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6 de janeiro de 2013

Igreja Católica cresce em todo o mundo, aponta estudo

Apesar da crise demográfica e vocacional que atinge a Europa, a Igreja católica cresce em todo o mundo e particularmente na Ásia e na África.

O resultado emerge do estudo realizado pela Agência Fides que apresenta dados extraídos do “Anuário Estatístico da Igreja” (atualizado em 31 de dezembro de 2010) e dizem respeito aos membros da Igreja, suas estruturas pastorais, atividades no campo da saúde, assistencial e educacional.

Católicos no mundo

Em 31 de dezembro de 2010, a população mundial era de 6.848.550.000 pessoas, com um aumento de 70.951.000 em relação ao ano anterior. O aumento global também se aplica este ano a todos os continentes: os aumentos mais consistentes estão na Ásia (+40.510.000) e África (+22.144.000) seguidos pela América (+5.197.000), Europa (+2.438.000) e Oceania             (+662.000)      .

Na mesma data de 31 de dezembro de 2010, o número de católicos era 1.195.671.000 unidades com um aumento total de 15.006.000 pessoas em relação ao ano anterior. O aumento diz respeito a todos os continentes e é maior na África (+6.140.000), América (+3.986.000) e Ásia (+3.801.000); seguem Europa (+894.000) e Oceania (+185.000).

A percentagem de católicos aumentou globalmente 0,04%, num total de 17,46%. Em relação aos continentes, houve aumentos em todos os lugares, exceto na Europa: África (+0,21), América (+0,07), Ásia (+ 0,06), Europa (-0,01) e Oceania (+ 0,03).

Bispos

O número total de bispos no mundo aumentou de 39 unidades, atingindo um total de 5.104. Em geral aumentam os bispos diocesanos e diminuem os bispos religiosos. Os bispos diocesanos são 3.871 (43 a mais que no ano anterior), enquanto os Bispos religiosos são 1.233 (4 a menos). O aumento de Bispos diocesanos diz respeito a todos os continentes exceto a Oceania (-4), África (+13), América (+22), Ásia (+11), Europa (+1). O bispos religiosos aumentam na África (+3), Ásia (+1) e Oceania (+1), diminuem na América (-7) e Europa (-2).

Sacerdotes

O número total de sacerdotes no mundo aumentou 1.643 unidades em relação ao ano precedente, atingindo a cota de 412.236 padres. Mais uma vez a Europa registra o menor índice (-905), enquanto os aumentos se registram na África (+761), América (+40), Ásia (+1.695) e Oceania (+52). Os sacerdotes diocesanos no mundo aumentaram globalmente de 1.467 unidades, atingindo o número 277.009, com um aumento na África (+571), América (+502), Ásia (+801) e Oceania (+53) e ainda uma diminuição na Europa (-460). Também os sacerdotes religiosos aumentaram 176 unidades e são 135.227. A marcar um aumento, seguindo a tendência dos últimos anos, são a África (+190) e a Ásia (+894), enquanto a diminuição se verifica na América (-462), Europa (-445) e Oceania (-1).

Diáconos permanentes

Os diáconos permanentes no mundo aumentaram 1.409 unidades, atingindo um total de 39.564. O maior aumento se confirma mais uma vez na América (+859) e na Europa (+496), seguido pela Ásia (+58) e Oceania (+1). Uma única diminuição, também este ano, na África (-5). Os diáconos permanentes diocesanos no mundo são 39.004, com um aumento total de 1.412 unidades.

Aumentam em todos os continentes, com exceção da África (-6) e da Oceania (nenhuma variação), precisamente: América (+863), Ásia (+60), Europa (+495). Os diáconos permanentes religiosos são 560,3 a menos em relação ao ano precedente, com leves aumentos na África (+1), Europa (+1) e Oceania (+1), reduções na América (-4) e Ásia (-2).

Religiosos

Religiosas
 e religiosos não sacerdotes aumentaram globalmente em 436 unidades, chegando ao número de 54.665. Registraram-se aumentos na África (+254), Ásia (+411), Europa (+17) e Oceania (+15). Diminuíram apenas na América (-261). Confirma-se a tendência à diminuição global das religiosas (-7.436) que são 721.935 no total, assim divididas: neste ano, também os incrementos são na África (+1.395) e Ásia (+3.047), as reduções na América (-3.178), Europa (-8.461) e Oceania (-239).

Missionários leigos e catequistas

O número de Missionários leigos no mundo é de 335.502 unidades, com um aumento global de 15.276 unidades e aumentos continentais na África (+1.135), América (+14.655), Europa (+1.243) e Oceania (+62); a única redução é na Ásia (-1.819).
Os Catequistas no mundo aumentaram no total em 9.551 unidades, alcançando 3.160.628. Os aumentos se registram na América             (+43.619)      , Europa (+5.077) e Oceania (+393). Diminuições na África (-29.405) e Ásia (-10.133).

Institutos de instrução e educação

No campo da instrução e da educação, a Igreja administra no mundo 70.544 escolas, frequentadas por 6.478.627 alunos; 92.847 escolas fundamentais, com 31.151.170 alunos; 43.591 institutos secundários, com 17.793.559 alunos. Além disso, segue também 2.304.171 alunos de escolas superiores e 3.338.455 estudantes universitários. O confronto com o ano precedente indica um aumento de escolas (+2.425) e uma redução de alunos (-43.693); uma leve redução no número de escolas fundamentais (-124) e um aumento de alunos (+178.056); aumentam os institutos secundários (+1.096) e seus respectivos alunos (+678.822); em aumento também os estudantes de escolas superiores (+15.913) e de universitários (+63.015).

Institutos de saúde, de beneficência e assistência

Os institutos de beneficência e assistência administrados no mundo pela Igreja incluem: 5.305 hospitais, com maior presença na América (1.694) e África (1.150); 18.179 postos de saúde, em maioria na América (5.762), África (5.312) e Ásia (3.884); 547 leprosários, distribuídos principalmente na Ásia (285) e África (198); 17.223 casas para idosos, doentes crônicos e portadores de deficiência, em maioria na Europa (8.021) e América (5.650); 9.882 orfanatos, um terço dos quais na Ásia (3.606); 11.379 jardins de infância; 15.327 consultórios matrimoniais, distribuídos em grande parte na América (6.472); 34.331 centros de educação ou reeducação social e 9.391 instituições de outros tipos, em maioria na América (3.564) e Europa (3.159).

