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4 de dezembro de 2012

“No mundo atual, o homem é visto apenas como um ser biológico”, alerta o Santo Padre!


Papa Bento XVI disse que o homem de hoje é considerado apenas em chave biológica, como se fosse um mero “capital humano” ou “recurso” de uma “engrenagem produtiva ou financeira” devido à indiferença à relação mais importante do ser humano: a relação com Deus.
Assim indicou o Santo Padre esta manhã em seu discurso aos participantes da assembléia plenária do Pontifício Conselho Justiça e Paz. Nele o Papa afirmou que “embora a defesa dos direitos tenha feito grandes progressos em nosso tempo, a cultura de hoje, caracterizada, entre outros, por um individualismo utilitarista e um economicismo tecnocrático, tende a desvalorizar a pessoa “.
“Isto vem concebido como um ser “fluído”, sem consistência permanente. Apesar de estar imerso em uma rede infinita de relações e de comunicações, o homem de hoje paradoxalmente parece sempre um ser isolado, porque indiferente a respeito da relação constitutiva do seu ser, que é a raiz de todos os outros relacionamentos, a relação com Deus”.
O Papa denunciou logo que ” O homem de hoje é considerado chave predominantemente biológica ou como “capital humano”, “recurso”, parte de um sistema produtivo e financeiro que o domina”.
“Se, por um lado, continua-se a proclamar a dignidade da pessoa humana, por outro, novas ideologias – como aquela hedonística e egoísta dos direitos sexuais e reprodutivos ou aquela de um capitalismo financeiro desregulado que prevalece na política e desconstrói a economia real – contribuem para considerar o trabalhador e o seu trabalho como bens “menores” e a minar os fundamentos naturais da sociedade, especialmente a família”.
O Santo Padre afirmou ademais que “na realidade, o ser humano, constitutivamente transcendente a respeito dos outros seres e bens terrenos, tem uma liderança real que o coloca como responsável de si mesmo e da criação. Concretamente, pelo Cristianismo, o trabalho é um bem fundamental para o homem em vista de sua personalização, da sua socialização, da formação de uma família, a contribuição para o bem comum e para a paz”.
“Por isso mesmo, o objetivo do acesso ao trabalho para todos é sempre prioritário, também nos períodos de recessão econômica”, acrescentou.
“A partir de uma nova evangelização da sociedade pode derivar um novo humanismo e um renovado empenho cultural e projetivo. Essa ajuda a destronar os ídolos modernos, para substituir o individualismo, o consumismo materialista e a tecnocracia, com a cultura da fraternidade e da gratuidade, do amor solidário”, disse.
“Jesus Cristo resumiu e cumpriu os preceitos de um novo mandamento: “Como eu vos amei, assim amais também vós uns aos outros”; aqui está o segredo de cada vida social plenamente humana e pacífica, e da renovação da política e das instituições nacionais e mundiais. O beato Papa João XXIII motivou o empenho para a construção de uma comunidade mundial, com uma correspondente autoridade, movendo-se pelo amor, e precisamente o amor para o bem comum da família humana”, recordou o Pontífice.
“Assim lemos na Pacem in terris: “Existe uma relação entre os conteúdos históricos do bem comum de um lado e a configuração dos Poderes públicos de outro. A ordem moral, isso é, como exige a autoridade pública na convivência para a implementação do bem comum, por consequência exige também que a autoridade para tal campo seja eficiente”.
A Igreja, precisou o Papa Bento, “certamente não tem a tarefa de sugerir, do ponto de vista jurídico e político, a configuração concreta de uma tal ordem internacional, mas oferece a quem tem a responsabilidade por esses princípios de reflexão, critérios de julgamento e orientações práticas que possam garantir o quadro antropológico e ético em torno do bem comum”.
“Na reflexão, no entanto, há de se ter em mente que não se deve imaginar um superpoder, concentrado nas mãos de poucos, que dominaria sobre todos os povos,  tirando proveito dos mais fracos, mas que toda autoridade deve ser entendida, antes de tudo, como força moral, faculdade de influir segundo a razão, isso é, como autoridade de propriedade, limitada por competência e pelo direito”, concluiu o Pontífice.
Fonte: http://domvob.wordpress.com/

