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30 de dezembro de 2012

Confira as intenções de oração de Bento XVI para janeiro de 2013

"Para que neste 'Ano da Fé' os cristãos possam aprofundar o conhecimento do mistério de Cristo e testemunhar com alegria o dom da fé Nele", pede o Papa.

A intenção geral do apostolado de oração do Papa Bento XVI para o mês de Janeiro de 2013 é: "Para que neste 'Ano da Fé' os cristãos possam aprofundar o conhecimento do mistério de Cristo e testemunhar com alegria o dom da fé Nele".

Sua intenção missionaria é: "Para que as comunidades cristãs do Médio Oriente, com freqüência descriminadas, recebam do Espírito Santo a força da fidelidade e da perseverança".

Redação : Portal Ecclesia e Blog Evangelizando

Sagrada Família

Hoje é a festa da Sagrada Família de Nazaré. Na liturgia, a passagem do Evangelho de Lucas nos apresenta a Virgem Maria e São José que, fiéis à tradição, vão para Jerusalém para a Páscoa junto com Jesus aos 12 anos. A primeira vez em que Jesus entrou no Templo do Senhor foi 40 dias depois do seu nascimento, quando os seus pais ofereceram para ele “um par de rolas ou dois pombinhos” (Lc 2,24), isso é, o sacrifício dos pobres. “Lucas, cujo todo Evangelho é perpassado de uma teologia dos pobres e da pobreza, faz entender... que a família de Jesus foi contada entre os pobres de Israel; nos faz entender que propriamente entre eles podia amadurecer o cumprimento da promessa” (A infância de Jesus, 96). Jesus hoje está de novo no Templo, mas desta vez tem um papel diferente, que o envolve em primeira pessoa. Ele cumpre, com Maria e José, a peregrinação a Jerusalém segundo o que prescreve a Lei (cfr Es 23,17; 34,23ss), mesmo que ainda não tinha cumprido o 13º ano de idade: um sinal da profunda religiosidade da Sagrada Família. Quando, porém, os seus pais retornam para Nazaré, acontece algo inesperado: Ele, sem dizer nada, permanece na Cidade. Por três dias Maria e José o procuram e o encontram no Templo, em diálogo com os mestres da Lei (cfr Lc 2,46-47); e quando lhe pedem explicações, Jesus responde que não deviam se surpreender, porque aquele é o seu lugar, aquela é a sua casa, com o Pai, que é Deus (cfr A infância de Jesus, 143). “Ele – escreve Orígenes – professa estar no templo de seu Pai, aquele Pai que revelou a nós e do qual disse ser Filho” (Homilia sobre o Evangelho de Lucas, 18, 5).

A preocupação de Maria e José por Jesus é a mesma de cada pai que educa um filho, o introduz na vida e para a compreensão da realidade. Hoje, portanto, é necessária uma oração especial ao Senhor por todas as famílias do mundo. Imitando a Sagrada Família de Nazaré, os pais se preocupam seriamente com o crescimento e a educação dos próprios filhos, para que amadureçam como homens responsáveis e honestos cidadãos, sem esquecer nunca que a fé é um dom precioso para alimentar nos próprios filhos também com o exemplo pessoal. Ao mesmo tempo, rezamos para que cada criança seja acolhida como dom de Deus, seja sustentada pelo amor do pai e da mãe, para poder crescer como o Senhor Jesus “em sabedoria, idade e graça diante de Deus e dos homens” (Lc 2, 52). O amor, a fidelidade e a dedicação de Maria e José sejam exemplo para todos os casais cristãos, que não são os amigos ou os mestres da vida de seus filhos, mas os guardiões deste dom incomparável de Deus.

O silêncio de José, homem justo (cfr Mt 1,19), e o exemplo de Maria, que guardava cada coisa no seu coração (cfr Lc 2, 51) nos faça entrar no mistério pleno da fé e da humanidade da Sagrada Família. Desejo a todos as famílias cristãs viver na presença de Deus com o mesmo amor e a mesma alegria da família de Jesus, Maria e José.

Papa Bento XVI


Blog Evangelizando


29 de dezembro de 2012

"Homenagem": página traz imagem de Bento XVI em ato homossexual

A fanpage que ofende o Santo Padre alerta: se você é um crente e gosta de ofender os ateus diariamente em suas páginas, aqui vamos nos divertir muito com você!

"Bem-vindo! Está entrando numa página de humor ateu e crítica religiosa 'Peneadicto XVI'. Se é um crente, não reclame com comentários estúpidos. Peneadicto XVI vai recebê-lo com um Black Kiss", acolhe e alerta a página, criada em novembro de 2011.

Como já sugere a página do Facebook, em sua língua vernácula (espanhol), sua intitulação é Peneadicto XVI. Separando a palavra Pene/adicto, percebemos logo um abuso. A palavra pene, em espanhol, se refere ao órgão copulador masculino; a palavra adicto, também espanhola, viciado. Por se tratar de uma linguagem imprópria ao conteúdo, preferimos então não divulgar o nome desta página no português.

A foto de capa da fanpage, que já acumula mais de 32 mil 'curtir', sugere que Bento XVI esteja em um ato sexual. Logica e visivelmente que se trata de uma montagem. Entretanto a imagem é capaz de chamar muita atenção, ainda mais pelo ato homossexual ocorrer dentro de uma templo católico, belíssimo por sinal.

Apresentamos também a 'biografia' de Bento XVI disponibilizada na página e narrada ainda em primeira pessoa: "desde a infância eu fazia parte da juventude nazista, depois eu me tornei um sacerdote porque eu atraía as crianças. Eu tinha a vida do cão, luxúria e perversão, apenas querendo ir para a cadeia. Agora estou prestes a ser Papa e Deus, para governar o mundo e matar homossexuais, ateus, esquerdistas, comunistas e qualquer um que não é tolerante do sexismo e da homofobia".

