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7 de novembro de 2012

Faltam três dias para o encerramento da votação. Você já votou?!


Saudações, caríssimos leitores. Como é de conhecimento geral, este blog está concorrendo ao prêmio “Top Blog 2012″, como finalista do 2º turno!

Lembre-se: faltam apenas 3 dias para o encerramento da votação!

Se você já votou, muito obrigado, se não, click na imagem acima, ou AQUI, e nos ajude a continuar evangelizando pela blogosfera!!! Um grande abraço e fiquem com Deus!


Encontro de Catequese- Crisma: EVANGELIZAÇÃO

TURMA: CRISMA I
TEMA: EVANGELIZAÇÃO

OBJETIVO: Aprofundar o conceito e a prática de Evangelizar
  • Evangelizar é levar a mensagem cristã a todos os povos. Assim disse Jesus: “Ide e evangelizai todos os povos” Mc: 16, 15
  • A evangelização deve levar a pessoa a uma conversão.
  • Converter-se é crer no evangelho e significa uma mudança no modo de pensar,o que leva também à mudança no agir pessoal e comunitário, provocando transformações na sociedade.
  • A conversão leva a pessoa a agir segundo a lógica de Deus.
  • Enquanto não pensamos e agimos como Jesus , necessitamos de conversão. É preciso adequar nossos pensamentos, desejos e ações conforme Jesus Cristo viveu e nos ensinou.
  • Portanto a conversão é um processo contínuo. Só seremos capazes de evangelizar se formos também continuamente evangelizados.
  • O grande apelo de Jesus está implícito neste versículo: “Convertei-vos e crede no evangelho”Mc: 1, 12-15




DESAFIOS ATUAIS DA EVANGELIZAÇÃO

  • Evangelizar não é somente “fazer discursos” inflamados da Palavra de Deus
  • Também não é “fazer propaganda dos ensinamentos de Jesus”
  • É muito mais que isso: “A Palavra de Deus deve ser pregada com convicção e principalmente ser anunciada com o testemunho da própria vida. Deve ajudar as pessoas a ligar fé e vida no dia a dia.
  • Anunciar a Salvação concretamente é lutar pela justiça , pela paz e condição de vida digna para todos
  • A Palavra de Deus não pode ser imposta. Assim orienta Jesus: Mc: 6, 10 e 11- “Em qualquer casa em que entrardes, ficai nela, até vos retirardes dali. Se em algum lugar não vos receberem nem vos escutarem, sai dali e sacudi o pó de vossos pés em testemunho contra ele”.
  • Ao enviá-los em missão ,Jesus convida-os especialmente à simplicidade e despojamento de tudo quanto possa escravizá-los.
VIRTUDES A SEREM EXERCITADAS NA EVANGELIZAÇÃO
  • FÉ: Cutivando a fé acreditamos no Deus Criador, que é o Pai, no Deus Salvador, que é Jesus Cristo e no Deus Santificador, que é o Espírito Santo. Compreendemos que o Altíssimo é uno e trino e que tudo nos foi revelado nas Sagradas Escrituras. Cremos que Deus é a verdade.
  • ESPERANÇA: é a virtude que nos ajuda a desejar e a esperar dias melhores em nossa vida a qui na terra e a ter a certeza de que conquistaremos a Vida Eterna. No mundo de hoje , onde deparamos com tantas maldades, violências, infortúnios em geral, muitos tem a tendência a pensar que está tudo perdido. “O mundo vsai de mal a pior, dizem alguns.”
  • Precisamos refletir sobre tudo o que está acontecendo e confiantes em Deus buscar uma solução. Sozinhos não somos nada, mas, com Deus tudo podemos. A ESPERANÇA nos leva a tentar vencer obstáculos. DEUS é a força que nos move.
  • CARIDADE: caridade e amor são palavras sinônimas. Usar de caridade para com o próximo não é apenas ofertar um prato de comida para matar a fome ou doar uma peça de roupa que não usamos mais. A CARIDADE exige conhecer a dor da pessoa que se interpôs em nosso caminho , ser solidário, compreensivo e compassivo. Juntos procurar a solução do problemas.
  • CONVERSANDO E RESPONDENDO
  1. Como sua comunidade evangeliza de forma concreta?
  2. Que sinais de conversão vocês veem no dia a dia dos cristãos? E da sociedade brasileira?
  3. Os cristãos batizados de sua região ou cidade têm consciência de sua missão de evangelizadores? 
  4. O que falta fazer?
Não se esqueça de votar aqui!