“O Cristão precisa ser como uma Cidade no Alto de uma Colina”, afirma Bento XVI


Diante dos milhares de fiéis reunidos na Praça de São Pedro para a oração do Ângelus, no primeiro domingo do Tempo do Advento, o Papa Bento XVI assinalou que “em meio aos levantes do mundo, ou aos desertos da indiferença e do materialismo, os cristãos aceitam de Deus a salvação e a testemunham com um diferente modo de viver, como uma cidade colocada sobre uma colina”.
O Santo Padre explicou que “a palavra “advento” significa “vinda” ou “presença”. No mundo antigo indicava a visita do rei ou do imperador a uma província; na linguagem cristã refere-se à vinda de Deus, à sua presença no mundo; um mistério que envolve inteiramente o cosmos e a história, mas que conhece dois momentos culminantes: a primeira e a segunda vinda de Jesus Cristo.”.
“Hoje a Igreja inicia um novo Ano litúrgico, um caminho que é enriquecido pelo Ano da Fé, há 50 anos da abertura do Concílio Ecumênico Vaticano II. O primeiro Tempo deste itinerário é o Advento, formado, no Rito Romano, por quatro semanas que antecedem o Natal do Senhor, isto é, o mistério da Encarnação”, assinalou.
O Papa indicou que a Encarnação e a volta gloriosa do Senhor ao final dos tempos, são dois momentos que “cronologicamente são distantes – e não se sabe o quanto – , tocam-se profundamente, porque com a sua morte e ressurreição Jesus já realizou aquela transformação do homem e do cosmos que é a meta final da criação”.
“Mas”, remarcou, “antes do fim, é necessário que o Evangelho seja proclamado a todas as nações”.
“A vinda do Senhor continua, o mundo deve ser penetrado por sua presença. E esta vinda permanente do Senhor no anúncio do Evangelho requer continuamente a nossa colaboração; e a Igreja, que é como a Noiva, a prometida esposa do Cordeiro de Deus crucificado e ressuscitado, em comunhão com o seu Senhor colabora nesta vinda do Senhor, na qual já começa o seu retorno glorioso.”.
Bento XVI assinalou que “a isto nos chama hoje a Palavra de Deus, traçando a linha de conduta a seguir para estar pronto para a vinda do Senhor. No Evangelho de Lucas, Jesus diz aos discípulos: “Os vossos corações não fiquem sobrecarregados com dissipação e embriaguez e dos cuidados da vida… vigiai em cada momento orando””.
O Papa também indicou que “o apóstolo Paulo acrescenta o convite a “crescer e avantajar no amor” entre nós e todos, para firmar nossos corações e torná-los irrepreensíveis na santidade”.
O Santo Padre assinalou que “a comunidade dos crentes é sinal do amor de Deus, da sua justiça que já está presente e operante na história, mas que não está ainda plenamente realizada e, portanto, deve ser sempre aguardada, invocada, buscada com paciência e coragem”.
“A Virgem Maria encarna perfeitamente o espírito do Advento, feito de escuta de Deus, de desejo profundo de fazer a sua vontade, de alegre serviço ao próximo. Deixemo-nos guiar por ela, para que o Deus que vem não nos encontre fechados ou distraídos, mas possa, em cada um de nós, estender um pouco o seu reino de amor, de justiça e de paz”, finalizou o Pontífice.
Fonte: http://domvob.wordpress.com/

“Motu Proprio” – Voce sabe o que é?

Motu proprio é uma das espécies de normativas da Igreja Católica, expedido diretamente pelo próprio Papa. A expressão motu proprio poderia ser traduzida, de forma livre, como “de sua iniciativa própria” o que se opõe ao conceito de rescrito que é, em regra, uma norma expedida em resposta a uma dada situação. Significa ainda que trata-se de matéria decidida pessoalmente pelo papa e não por um cardeal ou outro conselheiro. Tem normalmente a forma de decreto. Lembram, pela sua forma, um breve ou bula papal (outra espécie normativa) mas sem se revestir da solenidade própria destes documentos.
O primeiro motu proprio remonta a Inocêncio VIII, em 1484, e continua a ser um ato administrativo bastante comum na Administração da Igreja.
Um recente motu proprio é o Summorum Pontificum de Bento XVI que trata de regras específicas da liturgia latina de acordo com o missal anterior ao Concílio Vaticano II, liberalizando a Missa Tridentina.
Toda essa introdução é para noticiar que no último sábado, 01 de dezembro,o Papa Bento XVI promulgou o Motu Proprio sobre o Serviço à Caridade”, no qual expressa que a natureza ítima da Igreja exprime-se num tríplice dever: anúncio da Palavra de Deus, celebração dos Sacramentos, serviço da caridade.
“São deveres que se reclamam mutuamente, não podendo um ser separado dos outros”, explicou o Santo Padre .
Com este Motu Próprio, o Papa pretende fornecer um quadro normativo orgânico que sirva para ordenar melhor, nas suas linhas gerais, as diversas formas eclesiais organizadas do serviço da caridade, que está intimamente ligado com a natureza diaconal da Igreja e do ministério episcopal.
Estas novas normativas compõem 15 artigos, que entrarão em vigor no próximo 10 de dezembro e terão consequências importantes em toda a Igreja.
Nos Estados Unidos, de forma particular, será impossível para as organizações caritativas católicas aceitarem o mandato anticoncepcional e abortista do Ministério de Saúde, promovido pelo presidente Barack Obama.
Em seu Motu Próprio, o Papa Bento XVI sublinhou que “na sua actividade caritativa, as variadas organizações católicas não se devem limitar a uma mera recolha ou distribuição de fundos, mas sempre devem dedicar uma especial atenção à pessoa necessitada e, de igual modo, efectuar na comunidade cristã uma singular função pedagógica, favorecendo a educação para a partilha, o respeito e o amor, segundo a lógica do Evangelho de Cristo”.
“Com efeito, a actividade caritativa da Igreja, nos seus diversos níveis, deve evitar o risco de se diluir na organização assistencial comum, tornando-se uma simples variante da mesma”, sublinhou.
O Papa assinalou que surgiram diversas iniciativas organizadas, promovidas tanto pelos fiéis como pelas autoridades da Igreja, como é o caso da Cáritas.
Ante estas iniciativas, assinalou Bento XVI, “é preciso garantir que a sua gestão se realize de acordo com as exigências da doutrina da Igreja e segundo as intenções dos fiéis e respeite também as normas legítimas estabelecidas pela autoridade civil”.
“Face a estas exigências, tornava-se necessário determinar no direito da Igreja algumas normas essenciais, inspiradas nos critérios gerais da disciplina canónica, que tornassem explícitas neste sector de actividade as responsabilidades jurídicas assumidas pelos vários sujeitos nela envolvidos, delineando de modo particular a posição de autoridade e coordenação que compete ao Bispo diocesano a este respeito”.
“Contudo, tais normas deviam possuir suficiente amplitude para abranger a notável variedade de instituições de inspiração católica, que como tais operam neste sector, quer as que nasceram sob o impulso da própria hierarquia, quer as que surgiram da iniciativa directa dos fiéis mas foram acolhidas e encorajadas pelos Pastores locais. Apesar da necessidade de estabelecer normas a este respeito, era preciso ter em consideração quanto exigido pela justiça e pela responsabilidade que os Pastores assumem diante dos fiéis, no respeito da legítima autonomia de cada ente.”
Bento XVI também indicou que “o Bispo diocesano exerce sua solicitude pastoral pelo serviço da caridade na Igreja particular que tem encomendada como Pastor, guia e primeiro responsável por esse serviço”.
A aplicação da normativa publicada pelo Papa Bento XVI ficará em mãos do Conselho Pontifício “Cor Unum”.
“Tudo quanto determinei com esta Carta Apostólica em forma de Motu Proprio, ordeno que seja observado em todas as suas partes, não obstante qualquer coisa contrária, mesmo se digna de menção particular, e estabeleço que seja promulgado por meio da publicação no jornal «L’Osservatore Romano», e entre em vigor no dia 10 de Dezembro de 2012”, conclui o texto divulgado pela Santa Sé
Fonte : http://domvob.wordpress.com/