Fonte : Canção Nova Noticias

Homilia de Bento XVI: Epifania do Senhor


Amados irmãos e irmãs,

Para a Igreja crente e orante, os Magos do Oriente, que, guiados pela estrela, encontraram o caminho para o presépio de Belém, são apenas o princípio duma grande procissão que permeia a história. Por isso, a liturgia lê o Evangelho que fala do caminho dos Magos juntamente com as estupendas visões proféticas de Isaías 60 e do Salmo 72 que ilustram, com imagens ousadas, a peregrinação dos povos para Jerusalém. Assim como os pastores – os primeiros convidados para irem até junto do Menino recém-nascido deitado na manjedoura – personificam os pobres de Israel e, em geral, as almas simples que interiormente vivem muito perto de Jesus, assim também os homens vindos do Oriente personificam o mundo dos povos, a Igreja dos gentios: os homens que, ao longo de todos os séculos, se encaminham para o Menino de Belém, n’Ele honram o Filho de Deus e se prostram diante d’Ele. A Igreja chama a esta festa «Epifania» – a manifestação do Divino. Se considerarmos o facto de que desde então homens de todas as proveniências, de todos os continentes, das mais diversas culturas e das diferentes formas de pensamento e de vida se puseram, e estão, a caminho de Cristo, podemos verdadeiramente dizer que esta peregrinação e este encontro com Deus na figura do Menino é uma Epifania da bondade de Deus e do seu amor pelos homens (cf. Tt 3, 4). Seguindo uma tradição iniciada pelo Beato Papa João Paulo II, celebramos a festa da Epifania também como dia da Ordenação episcopal de quatro sacerdotes que daqui em diante irão colaborar, em diferentes funções, com o Ministério do Papa em prol da unidade da única Igreja de Jesus Cristo na pluralidade das Igrejas particulares. A conexão entre esta Ordenação episcopal e o tema da peregrinação dos povos para Jesus Cristo é evidente. O Bispo tem a missão não apenas de se incorporar nesta peregrinação juntamente com os demais, mas de ir à frente e indicar a estrada. Nesta liturgia, porém, queria refletir convosco sobre uma questão ainda mais concreta. Com base na história narrada por Mateus, podemos certamente fazer uma ideia aproximada do tipo de homens que, seguindo o sinal da estrela, se puseram a caminho para encontrar aquele Rei que teria fundado uma nova espécie de realeza, e não só para Israel mas para a humanidade inteira. Que tipo de homens seriam então eles? E perguntemo-nos também se a partir deles, não obstante a diferença dos tempos e das funções, seja possível vislumbrar algo do que é o Bispo e de como deve ele cumprir a sua missão.

Os homens que então partiram rumo ao desconhecido eram, em definitiva, pessoas de coração inquieto; homens inquietos movidos pela busca de Deus e da salvação do mundo; homens à espera, que não se contentavam com seus rendimentos assegurados e com uma posição social provavelmente considerável, mas andavam à procura da realidade maior. Talvez fossem homens eruditos, que tinham grande conhecimento dos astros e, provavelmente, dispunham também duma formação filosófica; mas não era apenas saber muitas coisas que queriam; queriam sobretudo saber o essencial, queriam saber como se consegue ser pessoa humana. E, por isso, queriam saber se Deus existe, onde está e como é; se Se preocupa connosco e como podemos encontrá-Lo. Queriam não apenas saber; queriam conhecer a verdade acerca de nós mesmos, de Deus e do mundo. A sua peregrinação exterior era expressão deste estar interiormente a caminho, da peregrinação interior do seu coração. Eram homens que buscavam a Deus e, em última instância, caminhavam para Ele; eram indagadores de Deus. Chegamos assim à questão: Como deve ser um homem a quem se impõem as mãos para a Ordenação episcopal na Igreja de Jesus Cristo? Podemos dizer: deve ser sobretudo um homem cujo interesse se dirige para Deus, porque só então é que ele se interessa verdadeiramente também pelos homens. E, vice-versa, podemos dizer: um Bispo deve ser um homem que tem a peito os outros homens, que se deixa tocar pelas vicissitudes humanas. Deve ser um homem para os outros; mas só poderá sê-lo realmente, se for um homem conquistado por Deus: se, para ele, a inquietação por Deus se tornou uma inquietação pela sua criatura, o homem. Como os Magos do Oriente, também um Bispo não deve ser alguém que se limita a exercer o seu ofício, sem se importar com mais nada; mas deve deixar-se absorver pela inquietação de Deus com os homens. Deve, por assim dizer, pensar e sentir em sintonia com Deus. Não é apenas o homem que tem em si a inquietação constitutiva por Deus, mas esta inquietação é uma participação na inquietação de Deus por nós. Foi por estar inquieto connosco que Deus veio atrás de nós até à manjedoura; mais: até à cruz. «Buscando-me, Te sentaste cansado, me redimiste com o suplício da Cruz: que todo o esforço não seja em vão!»: reza a Igreja no Dies irae. A inquietação do homem por Deus e, a partir dela, a inquietação de Deus pelo homem devem não dar tréguas ao Bispo. É isto que queremos dizer, ao afirmar que o Bispo deve ser sobretudo um homem de fé; porque a fé nada mais é do que ser interiormente tocado por Deus, condição esta que nos leva pelo caminho da vida. A fé leva-nos a um estado em que somos arrebatados pela inquietação de Deus e faz de nós peregrinos que estão interiormente a caminho para o verdadeiro Rei do mundo e para a sua promessa de justiça, de verdade e de amor. Nesta peregrinação, o Bispo deve ir à frente, deve ser aquele que indica aos homens a estrada para a fé, a esperança e o amor.

A peregrinação interior da fé para Deus realiza-se sobretudo na oração. Santo Agostinho disse certa vez que a oração, em última análise, nada mais seria do que a atualização e a radicalização do nosso desejo de Deus. No lugar da palavra «desejo», poderíamos colocar também a palavra «inquietação» e dizer que a oração quer arrancar-nos da nossa falsa comodidade, da nossa clausura nas realidades materiais, visíveis, para nos transmitir a inquietação por Deus, tornando-nos assim abertos e inquietos uns para com os outros. O Bispo, como peregrino de Deus, deve ser sobretudo um homem que reza, deve viver em permanente contacto interior com Deus; a sua alma deve estar aberta de par em par a Deus. As dificuldades suas e dos outros bem como as suas alegrias e as dos demais deve levá-las a Deus e assim, a seu modo, estabelecer o contacto entre Deus e o mundo na comunhão com Cristo, para que a luz de Cristo brilhe no mundo. Voltemos aos Magos do Oriente. Eles eram também e sobretudo homens que tinham coragem; tinham a coragem e a humildade da fé. Era preciso coragem a fim de acolher o sinal da estrela como uma ordem para partir, para sair rumo ao desconhecido, ao incerto, por caminhos onde havia inúmeros perigos à espreita. Podemos imaginar que a decisão destes homens tenha provocado sarcasmo: o sarcasmo dos ditos realistas que podiam apenas zombar das fantasias destes homens. Quem partia baseado em promessas tão incertas, arriscando tudo, só podia aparecer como ridículo. Mas, para estes homens tocados interiormente por Deus, era mais importante o caminho segundo as indicações divinas do que a opinião alheia. Para eles, a busca da verdade era mais importante que a zombaria do mundo, aparentemente inteligente.