Entretanto não para por aí. A página ainda informa os supostos 'prêmios' recebidos em homenagem a 'Rata-zinger', outro nome pejorativo: Prêmio Pederasta 2011 e até mesmo um óscar pelo melhor filme de 2012 'O Pederasta'. A título de esclarecimento, pederastia é o relacionamento homossexual de um homem com um menino. De modo entristecedor, a página diz que os interesses pessoais de Bento XVI são as crianças e adolescentes: "eu gosto de crianças com menos de 15 anos... só para batizar".

Uma campanha tem acontecido no Facebook, uma das maiores redes sociais do mundo: "Mãos à obra, prezados, denunciem a página anticristã 'Peneadicto XVI'". A página pode ser acessada no seguinte link: http://www.facebook.com/peneadicto16. Além da fanpage, há o Twitter (https://twitter.com/Peneadicto_16) e o blog (http://peneadicto16.blogspot.com).

Defenda sua fé! Para denunciar a página basta abri-la em seu navegador, logar-se no Facebook, e clicar no botão ao lado de 'Curtir'. Selecione a opção 'Denunciar página', logo após em "Acredito que não deveria estar no Facebook; e para concluir selecione a opção "Discurso de violência", e em seguida "É direcionado a um grupo religioso".

Recordamos que no dia 19 de dezembro de 2009, a Sala de Imprensa da Santa Sé divulgou uma declaração relativa à tutela da figura do Papa declarando que cabe somente à Santa Sé a legitimação para tutelar, de qualquer modo, "o respeito devido aos Sucessores de Pedro" e, assim, preservar a sua figura e identidade pessoal.

Fonte : Portal Ecclesia.


Perseverar em Jesus

Perseverar em Jesus Cristo é um desafio que se coloca a todos os cristãos nestes tempos difíceis que vivemos.

A perseverança é o segredo da fidelidade a Cristo e à missão que ele nos confiou. Mas, como perseverar diante de tão duras provas que nos são colocadas?

Para começar a responder a esta questão, voltemos o nosso olhar para o testemunho dos mártires, em particular para o testemunho de Estevão. O Diácono, “cheio de graça e poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo” (At 6, 8). Em primeiro lugar, ele perseverou na missão que lhe fora confiada porque estava cheio do Espírito Santo (cf. At 7, 55). Por isso, as pessoas que estavam contra ele não conseguiam resistir à sabedoria que vem do Espírito (cf. At 6, 10). Estevão estava cheio do Espírito, por isso anunciou a Palavra de Deus com ousadia e também realizou milagres e prodígios entre o povo (cf. At 6, 8).

Além de perseverar na missão que lhe foi confiada, Estevão também perseverou no testemunho de Cristo até mesmo diante do perigo da morte. Mesmo sabendo que membros da “Sinagoga dos Libertos, junto com cirenenses e alexandrinos, e alguns da Cilícia e da Ásia” (At 6, 9), estavam enfurecidos e rangiam os dente contra ele (cf. At 7, 54), Estevão não teve medo do martírio porque estava cheio do Espírito Santo. Ao contrário, testemunhou a glória de Deus que se manifestou a ele: “Estou vendo o céu aberto, e o Filho do Homem, de pé, à direita de Deus” (At 7, 56). Com grande coragem, Estevão perseverou até o fim (cf. Mt 10, 22) e acolheu o martírio dizendo: “Senhor Jesus, acolhe o meu espírito” (At 7, 59).
Diante de tão grande testemunho de perseverança e fidelidade ao Senhor, talvez nos sintamos fracos e incapazes. Pois, isto é uma realidade: por nós mesmos, somos fracos e incapazes de nos entregar inteiramente à missão que Deus nos confiou. Olhando para a vida dos próprios apóstolos, escolhidos por Jesus para anunciar o Reino dos Céus, nós vemos essa realidade. Pedro Tiago e João foram incapazes de vigiar com o Senhor por uma hora (cf. Mt 26, 40). Na casa de Caifás, Pedro negou Jesus por três vezes (cf. Mt 26, 69-75). Judas traiu Jesus (cf. Mt 26, 47-50) e depois, tomado de remorso, jogou as moedas, que tinha recebido para entregar Jesus, no templo e suicidou-se (cf. Mt 27, 1-5). No Calvário, os outros apóstolos e discípulos abandonaram Jesus e ficaram à distância com medo de serem presos e mortos (cf. Lc 23, 49).
Como estes homens, frágeis como nós, puderam depois pregar com ousadia a Palavra de Deus, realizar milagres e prodígios e perseverar diante do perigo da prisão, do martírio, da morte? Estes perseveram até o fim na missão que o Senhor lhes confiou porque foram homens cheios do Espírito Santo, como Estevão. Porém, diferente deste, os apóstolos e discípulos de Jesus experimentaram a dura experiência das próprias fraquezas. Eles somente conseguiram levantar-se de suas quedas e perseveram até o fim porque foram obedientes àquela palavra de Jesus na cruz: “Eis a tua mãe!” (Jo 19, 27). Eles acolheram a Virgem Maria por Mãe e ela os ajudou a levantar de suas quedas, de seus pecados.
Os apóstolos e discípulos se levantaram de suas quedas porque todos eles perseveraram na oração comunitária, juntamente com Nossa Senhora (cf. At 1, 14). Este é o segredo da perseverança dos grandes homens e mulheres de Deus: a oração ao Senhor, pessoal ou comunitária, com a Virgem Maria. Pois, ela nos foi dada por Jesus como Mãe para interceder por nós, nos consolar em nossas aflições, em nossos medos, e nos levantar de nossos pecados. Por isso, obedientes ao testamento de Jesus na cruz, acolhamos a Mãe da Igreja em nossa casa, como fez o Discípulo Amado (cf. Jo 19, 27). Mais ainda, consagremos nossa vida a Virgem Maria, para que por ela, cheios do Espírito Santo, perseveremos até o fim, com amor e fidelidade à missão que Jesus nos confiou através da Sua Igreja.
Fonte: http://blog.cancaonova.com/tododemaria/

