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6 de dezembro de 2012

Vida de Santo Agostinho de Hipona :: Contra os Acadêmicos – Livro I [Gênese]

Amigos, que a Graça de Nosso Senhor Jesus Cristo esteja com todos vocês!


Dando continuidade aos estudos do livro “Contra os Acadêmicos“, iremos hoje ler o último texto do Prólogo, que é da parte inicial do Livro I. Neste texto, podemos ser incitados, como São Agostinho o quisera com Romaniano, a ler, compreender e aprofundar no estudo da filosofia. Boa leitura!!!
Gênese do Livro I
4 – Dela compartilha comigo com grande ardor o nosso Licêncio. Renunciando às seduções e aos prazeres da juventude, consagrou-se totalmente à filosofia, de tal modo que não tenho receio de propô-lo como exemplo a seu pai. Esta é, efetivamente, a filosofia de cujo seio nenhuma idade pode queixar-se de ser excluída. Para te incitar a possuí-la e hauri-la mais avidamente, embora conheça bem a sede que dela tens, resolvi enviar-te uma prova. Rogo-te que não frustres minha esperança de que te será muito agradável e, por assim dizer, um aperitivo. Mando-te por escrito a disputa que travaram entre si Trigécio e Licêncio. O serviço militar, que nos levara por algum tempo o adolescente Trigécio, como que para lhe vencer a paixão pelas grandes e nobres artes. Poucos dias depois que começamos a viver no campo, vendo-os mais dispostos e mais ansiosos do que eu esperava pelos estudos, aos quais eu os exortava e incitava, quis verificar de que eram capazes na sua idade, tanto mais que Hortênsio de Cícero já parecia tê-los conquistado grande parte para a filosofia. Tendo chamado um estenógrafo para que o vento não levasse nosso trabalho, não permiti que nada se perdesse. Assim, neste livro, lerás as questões tratadas por eles e as suas opiniões bem como as minhas palavras e as de Alípio.
(Postagem: Paulo Praxedes – Equipe do Blog Dominus Vobiscum / Veritatis / Suma Teológica / Ordem de Santo Agostinho / Patrística vol.24)
Como vimos, as próximas leituras serão acerca das discussões que previamente São Agostinho já remete (incita) a Romaniano. Estas, conforme já nos ambientamos, aconteceram na propriedade de Verecundo em meios a atividades agrícolas  entre setembro de 386 a março de 387.
Até o próximo post! E divulguem/compartilhem este estudo com seus amigos para que juntos possamos aprender com os doutores da nossa Igreja que é Una, Santa, Católica, Apostólica e Romana!
Fonte: http://domvob.wordpress.com/

5 de dezembro de 2012

Bento XVI já tem mais de meio milhão de seguidores no Twitter

Em apenas dois dias, o Papa Bento XVI já tem mais de 500 mil seguidores no Twitter. A conta oficial do Pontífice na rede (@pontifex) foi lançada nessa segunda-feira, 3, em oito idiomas e é uma das novidades mais comentadas, no microblog, na América Latina. 

Um de seus seguidores é o Presidente israelense, Shimon Peres, 89 anos, que deu as boas-vindas ao Pontífice: “Sua santidade, bem-vindo ao Twitter. Nossas relações com o Vaticano estão em seu auge e podem formar uma base para mais paz em todos os lugares”.

Acesse
.: Bento XVI abre conta no Twitter 
.: Papa no Twitter: iniciativa adequada ao modo atual de comunicar-se

Bento XVI vai começar a ‘twittar’ sobre temas mais espirituais no dia 12 de dezembro - dia de Nossa Senhora de Guadalupe -, durante a Audiência Geral, na Sala Paulo VI. Os fiéis de língua portuguesa podem contatar o Pontífice diretamente na conta @pontifex_pt.  

Inicialmente, os ‘tweets’ terão como conteúdo de sua audiência geral semanal, bênçãos dominicais e suas principais homilias, mas também incluirão reflexões sobre acontecimentos mundiais importantes, como desastres naturais. 

Como frisou o Presidente do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, Dom Claudio Maria Celli, na coletiva dessa segunda-feira, 3, apesar de conter um máximo de 140 caracteres, as mini-mensagens do Papa serão “pérolas de sabedoria”, “centelhas de verdade”. 

O primeiro ‘tweet’ do Papa será enviado por ele mesmo, mas no futuro, a maioria deles será escrita por assessores, e Bento XVI vai aprovar antes do envio, feito sempre de um único computador da Secretaria de Estado do Vaticano. Todas as precauções foram tomadas para garantir que a conta certificada do Papa não seja invadida.

A página foi montada em amarelo e branco, cores do Vaticano, tendo como fundo uma foto de Bento XVI sobre uma imagem da Praça de São Pedro lotada de peregrinos. O aspecto pode variar durante diferentes tempos litúrgicos do ano e quando o Papa estiver em viagens.