Vendo tal situação, como não pensar na missão do Bispo neste nosso tempo? A humildade da fé, do crer juntamente com a fé da Igreja de todos os tempos, há-de encontrar-se, vezes sem conta, em conflito com a inteligência dominante daqueles que se atêm àquilo que aparentemente é seguro. Quem vive e anuncia a fé da Igreja também não está, em muitos aspectos, em conformidade com as opiniões dominantes precisamente no nosso tempo. O agnosticismo, hoje largamente imperante, tem os seus dogmas e é extremamente intolerante com tudo o que o põe em questão, ou põe em questão os seus critérios. Por isso, a coragem de contradizer as orientações dominantes é hoje particularmente premente para um Bispo. Ele tem de ser valoroso; e esta valentia ou fortaleza não consiste em ferir com violência, na agressividade, mas em deixar-se ferir e fazer frente aos critérios das opiniões dominantes. A coragem de permanecer firme na verdade é inevitavelmente exigida àqueles que o Senhor envia como cordeiros para o meio de lobos. «Aquele que teme o Senhor nada temerá», diz Ben Sirá (34, 14). O temor de Deus liberta do medo dos homens; faz-nos livres! Neste contexto, recordo um episódio dos primórdios do cristianismo que São Lucas narra nos Atos dos Apóstolos. Depois do discurso de Gamaliel, que desaconselha a violência contra a comunidade nascente dos crentes em Jesus, o Sinédrio convocou os Apóstolos e fê-los flagelar. Depois proibiu-os de pregar em nome de Jesus e pô-los em liberdade. Lucas continua: Os Apóstolos «saíram da sala do Sinédrio cheios de alegria por terem sido considerados dignos de sofrer vexames por causa do Nome de Jesus. E todos os dias (...) não cessavam de ensinar e de anunciar a Boa-Nova de Jesus, o Messias» (Act 5, 41-42). Também os sucessores dos Apóstolos devem esperar ser, repetidamente e de forma moderna, flagelados, se não cessam de anunciar alto e bom som a Boa-Nova de Jesus Cristo; hão-de então alegrar-se por terem sido considerados dignos de sofrer ultrajes por Ele. Naturalmente queremos, como os Apóstolos, convencer as pessoas e, neste sentido, obter a sua aprovação; naturalmente não provocamos, antes, pelo contrário, convidamos todos a entrarem na alegria da verdade que indica a estrada. Contudo o critério ao qual nos submetemos não é a aprovação das opiniões dominantes; o critério é o próprio Senhor. Se defendemos a sua causa, conquistaremos incessantemente, pela graça de Deus, pessoas para o caminho do Evangelho; mas inevitavelmente também seremos flagelados por aqueles cujas vidas estão em contraste com o Evangelho, e então poderemos ficar agradecidos por sermos considerados dignos de participar na Paixão de Cristo.

Os Magos seguiram a estrela e assim chegaram a Jesus, à grande Luz que, vindo ao mundo, ilumina todo o homem (cf. Jo 1, 9). Como peregrinos da fé, os Magos tornaram-se eles mesmos estrelas que brilham no céu da história e nos indicam a estrada. Os santos são as verdadeiras constelações de Deus, que iluminam as noites deste mundo e nos guiam. São Paulo, na Carta aos Filipenses, disse aos seus fiéis que devem brilhar como astros no mundo (cf. 2, 15). Queridos amigos, isto diz respeito também a nós. Isto diz respeito sobretudo a vós que ides agora ser ordenados Bispos da Igreja de Jesus Cristo. Se viverdes com Cristo, ligados a Ele novamente no Sacramento, então também vós vos tornareis sábios; então tornar-vos-eis astros que vão à frente dos homens e indicam-lhes o caminho certo da vida. Neste momento, todos nós aqui rezamos por vós, pedindo que o Senhor vos encha com a luz da fé e do amor, que a inquietação de Deus pelo homem vos toque, que todos possam experimentar a sua proximidade e receber o dom da sua alegria. Rezamos por vós, para que o Senhor sempre vos dê a coragem e a humildade da fé. Rezamos a Maria, que mostrou aos Magos o novo Rei do mundo (cf. Mt 2, 11), para que, como Mãe amorosa, mostre Jesus Cristo também a vós e vos ajude a serdes indicadores da estrada que leva a Ele. Amem.

BENEDICTUS PP XVI

Da redação do Portal Ecclesia.


Jornal Hoje: juventude católica mostra sua força nas redes sociais

"As pessoas precisavam ver a mobilização dessa Juventude que acredita em Deus", escreve jovem pedindo para que a JMJ Rio 2013 seja tema da próxima reportagem do quadro Jovens do Brasil do telejornal.


No dia 1 de janeiro, a fanpage do 'Jornal Hoje', um telejornal da Rede Globo de Televisão, informou: "na semana que vem o Jovens do Brasil está de volta e quem escolhe o tema da próxima reportagem é você". Jovens do Brasil é um quadro que tem como objetivo "saber o que os adolescentes pensam, as suas preocupações, os desejos dos jovens", esclareceu o apresentador Evaristo Costa.

"Qual assunto você quer ver no Jornal Hoje? Mande sua sugestão e participe", acerca desta convocação a juventude católica tem se mobilizado nas sugestões: a Jornada Mundial da Juventude. A postagem já chega a cerca de 24 mil comentários de jovens, pedindo a reportagem sobre a JMJ Rio 2013.

Para Lucas Pagotti assim como para milhares de outros jovens o tema deve ser a Jornada Mundial da Juventude. "Tem muita coisa a ser mostrada! Tem que mostrar a força por traz desse movimento...", escreveu no Facebook. Segundo Josilene Campello, "as pessoas precisavam ver a mobilização dessa juventude que acredita em Deus, no amor, na justiça e na união, valores muitas vezes deixados de lado pela mídia".

Para participar basta acessar a postagem referente, clicando aqui, e comentar, pedindo que a próxima reportagem do quadro Jovens do Brasil seja a Jornada Mundial da Juventude, que vai ocorrer em julho deste ano no Rio de Janeiro, com a presenta do Papa Bento XVI.

Da redação do Portal Ecclesia.


Solenidade: Epifania do Amor

Blog Evangelizando!

Olá meus amigos aqui nestas poucas palavras, o Padre Flávio Sobreiro descrevi a Solenidade da Epifania do Senhor.


Epifania do Amor

Hoje a Igreja celebra a Solenidade da Epifania do Senhor. Cristo manifesta-se ao mundo. E esta manifestação atrai todos os povos. No Evangelho proclamado, magos do Oriente vem em busca da Luz das Nações (Mt 2,1-12). Diante da Luz de Cristo todos somos convidados a buscar um novo jeito de ser e de viver. Os magos não retornam a Jerusalém, mas buscam um novo caminho. Haviam contemplado a Luz e agora traziam na alma a experiência profunda do amor de Deus manifestado em seu próprio Filho.

Hoje uma Luz nos guia. O amor de Deus adentra nosso coração e nos convida a fazermos da vida uma Epifania de Amar. Revelarmos a todos os povos que Cristo veio para que toda a humanidade vivencie o amor em gestos concretos.

Abramos os presentes que o próprio Deus nos concedeu e os partilhemos com todos: a paz, a esperança, a solidariedade, a fé, o amor... Que na Epifania do Amor a Luz de Cristo resplandeça em nossa vida.

Padre Flávio Sobreiro

Leia mais: http://www.padreflaviosobreiro.com/

Redação: Blog Evangelizando

5 de janeiro de 2013

Faltam 200 dias para a Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro

"Os braços abertos do Cristo Redentor são o sinal da acolhida que o Senhor reservará a todos quantos vierem até Ele", escreveu o Papa em mensagem.


Este sábado, 5 de janeiro, marca os 200 dias que separam os jovens do mundo inteiro do grande evento esperado por eles: a Jornada Mundial da Juventude. Chegando à sua 28º edição em 2013, a JMJ será realizada no Rio de Janeiro de 23 a 28 de julho.

Em artigo publicado por ocasião do ano novo, o arcebispo do Rio, dom Orani João Tempesta, já havia anunciado este dia, que marca este tempo de espera dos jovens. "No próximo dia 5, no Arpoador, no Rio de Janeiro, iremos comemorar a espera dos últimos 200 dias para a JMJ. A espera é uma palavra difícil, sobretudo para os jovens, mas é uma palavra prenhe de vida", escreveu.