28 de dezembro de 2012

Abaixo-assinado Retratação já dos alunos da PUC por dano moral causado a Igreja Católica, seu Líder e seus fiéis


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Olá amigos e amigas este é um blog de evangelização, mais também somos defensores da Igreja Igreja Católica e do Nosso superior aqui na terra Papa Bento XVI. Essa Postagem é sobre o vídeo na internet dos alunos da PUC-SP ( Pontifício Universidade Católica).

Palavras Escritas no Abaixo assinado:

Hoje, 27 de dezembro de 2012, ao acessar as redes sócias na internet, nos deparamos com um vídeo (http://www.youtube.com/watch?v=rhxZupJ08Z8) realizado por alguns alunos da PUC ( Pontifício Universidade Católica). No referido vídeo, que no Youtube é atribuído a Performance do Teatro Oficina na Ocupação da PUC-SP pela Democracia, são feitas várias ofensas ao Papa Bento XVI, líder da Igreja Católica e Chefe do Estado do Vaticano, em nome da “Democracia”. No vídeo alunos se referem ao Papa como “Dona Benta”, usando um boneco que simula o Líder Católico eles “brincam” com os Dez Mandamentos, distorcendo-os de forma irresponsável e mentirosa. Eles atiram bombas na Cruz Sagrada e, simplesmente serram o boneco (o qual faz referencia ao Papa) com uma serra elétrica. 

Veja o vídeo:

         

Acabamos de ler e assinar este abaixo-assinado online:
«Retratação já dos alunos da PUC por dano moral causado a Igreja Católica, seu Líder e seus fiéis»
Eu concordo com este abaixo-assinado e acho que também concordaras.
Assina o abaixo-assinado aquihttp://www.peticaopublica.com.br/?pi=PUC e divulga-o por teus contatos.
Obrigado.
Devemos ser defensores da Igreja Católica.
Blog Evangelizando - Deus Abençoe.

Entenda a diferença entre 'Igreja' e 'Estado do Vaticano'

"Através dos núncios, o Papa intervém na tutela dos direitos da Igreja, indicando os caminhos morais a seguir para o bem da pessoa humana, do ponto de vista cristão", explica padre Federico Lombardi.


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Olá Amigos nesta breve matéria publicada pela Radio Vaticano, O diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, padre Federico Lombardi, concedeu uma entrevista ao mensal italiano "Dom Orione Hoje", explicando o 'relacionamento' a Igreja universal e o Estado Vaticano. Veja:

Padre Lombardi adianta que "a Igreja respeita completamente a autonomia do parlamento e os leigos cristãos oferecem sua contribuição política e civil de acordo com suas responsabilidades". "A Igreja se limita a fornecer indicações para que seus fiéis vivam tais responsabilidades de modo correto, sempre de acordo com a doutrina social da Igreja", frisou. 

"Às vezes, quando estão em questão valores importantes para a dignidade da pessoa, a justiça e a paz, a Igreja local, ou até o Papa, fazem avaliações ou expressam publicamente sua preocupação", completou.

Em relação ao exterior, o diretor da Sala de Imprensa afirma que a Santa Sé mantém embaixadores – núncios – junto a governos de todo o mundo. "Através deles, o Papa intervém na tutela dos direitos da Igreja, indicando os caminhos morais a seguir para o bem da pessoa humana, do ponto de vista cristão, no papel de 'autoridade moral internacional'". 

Sobre a diferença entre a Igreja 'comunidade de fiéis' e a Igreja 'Estado', padre Lombardi explica que "o essencial é entender que Jesus continua a existir no tempo graças à fundação da Igreja, ou seja, da comunidade que vive de fé, de esperança e de caridade, encontrando na figura de Cristo o caminho para encontrar o Senhor". "Tal comunidade – acrescenta – é liderada pelo Santo Padre, sucessor de Pedro, e pelos bispos, sucessores dos Apóstolos". 

"O que mais conta – conclui – é a 'comunidade da Igreja'. O fato que o Papa seja o chefe de um Estado certamente ajuda, mas poderia tranquilamente não o ser. A existência do Estado Pontifício não é uma condição 'sine qua non'". 

Fonte: Rádio Vaticano

50º Dia Mundial de Oração pelas Vocações

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Olá Amigos o Papa deixai-nos uma mensagem relacionada ao 50º Dia Mundial de Oração pelas Vocações e relação com o Ano da Fé.


O Papa Bento XVI divulgou uma mensagem por ocasião do 50º Dia Mundial de Oração pelas Vocações, a ser realizada em 21 de abril de 2013, 4º Domingo de Páscoa.
Na mensagem o Santo Padre convida a todos para refletir sobre o tema “As vocações, sinal da esperança fundada na fé”, que se integra no contexto do Ano da Fé e no cinquentenário da abertura do Concílio Ecumênico Vaticano II.

Amados irmãos e irmãs!