Dos 544 mil ‘tweets’ já recebidos, mais de 381 mil são da conta em inglês, enquanto a conta em espanhol @pontifex_es supera os 108 mil seguidores. A conta em português @pontifex_pt tem mais de 17.600 mil seguidores.

Os primeiros ‘tweets’ papais serão respostas às perguntas enviadas com a tag #askpontifex. Os ‘tweets’ podem ser enviados em espanhol, inglês, italiano, alemão, polonês, árabe, francês e português. Outros idiomas serão adicionados no futuro.

Os tweets do Santo Padre serão publicados em vários idiomas: [espanhol - @pontifex_es] ; [italiano - @pontifex_it]; [português - @pontifex_pt]; [alemão - @pontifex_de]; [polaco - @pontifex_pl]; [árabe - @pontifex_ar]; [francês - @pontifex_fr].

Fonte: http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=288010

4 de dezembro de 2012

Santo do Dia: São João Damasceno


São João Damasceno

4 de Dezembro

Paz irmãos!
Hoje a Igreja nos convida a olhar para este santo e nos questionar sobre a humildade, escolha pelos pobres sem deixar de viver a caridade e a alegria de servir. Você tem praticado isto? Então veja a seguir a vida de São João Damasceno
Padre e Doutor da Igreja de Cristo. Nasceu em 675, em Damasco (Síria), no período em que o Cristianismo tinha uma certa liberdade, tanto assim que o pai de João era cristão e amigo dos Sarracenos, que naquela época eram senhores do país. Esta estima estendia-se também ao filho. Os raros talentos e merecimentos deste levaram o Califa a distingui-lo com a sua confiança e nomeá-lo prefeito de Damasco.
João Damasceno, ainda jovem e ajudante do pai, gozava de muitos privilégios financeiros, mas ao compreender o amor de Cristo pobre deu atenção à palavra que mostra as dificuldades de os ricos (os que vivem só para as riquezas) entrarem no Reino dos Céus. Assim, num forte desejo de perfeição, renunciou a todos os bens e deu-os aos pobres. Preferiu uma vida de maus tratos a uma vida de pecado . Retirou-se para um convento de São Sabas perto de Jerusalém e passou a viver na humildade, caridade e alegria. Escreveu inúmeras obras tratando de vários assuntos sobre teologia dogmática, apologética e outras, que fizeram  São João digno do título de Doutor da Igreja.
Certa vez, os hereges prenderam São João e cortaram-lhe a mão direita para não mais escrever, mas por intercessão de Nossa Senhora foi curado. Seu amor à Mãe de Jesus foi tão concreto que foi São João quem tomou presente a doutrina sobre a Imaculada Conceição, a maternidade divina, a virgindade, a Assunção em corpo e alma de Maria.
São João Damasceno morreu em 749 e foi logo reconhecido como santo. Foi declarado doutor da Igreja pelo Papa Leão XIII em 1890.
São João Damasceno, rogai por nós!

2º domingo do Advento

No 2º Domingo, meditamos a fé dos Patriarcas. Eles acreditaram no dom da terra prometida. Pela , superaram todos os obstáculos e tomaram posse das Promessas de Deus. É uma oportunidade de meditarmos em nossa fé; nossa opção religiosa por Jesus Cristo; nosso amor e compromisso com a Santa Igreja Católica – instituída por Ele para levar a salvação a todos os homens de todos os tempos. Qual tem sido o meu papel e o meu lugar na Igreja? Tenho sido o missionário que Jesus espera de todo batizado para salvar o mundo?

1º domingo do Advento

No lº Domingo, há o perdão oferecido a Adão e Eva. Eles morreram na terra, mas viverão em Deus por Jesus Cristo. Sendo Deus, Jesus fez-se filho de Adão para salvar o seu pai terreno. Meditando a chegada de Cristo, que veio no Natal e que vai voltar no final da História, devemos buscar o arrependimento dos nossos pecados e preparar o nosso coração para o encontro com o Senhor. Para isso, nada melhor que uma boa Confissão, bem feita. Até quando adiaremos a nossa profunda e sincera conversão para Deus?