6 de novembro de 2012

Bispo destaca importância dos cidadãos no combate à criminalidade

'Na aliança e na solidariedade entre cidadãos e forças da ordem se realiza o melhor bastião de resistência à criminalidade', destacou Dom Mamberti
Os cidadãos são os primeiros “anticorpos” no combate à criminalidade. Essa foi uma das considerações feitas pelo secretário para as Relações com os Estados, Dom Dominique Mamberti, durante a 81ª sessão da Assembleia Geral da Interpol, nesta segunda-feira, 5. A reunião, realizada em Roma, traz como tema “A polícia diante dos desafios da violência criminal contemporânea”.

Dom Mamberti lembrou que o dever moral de contribuir para que a violência não surja e nem se desenvolva é um dos aspectos incluídos na luta contra cada forma de violência. 

“Aqueles que trabalham no interior das instituições de segurança pública, como a polícia que os senhores representam, estão conscientes de que os primeiros anticorpos para cada forma de criminalidade são os próprios cidadãos de cada País. Na aliança e na solidariedade entre cidadãos e forças da ordem se realiza o melhor bastião de resistência à criminalidade”. 

E entre as ações necessárias para estabelecer um contexto social voltado ao bem comum, o arcebispo enfatizou a retirada daquilo que origina e alimenta a injustiça. De acordo com ele, a educação, inspirada pelo respeito da vida humana em todas as circunstâncias, deve ter seu papel reconhecido.  

“Sem essa (educação) não é possível de fato realizar um tecido social forte e coeso nos valores fundamentais, capaz de resistir às provocações da violência extrema”.

Ao citar a educação, o arcebispo também destacou o papel da família, um lugar “primitivo do fazer-se homem”. “Nessa (na família), faz-se a experiência das primeiras formas de justiça e de perdão, cimento das relações intra-familiares e base para a adequada inserção na vida social”. 

Em sua intervenção, Dom Maberti afirmou ainda que as características da ação criminal evoluíram de modo preocupante, agravando a agressividade e a crueldade das ações. Ele lembrou que esse aumento substancial do fenômeno criminal se deu tanto na questão quantitativa como em termos das manifestações de violência. 

“As características da ação criminal evoluíram de modo preocupante, sendo perigosamente agravada a agressividade e a crueldade dos episódios. Além disso, as atividades criminais se articulam em um nível global, com sistemas de coordenação e pactos criminosos que superam as fronteiras do Estado”. 

Fonte:http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=287778

Até o próximo post! Não se esqueça de clicar na imagem abaixo e votar, afinal faltam alguns dias para o encerramento da votação!




O que é catequese?

O Papa João Paulo II disse: "A catequese é uma educação da fé das crianças, dos jovens e dos adultos, a qual compreende especialmente um ensino da doutrina cristã, dado em geral de maneira orgânica e sistemática, com fim de os iniciar na plenitude da vida cristã" (CT). Segundo O Novo Catecismo da Igreja Católica (1992) "no centro da catequese encontramos essencialmente uma Pessoa, a de Jesus Cristo de Nazaré, Filho único do Pai... 