No quinquagésimo Dia Mundial de Oração pelas Vocações que será celebrado no IV Domingo de Páscoa, 21 de Abril de 2013, desejo convidar-vos a refletir sobre o tema "As vocações sinal da esperança fundada na fé", que bem se integra no contexto do Ano da Fé e no cinquentenário da abertura do Concílio Ecumênico Vaticano II. Decorria o período da Assembleia conciliar quando o Servo de Deus Paulo VI instituiu este Dia de unânime invocação a Deus Pai para que continue a enviar operários para a sua Igreja (cf. Mt 9,38). "O problema do número suficiente de sacerdotes – sublinhava então o Sumo Pontífice – interpela todos os fiéis, não só porque disso depende o futuro da sociedade cristã, mas também porque este problema é o indicador concreto e inexorável da vitalidade de fé e amor de cada comunidade paroquial e diocesana, e o testemunho da saúde moral das famílias cristãs. Onde desabrocham numerosas as vocações para o estado eclesiástico e religioso, vive-se generosamente segundo o Evangelho"

Redação - Blog Evangelizando.

Ano novo: tempo de rever o que passou e de propor novas metas

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Olá Amigos, estamos falando agora de uma auto avaliação do Ano, para que possamos propor novos planos para o Ano que vem 2013.

A revisão anual tem como objetivo avaliar o resultado das metas estipuladas para o ano que passou, e o projeto de vida é programar planos e objetivos tangíveis.


Além de promover o Acampamento de Ano Novo com foco espiritual, entre os dias 28 de dezembro e 1 de janeiro de 2013, a Canção Nova em Cachoeira Paulista, SP, também irá incentivar os internautas e participantes do evento a realizar a revisão e planejamento de vida para o próximo ano.

Para isso, a equipe do portal Canção Nova reservou um link específico que explica a importância de refletirmos o ano que passou e planejar o ano que virá. O usuário poderá imprimir em formato PDF dois modelos: o primeiro, com a revisão anual, e o outro modelo com o projeto de vida para 2013.

Para Willieny Isaias da Silva Casagrande, gerente do portal, os modelos em pdf é apenas uma direção para que a pessoa possa refletir sobre os seus planos de vida para o próximo ano. "O objetivo da revisão anual é avaliar o resultado das metas estipuladas para o ano que passou, e o projeto de vida é programar planos e objetivos tangíveis, capazes de serem realizados neste curto espaço de tempo", explica. 

Padre Aluísio Ricardo Aleixo de Souza, da comunidade Canção Nova, destaca que o ideal é o planejamento mensal, ou seja, mês a mês a pessoa traça suas metas e vai colocando em prática. "Desta forma, mantém-se o foco. Um dica importante: faça poucas coisas, mas as faça bem!", sugere o sacerdote.

A equipe do portal acrescenta que são essenciais trabalhar os seguintes aspectos da vida: afetiva, intelectual, espiritual, familiar e profissional.

Assessoria de Imprensa da Canção Nova

DENUNCIEM! COMPARTILHEM!





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Denuncie!!!

Vamos lá galera, vamos nos manifestar, denunciando está página, o link está logo abaixo a informação de como Denunciar está na imagem, vamos denunciar, você que é Cristão DENUNCIE não deixe isso passa, isso não pode acontecer, temos que fazer alguma coisa, você tem que fazer alguma coisa.  

DENUNCIEM! COMPARTILHEM!


Mãos à obra, prezados, denunciem a página anticristã "Peneadicto XVI" (http://www.facebook.com/peneadicto16?ref=stream).



Cliquem em denunciar e depois em "Isso não deveria estar aqui", aí selecionem que a página persegue a religião.

Campanha de Evangelização

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Olá Amigos e Amigas estamos com está Campanha de Evangelização de trocar os perfis do facebook por uma imagem do Santíssimo Sacramento, a campanha estará ocorrendo até o final do ano, mais fica a critério de vocês, se quiserem aumentar o prazo da campanha, nós aumentaremos, isso também é uma evangelização.

Evangelização deve haver parceria, ou seja, todos nós cristãos devemos está unidos para Evangelizar, por isso preciso de vocês principalmente aqueles que visitam o blog e a página do Blog, vamos nessa evangelizar de diversas formas até mesmo desta forma, trocando os perfis do facebook, as pessoas vão se questionar o por quer disto, e ai nós os evangelizamos dizendo "Olha jesus precisa ser anunciado de varias formas até assim".

Vamos galera que tem facebook, twitter e outras redes sociais vamos trocar nossos perfis e fazer um congestionamento do Santíssimo Sacramento, Jesus precisa ser anunciado e você que ler estás palavras pode anuncia-lo eu lhe afirmo isso, é fácil é só trocar a foto do seu perfil por uma do Santíssimo.

Se vocês quiserem prolongar a Campanha, ou seja, para o Ano novo 2013 comentem aqui nesta postagem do blog, e coloque a sua opinião. Deus abençoe.

Blog Evangelizando - Administrador do Blog 

Bento XVI: “Onde Deus é esquecido, não existe paz”

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 O que o Papa afirma é completamente correto, não pode existir paz aonde Deus não existe, aonde Deus é esquecido.

veja mais logo abaixo.