2 de dezembro de 2012

Advento: "Vinda e Chegada"


A palavra "advento" significa literalmente "vinda, chegada".
O período do Advento abrange os quatro últimos domingos antes do Natal,
que dão início ao chamado ano litúrgico.

Quatro semanas de espera alegre para celebrar o Natal de JESUS!
Prepare-se, material e espiritualmente, com sua Família e Comunidade de Fé!
Advento é tempo de preparar os Caminhos do Senhor e nossa Casa Interior!
É tempo alegre de reconciliação e conversão. Prepare-se e aproxime-se do Sacramento da Confissão,
 para receber a graça do perdão!

Que a PAZ e a LUZ do Natal de JESUS façam morada em sua mente e coração!

"O povo que andava em trevas viu grande luz, e aos que viviam na região da sombra da morte,
 resplandeceu-lhes a luz."


         

Masturbação via redes sociais


Anos 90. Era muito comum nas propagandas de televisão sobre rodas de amizade por telefone 0900 em que consistia que os interlocutores se masturbassem motivados pela voz do outro lado da linha telefônica. Com o avanço tecnológico dos meios de comunicações, principalmente com a internet, o jogo sujo do demônio para perder as almas também se fez presente de um modo muito forte nesses meios.

Sobre a masturbação em si, ela é uma das práticas mais nocivas à alma. Torna o praticante egoísta, incapaz de amar, covarde, fraco, tira as suas esperanças, aumenta a concupiscência em todos os pecados carnais, atrapalha o relacionamento humano. 

A matéria é grave e o caráter ilícito é intrínseco. Tendo conhecimento disso, a masturbação será pecado mortal sempre que houver o pleno consentimento. Não há relativização.

Questões hormonais não justificam a masturbação, tampouco, por si, lhe atenua a gravidade a ponto de torná-la venial, especialmente se a prática já se tornou um vício. Assim como a adrenalina não serve de justificativa ao homicídio. Os sentidos devem estar sempre sob o domínio da razão. Não é lícito fazê-la sucumbir.


O Catecismo evidencia que há atenuantes que devem ser levados em conta para eximir a culpabilidade moral do pecado.

Esses atenuantes não podem ser encarados como um conformismo, uma desculpa para atenuarmos a nós mesmos de nossos pecados. Não é válido para mim, por exemplo, me refugiar no pretexto de que "ah, o Catecismo diz que os hábitos contraídos atenuam, eu já estou acostumado, então mais uma vez não tem problema". Deve-se ler os atenuantes sempre na ótica de quem realmente sofre com esse mal, mas não usa suas fraquezas de forma desonesta com a própria consciência.

Vou arriscar analisar um por um os atenuantes que o Catecismo indica.

Imaturidade afetiva: uma pessoa na adolescência que está entrando na puberdade e ainda não compreende o que significa a liberação da libido, evidentemente não poderá ser culpado por cometer pela primeira vez algo que nem sabe ao certo como se dá. Não se trata apenas de mera ignorância, mas de imaturidade para julgar em que consiste a gravidade de algo que ainda não aprendeu a lidar.