A finalidade definitiva da catequese é levar à comunhão com Jesus Cristo: só Ele pode conduzir ao amor do Pai no Espírito e fazer-nos participar da vida da Santíssima Trindade... Todo catequista deveria poder aplicar a si mesmo a misteriosa palavra de Jesus: 'Minha doutrina não é minha, mas daquele que me enviou' (Jo 7,16)" (NCIC, 426-427). Em sua origem, o termo "CATEQUESE" diz respeito à proclamação da Palavra. O termo se liga a um verbo que significa "Fazer" - "Ecoar" (gr. Kat-ekhéo). Assim a catequese tem por objetivo último fazer escutar e repercutir a Palavra de Deus. 

Desta forma, é missão da Igreja anunciar o Evangelho em todo o mundo, mas, em primeiro lugar, a Palavra de Deus deve ser anunciada aos seus próprios membros. É dentro da Igreja que se desenvolve a formação de seus membros, para que possam depois anunciar a todos a Palavra de Deus. Quando se fala em catequese, muitos pensam na catequese que se prepara as crianças à Primeira Eucaristia. Catequese hoje não se deve confundir com o "dar catecismo". 

A catequese faz parte da ação evangelizadora da Igreja que envolve aqueles que aderem a Jesus Cristo. Catequese é o ensinamento essencial da fé, não apenas da doutrina como também da vida, levando a uma consciente e ativa participação do mistério litúrgico e irradiando uma ação apostólica. Segundo o Documento de Puebla (1979) e a afirmação dos Bispos do Brasil, a catequese é um processo de educação da fé em comunidade, é dinâmica, é sistemática e permanente. Os Bispos da América Latina reunidos em Santo Domingo (1992) nos disseram": "Damos graças a Deus pelos esforços de tantos e tantas catequistas que cumprem seu serviço eclesial com sacrifício, selado, às vezes, com suas vidas. Contudo, devemos reconhecer como pastores que ainda há muito por fazer. 

Existe ainda muita ignorância religiosa, a catequese não chega a todos e muitas vezes chega em forma superficial, incompleta quanto a seus conteúdos, ou puramente intelectual, sem força para transformar a vida das pessoas e de seus ambientes" (DSD, 41). Todo cristão que aceita Cristo por inteiro, esse é o verdadeiro cristão balizado, ele é responsável, em anunciar a Palavra de Deus, a começar por si próprio e pela família. Para tanto, tem uma maturidade cristã de fé e de amor ao próximo e à Igreja.

http://www.catequisar.com.br/texto/catequista/doc/52.htm

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5 de novembro de 2012

Como ser um católico bem formado?