 

Vida de Santo Agostinho de Hipona :: Contra os Acadêmicos – Livro I [Prólogo a Romaniano]


Conforme publicado em nosso último post, iniciaremos o estudo sobre o livro Contra os Acadêmicos. Nesta parte inicial, oPrólogo a Romaniano, iremos nos ver em meios as exortações de Agostinho como também a algumas definições que irão nos nortear em nossa caminhada apostólica. Diria que, basicamente, estaremos a cada dia, na visão filosófica procurando e arguindo, em nosso Eu, a verdade plena.
Nos capítulos expostos abaixo, podemos já nos ater a alguns conceitos que serão debatidos à frente; destaco que aqui, nestes textos, já podemos até tirar uma bela definição para a providência Divina, porém, São Agostinho não a define, apenas deixa uma trilha para que nós possamos sempre estar buscando esta verdade. Sem mais, iniciemos a leitura!
Virtude, fortuna e Filosofia.
1 – Oxalá, Romaniano, pudesse a virtude, assim como não permite que a fortuna lhe arrebate alguém, por sua vez arrebatar à fortuna resistente o homem feito para ela! Certamente ela já se teria apoderado de ti, proclamando que és seu de direito e dando-te posse dos bens mais seguros, te libertaria até da submissão aos acasos felizes. Mas acontece que, seja por nossa culpa, seja por uma necessidade natural, a alma divina unida ao corpo mortal não alcança o porto da sabedoria, onde não a agitam os ventos prósperos ou adversos da fortuna, sem que para lá seja conduzida pelo favor ou pela desgraça da mesma fortuna. Assim, nada nos resta senão fazer votos para obter daquele Deus de quem isso depende que te restitua a ti mesmo – assim facilmente te restituirá também a nós – e permite ao teu espírito, que há tanto tempo o deseja, elevar-se finalmente à atmosfera da verdadeira liberdade. Talvez o que vulgarmente se chama fortuna é regido por uma ordem secreta e o que chamamos acaso nos acontecimentos se deve ao nosso desconhecimento das suas razões e causas, e não há nenhum acontecimento particular feliz ou infeliz que não se harmonize e não seja coerente com o conjunto de tudo. Esta verdade proclamada pelos oráculos das mais fecundas doutrinas e inacessível às inteligências profanas, a filosofia, para a qual te convido, promete demonstrá-la aos seus verdadeiros amigos. Por isso não te menosprezes se te ferem muitos males imerecidos. Se a divina providência se estende até nós, do que não se deve duvidar, acredita-me, o que está acontecendo contigo é o que é necessário acontecer. Efetivamente, quando entraste na vida humana repleta de todos os erros, com uma índole que não me canso de admirar, e isso desde o início da adolescência numa idade e que ainda é tão fraco e vacilante o passo da razão, cercou-te a abundância das riquezas, que começaram a arrastar para seu abismo enganador aquela idade e ânimo ávido de tudo quanto parecia belo e honesto. Quando já estavas à beira da queda, salvaram-te os ventos da fortuna que se consideram adversos.
2 – Mas, se, oferecendo aos nossos concidadãos espetáculos de ursos e outros antes nunca vistos naquela cidade, sempre fosses acolhidos pelos mais vivos aplausos; se fosses elevado às nuvens pelos gritos unânimes dos estultos, cuja multidão é imensa; se ninguém se atrevesse a ser teu inimigo; se as inscrições públicas de bronze te proclamassem patrono não só dos teus concidadãos, mas até dos municípios vizinhos; se te erigissem estátuas e cobrissem de honras e poderes superiores aos de tuas funções municipais; se preparasses banquetes diários de fartas mesas, onde todos pudessem pedir e receber com prazer e até o que não pedisse; se o patrimônio , diligente e fielmente administrado pelos teus se mostrasse à altura de tanto luxo; se ao mesmo tempo vivesses em suntuosos palácios, no esplendor dos banhos, em jogos de dados que a honestidade não repele, em caçadas, em banquetes; se pela boca dos clientes, dos cidadãos, enfim de todas as multidões, fosses exaltado como o mais humano, o mais generoso, o mais puro, o mais feliz dos homens, quem, Romaniano, ousaria falar-te de outra vida feliz, a única verdadeiramente feliz? Quem poderia persuadir-te de que não só eras feliz, mas tanto mais infeliz quanto menos conhecesses a tua infelicidade? Agora, porém, quantas advertências te deram em pouco tempo os grandes e numerosos reverses que experimentaste! Não tens necessidade de exemplos alheios para persuadir-te de quão transitório, frágil e cheio de calamidade é tudo o que os mortais consideram como bens, e a tua experiência poderá servir-nos para persuadir a outros.
3 – Aquela disposição que te levou a desejar sempre o que é belo e honesto, a preferir a liberalidade à riqueza, a ser antes justo que poderoso, a nunca ceder à adversidade e à injustiça, esse não sei quê divino que á em ti, digo, e que estava adormecido no sono letárgico desta vida, decidiu despertá-lo a oculta providência com as múltiplas e rudes provas que conheces. Desperta, desperta, peço-te! Crê que hás de congratular-te profundamente, porque quase não te afagaram os bens deste mundo que seduzem os incautos. Esses bens também tentavam perder-me a mim, que todos os dias repetia isso, se uma dor do peito não me tivesse obrigado a deixar a minha vã profissão e refugiar-me no seio da filosofia. Agora, no ócio que ardentemente desejávamos, ela me nutre e acalenta. Libertou-me totalmente daquela superstição na qual te precipitara juntamente comigo. É ela que me ensina, e ensina de verdade, que absolutamente nada do que se vê com os olhos mortais ou se alcança por qualquer outro sentido merece ser cultivado mas totalmente desprezado. É ela que promete mostrar em toda a claridade o Deus verdadeiro e secretíssimo e o já faz entrever como que através de nuvens transparentes.
(Postagem: Paulo Praxedes – Equipe do Blog Dominus Vobiscum / Veritatis / Suma Teológica / Ordem de Santo Agostinho / Patrística vol.24)
Até o próximo post! E divulguem/compartilhem este estudo com seus amigos para que juntos possamos aprender com os doutores da nossa Igreja que é Una, Santa, Católica, Apostólica e Romana!
Fonte: http://domvob.wordpress.com/