Força de hábitos contraídos: Aqui entra a questão do vício. Sabe-se que qualquer vício age como um atenuante para o pecado. Ele pode ou não atenuar uma culpa moral se for realmente forte. Sabe-se que há pessoas ninfomaníacas, que adquirem um vício ao apetite sexual muito maior do que o seu controle natural de disciplina, e em tais casos o vício pode atenuar a culpa a ponto de torná-la venial.

Estado de angústiaFoi o que eu disse acima. Se há uma busca sincera pela castidade mas a pessoa é levada a circunstâncias extremas, as quais não buscou, e é confrontada com uma tentação que está largamente acima das suas forças de combate espiritual, o pecado pode ser relevado. Evidentemente pressupõe-se uma luta para evitar a consumação do ato aqui.

Outros fatores psíquicos ou sociaispoderíamos citar alguma patologia, tais como autismo, que não colocam a pessoa em situação de juízo moral adequado para certos atos, ou uma formação inadequada do juízo por parte da família e da escola, como a maldita "educação sexual" que está aí em quase todas as salas de aula desde a 5ª série. Também pode-se citar a condição social que uma pessoa se encontra em geral, de modo que ela mesma não saiba distinguir o grau de "pecado" que comete devido a uma vida totalmente desregrada, e que já inculcou este ato como algo absolutamente normal.

Há que se levar em conta aqui que o "pleno conhecimento" não se restringe ao comunicado formal. Pessoas adquiriram conhecimento sim, mas talvez não pleno. Para isso é pressuposto que esse conhecimento seja aceito pelo juízo moral, que faça sentido, que pareça sensato, e nem sempre isso é evidente na vida de uma pessoa.

Uma coisa é a gravidade objetiva do pecado, outra é a postura que se deve ter para com ele. Uma coisa é avaliarmos a questão abstratamente, outra bem diferente é achar que podemos julgar a gravidade de nosso próprio pecado nos casos particulares, o que evidentemente é falso.

Pecado de masturbação sempre exige confissão e, via de regra, deve sempre ser tido por falta grave, a não ser que a pessoa realmente não conhecesse a posição da Igreja. Não podemos procurar escusas em nós mesmos para atenuar nossa própria consciência. Como batemos no peito ao proclamar o confietor: mea culpa, mea culpa, mea maxima culpa, tomamos por nossa responsabilidade o consentimento último de nos entregarmos ao pecado, mesmo sabendo que pode ter havido vários atenuantes.  Embora a culpa seja minorada, não devemos levantar isso ao confessarmos o pecado.


Mas isso não significa que a culpa é objetivamente irrelevante. Ela pode sim ser atenuada. A culpa é um estado objetivo da alma no momento em que se cometeu o pecado. Não depende do confessor definir a culpa, ele pode mo máximo tentar identificá-la. O confessor tem juízo sobre a pena, não a culpa propriamente dita.


Aliás, tratar o nosso próprio pecado com a máxima severidade e procurar compreender o pecado do próximo com brandura e temperança é quase que uma obrigação do bom confessor. O Sacramento da Penitência restaura o estado de graça, suprindo esse estado de separação. Para que não reste ambiguidade, a confissão não apaga as penas temporais devidas por pecados, mas a culpa. 


A Confissão, por si, não apaga penas temporais. Ela apaga a culpa. Por isso, em geral, após a absolvição, os sacerdotes estipulam penitências. 


Quanto à contrição perfeita, trata-se da ação sublime pela qual, por amor - não por temor - odeia-se o pecado; pelo fato em si de ter ofendido a Deus, sumamente bom. Ela perdoa a culpa, não penas temporais, inclusive dos pecados mortais, mas é acompanhada do propósito de se confessar o quanto antes, onde todos esses pecados devem ser explicitados. 


Para manter a castidade e uma boa saúde da alma: oração e jejum! E sobre as redes sociais, nós, como católicos, devemos consagrar nosso computador e nossas páginas ao Imaculado Coração de Maria para que não sejamos atingidos pelas setas de Satanás.

A castidade tem por fim reprimir tudo quanto há de desordenado nos prazeres voluptuosos. Ora, estes prazeres não têm senão um único fim: perpetuar a raça humana, transmitindo a vida pelo uso legítimo do matrimônio. Fora dele, toda a luxúria é estritamente proibida.

A castidade chama-se com razão virtude Angélica, porque nos aproxima dos anjos, que são puros por natureza. É uma virtude austera, porque ninguém chega a praticá-la, sem disciplinar e domar o próprio corpo e sentidos por meio da mortificação. É uma virtude delicada, que as mais pequenas faltas voluntárias embaciam; e por isso mesmo dificil, porque não pode guardá-la senão quem luta generosa e constantemente contra a mais tirânica das paixões.



Tem muitos graus: o primeiro consiste em evitar com cuidado consentir em qualquer pensamento, imaginação, sensação, ou ação contrária a esta virtude. O segundo tende a afastar imediata e energicamente qualquer pensamento, imagem ou impressão que porventura pudesse deslustrar o brilho desta virtude. (...) 