“A rejeição a Deus pelo mundo contemporâneo leva à rejeição do outro, principalmente dos mais vulneráveis”. Foi uma das advertências feitas pelo Papa durante a tradicional Missa do Galo, segunda-feira, 24 de dezembro, na Basílica de São Pedro.
“Estamos completamente ‘cheios’ de nós mesmos, de modo que não resta qualquer espaço para Deus; deste modo, a grande questão moral sobre o modo como nos comportamos com os estrangeiros, os refugiados, os imigrantes ganha um sentido ainda mais fundamental: Temos verdadeiramente lugar para Deus, quando Ele tenta entrar em nós?” – questionou o Papa na missa, concelebrada no Altar da Confissão por cerca de 30 cardeais.
No início da cerimônia, de mais de duas horas, acompanhada por um coral em latim, música de órgão e som de trombetas, Bento XVI percorreu a Basílica de São Pedro sobre uma plataforma móvel, saudando e abençoando os fiéis que o aplaudiam.
“Correntes de pensamento muito difundidas afirmam que a religião, em particular o monoteísmo, seria a causa da violência e das guerras no mundo; que seria preciso libertar a humanidade da religião para se estabelecer a paz; que o monoteísmo, a fé em um único Deus, seria prepotência, motivo de intolerância, já que por sua natureza tentaria se impor a todos com a pretensão da única verdade”.
“É certo que o monoteísmo serviu durante a história como pretexto para a intolerância e para a violência” – esclareceu o Pontífice, continuando: “É verdade que uma religião pode se desviar e chegar a se opor à natureza mais profunda quando o homem pensa que deve tomar em suas mãos a causa de Deus, fazendo de Deus sua propriedade privada. Devemos estar atentos contra a distorção do sagrado”.
A este respeito, Bento XVI definiu a violência em nome de Deus como uma “doença da religião”:
“Mas mesmo que seja incontestável um certo uso indevido da religião na história, não é verdade que o “não” a Deus restabeleceria a paz. Se a luz de Deus se apaga, se extingue também a dignidade divina do homem”, concluiu Bento XVI
Em seguida, o Papa convidou os fiéis a “irem ‘virtualmente’ a Belém, aos lugares onde o Senhor viveu, trabalhou e sofreu:
“Rezemos nesta hora pelas pessoas que atualmente vivem e sofrem em Belém. Rezemos para que lá haja paz. Rezemos para que israelenses e palestinos possam conduzir sua vida na paz do único Deus e na liberdade. Peçamos também pelos países vizinhos – o Líbano, a Síria, o Iraque, etc. – para que lá se consolide a paz. Que os cristãos possam conservar suas casas naqueles países onde teve origem a nossa fé; que cristãos e muçulmanos construam, juntos, seus países, na paz de Deus”.
Publicamos a seguir a íntegra da homilia proferida por Bento XVI na Missa do Galo, na noite desta segunda, 24, na Basílica de São Pedro. A tradução em português é de autoria da Secretaria de Estado do Vaticano.
“Amados irmãos e irmãs!
A beleza deste Evangelho não cessa de tocar o nosso coração: uma beleza que é esplendor da verdade. Não cessa de nos comover o facto de Deus Se ter feito menino, para que nós pudéssemos amá-Lo, para que ousássemos amá-Lo, e, como menino, Se coloca confiadamente nas nossas mãos. Como se dissesse: Sei que o meu esplendor te assusta, que à vista da minha grandeza procuras impor-te a ti mesmo. Por isso venho a ti como menino, para que Me possas acolher e amar.
Sempre de novo me toca também a palavra do evangelista, dita quase de fugida, segundo a qual não havia lugar para eles na hospedaria. Inevitavelmente se põe a questão de saber como reagiria eu, se Maria e José batessem à minha porta. Haveria lugar para eles? E recordamos então que esta notícia, aparentemente casual, da falta de lugar na hospedaria que obriga a Sagrada Família a ir para o estábulo, foi aprofundada e referida na sua essência pelo evangelista João nestes termos: «Veio para o que era Seu, e os Seus não O acolheram» (Jo 1, 11).
Deste modo, a grande questão moral sobre o modo como nos comportamos com os prófugos, os refugiados, os imigrantes ganha um sentido ainda mais fundamental: Temos verdadeiramente lugar para Deus, quando Ele tenta entrar em nós? Temos tempo e espaço para Ele? Porventura não é ao próprio Deus que rejeitamos? Isto começa pelo facto de não termos tempo para Ele. Quanto mais rapidamente nos podemos mover, quanto mais eficazes se tornam os meios que nos fazem poupar tempo, tanto menos tempo temos disponível.
E Deus? O que diz respeito a Ele nunca parece uma questão urgente. O nosso tempo já está completamente preenchido. Mas vejamos o caso ainda mais em profundidade. Deus tem verdadeiramente um lugar no nosso pensamento? A metodologia do nosso pensamento está configurada de modo que, no fundo, Ele não deva existir. Mesmo quando parece bater à porta do nosso pensamento, temos de arranjar qualquer raciocínio para O afastar; o pensamento, para ser considerado «sério», deve ser configurado de modo que a «hipótese Deus» se torne supérflua. E também nos nossos sentimentos e vontade não há espaço para Ele. Queremo-nos a nós mesmos, queremos as coisas que se conseguem tocar, a felicidade que se pode experimentar, o sucesso dos nossos projetos pessoais e das nossas intenções. Estamos completamente «cheios» de nós mesmos, de tal modo que não resta qualquer espaço para Deus. E por isso não há espaço sequer para os outros, para as crianças, para os pobres, para os estrangeiros.
A partir duma frase simples como esta sobre o lugar inexistente na hospedaria, podemos dar-nos conta da grande necessidade que há desta exortação de São Paulo: «Transformai-vos pela renovação da vossa mente» (Rm 12, 2). Paulo fala da renovação, da abertura do nosso intelecto (nous); fala, em geral, do modo como vemos o mundo e a nós mesmos. A conversão, de que temos necessidade, deve chegar verdadeiramente até às profundezas da nossa relação com a realidade. Peçamos ao Senhor para que nos tornemos vigilantes quanto à sua presença, para que ouçamos como Ele bate, de modo suave mas insistente, à porta do nosso ser e da nossa vontade. Peçamos para que se crie, no nosso íntimo, um espaço para Ele e possamos, deste modo, reconhecê-Lo também naqueles sob cujas vestes vem ter connosco: nas crianças, nos doentes e abandonados, nos marginalizados e pobres deste mundo.