@pontifex_pt – Adicione o Santo Padre no seu Twitter!


Hoje no Vaticano foi lançada a conta oficial de Twitter do  Santo Padre e a Santa Sé divulgou que o primeiro tweet do Santo Padre será emitido no dia 12 de dezembro, Festa da Virgem de Guadalupe.
Os tweets do Papa estarão em oito idiomas: inglês, italiano, português, alemão, polonês, árabe, francês e espanhol. No nosso idioma o usuário do Santo Padre é @pontifex_pt. Não se descarta que no futuro outros idiomas sejam incluídos. Até o momento da publicação desta notícia a conta do Papa em português já tinha quase 2 mil seguidores.
Em geral, os tweets do Papa serão publicados na quarta-feira, dia de suas habituais audiências gerais no Vaticano.
A Sala de Imprensa do Vaticano informou ainda que será possível enviar perguntas ao Papa sobre “a fé e a doutrina” da Igreja até nos dia 12 de dezembro. As interrogantes podem ser enviadas em qualquer dos 8 idiomas mencionados, utilizando o hashtag #askpontifex.
Em uma nota informativa sobre este lançamento, destaca-se que “a presença do Papa no Twitter é uma expressão concreta de sua convicção de que a Igreja deve estar presente na arena digital. Esta iniciativa se compreende melhor no contexto de suas reflexões sobre a importância do espaço cultural que se abre ao estar presentes nas novas tecnologias”.
Depois de ressaltar que o Papa sublinha a importância de evangelizar o “continente digital”, a nota indica que “a presença do Papa no Twitter pode ser vista como a ‘ponta do iceberg’ da presença da Igreja no mundo dos novos meios” e como um alento para “assegurar que a Boa Nova de Jesus Cristo e a doutrina da sua Igreja permeie o foro de intercâmbio e diálogo criado com os meios sociais”.
Logo depois de assegurar que os tweets do Papa podem promover o diálogo também com os não crentes, o texto recorda a mensagem de  Bento XVI deste ano para a Jornada das Comunicações Sociais, na qual assinala que “uma reflexão mais profunda nos ajuda a descobrir as relações entre eventos que à primeira vista parecem desconectados, para avaliar, analisar as mensagens, o que torna possível compartilhar opiniões ponderadas e relevantes, gerando um autêntico corpo de conhecimento compartilhado”.
Por esta razão, conclui a nota, “decidiu-se lançar a conta de Twitter do Papa com o formato de pergunta e resposta formal. Este lançamento é um indicador da importância que a Igreja busca escutar e é garantia de sua atual atenção às conversações, comentários e tendências que expressam espontânea e insistentemente as preocupações e esperanças das pessoas”.
Fonte: http://domvob.wordpress.com/

“No mundo atual, o homem é visto apenas como um ser biológico”, alerta o Santo Padre!