(A. Tanquerey, Teologia Ascética e Mística, nº 1100-1101)


Fonte: http://www.tradicaoemfococomroma.com/2012/11/masturbacao-via-redes-sociais_28.html

1 de dezembro de 2012

O TEMPO DO ADVENTO - I I


Origem

Há relatos de que o Advento começou a ser vivido entre os séculos IV e VII em vários lugares do mundo, como preparação para a festa do Natal. No final do século IV na Gália (atual França) e na Espanha tinha caráter ascético com jejum abstinência e duração de 6 semanas como na Quaresma (quaresma de S. Martinho). Este caráter ascético para a preparação do Natal se devia à preparação dos catecúmenos para o batismo na festa da Epifania. Somente no final do século VII, em Roma, é acrescentado o aspecto escatológico do Advento, recordando a segunda vinda do Senhor e passou a ser celebrado durante 5 domingos.

Só após a reforma litúrgica é que o Advento passou a ser celebrado nos seus dois aspectos: a vinda definitiva do Senhor e a preparação para o Natal, mantendo a tradição das 4 semanas. A Igreja entendeu que não podia celebrar a liturgia, sem levar em consideração a sua essencial dimensão escatológica.

Fonte: http://www.comshalom.org/formacao/liturgia/o_tempo_advento.html

30 de novembro de 2012

CORRENTES DE ORAÇÕES, CERTO OU ERRADO?


"?"... Um ponto de interrogação quando vemos falar em certas "correntes de oração" que o povo espalha por aí.
Não se sabe como e quando que as famosas "correntes de oração" surgiram, o fato é que, o cristão católico deve saber e ser alertado sobre estas tais correntes.

Hoje em dia há correntes pra tudo, uma delas por exemplo, é a famosa corrente de pensamentos positivos. Geralmente quem usa ou passa pra frente essas coisas é gente ligada às superstições, ligadas a rituais orientais, etc. Que nada tem a ver com a religião católica mas faz um sincretismo religioso, misturando elementos pagãos às devoções cristãs.

Vou citar um exemplo:

Certa vez, recebi em minha casa a corrente da prosperidade. 
Uma amiga me deu um saquinho vermelho, que continha uma oração de São José e uma moeda de dez centavos. No final da oração dizia que eu deveria repassar a mesma oração com as moedas para outras pessoas se quisesse ter prosperidade. Se não fizesse, se ficasse com o saquinho com a oração e a moeda sem repassá-la alguma coisa de ruim ia acontecer, pois contava a carta, uma pessoa havia recebido e não repassou a mesma e perdeu um ente querido.
E assim são as outras, de várias formas mas com as mesmas ameaças.

Isto é oração? claro que não.
Se espelharmos na Bíblia e na doutrina da Igreja, nunca vamos encontrar nada a respeito sobre tais orações. 
Este tipo de "oração" é prejudicial às pessoas porque põe medo nelas e não tem sentido algum a não ser dentro do paganismo.
Oração que intimida as pessoas, põe medo, etc. não parte de Deus e sim do paganismo.
Jesus nos ensina claro que:

  1. A oração deve brotar do coração.
  2. Devemos pedir somente o necessário.
  3. Devemos agradecer pelo que já recebemos e vamos receber.
  4. Devemos "bater à porta", pedir com fé e insistência, mas nunca forçar a Deus aquilo que não for da sua vontade.
  5. A oração deve ser íntima, entre você e Deus.
  6. Devemos orar pelos amigos e inimigos, pelas nossas necessidades e pelas necessidades da Igreja.
  7. Devemos nos consagrar a Deus como seus filhos.
  8. Devemos fazer a sua vontade.
  9. Devemos nos afastar das tentações, assim nos afastamos das coisas do mal.
  10. Devemos aceitar a vontade de Deus em primeiro lugar e não nossa. Deus mais do que ninguém é nosso pai e sabe o que é bom para nós.
  11. A oração sempre deve ser feita com amor e respeito, amor e gratidão a Deus.
  12. A oração deve ser precedida pela caridade. Oração sem obras não dá frutos. 
  13. A oração deve ser precedida pelo perdão. De nada vale para Deus um coração rancoroso e fechado. Egoísta e sujo de perversidade. 

Mas pode surgir uma pergunta: Então é proibido fazer as novenas, trezenas, tríduos etc?
Não! as novenas, trezenas, etc. São formas de oração muito antigas, seja diretamente a Deus, aos anjos e santos podem e devem ser rezadas, pois são aprovadas pela Igreja. 
Nada tem a ver com as famosas "correntes". A Igreja não aceita e não aprova tais "correntes de oração" porque elas mesmas nada tem a ver com a catequese que recebemos. Pelo contrário, elas atentam contra Deus e Nosso Senhor Jesus Cristo, porque põe medo nas pessoas e trazem rastros do paganismo.
Ora se conhecemos os ensinamentos de Jesus e da sua Igreja, porque é que vamos dar importância a essas coisas?