Na narração do Natal, há ainda outro ponto que gostava de refletir juntamente convosco: o hino de louvor que os anjos juntam à sua mensagem acerca do entoam depois de anunciar o Salvador recém-nascido: «Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens do seu agrado». Deus é glorioso. Deus é pura luz, esplendor da verdade e do amor. Ele é bom. É o verdadeiro bem, o bem por excelência. Os anjos que O rodeiam transmitem, primeiro, a pura e simples alegria pela percepção da glória de Deus. O seu canto é uma irradiação da alegria que os inunda. Nas suas palavras, sentimos, por assim dizer, algo dos sons melodiosos do céu. No canto, não está subjacente qualquer pergunta sobre a finalidade; há simplesmente o facto de transbordarem da felicidade que deriva da percepção do puro esplendor da verdade e do amor de Deus. Queremos deixar-nos tocar por esta alegria: existe a verdade; existe a pura bondade; existe a luz pura.
Deus é bom; Ele é o poder supremo que está acima de todos os poderes. Nesta noite, deveremos simplesmente alegrar-nos por este facto, juntamente com os anjos e os pastores.
E, com a glória de Deus nas alturas, está relacionada a paz na terra entre os homens. Onde não se dá glória a Deus, onde Ele é esquecido ou até mesmo negado, também não há paz. Hoje, porém, há correntes generalizadas de pensamento que afirmam o contrário: as religiões, mormente o monoteísmo, seriam a causa da violência e das guerras no mundo; primeiro seria preciso libertar a humanidade das religiões, para se criar então a paz; o monoteísmo, a fé no único Deus, seria prepotência, causa de intolerância, porque pretenderia, fundamentado na sua própria natureza, impor-se a todos com a pretensão da verdade única.
É verdade que, na história, o monoteísmo serviu de pretexto para a intolerância e a violência. É verdade que uma religião pode adoecer e chegar a contrapor-se à sua natureza mais profunda, quando o homem pensa que deve ele mesmo deitar mão à causa de Deus, fazendo assim de Deus uma sua propriedade privada. Contra estas deturpações do sagrado, devemos estar vigilantes. Se é incontestável algum mau uso da religião na história, não é verdade que o «não» a Deus restabeleceria a paz. Se a luz de Deus se apaga, apaga-se também a dignidade divina do homem. Então, este deixa de ser a imagem de Deus, que devemos honrar em todos e cada um, no fraco, no estrangeiro, no pobre. Então deixamos de ser, todos, irmãos e irmãs, filhos do único Pai que, a partir do Pai, se encontram interligados uns aos outros.
Os tipos de violência arrogante que aparecem então com o homem a desprezar e a esmagar o homem, vimo-los, em toda a sua crueldade, no século passado. Só quando a luz de Deus brilha sobre o homem e no homem, só quando cada homem é querido, conhecido e amado por Deus, só então, por mais miserável que seja a sua situação, a sua dignidade é inviolável. Na Noite Santa, o próprio Deus Se fez homem, como anunciara o profeta Isaías: o menino nascido aqui é «Emmanuel – Deus-connosco» (cf. Is 7, 14). E verdadeiramente, no decurso de todos estes séculos, não houve apenas casos de mau uso da religião; mas, da fé no Deus que Se fez homem, nunca cessou de brotar forças de reconciliação e magnanimidade. Na escuridão do pecado e da violência, esta fé fez entrar um raio luminoso de paz e bondade que continua a brilhar.
Assim, Cristo é a nossa paz e anunciou a paz àqueles que estavam longe e àqueles que estavam perto (cf. Ef 2, 14.17). Quanto não deveremos nós suplicar-Lhe nesta hora! Sim, Senhor, anunciai a paz também hoje a nós, tanto aos que estão longe como aos que estão perto. Fazei que também hoje das espadas se forjem foices (cf. Is 2, 4), que, em vez dos armamentos para a guerra, apareçam ajudas para os enfermos. Iluminai a quantos acreditam que devem praticar violência em vosso nome, para que aprendam a compreender o absurdo da violência e a reconhecer o vosso verdadeiro rosto. Ajudai a tornarmo-nos homens «do vosso agrado»: homens segundo a vossa imagem e, por conseguinte, homens de paz.
Logo que os anjos se afastaram, os pastores disseram uns para os outros: Coragem! Vamos até lá, a Belém, e vejamos esta palavra que nos foi mandada (cf. Lc 2, 15). Os pastores puseram-se apressadamente a caminho para Belém – diz-nos o evangelista (cf. 2, 16). Uma curiosidade santa os impelia, desejosos de verem numa manjedoura este menino, de quem o anjo tinha dito que era o Salvador, o Messias, o Senhor. A grande alegria, de que o próprio anjo falara, apoderara-se dos seus corações e dava-lhes asas.
Vamos até lá, a Belém: diz-nos hoje a liturgia da Igreja. Trans-eamus – lê-se na Bíblia latina – «atravessar», ir até lá, ousar o passo que vai mais além, que faz a «travessia», saindo dos nossos hábitos de pensamento e de vida e ultrapassando o mundo meramente material para chegarmos ao essencial, ao além, rumo àquele Deus que, por sua vez, viera ao lado de cá, para nós. Queremos pedir ao Senhor que nos dê a capacidade de ultrapassar os nossos limites, o nosso mundo; que nos ajude a encontrá-Lo, sobretudo no momento em que Ele mesmo, na Santa Eucaristia, Se coloca nas nossas mãos e no nosso coração.
Vamos até lá, a Belém! Ao dizermos estas palavras uns aos outros, como fizeram os pastores, não devemos pensar apenas na grande travessia até junto do Deus vivo, mas também na cidade concreta de Belém, em todos os lugares onde o Senhor viveu, trabalhou e sofreu. Rezemos nesta hora pelas pessoas que actualmente vivem e sofrem lá. Rezemos para que lá haja paz. Rezemos para que Israelitas e Palestinianos possam conduzir a sua vida na paz do único Deus e na liberdade. Peçamos também pelos países vizinhos – o Líbano, a Síria, o Iraque, etc. – para que lá se consolide a paz. Que os cristãos possam conservar a sua casa naqueles países onde teve origem a nossa fé; que cristãos e muçulmanos construam, juntos, os seus países na paz de Deus.
Os pastores apressaram-se… Uma curiosidade santa e uma santa alegria os impelia. No nosso caso, talvez aconteça muito raramente que nos apressemos pelas coisas de Deus. Hoje, Deus não faz parte das realidades urgentes. As coisas de Deus – assim o pensamos e dizemos – podem esperar. E todavia Ele é a realidade mais importante, o Único que, em última análise, é verdadeiramente importante. Por que motivo não deveríamos também nós ser tomados pela curiosidade de ver mais de perto e conhecer o que Deus nos disse? Supliquemos-Lhe para que a curiosidade santa e a santa alegria dos pastores nos toquem nesta hora também a nós e assim vamos com alegria até lá, a Belém, para o Senhor que hoje vem de novo para nós. Amém.
Por Rádio Vaticano.