As inscrições para esse evento mundial começaram em 28 de agosto do ano passado e o primeiro inscrito foi o Papa Bento XVI, que será também o grande anfitrião do evento. Em mensagem escrita para a JMJ 2013, o Santo Padre renovou o convite aos jovens do mundo inteiro para que participem deste importante evento.

"A conhecida estátua do Cristo Redentor, que se eleva sobre aquela bela cidade brasileira, será o símbolo eloquente deste convite: seus braços abertos são o sinal da acolhida que o Senhor reservará a todos quantos vierem até Ele, e o seu coração retrata o imenso amor que Ele tem por cada um e cada uma de vós. Deixai-vos atrair por Ele!", escreve o Pontífice na mensagem.

Fonte: Canção Nova Notícias
Da redação do Portal Ecclesia e Blog Evangelizando


Epifania do Senhor: Bento XVI ordena quatro bispos neste domingo

Ordenação acontecerá na manhã deste dia 6, na basílica de São Pedro. Entre os quatro bispos que serão ordenados está monsenhor Gänswein, secretário pessoal do Papa.


Neste domingo, dia 6 de janeiro, a Igreja celebra a solenidade da Epifania do Senhor. Em Roma, na basílica de São Pedro, às 9 horas da manhã, Bento XVI preside a uma solene celebração eucarística em que procederá à ordenação episcopal de quatro novos bispos:

Monsenhor Angelo Vincenzo Zani, do clero da diocese italiana de Brescia, 62 anos, nomeado secretário da Congregação para a Educação Cristã; monsenhor Fortunatus Nwachukwu, do clero da diocese de Aba (Nigéria), 51 anos, nomeado núncio apostólico na Nicarágua; monsenhor Georg Gänswein, do clero da diocese de Freiburg im Breisgau (Alemanha), 55 anos, secretário pessoal do Santo Padre, nomeado prefeito da Casa Pontifícia; monsenhor Nicolas Henry Marie Denis Thevenin, francês, da comunidade de Saint Martin, incardinado na arquidiocese italiana de Génova, 53 anos, que era secretário pessoal do cardeal Bertone, secretário de Estado e nomeado núncio apostólico na Guatemala.

O Santo Padre nomeou núncio apostólico na República Árabe do Egito o arcebispo dom Jean-Paul Gobel, francês, 68 anos, que desde outubro de 2007 era núncio apostólico no Irã. Bento XVI nomeou responsável pela direção da contabilidade do Estado da Cidade do Vaticano o doutor António Chiminello, que exercia já as funções de vice-diretor desse mesmo serviço.

Fonte: NEWS.va

Da redação do Portal Ecclesia e Blog Evangelizando


4 de janeiro de 2013

Um evangelizador alegre e cativante: seis anos da morte de padre Léo

Padre Léo Tarcísio Gonçalves Pereira deixou um acervo espiritual muito grande em livros e palestras, falando, da restauração da pessoa humana pela cura interior e pela restauração da família.


Nesta sexta-feira, 4, a comunidade Canção Nova recorda com saudade a morte de padre Léo, falecido em 2007, aos 46 anos, após uma intensa luta contra o câncer. Uma missa em memória ao sacerdote, será celebrada hoje, às 20hs, pelo padre Vicente, da comunidade Bethânia, com transmissão ao vivo pela TV Canção Nova.

Desde muito jovem, padre Léo destacava-se por sua liderança dentro da Igreja e seu jeito alegre e cativante de falar de Deus. Durante sua vida religiosa, foi assessor diocesano da Renovação Carismática Católica (RCC), em Pindamonhangaba (SP), assessorou a juventude da RCC na região Sul do Brasil e foi orientador da Renovação na arquidiocese de Florianópolis (SC).

Sempre buscando ajudar o próximo e no intuito de fazer algo bom pela Igreja, em outubro de 1995, padre Léo fundou a Comunidade Bethânia com a missão de acolher e restaurar jovens dependentes químicos, portadores de HIV e marginalizados em geral. Até hoje muitas pessoas são beneficiadas e curadas com a ajuda da comunidade, a qual conta, hoje, com cinco casas espalhadas pelo Brasil.

Padre Léo foi pregador de muitos retiros, encontros e concentrações em todo o país. Na Canção Nova, o sacerdote pregou em muitos acampamentos atraindo inúmeras pessoas que gostavam de participar de suas palestras. Além das pregações, muitos peregrinos o acompanhavam pela TV e Rádio Canção Nova.

O sacerdote tinha uma forma cativante de chamar a atenção das pessoas para a Palavra de Deus, pois, fazendo-as rir com sua histórias, ele proclamava com autoridade os ensinamentos deixados por Jesus. Padre Léo deixou um acervo espiritual muito grande em livros e palestras, falando, sobretudo, da restauração da pessoa humana pela cura interior e pela restauração da família.

Fonte: Canção Nova Notícias

Redação: Portal Ecclesia e Blog Evangelizando

3 de janeiro de 2013

Papa dá dicas para viver bem as férias

"No mundo em que vivemos, é indispensável recuperar energias para o corpo e o espírito", afirmou Bento XVI em julho de 2005, durante suas primeiras férias como Pontífice.




O período de férias chegou! Em janeiro, inúmeras pessoas procuram deixar o ritmo exaustivo do dia a dia para buscar descanso, lazer ou qualquer atividade que fuja do estilo de vida que as embalaram durante todo o ano.

De acordo com o Papa Bento XVI, as férias devem ser acolhidas como dom de Deus, um tempo de descanso e motivação para recobrar as forças físicas e espirituais. Além disso, elas são também uma oportunidade para dedicar mais tempo à família e à oração.

"No mundo em que vivemos, é indispensável recuperar energias para o corpo e o espírito, especialmente para aqueles que vivem nas cidades, onde as condições de vida, às vezes frenéticas, deixam pouco espaço para o silêncio, a reflexão e o saudável contato com a natureza", afirmou o Santo Padre em julho de 2005, durante suas primeiras férias como Pontífice. 

Dicas para viver bem as férias

Em 2011, durante seu período de descanso em Castel Gandolfo, na Itália, Bento XVI deu dicas valiosas para quem deseja viver bem este tempo de férias.

Em primeiro lugar, o Santo Padre convidou, a quem pode repousar durante esses dias, a procurar viver de modo novo as relações com os outros e com Deus. "Abri um largo espaço para a leitura da Palavra de Deus, particularmente o Evangelho, que, certamente, colocareis na vossa bagagem de férias!” 

A segunda dica é proteger a criação em torno a nós, admirar a beleza e sentir a presença e a grandiosidade do Criador. "A realidade divina está escondida em nossa vida diária como sementes enterradas no solo. A nós, cabe fazê-las frutificar."

A terceira indicação é que os viajantes e peregrinos descubram com curiosidade inteligente e profunda os monumentos do passado como testemunho de cultura e fé, verdadeiro patrimônio espiritual de vínculos com as raízes culturais, lugares – como as catedrais e outras igrejas - em que a beleza ajuda a reconhecer a presença de Deus. "Que o Espírito Santo, que vê os corações, inspire-vos a rezar nesses lugares, dar graças e interceder pela humanidade do terceiro milênio!".

Na quarta dica, disse o Papa, "somos convidados a dedicar o tempo de férias a buscar a Deus e pedir que Ele liberte a todos nós da carga desnecessária. Peçamos ao Senhor um coração inteligente e sábio que o encontre. Que o exemplo da Virgem Maria nos ajude!”

