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27 de dezembro de 2012

Por que Jesus incomoda tantas pessoas?

Blog Evangelizando!!!

Olá amigos então por que Jesus incomoda tantas pessoas? pergunta muitas vezes sem explicação rápida, mais vamos lá. Essa é a resposta.

“Perguntou-lhe então Pilatos: És, portanto, rei? Respondeu Jesus: Sim, eu sou rei. É para dar testemunho da verdade que nasci e vim ao mundo. Todo o que é da verdade ouve a minha voz” (João 18,37). 

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Jesus veio ao mundo para salvá-lo, ensinando a verdade de Deus que nos liberta e salva; por isso Ele é “sinal de contradição”. Quando seus pais o levaram para apresenta-lo no Templo de Jerusalém, o velho Simeão profetizou: “Eis que este menino está destinado a ser uma causa de queda e de soerguimento para muitos homens em Israel, e como um sinal de contradição, a fim de serem revelados os pensamentos de muitos corações” (Lc 2, 34-35).Jesus veio como a Luz de Deus a brilhar nas trevas do mundo pagão: “Nele havia a vida, e a vida era a luz dos homens. A luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam” (Jo 1,4-5). Falando de João Batista, o evangelista diz: “Este veio como testemunha, para dar testemunho da luz, a fim de que todos cressem por meio dele. Não era ele a luz, mas veio para dar testemunho da luz. Era a verdadeira luz que, vindo ao mundo, ilumina todo homem. Estava no mundo e o mundo foi feito por Ele, mas o mundo não o reconheceu. Veio para o que era seu, mas os seus não o receberam.” (v. 7-11).

O mundo de trevas e de pecado odeia a Cristo e a sua luz porque Ele torna manifesto o seu mal; e o mundo sem Deus não suporta isso. O mundo entra em crise quando ouve Jesus. Por isso vemos hoje no Ocidente, outrora todo cristão, um laicismo anti-cristão e anti-católico como nunca vimos antes.

Toda a vida de Cristo foi um constante sinal de contradição. Veio ao mundo como Rei, mas nasceu numa manjedoura pobre, fria e austera. Foi acolhido pelos pobres pastores e logo perseguido pelo rei Herodes. Dono do mundo, teve de deixar a sua terra e foi exilar-se no Egito para fugir da morte.

Sua Lei era a verdade. “Eu vim ao mundo para dar testemunho da Verdade”. “Eu sou a verdade” (Jo 14, 6); não apenas “uma” verdade, mas “A” verdade; a única. Mostrou ao mundo que sem a verdade não há salvação: “Se permanecerdes na minha palavra, sereis meus verdadeiros discípulos; conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (Jo 8,32). Ele é o Verbo que “se fez carne e habitou entre nós, e vimos sua glória, a glória que o Filho único recebe do seu Pai, cheio de graça e de verdade. (Jo 1, 14)

“Ora, este é o julgamento: a luz veio ao mundo, mas os homens amaram mais as trevas do que a luz, pois as suas obras eram más. Porquanto todo aquele que faz o mal odeia a luz e não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas. Mas aquele que pratica a verdade, vem para a luz. Torna-se assim claro que as suas obras são feitas em Deus” (Jo 3,21).

Aqueles que fazem o mal amam as trevas, as caladas das noites para praticar os crimes, as corrupções, os conchavos… Cristo não recuou diante das ofensas e perseguições; hoje a Igreja precisa imitá-lo como fez nesses dois mil anos. São Mateus narrou no capitulo 10 do seu Evangelho, as recomendações que Jesus deu aos Doze Apóstolos; e lhes deixou claro a perseguição que sofreriam. Quase todos morreram martirizados por causa de Jesus.

“Cuidai-vos dos homens. Eles vos levarão aos seus tribunais e açoitar-vos-ão com varas nas suas sinagogas. Sereis por minha causa levados diante dos governadores e dos reis: servireis assim de testemunho para eles e para os pagãos… Sereis odiados de todos por causa de meu nome, mas aquele que perseverar até o fim será salvo… O discípulo não é mais que o mestre, o servidor não é mais que o patrão. Se chamaram de Beelzebul ao pai de família, quanto mais o farão às pessoas de sua casa!… Não julgueis que vim trazer a paz à terra. Vim trazer não a paz, mas a espada… Eu vim trazer a divisão entre o filho e o pai, entre a filha e a mãe, entre a nora e a sogra, e os inimigos do homem serão as pessoas de sua própria casa”. (Mt 10,17-42)

Mais do antes hoje se nota uma aversão a Cristo e à Igreja Católica porque ela é fiel a Ele e a seus ensinamentos. Especialmente nas universidades se nota uma repulsa à Igreja Católica e às verdades que ela ensina; e procura-se a todo custo – com muita mentira e maldade - mostrar aos jovens que ela é obscurantista, como se fosse contra a ciência, e destaca-se os erros dos filhos da Igreja sem mostrar a beleza de tudo quanto a Igreja fez e faz pelo mundo.

Há no Ocidente hoje uma verdadeira Cristofobia. O Papa Bento XVI desde o início do seu pontificado tem condenado o que chama de “ditadura do relativismo” que quer proibir as pessoas de serem e pensarem diferente do que se chama hoje de “politicamente correto” (ser a favor do aborto, eutanásia, cultura marxista, casamento de homossexuais, coabitação livre, manipulação de embriões, útero de aluguel, inseminação artificial, sexo livre, camisinha, contracepção, etc.).

