jardins de infância; 15.327 consultórios matrimoniais, distribuídos em grande parte na América (6.472); 34.331 centros de educação ou reeducação social e 9.391 instituições de outros tipos, em maioria na América (3.564) e Europa (3.159).

Fonte : Canção Nova Noticias

Homilia de Bento XVI: Epifania do Senhor


Amados irmãos e irmãs,

Para a Igreja crente e orante, os Magos do Oriente, que, guiados pela estrela, encontraram o caminho para o presépio de Belém, são apenas o princípio duma grande procissão que permeia a história. Por isso, a liturgia lê o Evangelho que fala do caminho dos Magos juntamente com as estupendas visões proféticas de Isaías 60 e do Salmo 72 que ilustram, com imagens ousadas, a peregrinação dos povos para Jerusalém. Assim como os pastores – os primeiros convidados para irem até junto do Menino recém-nascido deitado na manjedoura – personificam os pobres de Israel e, em geral, as almas simples que interiormente vivem muito perto de Jesus, assim também os homens vindos do Oriente personificam o mundo dos povos, a Igreja dos gentios: os homens que, ao longo de todos os séculos, se encaminham para o Menino de Belém, n’Ele honram o Filho de Deus e se prostram diante d’Ele. A Igreja chama a esta festa «Epifania» – a manifestação do Divino. Se considerarmos o facto de que desde então homens de todas as proveniências, de todos os continentes, das mais diversas culturas e das diferentes formas de pensamento e de vida se puseram, e estão, a caminho de Cristo, podemos verdadeiramente dizer que esta peregrinação e este encontro com Deus na figura do Menino é uma Epifania da bondade de Deus e do seu amor pelos homens (cf. Tt 3, 4). Seguindo uma tradição iniciada pelo Beato Papa João Paulo II, celebramos a festa da Epifania também como dia da Ordenação episcopal de quatro sacerdotes que daqui em diante irão colaborar, em diferentes funções, com o Ministério do Papa em prol da unidade da única Igreja de Jesus Cristo na pluralidade das Igrejas particulares. A conexão entre esta Ordenação episcopal e o tema da peregrinação dos povos para Jesus Cristo é evidente. O Bispo tem a missão não apenas de se incorporar nesta peregrinação juntamente com os demais, mas de ir à frente e indicar a estrada. Nesta liturgia, porém, queria refletir convosco sobre uma questão ainda mais concreta. Com base na história narrada por Mateus, podemos certamente fazer uma ideia aproximada do tipo de homens que, seguindo o sinal da estrela, se puseram a caminho para encontrar aquele Rei que teria fundado uma nova espécie de realeza, e não só para Israel mas para a humanidade inteira. Que tipo de homens seriam então eles? E perguntemo-nos também se a partir deles, não obstante a diferença dos tempos e das funções, seja possível vislumbrar algo do que é o Bispo e de como deve ele cumprir a sua missão.

Os homens que então partiram rumo ao desconhecido eram, em definitiva, pessoas de coração inquieto; homens inquietos movidos pela busca de Deus e da salvação do mundo; homens à espera, que não se contentavam com seus rendimentos assegurados e com uma posição social provavelmente considerável, mas andavam à procura da realidade maior. Talvez fossem homens eruditos, que tinham grande conhecimento dos astros e, provavelmente, dispunham também duma formação filosófica; mas não era apenas saber muitas coisas que queriam; queriam sobretudo saber o essencial, queriam saber como se consegue ser pessoa humana. E, por isso, queriam saber se Deus existe, onde está e como é; se Se preocupa connosco e como podemos encontrá-Lo. Queriam não apenas saber; queriam conhecer a verdade acerca de nós mesmos, de Deus e do mundo. A sua peregrinação exterior era expressão deste estar interiormente a caminho, da peregrinação interior do seu coração. Eram homens que buscavam a Deus e, em última instância, caminhavam para Ele; eram indagadores de Deus. Chegamos assim à questão: Como deve ser um homem a quem se impõem as mãos para a Ordenação episcopal na Igreja de Jesus Cristo? Podemos dizer: deve ser sobretudo um homem cujo interesse se dirige para Deus, porque só então é que ele se interessa verdadeiramente também pelos homens. E, vice-versa, podemos dizer: um Bispo deve ser um homem que tem a peito os outros homens, que se deixa tocar pelas vicissitudes humanas. Deve ser um homem para os outros; mas só poderá sê-lo realmente, se for um homem conquistado por Deus: se, para ele, a inquietação por Deus se tornou uma inquietação pela sua criatura, o homem. Como os Magos do Oriente, também um Bispo não deve ser alguém que se limita a exercer o seu ofício, sem se importar com mais nada; mas deve deixar-se absorver pela inquietação de Deus com os homens. Deve, por assim dizer, pensar e sentir em sintonia com Deus. Não é apenas o homem que tem em si a inquietação constitutiva por Deus, mas esta inquietação é uma participação na inquietação de Deus por nós. Foi por estar inquieto connosco que Deus veio atrás de nós até à manjedoura; mais: até à cruz. «Buscando-me, Te sentaste cansado, me redimiste com o suplício da Cruz: que todo o esforço não seja em vão!»: reza a Igreja no Dies irae. A inquietação do homem por Deus e, a partir dela, a inquietação de Deus pelo homem devem não dar tréguas ao Bispo. É isto que queremos dizer, ao afirmar que o Bispo deve ser sobretudo um homem de fé; porque a fé nada mais é do que ser interiormente tocado por Deus, condição esta que nos leva pelo caminho da vida. A fé leva-nos a um estado em que somos arrebatados pela inquietação de Deus e faz de nós peregrinos que estão interiormente a caminho para o verdadeiro Rei do mundo e para a sua promessa de justiça, de verdade e de amor. Nesta peregrinação, o Bispo deve ir à frente, deve ser aquele que indica aos homens a estrada para a fé, a esperança e o amor.