Por fim, nas últimas férias do Pontífice, em julho de 2012, Bento XVI indicou um caminho simples, porém, eficaz para aqueles que desejam viver bem o período de descanso: "Nesta temporada de verão, não coloquem Deus de férias! Pensem em rezar e em ir à Missa aos domingos!"

Fonte: Canção Nova Notícias

Doutrina Católica: Creio na Santa Igreja Católica


Blog Evangelizando!

Olá amigos e amigas : O que o catecismo da Igreja entende por crer na Santa Igreja Católica? Trata-se apenas de crer na existência de uma instituição chamada Igreja? Vejamos os seguintes parágrafos do catecismo.


147. O que significa a palavra Igreja?
Designa o povo que Deus convoca e reúne de todos os confins da terra, para constituir a assembléia daqueles que, pela fé e pelo Batismo, se tornam filhos de Deus, membros de Cristo e templo do Espírito Santo.
148. Há, na Bíblia, outros nomes e imagens para indicar a Igreja?
Na Sagrada Escritura encontramos muitas imagens que põem em evidência aspectos complementares do mistério da Igreja. O Antigo Testamento privilegia as imagens ligadas ao povo de Deus; o Novo Testamento privilegia as imagens ligadas a Cristo como Cabeça deste povo que é o Seu Corpo, e as imagens retiradas da vida pastoril (redil, rebanho, ovelhas), agrícola (campo, oliveira, vinha) habitacional (morada, pedra, templo), familiar (esposa, mãe, família).
149. Quais são as origens e a realização plena da Igreja?
A Igreja encontra a sua origem e a sua realização plena no eterno desígnio de Deus. Foi preparada na Antiga Aliança com a eleição de Israel, sinal da reunião futura de todas as nações. Fundada pelas palavras e ações de Jesus Cristo, foi realizada sobretudo mediante a sua morte redentora e a sua ressurreição. Foi depois manifestada como mistério de salvação mediante a efusão do Espírito Santo, no dia de Pentecostes. Terá a sua realização plena no fim dos tempos, como assembléia celeste de todos os redimidos.
150. Qual é a missão da Igreja?
A missão da Igreja é a de anunciar e instaurar no meio de todos os povos o Reino de Deus inaugurado por Jesus Cristo. Ela é, na terra, o germe e o início deste Reino salvífico.
151. Em que sentido a Igreja é Mistério?
A Igreja é Mistério enquanto na sua realidade visível está presente e operante uma realidade espiritual, divina, que se descobre unicamente com os olhos da fé.
152. Que significa que a Igreja é sacramento universal de salvação?
Significa que é sinal e instrumento da reconciliação e da comunhão de toda a humanidade com Deus e da unidade de todo o gênero humano.
A Igreja: povo de Deus, corpo de Cristo, templo do Espírito Santo
153. Porque é que a Igreja é povo de Deus?
A Igreja é o povo de Deus porque aprouve a Deus santificar e salvar os homens não isoladamente mas constituindo-os num só povo, reunido pela unidade do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
154. Quais são as características do povo de Deus?
Este povo, de que nos tornamos membros mediante a fé em Cristo e o Batismo, tem por origem Deus Pai, por cabeça Jesus Cristo, por condição a dignidade e a liberdade dos filhos de Deus, por lei o mandamento novo do amor, por missão a de ser o sal da terra e a luz do mundo, por fim o Reino de Deus, já iniciado na terra.
155. Em que sentido o povo de Deus participa das três funções de Cristo: Sacerdote, Profeta e Rei?
O povo de Deus participa no ministério sacerdotal de Cristo, enquanto os batizados são consagrados pelo Espírito Santo para oferecer sacrifícios espirituais; participa no seu ministério profético, enquanto, com o sentido sobrenatural da fé, a esta adere indefectivelmente, a aprofunda e testemunha; e participa no seu ministério real com o serviço, imitando Jesus Cristo, que, rei do universo, se fez servo de todos, sobretudo dos pobres e dos que sofrem.
156. Como é que a Igreja é corpo de Cristo?
Por meio do Espírito, Cristo morto e ressuscitado une intimamente a Si os seus fiéis. Deste modo, os crentes em Cristo, enquanto unidos estreitamente a Ele, sobretudo na Eucaristia, são unidos entre si na caridade, formando um só corpo, a Igreja, cuja unidade se realiza na diversidade dos membros e das funções.
157. Quem é a cabeça deste corpo?
Cristo «é a Cabeça do corpo, que é a Igreja (Col 1,18). A Igreja vive d’Ele, n’Ele e para Ele. Cristo e a Igreja formam o «Cristo total» (S. Agostinho); «Cabeça e membros são, por assim dizer, uma só pessoa mística» (S. Tomás de Aquino).
158. Porque é que a Igreja é chamada esposa de Cristo?
Porque o próprio Senhor Se definiu como o «Esposo» (Mc 2,19), que amou a Igreja, unindo-a a Si por uma Aliança eterna. Ele entregou-se a Si mesmo por ela, para a purificar com o Seu sangue, «para a tornar santa» (Ef 5,26) e fazer dela mãe fecunda de todos os filhos de Deus. Enquanto a palavra «corpo» evidencia a unidade da «cabeça» com os membros, o termo «esposa» sublinha a distinção dos dois na relação pessoal.
159. Porque é que a Igreja é designada templo do Espírito Santo?
Porque o Espírito Santo reside no corpo que é a Igreja: na sua Cabeça e nos seus membros; para além disso, Ele edifica a Igreja na caridade com a Palavra de Deus, os sacramentos, as virtudes e os carismas.
«O que o nosso espírito, quer dizer, a nossa alma, é para os nossos membros, o Espírito Santo é-o para os membros de Cristo, para o corpo de Cristo, que é a Igreja» ( S. Agostinho).
160. Que são os carismas?
Os carismas são dons especiais do Espírito concedidos a alguém para o bem dos homens, para as necessidades do mundo e em particular para a edificação da Igreja, a cujo Magistério compete o seu discernimento.
A Igreja é una, santa, católica e apostólica
161. Porque é que a Igreja é una?
A Igreja é una porque tem como origem e modelo a unidade na Trindade das Pessoas de um só Deus; porque tem como fundador e cabeça Jesus Cristo, que restabelece a unidade de todos os povos num só corpo; e porque tem como alma o Espírito Santo, que une todos os fiéis na comunhão em Cristo. Ela tem uma só fé, uma só vida sacramental, uma única sucessão apostólica, uma comum esperança e a mesma caridade.
162. Onde subsiste a única Igreja de Cristo?
A única Igreja de Cristo, como sociedade constituída e organizada no mundo, subsiste (subsistit in) na Igreja católica, governada pelo sucessor de Pedro e pelos Bispos em comunhão com ele. Só por meio dela se pode obter toda a plenitude dos meios de salvação, pois o Senhor confiou todos os bens da Nova Aliança ao único colégio apostólico, cuja cabeça é Pedro.
163. Como considerar os cristãos não católicos?
Nas Igrejas e comunidades eclesiais, que se desligaram da plena comunhão da Igreja católica, encontram-se muitos elementos de santificação e de verdade. Todos estes bens provêm de Cristo e conduzem para a unidade católica. Os membros destas Igrejas e comunidades são incorporados em Cristo pelo Batismo: por isso, nós reconhecemo-los como irmãos.
164. Como empenhar-se em favor da unidade dos cristãos?
O desejo de restabelecer a união de todos os cristãos é um dom de Cristo e um apelo do Espírito. Ele diz respeito a toda a Igreja e realiza-se mediante a conversão do coração, a oração, o recíproco conhecimento fraterno, o diálogo teológico.
165. Em que sentido a Igreja é santa?
A Igreja é santa, porque Deus Santíssimo é o seu autor; Cristo entregou-se por ela, para a santificar e fazer dela santificadora; e o Espírito Santo vivifica-a com a caridade. Nela se encontra a plenitude dos meios de salvação. A santidade é a vocação de cada um dos seus membros e o fim de cada uma das suas atividades. A Igreja inclui no seu interior a Virgem Maria e inumeráveis Santos, como modelos e intercessores. A santidade da Igreja é a fonte da santificação dos seus filhos, que, aqui, na terra, se reconhecem todos pecadores, sempre necessitados de conversão e de purificação.
166. Porque é que a Igreja se chama católica?
A Igreja é católica, isto é, universal, porque nela está presente Cristo: «Onde está Cristo Jesus, aí está a Igreja católica» (S. Inácio de Antioquia). Ela anuncia a totalidade e a integridade da fé; leva e administra a plenitude dos meios de salvação; é enviada em missão a todos os povos, em todos os tempos e qualquer que seja a cultura a que eles pertençam.
167. É também católica a Igreja particular?
É católica toda a Igreja particular (isto é, a diocese e a eparquia), formada pela comunidade de fiéis cristãos que estão em comunhão de fé e de sacramentos seja com o seu Bispo, ordenado na sucessão apostólica, seja com a Igreja de Roma, que «preside à caridade» (S. Inácio de Antioquia).
168. Quem pertence à Igreja católica?
Todos os homens, de diferentes modos, pertencem ou estão ordenados à unidade católica do povo de Deus. Estão plenamente incorporados na Igreja católica aqueles que, tendo o Espírito de Cristo, se encontram unidos a ela pelos vínculos da profissão de fé, dos sacramentos, do governo eclesiástico e da comunhão. Os batizados que não se encontram plenamente nesta unidade católica estão numa certa comunhão, ainda que imperfeita, com a Igreja Católica.
169. Qual a relação da Igreja católica com o povo judeu?
A Igreja católica reconhece a sua relação com o povo judeu no fato de Deus ter escolhido este povo entre todos, para primeiro acolher a sua Palavra. É ao povo judeu que pertencem «a adopção a filhos, a glória, as alianças, a legislação, o culto, as promessas, os patriarcas; dele provém Cristo segundo a carne» (Rm 9,5). Diferentemente das outras religiões não cristãs, a fé judaica é já resposta à Revelação de Deus na Antiga Aliança.