Papa Bento XVI disse que o homem de hoje é considerado apenas em chave biológica, como se fosse um mero “capital humano” ou “recurso” de uma “engrenagem produtiva ou financeira” devido à indiferença à relação mais importante do ser humano: a relação com Deus.
Assim indicou o Santo Padre esta manhã em seu discurso aos participantes da assembléia plenária do Pontifício Conselho Justiça e Paz. Nele o Papa afirmou que “embora a defesa dos direitos tenha feito grandes progressos em nosso tempo, a cultura de hoje, caracterizada, entre outros, por um individualismo utilitarista e um economicismo tecnocrático, tende a desvalorizar a pessoa “.
“Isto vem concebido como um ser “fluído”, sem consistência permanente. Apesar de estar imerso em uma rede infinita de relações e de comunicações, o homem de hoje paradoxalmente parece sempre um ser isolado, porque indiferente a respeito da relação constitutiva do seu ser, que é a raiz de todos os outros relacionamentos, a relação com Deus”.
O Papa denunciou logo que ” O homem de hoje é considerado chave predominantemente biológica ou como “capital humano”, “recurso”, parte de um sistema produtivo e financeiro que o domina”.
“Se, por um lado, continua-se a proclamar a dignidade da pessoa humana, por outro, novas ideologias – como aquela hedonística e egoísta dos direitos sexuais e reprodutivos ou aquela de um capitalismo financeiro desregulado que prevalece na política e desconstrói a economia real – contribuem para considerar o trabalhador e o seu trabalho como bens “menores” e a minar os fundamentos naturais da sociedade, especialmente a família”.
O Santo Padre afirmou ademais que “na realidade, o ser humano, constitutivamente transcendente a respeito dos outros seres e bens terrenos, tem uma liderança real que o coloca como responsável de si mesmo e da criação. Concretamente, pelo Cristianismo, o trabalho é um bem fundamental para o homem em vista de sua personalização, da sua socialização, da formação de uma família, a contribuição para o bem comum e para a paz”.
“Por isso mesmo, o objetivo do acesso ao trabalho para todos é sempre prioritário, também nos períodos de recessão econômica”, acrescentou.
“A partir de uma nova evangelização da sociedade pode derivar um novo humanismo e um renovado empenho cultural e projetivo. Essa ajuda a destronar os ídolos modernos, para substituir o individualismo, o consumismo materialista e a tecnocracia, com a cultura da fraternidade e da gratuidade, do amor solidário”, disse.
“Jesus Cristo resumiu e cumpriu os preceitos de um novo mandamento: “Como eu vos amei, assim amais também vós uns aos outros”; aqui está o segredo de cada vida social plenamente humana e pacífica, e da renovação da política e das instituições nacionais e mundiais. O beato Papa João XXIII motivou o empenho para a construção de uma comunidade mundial, com uma correspondente autoridade, movendo-se pelo amor, e precisamente o amor para o bem comum da família humana”, recordou o Pontífice.
“Assim lemos na Pacem in terris: “Existe uma relação entre os conteúdos históricos do bem comum de um lado e a configuração dos Poderes públicos de outro. A ordem moral, isso é, como exige a autoridade pública na convivência para a implementação do bem comum, por consequência exige também que a autoridade para tal campo seja eficiente”.
A Igreja, precisou o Papa Bento, “certamente não tem a tarefa de sugerir, do ponto de vista jurídico e político, a configuração concreta de uma tal ordem internacional, mas oferece a quem tem a responsabilidade por esses princípios de reflexão, critérios de julgamento e orientações práticas que possam garantir o quadro antropológico e ético em torno do bem comum”.
“Na reflexão, no entanto, há de se ter em mente que não se deve imaginar um superpoder, concentrado nas mãos de poucos, que dominaria sobre todos os povos,  tirando proveito dos mais fracos, mas que toda autoridade deve ser entendida, antes de tudo, como força moral, faculdade de influir segundo a razão, isso é, como autoridade de propriedade, limitada por competência e pelo direito”, concluiu o Pontífice.
Fonte: http://domvob.wordpress.com/

“O Cristão precisa ser como uma Cidade no Alto de uma Colina”, afirma Bento XVI


Diante dos milhares de fiéis reunidos na Praça de São Pedro para a oração do Ângelus, no primeiro domingo do Tempo do Advento, o Papa Bento XVI assinalou que “em meio aos levantes do mundo, ou aos desertos da indiferença e do materialismo, os cristãos aceitam de Deus a salvação e a testemunham com um diferente modo de viver, como uma cidade colocada sobre uma colina”.
O Santo Padre explicou que “a palavra “advento” significa “vinda” ou “presença”. No mundo antigo indicava a visita do rei ou do imperador a uma província; na linguagem cristã refere-se à vinda de Deus, à sua presença no mundo; um mistério que envolve inteiramente o cosmos e a história, mas que conhece dois momentos culminantes: a primeira e a segunda vinda de Jesus Cristo.”.
“Hoje a Igreja inicia um novo Ano litúrgico, um caminho que é enriquecido pelo Ano da Fé, há 50 anos da abertura do Concílio Ecumênico Vaticano II. O primeiro Tempo deste itinerário é o Advento, formado, no Rito Romano, por quatro semanas que antecedem o Natal do Senhor, isto é, o mistério da Encarnação”, assinalou.
O Papa indicou que a Encarnação e a volta gloriosa do Senhor ao final dos tempos, são dois momentos que “cronologicamente são distantes – e não se sabe o quanto – , tocam-se profundamente, porque com a sua morte e ressurreição Jesus já realizou aquela transformação do homem e do cosmos que é a meta final da criação”.
“Mas”, remarcou, “antes do fim, é necessário que o Evangelho seja proclamado a todas as nações”.
“A vinda do Senhor continua, o mundo deve ser penetrado por sua presença. E esta vinda permanente do Senhor no anúncio do Evangelho requer continuamente a nossa colaboração; e a Igreja, que é como a Noiva, a prometida esposa do Cordeiro de Deus crucificado e ressuscitado, em comunhão com o seu Senhor colabora nesta vinda do Senhor, na qual já começa o seu retorno glorioso.”.
Bento XVI assinalou que “a isto nos chama hoje a Palavra de Deus, traçando a linha de conduta a seguir para estar pronto para a vinda do Senhor. No Evangelho de Lucas, Jesus diz aos discípulos: “Os vossos corações não fiquem sobrecarregados com dissipação e embriaguez e dos cuidados da vida… vigiai em cada momento orando””.
O Papa também indicou que “o apóstolo Paulo acrescenta o convite a “crescer e avantajar no amor” entre nós e todos, para firmar nossos corações e torná-los irrepreensíveis na santidade”.
O Santo Padre assinalou que “a comunidade dos crentes é sinal do amor de Deus, da sua justiça que já está presente e operante na história, mas que não está ainda plenamente realizada e, portanto, deve ser sempre aguardada, invocada, buscada com paciência e coragem”.
“A Virgem Maria encarna perfeitamente o espírito do Advento, feito de escuta de Deus, de desejo profundo de fazer a sua vontade, de alegre serviço ao próximo. Deixemo-nos guiar por ela, para que o Deus que vem não nos encontre fechados ou distraídos, mas possa, em cada um de nós, estender um pouco o seu reino de amor, de justiça e de paz”, finalizou o Pontífice.
Fonte: http://domvob.wordpress.com/