Vai se formando uma mentalidade, uma cultura social, no sentido de fazer, inclusive os cristãos, acharem “normal” essas imoralidades. Começamos a ver jovens e adultos cristãos acharem que a Igreja está “exagerando em suas exigências” e que é preciso ser mais tolerante… É bom lembrar que Jesus amava o pecador, mas era intolerante com o pecado. “Vai e não peques mais”.

Um sinal forte dessa Cristofobia é o ataque como nunca se viu antes aos símbolos católicos. Temos visto livros, artigos, peças de teatro, e filmes agressivos e blasfematórios contra a Igreja, contra Jesus Cristo e o sagrado. Prega-se o ateísmo como se fosse ciência, e tenta-se reduzir a religião e a teologia a meras crendices de ignorantes. Por outro lado, as seitas orientais e cristãs se espalham no Ocidente como uma mancha de óleo no mar.

Mas o pior de tudo é que este pernicioso relativismo religioso e moral atingiu também a Igreja; contesta-se a palavra do Papa dentro dos Seminários e universidades católicas; desobedece-se ostensivamente o Magistério da Igreja, volta-se contra os seus ensinamentos morais e doutrinários. Segmentos agressivos dentro da Igreja exigem mudar aquilo que há dois mil anos a Igreja vive e não muda, por determinação de Cristo e dos Apóstolos, como o sacerdócio para mulheres. Essa insistência descabida, partindo de dentro da própria Igreja, contra o que ensina a sua sagrada Tradição, perturba a sua caminhada.

A Igreja quer apenas ser fiel a seu Senhor. Ele a instituiu divinamente sobre Pedro e os Apóstolos (cf. Mt 16,16s; 18, 18) e “concedeu-lhes participar de sua própria infalibilidade” (cf. Catecismo, §889) para ser o “sacramento universal da salvação” (LG 48). Ela quer apenas dar o mesmo testemunho da verdade que Cristo deu. Assim se expressou o Concilio Vaticano II:

“Nenhuma ambição terrestre move a Igreja. Com efeito, guiada pelo Espírito Santo ela pretende somente uma coisa: continuar à obra do próprio Cristo que veio ao mundo para dar testemunho da verdade, para salvar e não para condenar, para servir e não para ser servido” (GS, 3).

Sem verdade não há salvação. São Paulo disse a Timóteo que “Deus quer que todos se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade” (1Tm 2,5); em seguida completou: “ A Igreja é a coluna e o fundamento da verdade” (1Tm 3, 15). Logo, sem a Igreja não há verdade religiosa.

O Catecismo da Igreja afirma com todas as letras que antes do Cristo voltar – que ninguém sabe quando será - a Igreja passará por uma terrível provação.

“Antes do advento de Cristo, a Igreja deve passar por uma provação final que abalará a fé de muitos crentes (Lc 18,8; Mt 24,12). A perseguição que acompanha a peregrinação dela na terra (Lc 21,12; Jo 15,19-20) desvendará o “mistério de iniqüidade” sob a forma de uma impostura religiosa que há de trazer aos homens uma solução aparente a seus problemas, à custa da apostasia da verdade. A impostura religiosa suprema é a do Anticristo, isto é, a de um pseudomessianismo em que o homem glorifica a si mesmo em lugar de Deus e de seu Messias que veio na carne” (2Ts 4-12; 1 Ts 5,2-3; 2Jo 7; 1Jo 2,18.22). (§675)

O que abalará a fé de muitos crentes será uma impostura religiosa, isto é, uma falsa religião, uma falsa doutrina, que trará uma falsa solução dos problemas do mundo e, sobretudo a “apostasia da verdade”. A grande mentira será a glorificação do homem no lugar de Cristo.

Quando São Paulo escreveu aos tessalonicenses falando da segunda vinda de Cristo, deixou claro que os que se perderem, será por causa da “apostasia da verdade”. “Porque primeiro deve vir a apostasia, e deve manifestar-se o homem da iniqüidade, o filho da perdição, o adversário, aquele que se levanta contra tudo o que é divino e sagrado, a ponto de tomar lugar no templo de Deus, e apresentar-se como se fosse Deus.”

São Paulo alerta que “o homem da iniqüidade” “usará de todas as seduções do mal com aqueles que se perdem, por não terem cultivado o amor à verdade que os teria podido salvar… Desse modo, serão julgados e condenados todos os que não deram crédito à verdade, mas consentiram no mal” (2Ts 2, 4-9).

O demônio é “o pai da mentira” (Jo 8,44) e é especialista nesta arte de enganar os homens; mas Cristo o desmascara. Essa verdade que nos pode salvar é a que Jesus pregou, os Apóstolos registraram nos Evangelhos e a Igreja ensina. Quem a vive hoje torna-se sinal de contradição, como Cristo. A Igreja continua sendo esse sinal entre os homens, porque ela é a voz de Cristo.

Professor Felipe Aquino

Da redação do Portal Ecclesia e Blog Evangelizando

Deputado gay no Brasil ofende o Papa após o seu primeiro tweet, católicos reagem

Blog Evangelizando!!!

Boa Tarde meus amigos, veja o que este deputado homossexual fala sobre o Santo Padre - Papa Bento, isso é uma ofensa muito grande ao Papa, ainda bem que tem Cristãos para defende o Santo Padre. Veja a Matéria postada pela ACIDigital.


BRASILIA, 19 Dez. 12 / 05:03 pm (ACI).- Após o primeiro tweet do Papa Bento XVI no dia 12 de dezembro, o deputado homossexual brasileiro Jean Wyllys publicou em sua conta de twitter várias ofensas ao Santo Padre, referindo-se a ele como “potencial genocida” e “hipócrita”. Diante das acusações de Wyllys, católicos no Brasil reagiram e pediram uma retratação do parlamentar por ter ofendido o líder da religião da maioria da população brasileira e um chefe de estado. 