170. Que ligação há entre a Igreja católica e as religiões não cristãs?
Antes de mais, há o laço comum da origem e fim de todo o gênero humano. A Igreja católica reconhece que tudo o que de bom e de verdadeiro existe nas outras religiões vem de Deus, é reflexo da sua verdade, pode preparar para acolher o Evangelho e mover em direção à unidade da humanidade na Igreja de Cristo.
171. Que significa a afirmação: «Fora da Igreja não há salvação»?
Significa que toda a salvação vem de Cristo-Cabeça por meio da Igreja, que é o seu corpo. Portanto não poderiam ser salvos os que, conhecendo a Igreja como fundada por Cristo e necessária à salvação, nela não entrassem e nela não perseverassem. Ao mesmo tempo, graças a Cristo e à sua Igreja, podem conseguir a salvação eterna todos os que, sem culpa própria, ignoram o Evangelho de Cristo e a sua Igreja mas procuram sinceramente Deus e, sob o influxo da graça, se esforçam por cumprir a sua vontade, conhecida através do que a consciência lhes dita.
172. Porque é que a Igreja deve anunciar o Evangelho a todo o mundo?
Porque Cristo ordenou: «ide e ensinai todas as nações, batizando-as no nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo» (Mt 28,19). Este mandato missionário do Senhor tem a sua fonte no amor eterno de Deus, que enviou o seu Filho e o seu Espírito porque «quer que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade» (1 Tim 2, 4).
173. Como é que a Igreja é missionária?
Guiada pelo Espírito Santo, a Igreja continua no curso da história a missão do próprio Cristo. Os cristãos portanto devem anunciar a todos a Boa Nova trazida por Cristo, seguindo o seu caminho, dispostos também ao sacrifício de si mesmos até ao martírio.
174. Porque é que a Igreja é apostólica?
A Igreja é apostólica pela sua origem, sendo construída sobre o «fundamento dos Apóstolos» (Ef 2,20); pelo ensino, que é o mesmo dos Apóstolos; pela sua estrutura, enquanto instruída, santificada e governada, até ao regresso de Cristo, pelos Apóstolos, graças aos seus sucessores, os Bispos em comunhão, com o sucessor de Pedro.
175. Em que consiste a missão dos Apóstolos?
A palavra Apóstolo significa enviado. Jesus, o Enviado do Pai, chamou a Si doze entre os Seus discípulos e constituiu-os como seus Apóstolos, fazendo deles testemunhas escolhidas da sua ressurreição e fundamentos da sua Igreja. Deu-lhes o mandato de continuarem a sua missão, dizendo: «Como o Pai me enviou, assim também Eu vos envio a vós» (Jo 20,21). E prometeu estar com eles até ao fim do mundo.
176. O que é a sucessão apostólica?
A sucessão apostólica é a transmissão, mediante o sacramento da Ordem, da missão e do poder dos Apóstolos aos seus sucessores, os Bispos. Graças a esta transmissão, a Igreja permanece em comunhão de fé e de vida com a sua origem, enquanto ao longo dos séculos orienta todo o seu apostolado para a difusão do Reino de Cristo na terra.
Os fiéis: hierarquia, leigos, vida consagrada
177. Quem são os fiéis?
Os fiéis são aqueles que, incorporados em Cristo pelo Batismo, são constituídos membros do povo de Deus. Tornados participantes, segundo a sua condição, da função sacerdotal, profética e real de Cristo, são chamados a exercer a missão confiada por Deus à Igreja. Entre eles subsiste uma verdadeira igualdade, na sua dignidade de filhos de Deus.
178. Como é formado o povo de Deus?
Na Igreja, por instituição divina, existem os ministros sagrados que receberam o sacramento da Ordem e formam a hierarquia da Igreja. Os outros são chamados leigos. De uns e de outros, provêm fiéis, que se consagram de modo especial a Deus com a profissão dos conselhos evangélicos: castidade no celibato, pobreza e obediência.
179. Porque é que Cristo instituiu a hierarquia eclesiástica?
Cristo instituiu a hierarquia eclesiástica com a missão de apascentar o povo de Deus em seu nome, e para isso lhe deu autoridade. A hierarquia eclesiástica é formada por ministros sagrados: Bispos, presbíteros e diáconos. Graças ao sacramento da Ordem, os Bispos e os presbíteros agem, no exercício do seu ministério, em nome e na pessoa de Cristo cabeça; os diáconos servem o povo de Deus na diaconia (serviço) da palavra, da liturgia, da caridade.
180. Como se atua a dimensão colegial do ministério eclesial?
A exemplo dos doze Apóstolos escolhidos e enviados por Cristo, a união dos membros da hierarquia eclesiástica está ao serviço da comunhão dos fiéis. Cada Bispo exerce o ministério, como membro do colégio episcopal, em comunhão com o Papa, participando com ele na solicitude pela Igreja universal. Os sacerdotes exercem o seu ministério no presbitério da Igreja particular, em comunhão com o próprio Bispo e sob a sua condução.
181. Porque é que o ministério eclesial tem um caráter pessoal?
O ministério eclesial tem também um caráter pessoal, pois, em virtude do sacramento da Ordem, cada um é responsável diante de Cristo, que pessoalmente o chamou, conferindo-lhe a missão.
182. Qual é a missão do Papa?
O Papa, Bispo de Roma e Sucessor de S. Pedro, é o perpétuo e visível princípio e fundamento da unidade da Igreja. É o vigário de Cristo, cabeça do colégio dos Bispos e pastor de toda a Igreja, sobre a qual, por instituição divina, tem poder, pleno, supremo, imediato e universal.
183. Qual é a missão do colégio dos Bispos?
O colégio dos Bispos, em comunhão com o Papa e nunca sem ele, exerce também sobre a Igreja supremo e pleno poder.
184. Como é que os Bispos exercem a sua missão de ensinar?
Os Bispos, em comunhão com o Papa, têm o dever de anunciar o Evangelho a todos, fielmente e com autoridade, como autênticas testemunhas da fé apostólica e revestidos da autoridade de Cristo. Mediante o sentido sobrenatural da fé, o Povo de Deus, adere indefectivelmente à fé, sob a condução do Magistério vivo da Igreja.
185. Quando se exerce a infalibilidade do Magistério?
A infalibilidade exerce-se quando o Romano Pontífice, em virtude da sua autoridade de supremo Pastor da Igreja, ou o Colégio Episcopal, em comunhão com o Papa, sobretudo reunido num Concílio Ecumênico, proclamam com um ato definitivo uma doutrina respeitante à fé ou à moral, e também quando o Papa e os Bispos, no seu Magistério ordinário, concordam ao propor uma doutrina como definitiva. A tais ensinamentos cada fiel deve aderir com o obséquio da fé.
186. Como é que os Bispos exercem o ministério de santificar?
Os Bispos santificam a Igreja dispensando a graça de Cristo, mediante o ministério da palavra e dos sacramentos, em particular da Eucaristia, e também com a oração e o seu exemplo e trabalho.
187. Como é que os Bispos exercem a função de governar?
Cada Bispo, enquanto membro do colégio episcopal, exerce colegialmente a solicitude por todas as Igrejas particulares e por toda a Igreja, juntamente com os outros Bispos unidos ao Papa. O Bispo, a quem é confiada uma Igreja particular, governa-a com a autoridade do poder sagrado, próprio, ordinário e imediato, exercido em nome de Cristo, bom Pastor, em comunhão com toda a Igreja e sob a condução do sucessor de Pedro.
188. Qual é a vocação dos fiéis leigos?
Os fiéis leigos têm como vocação própria a de procurar o reino de Deus, iluminando e ordenando as realidades temporais segundo Deus. Correspondem assim ao chamamento à santidade e ao apostolado, dirigido a todos os batizados.
189. Como participam os fiéis leigos na função sacerdotal de Cristo?
Participam nela oferecendo – como sacrifício espiritual «agradável a Deus por Jesus Cristo» (1 Ped 2,5), sobretudo na Eucaristia – a sua vida com todas as obras, as orações e as iniciativas apostólicas, a vida familiar, o trabalho de cada dia, as agruras da vida suportadas com paciência e os lazeres corporais e espirituais. Deste modo, os leigos, dedicados a Cristo e consagrados pelo Espírito Santo, oferecem a Deus o próprio mundo.
190. Como participam na sua função profética?
Participam nela acolhendo cada vez mais na fé a Palavra de Cristo e anunciando-a ao mundo com o testemunho da vida e da palavra, a ação evangelizadora e a catequese. Esta ação evangelizadora adquire uma particular eficácia pelo fato de ser realizada nas condições ordinárias da vida secular.
191. Como participam na sua função real?
Os leigos participam na função real de Cristo, tendo recebido d’Ele o poder de vencer o pecado em si mesmos e no mundo, mediante a abnegação de si e a santidade de vida. Exercem vários ministérios ao serviço da comunidade e impregnam de valor moral as atividades temporais do homem e as instituições da sociedade.
192. O que é a vida consagrada?
É um estado de vida reconhecido pela Igreja. É uma resposta livre a um chamamento particular de Cristo, mediante a qual os consagrados se entregam totalmente a Deus e tendem para a perfeição da caridade sob a moção do Espírito Santo. Tal consagração caracteriza-se pela prática dos conselhos evangélicos.
193. O que é que a vida consagrada oferece à missão da Igreja?
A vida consagrada participa na missão da Igreja mediante uma plena dedicação a Cristo e aos irmãos, testemunhando a esperança do Reino celeste.
(Compêndio do Catecismo da Igreja Católica – Questões 147 a 193) 