Além do que, quem as pratica comete pecado grave. Portanto, se você receber essas tais "correntes de oração", não tenha medo, não leia, rasgue jogue no lixo ou ponha fogo. É melhor que não leia, do que contaminar a mente com essas coisas. Se receber por e-mail, exclua como spam. Pois essas coisas não vem de Deus. As vezes as pessoas que fazem isto são influenciadas por outras. Se você receber pessoalmente, não tenha medo de não aceitar, mas educadamente diga à pessoa que te entregou que isto é errado e explique que você aprendeu. Diga eu não aceito isto porque eu sou cristã e como tal devo seguir aquilo que a minha fé na Igreja determinou. E aproveite para evangelizar esta pessoa, pois talvez lhe falte catequese.

Não se intimide com essas tais correntes, que "do bem" não tem nada.  

Vamos meditar na Palavra de Deus o que Jesus nos diz sobre a Oração?

Mt6, 5-15.
Mt7, 7-21.
Mt7, 24-27.

Lc6, 36-37.
Lc6, 46.
Lc12, 22-31.

Quanto à Oração comunitária, esta sim, faz parte da Igreja, a oração comunitária é o culto prestado à Deus pela Comunidade Cristã. 
A igreja que somos nós se une em oração. Num só louvor e num só Culto. Mas  veja bem, isto nada tem a ver com as tais correntes.
Jesus mesmo disse que estaria presente onde dois ou mais estivessem reunidos em seu nome. Cf. Mt18, 19-20 e em seguida Jesus nos pede que não basta apenas pedir, querer a sua presença, mas devemos buscar muito perdoar do que sermos perdoados. Cf. Mt18, 21-22. 


Mas e quanto às Orações formuladas ou pré-escritas?, aquelas que recebemos ou que se distribuem nas costas dos santinhos e escritas nos manuais devocionais?!
As Orações formuladas, seja para Jesus, Nossa Senhora ou aos Santos devem obedecer a critérios da Igreja Católica. Elas são válidas assim como as espontâneas que fazemos. Porém deve passar pela aprovação da Igreja através do bispo antes de ser imprimida. Quando recebemos uma Oração ou compramos um livro de devoções é importante observar abaixo ou acima da nota de apresentação se existe uma cunha com o seguinte: pode-se imprimir, se existe, lá está o nome do bispo que autorizou a impressão.   


Por que? porque a Igreja se preocupa justamente com estes tipos de "Orações" que não conduz a nada, ao invés de construir atenta e destrói a fé das pessoas. Nunca a gente vê uma autorização eclesiástica para as chamadas "correntes de oração", porque tais não são reconhecidas pela Igreja como algo construtivo para a fé das pessoas. Ao contrário, elas podem fazer muito mal para quem for despreparado para entender o que elas dizem.


Quando você adquirir uma Oração ou comprar um livro de orações, sempre tenha o costume de certificar se há autorização eclesiástica do material escrito e impresso. Se não tiver, não compre, nem leia.
Nem mesmo a Bíblia, ela também necessita de aprovação eclesiástica, pois pode conter traduções errôneas dos textos sagrados levando o católico à apostasia e à heresia.
Por isso a Bíblia deve ser Católica e com aprovação da CNBB"Conferência Nacional dos Bispos do Brasil". Somente os bispos sucessores dos Apóstolos têm autorização para zelar pelo depósito da fé, isto é, a tradução, estudo e divulgação das Sagradas Escrituras, e ninguém mais por mais intencionado que seja. Ou em outros países verifique se existe autorização do Conselho Episcopal, (Conselho dos Bispos Católicos); Cada país possui um conselho de Bispos. No Brasil é a CNBB.


Isto é muito importante que se saiba, pois estão falsificando até a Bíblia, por aí, no sentido de que "alguns" separados da Igreja, fundam as seitas e se acham no direito de traduzir os textos bíblicos a seu bel prazer, simplesmente para trazer para si coisas de interesse particular e ou manipular e atrair seguidores para essas tais seitas.


Outros imprimem livros e folhetos de oração sem aprovação eclesiástica, no intuito de lucrar com a fé das pessoas, mas na verdade, e não para elevar a fé das pessoas. É o caso das pessoas que vendem orações, santos, terços etc. de porta em porta. Tome cuidado! 


Existem boas livrarias católicas e boas editoras aprovadas e especializadas para vender material católico. Procure se informar.


Nunca aceite fazer "correntes de oração" pois elas fazem muito mal. Além de desvirtuar as pessoas não contribuem em nada para a acréscimo da fé.

Fonte: 
http://elmandotoledo.blogspot.com.br/2011/06/correntes-de-oracoes-certo-ou-errado.html