Esta não foi a primeira vez que o deputado e ativista das causas LGBT no Brasil insulta o Papa e levanta acusações à Igreja. Entretanto, os insultos do deputado não ficaram sem respostas por parte dos cristãos brasileiros.

O blogueiro católico Vanderlúcio Souza escreveu ao deputado que com suas posturas ele “ofendia um Chefe de Estado”.  

“Católicos pedem tolerância e que o deputado pare de semear o ódio”, escreveu Vanderlúcio.

Em resposta, o deputado gay escreve: “No dia em que o papa deixar de "semear ódio" e intolerância nesses casos, eu deixarei de reagir; do contrário, não me calo”, e também publicou:
“E vá ver o sentido de hipócrita para usá-lo corretamente: se há hipócrita, esse é o @pontifex”.

Em outros tweets o deputado afirma ainda sobre o Papa Bento:
“Um líder religioso que foi membro da juventude nazista e ofende os homossexuais e sua luta? Não merece respeito!”.
“Genocida em pontencial* --> “Papa considera o casamento igualitário "uma ferida grave infligida à justiça e à paz".
(*NdE: erro de português cometido pelo deputado).

O parlamentar brasileiro ainda levanta acusações contra a Igreja católicacriticando sua postura frente aos preservativos, acusando-a de fazer silêncio ante o casos de abusos sexuais por parte de alguns clérigos e de acumular dinheiro.

“É lamentável a postura do deputado Jean Wyllys em semear o ódio ao chamar o líder máximo da Igreja Católica e chefe de estado, Bento XVI, de hipócrita. Ainda mais por meio de uma rede social”, disse a ACI Digital Vanderlúcio Souza.

“Vale dizer que o povo brasileiro, majoritariamente religioso, é uma nação ordeira e que convive harmoniosamente com todos os segmentos e grupos da sociedade. Atitudes como esta do parlamentar apenas incita ao preconceito e à intolerância”, destacou o blogger.

Por outra parte, a Dra. Renata Gusson, conhecida no meio católico e pró-vidapor um vídeo no Youtube no qual ela afirmou a membros da subcomissão permanente da defesa da mulher em Brasília que abortistas não representam as brasileiras, também se manifestou enviando uma carta ao deputado Jean Wyllys.

Na sua missiva a Dra. Gusson escreve ao deputado e ativista homossexual brasileiro:

“O senhor, em uma clara mensagem que incita o ódio e a humilhação ao Papa, afirma diversas acusações contra a Igreja Católica. Duas coisas me chamaram a atenção: primeiro, o senhor, como uma pessoa pública e representante do povo brasileiro que o elegeu (este povo, que em último censo realizado pelo IBGE mostrou-se majoritariamente religioso), teve uma postura desrespeitosa e impertinente”.

“Gostaria de lembrá-lo que o Papa é um chefe de Estado. Aos chefes de Estado deve-se o respeito e a consideração, por mais que discordemos de suas posturas éticas, filosóficas ou religiosas. O senhor, neste ponto, considerou-se acima do respeito devido a um chefe de Estado”.

“Em segundo lugar, eu quero pedir-lhe que me envie as fontes "primárias" que comprovem TODAS as acusações que o senhor levantou contra a Igreja Católica”.

“O senhor em seus comentários deveria, por força de justiça, junto com suas acusações à Igreja, dizer quais foram os bens legados e ainda hoje mantidos pela MAIOR INSTITUIÇÃO DE CARIDADE EXISTENTE NA FACE DA TERRA. Se não o fez, prova que a intenção não era a de simplesmente discordar da visão do Santo Padre e da Igreja Católica”, afirmou Renata Gusson, católica, mãe defamília e membro do movimento pró-vida em São Paulo.

“Concluo esta mensagem pedindo-lhe que venha a público desculpar-se pelo viés causado por suas mensagens e também pedir-lhe que, em uma próxima vez, lembre-se que com a fé das pessoas não se brinca; se respeita, por mais que dela discordemos”, finalizou a Dra. Gusson.

Para manifestar-se contra as declarações do deputado Jean Wyllys sobre o Santo Padre os usuários podem ligar para o gabinete do parlamentar em Brasília: 
Tel: (61) 3215-5646

Ou pelo e-mail: dep.jeanwyllys@camara.leg.br

O twitter do deputado é: @jeanwyllys_real

Vamos Cristãos defende o Papa e a nossa Igreja.


26 de dezembro de 2012

Sejamos aprendizes do silêncio e da escuta

Blog Evangelizando!!!

Olá Amados e Amadas que visitam o blog evangelizando, vamos falar sobre o silêncio e a escuta - referente a carta que o Papa Bento XVI escreveu para o Dia Nacional da Comunicações Sociais: "Silêncio e Palavra: caminho de evangelização". Dia 20/05/2012 

Queremos ressaltar o que o Papa falou sobre isso, através do Silêncio podemos nos integrar com as pessoas e com as comunicações: Diz o Papa, pois estamos silenciando para escultar pessoas e a própria comunicação para ficarmos integrados do que está acontecendo.

O Papa também nos aconselha que o Silêncio favorece a dimensão do Discernimento e aprofundamento, pois estamos escutando Jesus falando conosco e pode ser visto como um primeiro grau de acolhimento da palavra. Portanto, fazer da comunicação um ato pleno de contato com Deus, com o próximo e com a sociedade exige que antecipadamente instituamos o silêncio como um modo de estabelecer comunhão.