2 de janeiro de 2013

Apologética: O espiritismo em relação ao que realmente importa


(…)“vivemos tempos difíceis de manejar” (2 cor 3-1), muitos dizem: “sou católico”, “eu creio em Deus”!  Mas, o que realmente significa dizer sou católico? Ou ainda, creio em Deus? Para início de entendimento, crer em Deus é o mínimo que se pode fazer, pois até o Diabo crê, a partir dessa premissa vamos mostrar ao leitor o que realmente importa numa relação entre Deus e os homens. De começo é bom lembrarmos que em todos os lugares temos regras, por exemplo, no seu trabalho: você tem horário de almoço, horário de chegar e de sair, então por que Deus, o Ser Supremo, cuja força não se pode exprimir, não pode impor regras as suas criaturas? É
claro que pode, e colocou.
Deus existe e é soberano a tudo, n’Ele a perfeição não é uma simples característica, mas parte de sua essência.  Com isso, podemos dizer que Deus é A Verdade e age com fidelidade, e Cristo mesmo nos ensina que o mal por sua vez é a mentira (o diabo é o pai da mentira S. João 8-44), portanto, age de forma a enganar e a destruir, pois ele veio justamente para isso, matar, roubar e destruir (S João 10-10).

Daí surge a pergunta chave de nosso estudo, o que tem a ver ser católico fiel com isso tudo? Muita coisa, uma vez que o Diabo tem cegado as pessoas (2 Cor 4-4). E de que forma isso se traduz no nosso dia-a-dia? De maneira muito simples, doutrinas ou teorias aparentemente boas, que no fundo, são de autoria demoníaca.

Vamos tomar como base, por exemplo, o espiritismo, dentre seus diversas doutrinas professadas por essa fé, há dois mais polêmicos, o contato com os mortos e a reencarnação. Aí você se pergunta, o que há de errado nisso? Resposta: tudo! O contato com os mortos pregado pelo espiritismo está diretamente ligado ao da reencarnação, mas não se pode explicar o por quê de uma pessoa conseguir ter contato com outra, sendo que ela se reencarna, portanto, ela nasceu em outro corpo e mesmo assim está no mundo espiritual?  Quanto tempo leva para ela se reencarnar? É uma dúvida cruel, que não pode ser explicada, uma vez que não tem fundamento nas pilastras da doutrina, somente fundamento humano. Ou seja, invenção humana inspirada pelo pai da mentira, o satanás. Vejamos então o que diz a bíblia sobre o contato com os mortos dentre outros:

Não se achará no meio de ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro, nem encantador, nem quem consulte um  espírito adivinhador, nem mágico, NEM QUEM CONSULTE OS MORTOS; pois todo aquele que faz estas coisas é abominável ao senhor, e é por causa destas abominações que o senhor teu Deus lança fora de diante de ti. (Deuteronômio 18 10-12) grifos nosso.