A peregrinação interior da fé para Deus realiza-se sobretudo na oração. Santo Agostinho disse certa vez que a oração, em última análise, nada mais seria do que a atualização e a radicalização do nosso desejo de Deus. No lugar da palavra «desejo», poderíamos colocar também a palavra «inquietação» e dizer que a oração quer arrancar-nos da nossa falsa comodidade, da nossa clausura nas realidades materiais, visíveis, para nos transmitir a inquietação por Deus, tornando-nos assim abertos e inquietos uns para com os outros. O Bispo, como peregrino de Deus, deve ser sobretudo um homem que reza, deve viver em permanente contacto interior com Deus; a sua alma deve estar aberta de par em par a Deus. As dificuldades suas e dos outros bem como as suas alegrias e as dos demais deve levá-las a Deus e assim, a seu modo, estabelecer o contacto entre Deus e o mundo na comunhão com Cristo, para que a luz de Cristo brilhe no mundo. Voltemos aos Magos do Oriente. Eles eram também e sobretudo homens que tinham coragem; tinham a coragem e a humildade da fé. Era preciso coragem a fim de acolher o sinal da estrela como uma ordem para partir, para sair rumo ao desconhecido, ao incerto, por caminhos onde havia inúmeros perigos à espreita. Podemos imaginar que a decisão destes homens tenha provocado sarcasmo: o sarcasmo dos ditos realistas que podiam apenas zombar das fantasias destes homens. Quem partia baseado em promessas tão incertas, arriscando tudo, só podia aparecer como ridículo. Mas, para estes homens tocados interiormente por Deus, era mais importante o caminho segundo as indicações divinas do que a opinião alheia. Para eles, a busca da verdade era mais importante que a zombaria do mundo, aparentemente inteligente.

Vendo tal situação, como não pensar na missão do Bispo neste nosso tempo? A humildade da fé, do crer juntamente com a fé da Igreja de todos os tempos, há-de encontrar-se, vezes sem conta, em conflito com a inteligência dominante daqueles que se atêm àquilo que aparentemente é seguro. Quem vive e anuncia a fé da Igreja também não está, em muitos aspectos, em conformidade com as opiniões dominantes precisamente no nosso tempo. O agnosticismo, hoje largamente imperante, tem os seus dogmas e é extremamente intolerante com tudo o que o põe em questão, ou põe em questão os seus critérios. Por isso, a coragem de contradizer as orientações dominantes é hoje particularmente premente para um Bispo. Ele tem de ser valoroso; e esta valentia ou fortaleza não consiste em ferir com violência, na agressividade, mas em deixar-se ferir e fazer frente aos critérios das opiniões dominantes. A coragem de permanecer firme na verdade é inevitavelmente exigida àqueles que o Senhor envia como cordeiros para o meio de lobos. «Aquele que teme o Senhor nada temerá», diz Ben Sirá (34, 14). O temor de Deus liberta do medo dos homens; faz-nos livres! Neste contexto, recordo um episódio dos primórdios do cristianismo que São Lucas narra nos Atos dos Apóstolos. Depois do discurso de Gamaliel, que desaconselha a violência contra a comunidade nascente dos crentes em Jesus, o Sinédrio convocou os Apóstolos e fê-los flagelar. Depois proibiu-os de pregar em nome de Jesus e pô-los em liberdade. Lucas continua: Os Apóstolos «saíram da sala do Sinédrio cheios de alegria por terem sido considerados dignos de sofrer vexames por causa do Nome de Jesus. E todos os dias (...) não cessavam de ensinar e de anunciar a Boa-Nova de Jesus, o Messias» (Act 5, 41-42). Também os sucessores dos Apóstolos devem esperar ser, repetidamente e de forma moderna, flagelados, se não cessam de anunciar alto e bom som a Boa-Nova de Jesus Cristo; hão-de então alegrar-se por terem sido considerados dignos de sofrer ultrajes por Ele. Naturalmente queremos, como os Apóstolos, convencer as pessoas e, neste sentido, obter a sua aprovação; naturalmente não provocamos, antes, pelo contrário, convidamos todos a entrarem na alegria da verdade que indica a estrada. Contudo o critério ao qual nos submetemos não é a aprovação das opiniões dominantes; o critério é o próprio Senhor. Se defendemos a sua causa, conquistaremos incessantemente, pela graça de Deus, pessoas para o caminho do Evangelho; mas inevitavelmente também seremos flagelados por aqueles cujas vidas estão em contraste com o Evangelho, e então poderemos ficar agradecidos por sermos considerados dignos de participar na Paixão de Cristo.