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Iury Albino (Administrador do Blog)
O Silêncio e a Palavra: Devemos Silenciar para Escutar, é muito visto entre o povo uma pessoa querer só falar e não querer escutar de outra por exemplo uma opinião, nisto não existe comunicação entre essas pessoas, por quer não sabem silenciar e escutar, e não entram em comunhão com as pessoas e principalmente com Deus, por quer Deus quer te escutar mais também ele quer falar ao seu coração. "Não podemos evangelizar, sem escutar" O Papa também nos fala que devemos silenciar para nos conhecermos melhor, ao nosso interior, o que nós somos?, nos conhecer realmente, senão seremos um desconhecido para nós mesmos. 

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O papa nos lembra em sua mensagem que “educar-se em comunicação quer dizer aprender a escutar, a contemplar, para além de falar”. Parece que todos sabem falar, mas apenas parece, pois quem não sabe se calar ou não abre espaço para que o outro se cale e reflita, ainda não entendeu o que é comunicação. Palavra e silêncio se completam, não se excluem. 

O escritor e psicanalista Rubem Alves diz que é muito comum encontrar por aí cursos de Oratória, para se aprender a falar melhor, mas que é preciso criar cursos de Escutatória, para que aprendamos a ouvir mais e melhor o que os outros nos dizem. 

O caminho da evangelização passa, sem dúvida, pela atitude da escuta! Eis o que nos diz, em boa hora, o Santo Padre Bento XVI.

Redação: Blog Evangelizando


Comentem logo abaixo sobre esse assunto, queremos sua opinião.

Ano da Fé: por que os fiéis acreditam na Igreja?

"Ser una, santa, católica a apostólica, segundo explica o professor, é uma marca da Igreja para que ela não seja confundida com outra instituição".


Blog Evangelizando!!!

Primeiramente os fiéis acreditam na Igreja Católica "Una, Santa, Católica e Apostólica" 
por quer ela não é uma instituição confundia com muitas outras Igrejas por causa de sua marca
, e também por que é a Unica Igreja Verdadeira de Jesus Cristo e conduzida pelo Espirito Santo.

Veja a Matéria logo Abaixo.

Com quem os fiéis católicos aprendem sobre a doutrina de sua religião? A Igreja, em sua missão de continuar a transmitir o Evangelho a toda a criatura, é quem ensina os cristãos a viverem na fé. Instituição fundada pelo próprio Cristo, a Igreja tem, inclusive, seu próprio Catecismo, a fim de difundir o conhecimento sobre a fé católica.

Nesta última reportagem da série especial sobre a oração do Credo, na qual os fiéis também professam sua fé na Igreja, padre Antônio Justino Filho, o padre Toninho da Comunidade Canção Nova, afirmou que, resumidamente falando, Deus quer a Igreja para que ela seja sinal da Sua presença no mundo. Ele destacou que ela não é um fim, mas é um meio através do qual as pessoas se encontram com Deus.

E é também por esse seu aspecto que a Igreja é mais que uma instituição. “A Igreja tem a missão de dar continuidade à obra redentora do Nosso Senhor Jesus Cristo. Então desde o Papa até os fiéis cristãos, todos são chamados a serem essas verdadeiras testemunhas do Nosso Senhor Jesus Cristo onde se encontram”, disse o sacerdote.

Mas muitos ainda podem se perguntar porquê a Igreja, sendo mais que uma instituição, não é democrática. A autoridade máxima para os católicos na terra é o Papa, e este não é escolhido por voto popular, bem como acontece com a nomeação dos bispos, por exemplo.

Padre Toninho explicou que o Espírito Santo está presente na pessoa do Papa e o que o Papa diz é o próprio Jesus que está dizendo. “Por isso que aquilo que o Papa diz é para toda a Igreja. Se cada um fosse querer dar a sua opinião, a coisa não caminharia. Então o Papa tem essa missão de ser essa ponte, por isso é chamado Pontífice, entre a terra e o céu. E essa autoridade dada ao Papa é reconhecida por toda a Igreja”.

Igreja: una, santa, católica e apostólica

A crença dos católicos na Igreja se pauta basicamente pelo reconhecimento de quatro de seus aspectos: ela é una, santa, católica e apostólica. Autor de vários livros sobre a doutrina católica, o professor Felipe Aquino explicou que estes aspectos constituem a identidade da Igreja, para que ela não seja misturada com outra instituição que não é a Igreja do Senhor Jesus Cristo.

Ele fez uma associação com o documento de identidade de cada pessoa, que possui quatro características que não permitem confundi-la com ninguém: o nome, o número de RG, a foto e a assinatura.

“Una quer dizer que ela é unida, porque o Espírito Santo é que faz essa unidade do corpo místico. E ela é única. Jesus diz: sobre ti, Pedro, edificarei A minha Igreja e não AS, no plural”.

Quanto ao fato dela ser santa, o professor explicou que este é um dogma de fé. Na carta de São Paulo aos Efésios (Ef 5, 25), ele lembrou que São Paulo deixa claro que Cristo santificou a Igreja pelo seu sangue. “Então a Igreja é santa; os pecados não são da Igreja, são dos filhos da Igreja (...) a Igreja como instituição cuja alma é o Espírito Santo e cuja cabeça é Cristo não tem pecado”.

Além de una e santa, a Igreja é católica, que quer dizer universal, foi enviada para evangelizar o mundo inteiro. “Mas não é universal só em termos geográficos, é também em termos teológicos, doutrinários, o que quer dizer que ela detém a plenitude dos meios de salvação”.

Já o “apostólica”, segundo explicou o professor, faz referência aos apóstolos, que são as “colunas” da Igreja. “A lógica da salvação é essa: o Pai enviou o Filho, o Filho enviou a Igreja que é estruturada nos apóstolos”.