Portanto, todo aquele que faz estas coisas, é ABOMINÁVEL diante do senhor.
Em relação à reencarnação, não há a MÍNIMA possibilidade de se crer Cristão, crendo na reencarnação, pois o conceito correto é ressurreição. A alguns conceitos de reencarnação, o mais conhecido é que após a morte a pessoa nasce novamente noutro corpo, essa teoria enganosa, joga no LIXO o sacrifício de Jesus na cruz, e por quê? Porque Jesus morreu na cruz para nos dar a possibilidade de ressurreição, que consiste na vida eterna no paraíso, e não em sucessivas reencarnações!  Crendo na reencarnação não há como se dizer cristão, ou ainda católico, pois uma teoria é totalmente oposta à outra, é como se uma fosse a água e a outra o fogo, as duas não se misturam jamais.
Quem acredita que pode por si somente ir se auto-justificando diante de Deus, não precisa do Sacrifício da Cruz, não precisa de Cristo, sua imolação para esta pessoa não passa de uma tolice, perda de tempo. Por isto tudo isto é abominável aos olhos do Criador. A Sagrada Escritura diz que uma vez morto, segue-se imediatamente para o juízo (Hebreus 9, 27) Portanto, cabe a você aceitar a verdade ou continuar nas fantasias, que tem como objetivo confundir e desviar você do caminho de Deus.

Lembro ainda a vós, que, “Se alguém quiser vir após mim (seguir a Jesus), renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me”, com isso, busque a felicidade futura, a felicidade do reino dos céus, e não o prazer momentâneo, que causa felicidade, mas, tremenda condenação e afastamento de Deus.
Agora sim, você poderá não mais se dizer católico (a), mas, praticar o catolicismo, pois, o amor a Deus se demonstra na prática, e não somente com as palavras, como estamos cansados de ouvir, é isto que realmente importa!

“Sede cumpridores da palavra não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos”. (Tiago 1, 19).

Por Bruno Rodrigues Carvalho

Fonte: http://santaigreja.com/apologetica/o-espiritismo-em-relacao-ao-que-realmente-importa/



Opinião: É normal e natural praticar o homossexualismo?

Blog Evangelizando!

Olá amigos e amigas, homens e mulheres nesta postagem iremos falar de um tema que é muito falado na sociedade brasileira e no mundo: o Homossexualismo e trazemos uma opinião sobre isso.

Veja:


Num mundo onde até a “verdade” é relativa, fica complicado discernir o que é uma mentira maquiada de uma verdade.
Isso se deve ao fato de que cada um tem uma óptica, cada pessoa tem a sua realidade, e dependendo até mesmo de sua cultura e do meio em que vive, o que é verdade para alguns, pode ser uma mentira para outros!
Essa lógica relativista só vale aos outros, afinal, qualquer um sabe o que é bom e não tem dúvidas ao descartar certas teorias, por exemplo: ao ser perguntado se gostaria de levar um tapa na cara ou um carinho na cabeça, ninguém em pleno juízo diria “Depende da lógica…”

Deus em sua onisciência tem conhecimento desta nossa dificuldade e vindo ao encontro de nossas fraquezas e nossas limitações de entendimento, deixou um caminho muito certo para eliminarmos este relativismo em relação à verdade.
Ele nos enviou Jesus, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, e Jesus mesmo nos afirma:
“Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.” (Jô 14, 6).
Quando lemos ou ouvimos o Governo, ONGs, Movimentos GLS (e mais tantas outras letras que podem vir somadas a esta sigla), enfim, quando nos deparamos com esta frase: “Ser gay é normal e natural!”, por exemplo, estamos mais uma vez diante do velho golpe do maligno, que sempre agiu através da mentira.
O que é ser normal? Resposta: A normalidade só pode vir de encontro daquilo que está implícito na natureza com sua identidade. Toda e qualquer tentativa de mudança disso é uma anormalidade. A realidade dos fatos é que a partir do momento que biologicamente o ser humano é um homem ou uma mulher, todas suas condutas devem ser direcionadas a sua natureza.
Observamos então que ser gay não é normal, pois a homossexualidade não é um padrão biológico, pelo contrário, é um padrão que renega a realidade que está implícita no corpo humano.
Podemos dizer sem medo que esta afirmação é uma MENTIRA!
Agora vamos analisar se é natural ser gay… mas antes, precisamos definir, o que é ser natural? Caso a resposta seja “ser comum”, já sabemos que o comum é ser heterossexual. Caso a resposta seja “característica própria de um Ser” então devemos analisar o que é próprio do Ser em questão, no caso, o Ser Humano. Nós fomos criados e existimos por graça de Deus e mesmo para aqueles que não crêem nisto, mesmo estas pessoas, tem que concordar que temos uma finalidade, e temos leis naturais (natureza) que nos regem. A nossa finalidade como Ser criado à Imagem e Semelhança de Deus é adorar a Deus, servi-Lo na obediência e fidelidade, usufruir dos bens que Ele deixou sobre nosso domínio, de forma que assim pudéssemos desenvolver as virtudes por Ele esperadas.
Porém, caso eu tenha uma visão ateísta, ainda assim tenho que entender que o “natural” é obedecer as leis da natureza, e, qual a principal delas? Resposta: A procriação! Todo animal é regido por esta lei, que tem a finalidade de evitar a extinção da espécie. Portanto, analisando com olhos espirituais ou não, podemos afirmar que “ser gay não é natural!”
Faz-se necessário destacar que, a ciência ainda não tem nenhum estudo com margem aceitável de assertividade provando que alguém já nasça com tendências homossexuais, como alguns teimam em dizer. O que importa é que, independentemente de uma pessoa nascer ou não com essas tendências, a Igreja não condena as pessoas que as tem, e, sim, quem as cultiva dentro de si transformando-as em práticas homossexuais, sendo desta forma um pecado condenado pela mesma e por Deus.
Não podemos de forma alguma, cair no embute relativista que atesta a legitimidade das práticas homossexuais com o pretexto de que já nasceram assim os que o fazem, pois, por exemplo, o fato de uma pessoa ser um pouco menos paciente e nervosa, não lhe dá o direito nem a piedade de sair extravasando com todos por ai.
Provavelmente, mesmo diante dos fatos acima citados, alguns vão ter argumentos estapafúrdios para tentar fazer apologia ao homossexualismo. Uma coisa é evitar o preconceito, outra bem diferente e perversa é fazer apologia daquilo que é anormal e contra a natureza. Para estas pessoas que lutam contra a VERDADE, eu termino minha reflexão com a resposta que Jesus deu aos Judeus:
“Por que não compreendeis a minha linguagem? É porque não podeis ouvir a minha palavra. Vós tendes como pai o demônio e quereis fazer os desejos de vosso pai. Ele era homicida desde o princípio e não permaneceu na verdade, porque a verdade não está nele. Quando diz a mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira. Mas eu, porque vos digo a verdade, não me credes. Quem de vós me acusará de pecado? Se vos falo a verdade, por que me não credes?”
(Jô 8, 43-46).
Por Bruno Rodrigues Carvalho

Fonte: http://santaigreja.com/noticias/opiniao/e-normal-e-natural-praticar-o-homossexualismo/


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