“Motu Proprio” – Voce sabe o que é?

Motu proprio é uma das espécies de normativas da Igreja Católica, expedido diretamente pelo próprio Papa. A expressão motu proprio poderia ser traduzida, de forma livre, como “de sua iniciativa própria” o que se opõe ao conceito de rescrito que é, em regra, uma norma expedida em resposta a uma dada situação. Significa ainda que trata-se de matéria decidida pessoalmente pelo papa e não por um cardeal ou outro conselheiro. Tem normalmente a forma de decreto. Lembram, pela sua forma, um breve ou bula papal (outra espécie normativa) mas sem se revestir da solenidade própria destes documentos.
O primeiro motu proprio remonta a Inocêncio VIII, em 1484, e continua a ser um ato administrativo bastante comum na Administração da Igreja.
Um recente motu proprio é o Summorum Pontificum de Bento XVI que trata de regras específicas da liturgia latina de acordo com o missal anterior ao Concílio Vaticano II, liberalizando a Missa Tridentina.
Toda essa introdução é para noticiar que no último sábado, 01 de dezembro,o Papa Bento XVI promulgou o Motu Proprio sobre o Serviço à Caridade”, no qual expressa que a natureza ítima da Igreja exprime-se num tríplice dever: anúncio da Palavra de Deus, celebração dos Sacramentos, serviço da caridade.
“São deveres que se reclamam mutuamente, não podendo um ser separado dos outros”, explicou o Santo Padre .
Com este Motu Próprio, o Papa pretende fornecer um quadro normativo orgânico que sirva para ordenar melhor, nas suas linhas gerais, as diversas formas eclesiais organizadas do serviço da caridade, que está intimamente ligado com a natureza diaconal da Igreja e do ministério episcopal.
Estas novas normativas compõem 15 artigos, que entrarão em vigor no próximo 10 de dezembro e terão consequências importantes em toda a Igreja.
Nos Estados Unidos, de forma particular, será impossível para as organizações caritativas católicas aceitarem o mandato anticoncepcional e abortista do Ministério de Saúde, promovido pelo presidente Barack Obama.
Em seu Motu Próprio, o Papa Bento XVI sublinhou que “na sua actividade caritativa, as variadas organizações católicas não se devem limitar a uma mera recolha ou distribuição de fundos, mas sempre devem dedicar uma especial atenção à pessoa necessitada e, de igual modo, efectuar na comunidade cristã uma singular função pedagógica, favorecendo a educação para a partilha, o respeito e o amor, segundo a lógica do Evangelho de Cristo”.
“Com efeito, a actividade caritativa da Igreja, nos seus diversos níveis, deve evitar o risco de se diluir na organização assistencial comum, tornando-se uma simples variante da mesma”, sublinhou.
O Papa assinalou que surgiram diversas iniciativas organizadas, promovidas tanto pelos fiéis como pelas autoridades da Igreja, como é o caso da Cáritas.
Ante estas iniciativas, assinalou Bento XVI, “é preciso garantir que a sua gestão se realize de acordo com as exigências da doutrina da Igreja e segundo as intenções dos fiéis e respeite também as normas legítimas estabelecidas pela autoridade civil”.
“Face a estas exigências, tornava-se necessário determinar no direito da Igreja algumas normas essenciais, inspiradas nos critérios gerais da disciplina canónica, que tornassem explícitas neste sector de actividade as responsabilidades jurídicas assumidas pelos vários sujeitos nela envolvidos, delineando de modo particular a posição de autoridade e coordenação que compete ao Bispo diocesano a este respeito”.
“Contudo, tais normas deviam possuir suficiente amplitude para abranger a notável variedade de instituições de inspiração católica, que como tais operam neste sector, quer as que nasceram sob o impulso da própria hierarquia, quer as que surgiram da iniciativa directa dos fiéis mas foram acolhidas e encorajadas pelos Pastores locais. Apesar da necessidade de estabelecer normas a este respeito, era preciso ter em consideração quanto exigido pela justiça e pela responsabilidade que os Pastores assumem diante dos fiéis, no respeito da legítima autonomia de cada ente.”
Bento XVI também indicou que “o Bispo diocesano exerce sua solicitude pastoral pelo serviço da caridade na Igreja particular que tem encomendada como Pastor, guia e primeiro responsável por esse serviço”.
A aplicação da normativa publicada pelo Papa Bento XVI ficará em mãos do Conselho Pontifício “Cor Unum”.
“Tudo quanto determinei com esta Carta Apostólica em forma de Motu Proprio, ordeno que seja observado em todas as suas partes, não obstante qualquer coisa contrária, mesmo se digna de menção particular, e estabeleço que seja promulgado por meio da publicação no jornal «L’Osservatore Romano», e entre em vigor no dia 10 de Dezembro de 2012”, conclui o texto divulgado pela Santa Sé
Fonte : http://domvob.wordpress.com/