30 de novembro:: Dia de Santo André


Santo André, Apóstolo de Jesus Cristo. Nascido em Betsaida da Galiléia, também conhecido como o Afável foi escolhido para ser um dos Doze, e nas várias listas dos Apóstolos dadas no Novo Testamento é sempre citado entre os quatro mais importantes, junto com Pedro, João e Tiago, sendo seu nome mencionado explicitamente três vezes: por ocasião do discurso sobre a consumação dos tempos de Jesus, na primeira multiplicação dos pães e dos peixes e quando, juntamente com Filipe, apresentou ao mestre alguns gentios.
Também pescador em Cafarnaum, foi o primeiro a receber de Cristo o título de Pescador de Homens e, portanto, o primeiro a recrutar novos discípulos para o Mestre.
Filho de Jonas tornou-se discípulo do João Batista, cujo testemunho o levou juntamente com João Evangelista a seguirem Jesus e convencer seu irmão mais velho, Simão Pedro a segui-los. Desde aquele momento os dois irmãos tornaram-se discípulos do Senhor e deixaram tudo para segui-lo. No começo da vida pública de Jesus ocuparam a mesma casa em Cafarnaum.
Segundo as Escrituras esteve sempre próximo ao mestre durante sua vida pública. Estava presente na Última Ceia, viu o Senhor Ressuscitado, testemunhou a Ascensão, recebeu graças e dons no primeiro Pentecostes e ajudou, entre grandes ameaças e perseguições, a estabelecer a Fé na Palestina, passando provavelmente por Cítia, Épiro, Acaia e Hélade.
Para Nicéforo ele pregou na Capadócia, Galácia e Bitínia, e esteve em Bizâncio, onde determinou a fundação da Igreja local e apontou São Eustáquio como primeiro bispo. Finalmente esteve na Trácia, Macedônia, Tessália e Acaia. Foi na Grécia, segundo a tradição, durante o reinado de Trajano, que foi crucificado em Patros da Acaia, cidade na qual havia sido eleito bispo, por ordem do procônsul romano Egéias.
Atado, não pregado, a uma cruz em forma de X, que ficou conhecida como a cruz de Santo André, embora que a evidência generalizada deste tipo de martírio não seja anterior ao século catorze.
Suas relíquias foram transferidas de Patros para Constantinopla (356) e depositadas na igreja dos Apóstolos (357), tornando-se padroeiro desta cidade. Quando Constantinopla foi invadida pelos franceses no início do século treze, o Cardeal Pedro de Cápua trouxe as relíquias à Itália e as colocou na catedral de Amalfi.
Anos mais tarde, decidiram levar seus restos mortais para a Escócia, onde fora escolhido padroeiro, mas o navio que os transportava naufragou em uma baía que, por esta ocorrência, passou a ser denominada de Baía de Santo André. É honrado como padroeiro da Rússia e Escócia e no calendário católico é comemorado no dia 30 de novembro, data de seu martírio.
Fonte: http://domvob.wordpress.com/

Evangelho: O primeiro discípulo do Senhor


Do Evangelho Quotidiano
Caminhando ao longo do mar da Galileia, Jesus viu dois irmãos: Simão, chamado Pedro, e seu irmão André, que lançavam as redes ao mar, pois eram pescadores. Disse-lhes: Vinde comigo e Eu farei de vós pescadores de homens. E eles deixaram as redes imediatamente e seguiram-no. Um pouco mais adiante, viu outros dois irmãos: Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João, os quais, com seu pai, Zebedeu, consertavam as redes, dentro do barco. Chamou-os, e eles, deixando no mesmo instante o barco e o pai, seguiram-no. (Mt 4,18-22)
Comentário feito por Basílio de Selêucia (?-c. 468), bispo – Sermão em louvor de Santo André, 2-3; PG 28, 1103; atrib. a Santo Atanásio
André foi o primeiro dos apóstolos a reconhecer o Senhor como seu mestre [...]; deixou o ensinamento de João Batista para frequentar a escola de Cristo. [...] À luz da lâmpada (Jo 5,35), procurava a luz verdadeira; sob o seu brilho incerto, acostumou-se ao esplendor de Cristo. [...] De mestre que era, João Batista tornou-se servo e arauto de Cristo, presente diante dele: Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo 1:29). Aqui está Aquele que livra da morte; aqui está Aquele que destrói o pecado. Eu não fui enviado como esposo, mas como aquele que o acompanha (Jo 3,29). Eu vim como servo e não como senhor.
Tocado por estas palavras, André deixa o seu antigo mestre e precipita-se para Quem ele anunciava. [...] Precipita-se para o Senhor, o seu desejo é evidente no seu empenho [...], e traz consigo o evangelista João; os dois deixam a lâmpada para avançarem em direção ao Sol. André é a primeira planta do jardim dos apóstolos, é ele que abre a porta ao ensinamento de Cristo, é ele o primeiro a colher os frutos do campo cultivado pelos profetas. [...] Ele foi o primeiro a reconhecer Aquele de quem Moisés disse: O Senhor teu Deus suscitará em teu favor um profeta saído das tuas fileiras, um dos teus irmãos, como eu: é a ele que escutarás (Dt 18,15). [...] André reconheceu Aquele que os profetas anunciaram, e levou até Ele seu irmão Pedro. Mostrou a Pedro o tesouro que este ainda não conhecia: Encontramos o Messias (Jo 1,41), Aquele que desejávamos. Esperávamos a Sua vinda: vem agora desfrutar da Sua presença. [...] André levou seu irmão a Cristo [...]; foi o seu primeiro milagre.
Fonte: http://domvob.wordpress.com/

29 de novembro de 2012

A IMPORTÂNCIA DA ORAÇÃO

"Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a s sua terra." (2Cr. 7.14)

A Importância da oração já começa aqui, se queremos ser perdoados e sarados de todos os nossos pecados também temos que "ORAR", "Orai sem cessar" (1 Tes 5.17), Devemos pela oração se converter ao Senhor Jesus Cristo, se quisermos permanecer firmes na fé, precisamos orar mais, Quem deixar de orar, brevemente cairá em pecado, se já não estiver nele, pois um pecador não consegue orar. Se quisermos ser cheios com o Espirito Santo, devemos manter contato com ele através da oração. Se quisermos experimentar uma restauração completa em nossas vidas, precisamos orar mais.