Como entender e aumentar a fé na Igreja?

Neste Ano da Fé, o Papa Bento XVI propõe uma redescoberta da fé, de forma que os fiéis saibam entender mais e melhor a fé que professam.

Padre Toninho lembrou que o Santo Padre pede o estudo da Palavra e também do Catecismo da Igreja Católica que, na visão dele, é o livro de cabeceira de cada cristão não somente neste Ano da Fé, mas ao longo de toda a vida cristã. Isso porque o catecismo contém a centralidade de tudo o que a Igreja ensina.

“Ninguém ama aquilo que não conhece, por isso que é preciso que os católicos se empenhem neste conhecimento. Então, ler, estudar, e não só isso, mas rezar com o Catecismo da Igreja Católica, porque as verdades de fé estão contidas todas nele”, concluiu. 

Fonte: Canção Nova Notícias

Da redação do Portal Ecclesia e Blog Evangelizando.




22 de dezembro de 2012

Papa perdoa ex-mordomo condenado no caso vatileaks


Blog Evangelizando!

Olá Amigos Papa Bento XVI, demonstra a sua misericórdia diante de seu ex-mordomo, Paolo Gabriele. Veja a Mateira:


Da Redação, com Boletim da Santa Sé

O Papa Bento XVI perdoou o seu ex-mordomo, Paolo Gabriele, condenado por roubo de documentos reservados da Santa Sé, caso conhecido como vatileaks. A informação foi divulgada na manhã deste sábado, 22, por meio de nota da sala de imprensa da Santa Sé.

O Santo Padre visitou Paolo Gabriele na prisão nesta manhã para comunicar pessoalmente a ele o seu perdão. A atitude, segundo informa a nota oficial, reflete um gesto paterno em relação a uma pessoa com quem o Santo Padre teve contato cotidiano por alguns anos. 

Com o perdão, Paolo Gabriele foi solto e voltou para casa. Embora não possa retomar o trabalho anterior e continuar a residir no Vaticano, a Santa Sé, confiando na sinceridade do arrependimento expresso, quer oferecer a ele a possibilidade de retomar com serenidade a vida junto à sua família. 

Leia mais
.: Vaticano emite comunicado sobre sentença de Paolo Gabriele

Fonte: http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=288175

21 de dezembro de 2012

Reflexão João 7:38

Blog Evangelizando!

Olá amigos hoje vamos meditar e refletir sobre o Evangelho de João 7:38, tenha em mãos o seu instrumento de meditação e leitura (Bíblia) para que assim você possa ler a passagem junto com a reflexão.

‎"Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva." João 7:38

Pensamento: Quando cremos no Senhor, e o convidamos para fazer parte da nossa vida, recebemos o Espírito Santo que começa transformar nosso caráter e influenciar nossas atitudes. Abandonamos a velha natureza pecaminosa, passamos a dar bom testemunho do Senhor, e isso tudo promove a paz e a alegria em nosso coração. A boca fala aquilo que o coração está cheio, portanto se a sua palavra estiver amarga, sem esperança, sem alegria, e não estiver edificando o próximo, significa que você precisa buscar a intimidade com o Espírito, e endireitar seus caminhos, para que os rios de água viva do Senhor possam fluir através de você.

Oração: Pai querido eu creio em Jesus, creio no Seu poder, na Sua palavra de vida, no Seu amor que transforma e restaura, e faz novas todas as coisas. Por favor ajuda-me a ter mais intimidade com o Espírito, pois eu quero ser usado para edificar a vida do meu próximo. Eu oro em nome de Jesus. Amém.

Deus Abençoe! Blog Evangelizando.

Dons do Espirito Santo


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Olá Amigos encontramos um jovem, e ele perguntou sobre os 7 Dons do Esprito Santo, e vimos que não só ele tinha a necessidade de conhecer os Dons do Espirito, mais também outras pessoas, então por isso colocamos está postagem.