2 de dezembro de 2012

Advento: "Vinda e Chegada"


A palavra "advento" significa literalmente "vinda, chegada".
O período do Advento abrange os quatro últimos domingos antes do Natal,
que dão início ao chamado ano litúrgico.

Quatro semanas de espera alegre para celebrar o Natal de JESUS!
Prepare-se, material e espiritualmente, com sua Família e Comunidade de Fé!
Advento é tempo de preparar os Caminhos do Senhor e nossa Casa Interior!
É tempo alegre de reconciliação e conversão. Prepare-se e aproxime-se do Sacramento da Confissão,
 para receber a graça do perdão!

Que a PAZ e a LUZ do Natal de JESUS façam morada em sua mente e coração!

"O povo que andava em trevas viu grande luz, e aos que viviam na região da sombra da morte,
 resplandeceu-lhes a luz."


         

Masturbação via redes sociais


Anos 90. Era muito comum nas propagandas de televisão sobre rodas de amizade por telefone 0900 em que consistia que os interlocutores se masturbassem motivados pela voz do outro lado da linha telefônica. Com o avanço tecnológico dos meios de comunicações, principalmente com a internet, o jogo sujo do demônio para perder as almas também se fez presente de um modo muito forte nesses meios.

Sobre a masturbação em si, ela é uma das práticas mais nocivas à alma. Torna o praticante egoísta, incapaz de amar, covarde, fraco, tira as suas esperanças, aumenta a concupiscência em todos os pecados carnais, atrapalha o relacionamento humano. 

A matéria é grave e o caráter ilícito é intrínseco. Tendo conhecimento disso, a masturbação será pecado mortal sempre que houver o pleno consentimento. Não há relativização.

Questões hormonais não justificam a masturbação, tampouco, por si, lhe atenua a gravidade a ponto de torná-la venial, especialmente se a prática já se tornou um vício. Assim como a adrenalina não serve de justificativa ao homicídio. Os sentidos devem estar sempre sob o domínio da razão. Não é lícito fazê-la sucumbir.


O Catecismo evidencia que há atenuantes que devem ser levados em conta para eximir a culpabilidade moral do pecado.

Esses atenuantes não podem ser encarados como um conformismo, uma desculpa para atenuarmos a nós mesmos de nossos pecados. Não é válido para mim, por exemplo, me refugiar no pretexto de que "ah, o Catecismo diz que os hábitos contraídos atenuam, eu já estou acostumado, então mais uma vez não tem problema". Deve-se ler os atenuantes sempre na ótica de quem realmente sofre com esse mal, mas não usa suas fraquezas de forma desonesta com a própria consciência.

Vou arriscar analisar um por um os atenuantes que o Catecismo indica.

Imaturidade afetiva: uma pessoa na adolescência que está entrando na puberdade e ainda não compreende o que significa a liberação da libido, evidentemente não poderá ser culpado por cometer pela primeira vez algo que nem sabe ao certo como se dá. Não se trata apenas de mera ignorância, mas de imaturidade para julgar em que consiste a gravidade de algo que ainda não aprendeu a lidar.

Força de hábitos contraídos: Aqui entra a questão do vício. Sabe-se que qualquer vício age como um atenuante para o pecado. Ele pode ou não atenuar uma culpa moral se for realmente forte. Sabe-se que há pessoas ninfomaníacas, que adquirem um vício ao apetite sexual muito maior do que o seu controle natural de disciplina, e em tais casos o vício pode atenuar a culpa a ponto de torná-la venial.