27 de dezembro de 2012

Por que Jesus incomoda tantas pessoas?

Blog Evangelizando!!!

Olá amigos então por que Jesus incomoda tantas pessoas? pergunta muitas vezes sem explicação rápida, mais vamos lá. Essa é a resposta.

“Perguntou-lhe então Pilatos: És, portanto, rei? Respondeu Jesus: Sim, eu sou rei. É para dar testemunho da verdade que nasci e vim ao mundo. Todo o que é da verdade ouve a minha voz” (João 18,37). 

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Jesus veio ao mundo para salvá-lo, ensinando a verdade de Deus que nos liberta e salva; por isso Ele é “sinal de contradição”. Quando seus pais o levaram para apresenta-lo no Templo de Jerusalém, o velho Simeão profetizou: “Eis que este menino está destinado a ser uma causa de queda e de soerguimento para muitos homens em Israel, e como um sinal de contradição, a fim de serem revelados os pensamentos de muitos corações” (Lc 2, 34-35).Jesus veio como a Luz de Deus a brilhar nas trevas do mundo pagão: “Nele havia a vida, e a vida era a luz dos homens. A luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam” (Jo 1,4-5). Falando de João Batista, o evangelista diz: “Este veio como testemunha, para dar testemunho da luz, a fim de que todos cressem por meio dele. Não era ele a luz, mas veio para dar testemunho da luz. Era a verdadeira luz que, vindo ao mundo, ilumina todo homem. Estava no mundo e o mundo foi feito por Ele, mas o mundo não o reconheceu. Veio para o que era seu, mas os seus não o receberam.” (v. 7-11).

O mundo de trevas e de pecado odeia a Cristo e a sua luz porque Ele torna manifesto o seu mal; e o mundo sem Deus não suporta isso. O mundo entra em crise quando ouve Jesus. Por isso vemos hoje no Ocidente, outrora todo cristão, um laicismo anti-cristão e anti-católico como nunca vimos antes.

Toda a vida de Cristo foi um constante sinal de contradição. Veio ao mundo como Rei, mas nasceu numa manjedoura pobre, fria e austera. Foi acolhido pelos pobres pastores e logo perseguido pelo rei Herodes. Dono do mundo, teve de deixar a sua terra e foi exilar-se no Egito para fugir da morte.

Sua Lei era a verdade. “Eu vim ao mundo para dar testemunho da Verdade”. “Eu sou a verdade” (Jo 14, 6); não apenas “uma” verdade, mas “A” verdade; a única. Mostrou ao mundo que sem a verdade não há salvação: “Se permanecerdes na minha palavra, sereis meus verdadeiros discípulos; conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (Jo 8,32). Ele é o Verbo que “se fez carne e habitou entre nós, e vimos sua glória, a glória que o Filho único recebe do seu Pai, cheio de graça e de verdade. (Jo 1, 14)

“Ora, este é o julgamento: a luz veio ao mundo, mas os homens amaram mais as trevas do que a luz, pois as suas obras eram más. Porquanto todo aquele que faz o mal odeia a luz e não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas. Mas aquele que pratica a verdade, vem para a luz. Torna-se assim claro que as suas obras são feitas em Deus” (Jo 3,21).

Aqueles que fazem o mal amam as trevas, as caladas das noites para praticar os crimes, as corrupções, os conchavos… Cristo não recuou diante das ofensas e perseguições; hoje a Igreja precisa imitá-lo como fez nesses dois mil anos. São Mateus narrou no capitulo 10 do seu Evangelho, as recomendações que Jesus deu aos Doze Apóstolos; e lhes deixou claro a perseguição que sofreriam. Quase todos morreram martirizados por causa de Jesus.

“Cuidai-vos dos homens. Eles vos levarão aos seus tribunais e açoitar-vos-ão com varas nas suas sinagogas. Sereis por minha causa levados diante dos governadores e dos reis: servireis assim de testemunho para eles e para os pagãos… Sereis odiados de todos por causa de meu nome, mas aquele que perseverar até o fim será salvo… O discípulo não é mais que o mestre, o servidor não é mais que o patrão. Se chamaram de Beelzebul ao pai de família, quanto mais o farão às pessoas de sua casa!… Não julgueis que vim trazer a paz à terra. Vim trazer não a paz, mas a espada… Eu vim trazer a divisão entre o filho e o pai, entre a filha e a mãe, entre a nora e a sogra, e os inimigos do homem serão as pessoas de sua própria casa”. (Mt 10,17-42)

Mais do antes hoje se nota uma aversão a Cristo e à Igreja Católica porque ela é fiel a Ele e a seus ensinamentos. Especialmente nas universidades se nota uma repulsa à Igreja Católica e às verdades que ela ensina; e procura-se a todo custo – com muita mentira e maldade - mostrar aos jovens que ela é obscurantista, como se fosse contra a ciência, e destaca-se os erros dos filhos da Igreja sem mostrar a beleza de tudo quanto a Igreja fez e faz pelo mundo.