Os Magos seguiram a estrela e assim chegaram a Jesus, à grande Luz que, vindo ao mundo, ilumina todo o homem (cf. Jo 1, 9). Como peregrinos da fé, os Magos tornaram-se eles mesmos estrelas que brilham no céu da história e nos indicam a estrada. Os santos são as verdadeiras constelações de Deus, que iluminam as noites deste mundo e nos guiam. São Paulo, na Carta aos Filipenses, disse aos seus fiéis que devem brilhar como astros no mundo (cf. 2, 15). Queridos amigos, isto diz respeito também a nós. Isto diz respeito sobretudo a vós que ides agora ser ordenados Bispos da Igreja de Jesus Cristo. Se viverdes com Cristo, ligados a Ele novamente no Sacramento, então também vós vos tornareis sábios; então tornar-vos-eis astros que vão à frente dos homens e indicam-lhes o caminho certo da vida. Neste momento, todos nós aqui rezamos por vós, pedindo que o Senhor vos encha com a luz da fé e do amor, que a inquietação de Deus pelo homem vos toque, que todos possam experimentar a sua proximidade e receber o dom da sua alegria. Rezamos por vós, para que o Senhor sempre vos dê a coragem e a humildade da fé. Rezamos a Maria, que mostrou aos Magos o novo Rei do mundo (cf. Mt 2, 11), para que, como Mãe amorosa, mostre Jesus Cristo também a vós e vos ajude a serdes indicadores da estrada que leva a Ele. Amem.

BENEDICTUS PP XVI

Da redação do Portal Ecclesia.


Jornal Hoje: juventude católica mostra sua força nas redes sociais

"As pessoas precisavam ver a mobilização dessa Juventude que acredita em Deus", escreve jovem pedindo para que a JMJ Rio 2013 seja tema da próxima reportagem do quadro Jovens do Brasil do telejornal.


No dia 1 de janeiro, a fanpage do 'Jornal Hoje', um telejornal da Rede Globo de Televisão, informou: "na semana que vem o Jovens do Brasil está de volta e quem escolhe o tema da próxima reportagem é você". Jovens do Brasil é um quadro que tem como objetivo "saber o que os adolescentes pensam, as suas preocupações, os desejos dos jovens", esclareceu o apresentador Evaristo Costa.

"Qual assunto você quer ver no Jornal Hoje? Mande sua sugestão e participe", acerca desta convocação a juventude católica tem se mobilizado nas sugestões: a Jornada Mundial da Juventude. A postagem já chega a cerca de 24 mil comentários de jovens, pedindo a reportagem sobre a JMJ Rio 2013.

Para Lucas Pagotti assim como para milhares de outros jovens o tema deve ser a Jornada Mundial da Juventude. "Tem muita coisa a ser mostrada! Tem que mostrar a força por traz desse movimento...", escreveu no Facebook. Segundo Josilene Campello, "as pessoas precisavam ver a mobilização dessa juventude que acredita em Deus, no amor, na justiça e na união, valores muitas vezes deixados de lado pela mídia".

Para participar basta acessar a postagem referente, clicando aqui, e comentar, pedindo que a próxima reportagem do quadro Jovens do Brasil seja a Jornada Mundial da Juventude, que vai ocorrer em julho deste ano no Rio de Janeiro, com a presenta do Papa Bento XVI.

Da redação do Portal Ecclesia.


Solenidade: Epifania do Amor

Blog Evangelizando!

Olá meus amigos aqui nestas poucas palavras, o Padre Flávio Sobreiro descrevi a Solenidade da Epifania do Senhor.


Epifania do Amor

Hoje a Igreja celebra a Solenidade da Epifania do Senhor. Cristo manifesta-se ao mundo. E esta manifestação atrai todos os povos. No Evangelho proclamado, magos do Oriente vem em busca da Luz das Nações (Mt 2,1-12). Diante da Luz de Cristo todos somos convidados a buscar um novo jeito de ser e de viver. Os magos não retornam a Jerusalém, mas buscam um novo caminho. Haviam contemplado a Luz e agora traziam na alma a experiência profunda do amor de Deus manifestado em seu próprio Filho.

Hoje uma Luz nos guia. O amor de Deus adentra nosso coração e nos convida a fazermos da vida uma Epifania de Amar. Revelarmos a todos os povos que Cristo veio para que toda a humanidade vivencie o amor em gestos concretos.

Abramos os presentes que o próprio Deus nos concedeu e os partilhemos com todos: a paz, a esperança, a solidariedade, a fé, o amor... Que na Epifania do Amor a Luz de Cristo resplandeça em nossa vida.

Padre Flávio Sobreiro

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