Os dons do Espírito Santo
Vamos passar à explicação dos sete Dons: Sabedoria, Entendimento, Conselho, Fortaleza, Ciência, Piedade, Temor de Deus. É preciso compreender cada conceito e o seu significado.
- A Sabedoria é o dom que faz o cristão perceber, intuir e gostar das coisas espirituais. Sente deleite nas coisas de Deus e por isso começa a temer a Deus, a respeitá-Lo mais. Diz o salmo que o temor de Deus é o princípio da sabedoria.
- O Entendimento é o dom do conhecimento, pois a pessoa consegue entender e conhecer aquilo que vai no coração e na mente das pessoas. O Padre Pio era um sacerdote que tinha o dom do entendimento. Ele servia-se do seu dom para ajudar muitas almas. Quando alguns penitentes iam ter com o Padre Pio e, por esquecimento ou timidez, escondiam este ou aquele pecado, o Padre Pio lembrava-lhes: "Falta-te este pecado que cometeste duas ou três vezes". Este dom é utilizado unicamente para o bem do penitente.
- O dom do Conselho: quem o possui consegue dirigir, orientar e aconselhar as almas para a sua própria salvação e felicidade. O dom do conselho que é dado pelo Espírito Santo não é inconveniente, interesseiro, não aconselha segundo a conveniência pessoal mas aconselha somente para o bem da pessoa. Este dom constitui uma preciosidade, pois alerta-nos para os erros que cometemos ou soluções que necessitamos.
- O dom da Fortaleza é também uma virtude. A virtude é um bem e um dom dado pelo Espírito Santo que diz "não" ao pecado, a uma boa proposta, à pressão social, a certas modas que prejudicam a vida espiritual do homem ou da mulher. O dom da fortaleza faz com que o cristão saiba resistir a certas influências sociais e não se deixe conduzir pela pressão do grupo social ou de amigos onde está inserido. Com este dom a pessoa mantém a sua personalidade, sendo aquilo que realmente é, conservando os valores cristãos.
- O dom da Ciência permite ao homem perceber e sentir, através da natureza e dos acontecimentos do dia-a-dia a presença e a linguagem de Deus.
Quem possui o dom da ciência consegue louvar a Deus, olhando para as belezas da natureza, para a beleza de um jardim, das montanhas, da água do mar, do céu azul, das estrelas. Através da natureza, a alma lê e louva o seu Deus, agradecendo-Lhe enquanto observa uma linda flor. Em vez de ficar fixo apenas na beleza da flor, louva o autor da criação, louva o Criador.
- O dom da Piedade inclina o cristão à oração, ao louvor, à adoração, à contemplação; leva o cristão a sentir gosto pela oração, sentir desejo e gosto de estar com Deus, gosto em rezar e em falar com Deus através da oração.
O dom da piedade faz com que a pessoa não se canse de rezar e se sinta bem a rezar. Através deste dom, Deus vai revelando aspectos espirituais que muitos não percebem.
A alma piedosa tem mais luzes e percebe melhor as coisas a nível espiritual. Aquele que não reza não percebe, não entende e não vê porque não lhe é permitido ver.
Há pessoas que dizem: "Mas padre, eu rezo tanto!" e eu pergunto: "Como reza?". Não basta rezar, é preciso rezar bem, meditando nas palavras e nos mistérios que contemplamos da vida de Jesus. Experimentem rezar bem, concentrados, compenetrados e verão as maravilhas que Deus irá realizar nas vossas almas.
É lindo rezar bem. A pessoa sente na alma uma grande paz, suavidade, gozo e alegria.
- O dom do Temor de Deus leva-nos a fugir do pecado com receio de ofender e de perder Quem amamos - o nosso Deus. Este dom está, em certa medida, associado ao dom da fé porque nos faz sentir e perceber que estamos na presença de Deus e, se estou na Sua presença, não quero pecar.
O temor de Deus é um grande dom pois faz com que o homem faça tudo para não perder a graça de Deus, o Seu amor e a Sua presença. Por isso, o temor de Deus é o princípio da sabedoria.
Desta forma falamos sobre o significado de cada dom e de cada fruto do Espírito Santo, para melhor compreendermos a necessidade de invocarmos e suplicarmos ao Espírito Santo que aumente em nós os Seus dons e frutos, perseverando-nos neles até à morte.
Fonte: http://www.servosdobompastor.net/EnsEspiritoSanto.html

19 de dezembro de 2012

O verdadeiro significado do natal




Difícil é, num mundo marcado pelo laicismo, ter bem presentes o autêntico significado do Santo Natal e o benefício incomensurável que representou para os homens a Encarnação da Segunda Pessoa da Santíssima Trindade.

No Evangelho de São João concretizar em poucas palavras o verdadeiro significado do Natal "E o Verbo Se fez carne e habitou entre nós” (Jo 1, 14). Desse modo singelo resumiu o Discípulo Amado o maior acontecimento da História. Suas despretensiosas palavras sintetizam o rico e insondável conteúdo do grandioso mistério comemorado a cada 25 de dezembro: na obscuridade das trevas do paganismo,
raiou a aurora de nossa salvação. Fez-Se homem o Esperado das nações, Aquele que tinha sido anunciado pelos profetas, ou seja, o verbo se fez carne e habitou entre nós - O Menino Jesus é o verbo, que pelo seu nascimento se fez carne e na sua caminhada aqui na terra habitou entre nós esse é o PRINCIPAL Significado do natal e segundo plano temos como sentido do Natal também a Família, pois quando Jesus nasceu foi criada a Sagrada Família, estavam reunidos naquele momento histórico - Jesus, Maria e Jose, então o Significado : O Nascimento de Jesus e o Sentido : A Sagrada Família e você como está para receber Jesus? O Natal não é presentes, não pense no que você vai ganhar e sim no que você vai dar para o Menino Jesus - como está seu Coração para recebe-lo? Como está a sua família para recebe-lo? Veja isso e comece a organizar o seu Coração a Sua Família para juntos possam receber Jesus que está por vim.

Veja este vídeo: 
                     
                              

Feliz Natal e um Prospero Ano Novo com a graça de Deus!!!

18 de dezembro de 2012

O esporte pode educar para a competição espiritual, diz Bento XVI

"O esporte é capaz de revelar o homem a si mesmo e aproximá-lo para compreender o valor profundo da sua vida", declarou Bento XVI à delegação do Comitê Olímpico Nacional Italiano.


O Papa Bento XVI recebeu nesta segunda-feira, 17, no Vaticano, a Delegação do Comitê Olímpico Nacional Italiano. Durante a audiência, o Pontífice destacou que o esporte pode educar as pessoas para a “competição” espiritual, de modo que os católicos vivam na procura de vencer o mal pelo bem, a mentira com a verdade e o ódio pelo amor.

No início do seu discurso, o Papa lembrou a participação da Itália nos Jogos Olímpicos de Londres, realizados nos meses de julho e agosto deste ano e disse que as Olimpíadas foram uma ocasião para exercitar o respeito, a lealdade, a solidariedade, assim como, a alegria e a festa.

De acordo com o Santo Padre, o esporte é um bem educativo e que, na perspectiva do Concílio Vaticano II, deve contribuir para aguçar o espírito do homem, permitindo às pessoas enriquecerem-se com o recíproco conhecimento e favorecendo as fraternas relações, como expressa a Constituição Apostólica Gaudeum et Spes. 