Há no Ocidente hoje uma verdadeira Cristofobia. O Papa Bento XVI desde o início do seu pontificado tem condenado o que chama de “ditadura do relativismo” que quer proibir as pessoas de serem e pensarem diferente do que se chama hoje de “politicamente correto” (ser a favor do aborto, eutanásia, cultura marxista, casamento de homossexuais, coabitação livre, manipulação de embriões, útero de aluguel, inseminação artificial, sexo livre, camisinha, contracepção, etc.).

Vai se formando uma mentalidade, uma cultura social, no sentido de fazer, inclusive os cristãos, acharem “normal” essas imoralidades. Começamos a ver jovens e adultos cristãos acharem que a Igreja está “exagerando em suas exigências” e que é preciso ser mais tolerante… É bom lembrar que Jesus amava o pecador, mas era intolerante com o pecado. “Vai e não peques mais”.

Um sinal forte dessa Cristofobia é o ataque como nunca se viu antes aos símbolos católicos. Temos visto livros, artigos, peças de teatro, e filmes agressivos e blasfematórios contra a Igreja, contra Jesus Cristo e o sagrado. Prega-se o ateísmo como se fosse ciência, e tenta-se reduzir a religião e a teologia a meras crendices de ignorantes. Por outro lado, as seitas orientais e cristãs se espalham no Ocidente como uma mancha de óleo no mar.

Mas o pior de tudo é que este pernicioso relativismo religioso e moral atingiu também a Igreja; contesta-se a palavra do Papa dentro dos Seminários e universidades católicas; desobedece-se ostensivamente o Magistério da Igreja, volta-se contra os seus ensinamentos morais e doutrinários. Segmentos agressivos dentro da Igreja exigem mudar aquilo que há dois mil anos a Igreja vive e não muda, por determinação de Cristo e dos Apóstolos, como o sacerdócio para mulheres. Essa insistência descabida, partindo de dentro da própria Igreja, contra o que ensina a sua sagrada Tradição, perturba a sua caminhada.

A Igreja quer apenas ser fiel a seu Senhor. Ele a instituiu divinamente sobre Pedro e os Apóstolos (cf. Mt 16,16s; 18, 18) e “concedeu-lhes participar de sua própria infalibilidade” (cf. Catecismo, §889) para ser o “sacramento universal da salvação” (LG 48). Ela quer apenas dar o mesmo testemunho da verdade que Cristo deu. Assim se expressou o Concilio Vaticano II:

“Nenhuma ambição terrestre move a Igreja. Com efeito, guiada pelo Espírito Santo ela pretende somente uma coisa: continuar à obra do próprio Cristo que veio ao mundo para dar testemunho da verdade, para salvar e não para condenar, para servir e não para ser servido” (GS, 3).

Sem verdade não há salvação. São Paulo disse a Timóteo que “Deus quer que todos se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade” (1Tm 2,5); em seguida completou: “ A Igreja é a coluna e o fundamento da verdade” (1Tm 3, 15). Logo, sem a Igreja não há verdade religiosa.

O Catecismo da Igreja afirma com todas as letras que antes do Cristo voltar – que ninguém sabe quando será - a Igreja passará por uma terrível provação.

“Antes do advento de Cristo, a Igreja deve passar por uma provação final que abalará a fé de muitos crentes (Lc 18,8; Mt 24,12). A perseguição que acompanha a peregrinação dela na terra (Lc 21,12; Jo 15,19-20) desvendará o “mistério de iniqüidade” sob a forma de uma impostura religiosa que há de trazer aos homens uma solução aparente a seus problemas, à custa da apostasia da verdade. A impostura religiosa suprema é a do Anticristo, isto é, a de um pseudomessianismo em que o homem glorifica a si mesmo em lugar de Deus e de seu Messias que veio na carne” (2Ts 4-12; 1 Ts 5,2-3; 2Jo 7; 1Jo 2,18.22). (§675)

O que abalará a fé de muitos crentes será uma impostura religiosa, isto é, uma falsa religião, uma falsa doutrina, que trará uma falsa solução dos problemas do mundo e, sobretudo a “apostasia da verdade”. A grande mentira será a glorificação do homem no lugar de Cristo.

Quando São Paulo escreveu aos tessalonicenses falando da segunda vinda de Cristo, deixou claro que os que se perderem, será por causa da “apostasia da verdade”. “Porque primeiro deve vir a apostasia, e deve manifestar-se o homem da iniqüidade, o filho da perdição, o adversário, aquele que se levanta contra tudo o que é divino e sagrado, a ponto de tomar lugar no templo de Deus, e apresentar-se como se fosse Deus.”

São Paulo alerta que “o homem da iniqüidade” “usará de todas as seduções do mal com aqueles que se perdem, por não terem cultivado o amor à verdade que os teria podido salvar… Desse modo, serão julgados e condenados todos os que não deram crédito à verdade, mas consentiram no mal” (2Ts 2, 4-9).

O demônio é “o pai da mentira” (Jo 8,44) e é especialista nesta arte de enganar os homens; mas Cristo o desmascara. Essa verdade que nos pode salvar é a que Jesus pregou, os Apóstolos registraram nos Evangelhos e a Igreja ensina. Quem a vive hoje torna-se sinal de contradição, como Cristo. A Igreja continua sendo esse sinal entre os homens, porque ela é a voz de Cristo.

Professor Felipe Aquino

Da redação do Portal Ecclesia e Blog Evangelizando

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