A Oração ligava Jesus diretamente com o Pai e com o sobrenatural. Ele mesmo disse a seus discípulos: "vigiai e orai, para que não entres em tentação. O espirito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca."(Mt 26.41). Mais uma vez podemos ver neste trecho Bíblico  o quanto é importante a Oração ela nos afasta das tentações, ela nos da uma proteção, um escudo, para que não possamos cair em tentação por quer assim como Jesus, nós também estaremos ligados com o Pai e o sobrenatural. Portanto a oração livra o cristão da tentação. Antes de ser preso, Jesus passou um bom tempo em oração no Getsêmani, onde até suou sangue, tamanha a agonia que passou. A oração o ajudou a enfrentar o pior momento de sua vida.

Blog Evangelizando.

28 de novembro de 2012

Vem ai o terceiro livro da série Dominus Vobiscum falando sobre a Santíssima Virgem Maria


Caríssimos, graça e paz de Nosso Senhor Jesus Cristo!
Um dos meus objetivos neste ano de 2012 era de colocar em três livros, algumas das catequeses feitas aqui no blog ao longo destes cinco anos. Graças a Deus conseguimos publicar pela Editora Clube de Autores os dois volumes da série DOMINUS VOBISCUM. O primeiro tratou da essência da fé católica e da existência de Deus e o segundo sobre as Sagradas Escrituras. São livros catequéticos com uma linguagem de fácil entendimento. Graças a Deus muitas pessoas já tiveram acesso aos livros e gostaram, inclusive recomendando aos amigos.
Passado o período de provas estarei finalizando o terceiro livro da série, chamado Maria sempre Virgem e Santa, que fala sobre a santidade e virgindade perpétua de Nossa Senhora. Este projeto é um sonho pessoal, pois sempre quis fazer algo para homenagear Maria e até agora não tinha conseguido passar para o papel este sonho.
Por isto desde já estou convidando os amigos e leitores para adquirirem este livro que está sendo concluído.Será um livro para aqueles que como eu são apaixonados pela Santíssima Virgem e para aqueles que não conhecem as explicações que a Igreja Católica Apostólica Romana dá para que possamos com segurança proclamar Maria como Mãe de Deus e modelo de castidade.
Que a Santíssima Virgem Maria interceda por cada um de nós!

Vida de Santo Agostinho de Hipona :: Considerações acerca das obras literárias

Iremos a partir de hoje, iniciarmos um novo ciclo acerca de São Agostinho de Hipona. Vimos, nos capítulos anteriores, de modo cronológico e pincelado, a vida, seu processo de conversão, seu trabalho pastoral e sua morte.
Hoje iniciaremos um novo e maravilhoso processo de descoberta do legado literário deste Santo. Em meu momento de pesquisa (e este ainda está longe de acabar) estou encontrando materiais de suma riqueza filosófica e teológica.
O material da nossa primeira experiência com escritos de São Agostinho de Hipona serão sobre os primeiros escritos, segundo uma divisão da produção agostiniana; Os quatro escritos (Contra Acadêmicos, A Ordem, A Grandeza da alma e O Mestre). Estes foram compostos ou iniciados entre a conclusão do ensino de retórica na cidade de Milão em 386 e a ordenação presbiteral em 391. A redação dessas obras abrangeu, portanto, um arco temporal de pouco mais de quatro anos.
Podemos definir que São Agostinho viveu um “período filosófico”, abordando os mais variados temas: a verdade, a felicidade, a ordem, a imortalidade e a grandeza da alma, a existência de Deus, a liberdade do homem, o problema do mal, entre outros.
Nosso objeto de estudo será o diálogo intitulado “Contra os Acadêmicos” ou “Sobre os Acadêmicos”. O Diálogo transcorreu na casa de campo de Verecundo, em Cassicíaco, uma localidade não muito distante de Milão. Agostinho e seus amigos (Alípio, Licêncio e Trigécio) se ocuparam na organização e direção dos trabalhos agrícolas e nos afazeres domésticos. Seis meses depois, de setembro de 386 a março de 287, duraram as conversações: três dias consecutivos mais outros três dias consecutivos, separados dos primeiros três dias por uma pausa de sete dias. No retiro de Cassicíaco, eles dedicavam-se ora aos estudos filosóficos, ora às meditações das Sagradas Escrituras.
(Postagem: Paulo Praxedes – Equipe do Blog Dominus Vobiscum / Veritatis / Suma Teológica / Ordem de Santo Agostinho / Patrística vol.24)
Até o próximo post e nele deleitar-nos-emos sob o livro “Contra os Acadêmicos”! E divulguem/compartilhem este estudo com seus amigos para que juntos possamos aprender com os doutores da nossa Igreja que é Una, Santa, Católica, Apostólica e Romana!
Veja Também:: Prólogo | Capítulo 1 | Capítulo 2 | Capítulo 3

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