A Igreja se interessa pelo esporte, disse o Papa, e considera que ele faz parte da essência do coração humano, encontrando-se com a educação, a formação humana e também com a espiritualidade. 

“O atleta que vive integralmente a própria experiência faz-se atento ao projeto de Deus sobre sua vida, aprende a escutar a voz nos longos tempos de treinamento, a reconhecê-lo na face do companheiro, e também do adversário”, explicou o Pontífice. 

Aos dirigentes e técnicos esportivos, o Santo Padre lembrou que são “chamados a serem testemunhas de boa humanidade, cooperadores com as famílias e as instituições formadoras da educação dos jovens, mestres de uma prática esportiva que seja sempre leal e límpida.”

Bento XVI também refletiu sobre o Ano da Fé com os atletas. Segundo ele, o mundo do esporte pode ser considerado um moderno “Pátio dos Gentios”, ou seja, uma oportunidade de encontro, aberta a todos, crentes e não crentes, para entender pessoas de diferentes culturas, línguas e orientações religiosas. 

O Pontífice encerrou o discurso, oferecendo como modelo de vida aos atletas, a figura do jovem Beato, Pier Giorgio Frassati, que em sua vida, usufruiu das atividades esportivas também como meio de relacionar-se com Deus.

Fonte: Canção Nova Notícias

Da redação do Portal Ecclesia.

17 de dezembro de 2012

Reflexão Isaías 6:8

Blog Evangelizando! Olá Amados hoje nós refletiremos na passagem de Isaias 6:8 - Devemos nós nos voltar para Cristo Senhor e Convicto dizer "Eis-me aqui, envia-me a mim" e com a certeza desse enviou nos prepararmos de Corpo e Alma e no final na oração nós agradecemos a Deus!

‎"Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem irá por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim" Isaías 6:8 

Pensamento: O culto da igreja no domingo não é o principal alvo da nossa vida aqui na terra. Louvor dominical e pessoal são importantes, mas são apenas uma parte da nossa missão. Estamos aqui para glorificar a Deus com os nossos lábios e as nossas vidas, com
nossos corações e nossas obras. O mundo ao nosso redor está envolvido nas armadilhas do inimigo, como ovelhas desgarradas estão caminhando direto para a perdição !!! Deus quer que ouçamos o Seu chamado e que O adoremos não somente na igreja, mas que saiamos para o mundo dando testemunho do que Cristo fez em nossas vidas !!!

Oração: Pai querido, obrigado pelas experiências que o Senhor tem me dado. Obrigado pelas habilidades que o Senhor colocou em mim quando me formou no ventre da minha mãe. Obrigado pelo Seu Santo Espírito que está sobre mim. Obrigado pelo Seu amor derramado em meu coração. Agora, querido Pai, por favor, ajuda-me a anunciar estas grandes coisas que o Senhor tem feito por mim, ajuda-me a levar o Seu evangelho, para aquelas pessoas que ainda não foram alcançadas pelo Seu amor. No nome de Jesus eu oro. Amém.

Deixe seu Comentário logo Abaixo. Blog Evangelizando! Deus Abençoe.

Vida de Santo Agostinho de Hipona :: Contra os Acadêmicos – Livro I [Procura da Verdade e Perfeição do Homem]