Estado de angústiaFoi o que eu disse acima. Se há uma busca sincera pela castidade mas a pessoa é levada a circunstâncias extremas, as quais não buscou, e é confrontada com uma tentação que está largamente acima das suas forças de combate espiritual, o pecado pode ser relevado. Evidentemente pressupõe-se uma luta para evitar a consumação do ato aqui.

Outros fatores psíquicos ou sociaispoderíamos citar alguma patologia, tais como autismo, que não colocam a pessoa em situação de juízo moral adequado para certos atos, ou uma formação inadequada do juízo por parte da família e da escola, como a maldita "educação sexual" que está aí em quase todas as salas de aula desde a 5ª série. Também pode-se citar a condição social que uma pessoa se encontra em geral, de modo que ela mesma não saiba distinguir o grau de "pecado" que comete devido a uma vida totalmente desregrada, e que já inculcou este ato como algo absolutamente normal.

Há que se levar em conta aqui que o "pleno conhecimento" não se restringe ao comunicado formal. Pessoas adquiriram conhecimento sim, mas talvez não pleno. Para isso é pressuposto que esse conhecimento seja aceito pelo juízo moral, que faça sentido, que pareça sensato, e nem sempre isso é evidente na vida de uma pessoa.

Uma coisa é a gravidade objetiva do pecado, outra é a postura que se deve ter para com ele. Uma coisa é avaliarmos a questão abstratamente, outra bem diferente é achar que podemos julgar a gravidade de nosso próprio pecado nos casos particulares, o que evidentemente é falso.

Pecado de masturbação sempre exige confissão e, via de regra, deve sempre ser tido por falta grave, a não ser que a pessoa realmente não conhecesse a posição da Igreja. Não podemos procurar escusas em nós mesmos para atenuar nossa própria consciência. Como batemos no peito ao proclamar o confietor: mea culpa, mea culpa, mea maxima culpa, tomamos por nossa responsabilidade o consentimento último de nos entregarmos ao pecado, mesmo sabendo que pode ter havido vários atenuantes.  Embora a culpa seja minorada, não devemos levantar isso ao confessarmos o pecado.


Mas isso não significa que a culpa é objetivamente irrelevante. Ela pode sim ser atenuada. A culpa é um estado objetivo da alma no momento em que se cometeu o pecado. Não depende do confessor definir a culpa, ele pode mo máximo tentar identificá-la. O confessor tem juízo sobre a pena, não a culpa propriamente dita.


Aliás, tratar o nosso próprio pecado com a máxima severidade e procurar compreender o pecado do próximo com brandura e temperança é quase que uma obrigação do bom confessor. O Sacramento da Penitência restaura o estado de graça, suprindo esse estado de separação. Para que não reste ambiguidade, a confissão não apaga as penas temporais devidas por pecados, mas a culpa. 


A Confissão, por si, não apaga penas temporais. Ela apaga a culpa. Por isso, em geral, após a absolvição, os sacerdotes estipulam penitências. 


Quanto à contrição perfeita, trata-se da ação sublime pela qual, por amor - não por temor - odeia-se o pecado; pelo fato em si de ter ofendido a Deus, sumamente bom. Ela perdoa a culpa, não penas temporais, inclusive dos pecados mortais, mas é acompanhada do propósito de se confessar o quanto antes, onde todos esses pecados devem ser explicitados. 


Para manter a castidade e uma boa saúde da alma: oração e jejum! E sobre as redes sociais, nós, como católicos, devemos consagrar nosso computador e nossas páginas ao Imaculado Coração de Maria para que não sejamos atingidos pelas setas de Satanás.

A castidade tem por fim reprimir tudo quanto há de desordenado nos prazeres voluptuosos. Ora, estes prazeres não têm senão um único fim: perpetuar a raça humana, transmitindo a vida pelo uso legítimo do matrimônio. Fora dele, toda a luxúria é estritamente proibida.

A castidade chama-se com razão virtude Angélica, porque nos aproxima dos anjos, que são puros por natureza. É uma virtude austera, porque ninguém chega a praticá-la, sem disciplinar e domar o próprio corpo e sentidos por meio da mortificação. É uma virtude delicada, que as mais pequenas faltas voluntárias embaciam; e por isso mesmo dificil, porque não pode guardá-la senão quem luta generosa e constantemente contra a mais tirânica das paixões.



Tem muitos graus: o primeiro consiste em evitar com cuidado consentir em qualquer pensamento, imaginação, sensação, ou ação contrária a esta virtude. O segundo tende a afastar imediata e energicamente qualquer pensamento, imagem ou impressão que porventura pudesse deslustrar o brilho desta virtude. (...) 

(A. Tanquerey, Teologia Ascética e Mística, nº 1100-1101)


Fonte: http://www.tradicaoemfococomroma.com/2012/11/masturbacao-via-redes-sociais_28.html

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