Blog Evangelizando! Amigos, que a Graça de Nosso Senhor Jesus Cristo esteja com todos vocês!
Dando continuidade aos estudos do livro “Contra os Acadêmicos“, iremos hoje continuar à procura da verdade, conforme São Agostinho incita a nos questionar. Como veremos nos relatos, abaixo, hoje Licêncio e Trigécio discutem  e tentam definir, sob seus conceitos formados, o que é ou como é ser feliz sem ter todas as respostas. É possivel isso? A busca da verdade, pelo homem, já é o suficiente para nos tornar feliz?
Boa leitura!!!
Discussão entre Licêncio e Trigécio - Procura da verdade e perfeição do homem
Licêncio: - Vejo que insistes vivamente, e creio que também utilmente, que discutamos entre nós. Pergunto por que não pode ser feliz quem procura a verdade, embora não a encontre.
Trigécio: - Porque, a nosso ver, feliz é só o sábio perfeito em tudo. Ora, quem ainda procura não é perfeito. Portanto não entendo absolutamente como podes dizê-lo feliz.
Licêncio: - Aceitas a autoridade dos antepassados?
Trigêcio: - Não a de todos.
Licêncio: - De quais a admites?
Trigêcio: - A dos que foram sábios.
Licêncio: - Carnéades não te parece sábio?
Trigêcio: - Não sou grego; não sei quem foi este Carnéades.
Licêncio: - Então, o que achas do nosso Cícero?
Depois de silenciar por algum tempo, respondeu Trigécio: - Foi sábio.
Licêncio: - Portanto a sua opinião sobre o nosso assunto tem algum valor para ti?
Trigécio: - Tem.
Licêncio: - Então escuta a sua opinião, pois parece que a esqueceste. O nosso Cícero pensava que é feliz quem busca a verdade, ainda que não consiga encontra-la.
Trigécio: - Onde Cícero disse isso?
Licêncio: - Quem ignora que ele afirmou enfaticamente que o homem não pode saber nada ao certo e que a única coisa que resta ao sábio é buscar diligentemente a verdade, pois se der seu assentimento às coisas incertas, ainda que talvez sejam verdadeiras, não pode estar livre de erro, o que para o sábio é a falta máxima. Portanto, se, por um lado, devermos crer que o sábio é necessariamente feliz e, se por outro, só a procura da verdade constitui na sua perfeição o ofício da sabedoria, por que hesitaríamos em pensar que a felicidade da vida possa resultar da simples busca da verdade?
Perguntou Trigécio: - É lícito voltar às afirmações admitidas irrefletidamente?
Aqui intervim: 
- Só não costumo conceder isso àqueles que numa disputa são movidos não pelo desejo de encontrar a verdade, mas por uma vaidade pueril. Aqui entre nós, principalmente considerando que ainda estais em fase de formação e educação, não só é permitido, mas quero que tenhais como princípio voltar a discutir o que tiverdes admitido inadvertidamente.
Respondeu Licêncio:
- Não é um pequeno progresso na filosofia, penso eu, um contendor desprezar a vitória na busca do que é justo e verdadeiro. É, pois, com prazer que aceito o teu princípio e a tua opinião, e permito a Trigécio – pois isso depende de mim – voltar àquilo que pensa ter admitido irrefletidamente.
Aqui interveio Alípio:
- Haveis de convir comigo que ainda não chegou o momento de cumprir o meu papel. Mas como a minha partida, marcada já há tempo, me obriga a interromper minha função de juiz, aquele que a compartilha comigo não recusará, até minha volta, exercer o seu duplo papel! Pois vejo que a disputa se prolongará bastante.
Depois que ele saiu, disse Licêncio: - O que foi que você admitiu imprudentemente?
Trigécio: - Concedi irrefletidamente que Cícero foi sábio.
Retrucou Licêncio: - Então não foi sábio Cícero, ele que iniciou e aperfeiçoou a filosofia na língua latina?
Trigécio: - Mesmo concedendo que foi sábio, não aprovo tudo o que ele disse.
Licêncio: - Então terás de rejeitar muitas outras afirmações suas, se não quiseres parecer impertinente ao reprovar justamente a opinião de que se trata aqui.
Trigécio: - E se eu afirmar que só neste ponto ele não está certo? Parece que a única coisa que vos importa é o peso das razões que aduzo para provar o que pretendo.
Licêncio: - Continua. Como ousarei contrariar quem se declara adversário de Cícero?
Trigécio: - Quero que tu, nosso juiz, te lembres como há pouco definiste a vida feliz. Disseste que feliz era aquele que vive conforme aquela parte da alma que deve comandar todas as outras. Quanto a ti, Licêncio, quero que me concedas – pois em nome da liberdade que a filosofia promete dar-nos já sacudi o julgo da autoridade – que não é perfeito quem ainda procura a verdade.
Depois de um longo silêncio, retorquiu Licêncio: - Não concedo.
Trigécio: - Por quê? Explica-te. Sou todo ouvidos para saber como um homem pode ser perfeito, mas ao mesmo tempo ainda procurar a verdade.
Licêncio: - Concedo que quem não chegou ao fim não é perfeito. Mas, a verdade, acho que só Deus a conhece ou talvez também a alma humana, depois que deixou o corpo, este cárcere tenebroso. Mas o fim do homem é procurar perfeitamente a verdade. Procuramos o homem perfeito, mas sempre, homem.
Replicou Trigécio: 
- Portanto o homem não pode ser feliz. Como poderia sê-lo, se não pode conseguir o que tão ardentemente deseja? Mas não, o homem pode viver feliz, se pode viver segundo aquela parte da alma que deve dominar no homem. Portanto, pode encontrar a verdade. Ou então, se recolha em si mesmo e renuncie ao desejo da verdade para que , não podendo alcançá-la, não seja necessariamente infeliz.
Licêncio:
- Mas justamente esta é a felicidade do homem: buscar perfeitamente a verdade. Isso é chegar ao fim, além do que não se pode passar. Portanto, quem busca a verdade com menos esforço do que deve, não alcança o fim do homem, mas quem se aplica à sua busca com todo o esforço possível e necessário, mesmo que não a encontre, é feliz, pois age totalmente segundo o fim para o qual nasceu. Se não consegues, a falta vem da natureza, que não o permitiu. Finalmente, se todo homem é necessariamente feliz ou infeliz, não será loucura chamar infeliz aquele que dia e noite com todo o afinco procura a verdade? Logo é feliz. Além disso, creio que a nossa definição confirma a minha opinião, pois se é feliz, como de fato é, quem vive segundo aquela parte da alma que deve governar as outras e esta parte se chama razão, pergunto: não vive segundo a razão quem com perfeição busca a verdade?Seria absurdo negá-lo? Por que, então, hesitaremos em afirmar que basta a busca da verdade para tornar o homem feliz?
(Postagem: Paulo Praxedes – Equipe do Blog Dominus Vobiscum – Referências: Veritatis  Suma Teológica  Ordem de Santo Agostinho  Patrística vol.24)
Até o próximo post! E divulguem/compartilhem este estudo com seus amigos para que juntos possamos aprender com os doutores da nossa Igreja que é Una, Santa, Católica, Apostólica e Romana!

16 de dezembro de 2012

3º domingo do Advento

No 3º Domingo, meditamos a alegria do rei Davi. Ele celebrou a aliança e sua perpetuidade. Davi é o rei imagem de Jesus, unificou o povo judeu sob seu reinado, como Cristo unificará o mundo todo sob seu comando. Cristo é Rei e veio para reinar; mas o seu Reino não é deste mundo; não se confunde com o “Reino do homem”; seu Reino começa neste mundo, mas se perpetua na eternidade, para onde devemos ter os olhos fixos, sem tirar os pés da terra.

Veja Também : 1º domingo do Advento , 2º domingo do Advento

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