Quanto mais conhecemos a Igreja, mais a amamos


O autor da Carta aos Hebreus escreveu: “Ora, quem se alimenta de leite não é capaz de compreender uma doutrina profunda, porque é ainda criança. Mas o alimento sólido é para os adultos, para aqueles que a experiência já exercitou na distinção do bem e do mal” (Hb 5, 13-14). Sem esse “alimento sólido”, que a Igreja chama de “fidei depositum” (o depósito da fé), ninguém poderá ser verdadeiramente católico e autêntico seguidor de Jesus Cristo.
Não há dúvida de que a maior necessidade do povo católico hoje é a formação na doutrina. Por não a conhecer bem, esse mesmo povo, muitas vezes, vive sua espiritualidade, mas acaba procedendo como não católico, aceitando e vivendo, por vezes, de maneira diferente do que a Igreja ensina, especialmente na moral. E o pior de tudo é que se deixa enganar pelas seitas, igrejinhas e superstições.
Em sua recente viagem à África, que começou em 17 de maio de 2009, o Papa Bento XVI deixou claro que a formação é o antídoto para as seitas e para o relativismo religioso e moral. Em Yaoundé, em Camarões, o Sumo Pontífice disse que “a expansão das seitas e a difusão do relativismo – ideologia segundo a qual não há verdades absolutas –, tem um mesmo antídoto, segundo Bento XVI: a formação.” Afirmando que: “O desenvolvimento das seitas e movimentos esotéricos, assim como a crescente influência de uma religiosidade supersticiosa e do relativismo, são um convite importante a dar um renovado impulso à formação de jovens e adultos, especialmente no âmbito universitário e intelectual.” E o Santo Padre pediu “encarecidamente” aos bispos que perseverem em seus esforços por oferecer aos leigos “uma sólida formação cristã, que lhes permita desenvolver plenamente seu papel de animação cristã da ordem temporal (política, cultural, econômica, social), que é compromisso característico da vocação secular do laicado.”
Desde o começo da Igreja os Apóstolos se esmeraram na formação do povo. São Paulo, ao escrever a S. Tito e a S. Timóteo, os primeiros bispos que sagrou e colocou em Creta e Éfeso, respectivamente, recomendou todo cuidado com a “sã doutrina”. Veja algumas exortações do Apóstolo dos Gentios; a Tito ele recomenda: seja “firmemente apegado à doutrina da fé tal como foi ensinada, para poder exortar segundo a sã doutrina e rebater os que a contradizem” (Tt 1, 9). “O teu ensinamento, porém, seja conforme à sã doutrina” (Tt 2,1).
A Timóteo ele recomenda: “Torno a lembrar-te a recomendação que te dei, quando parti para a Macedônia: devias permanecer em Éfeso para impedir que certas pessoas andassem a ensinar doutrinas extravagantes, e a preocupar-se com fábulas e genealogias” (Tm 1, 3-4). E “Recomenda esta doutrina aos irmãos, e serás bom ministro de Jesus Cristo, alimentado com as palavras da fé e da sã doutrina que até agora seguiste com exatidão” (1Tm 4,6). São Paulo ensina que Deus “quer que todos os homens se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade” (1Tm 2, 4).


Sem a verdade não há salvação. E essa verdade foi confiada à Igreja: “Todavia, se eu tardar, quero que saibas como deves portar-te na casa de Deus, que é a Igreja de Deus vivo, coluna e sustentáculo da verdade” (1Tm 3,15). Jesus garantiu aos Apóstolos na Última Ceia que o Espírito Santo “ensinar-vos-á toda a verdade” (Jo 16, 13) e “relembrar-vos-á tudo o que lhe ensinei” (Jo 14, 25). Portanto, se o povo não conhecer esta “verdade que salva”, ensinada pela Igreja, não poderá vivê-la. Mas importa que essa mesma verdade não seja falsificada, que seja ensinada como recomenda o Magistério da Igreja, que recebeu de Cristo a infalibilidade para ensinar as verdades da fé (cf. Catecismo da Igreja Católica § 981).
Já no primeiro século do Cristianismo os Apóstolos tiveram que combater as heresias, de modo especial o gnosticismo dualista; e isso foi feito com muita formação. São Paulo lembra a Timóteo que: “O Espírito diz expressamente que, nos tempos vindouros, alguns hão de apostatar da fé, dando ouvidos a espíritos embusteiros e a doutrinas diabólicas, de hipócritas e impostores [...]” (1Tm 4,1-2).
A Igreja, em todos os tempos, se preocupou com a formação do povo. Os grandes bispos e padres da Igreja como Santo Agostinho, Santo Ambrósio, Santo Atanásio, Santo Irineu, e tantos outros gigantes dos primeiros séculos, eram os catequistas do povo de Deus. Suas cartas, sermões e homilias deixam claro o quanto trabalharam na formação dos fiéis.
Hoje, o melhor roteiro que Deus nos oferece para uma boa formação é o Catecismo da Igreja Católica, aprovado em 1992 pelo saudoso Papa João Paulo II. Em sua apresentação, na Constituição Apostólica “Fidei Depositum”, ele declarou: “O Catecismo da Igreja Católica [...] é uma exposição da fé da Igreja e da doutrina católica, testemunhadas ou iluminadas pela Sagrada Escritura, pela Tradição apostólica e pelo Magistério da Igreja. Vejo-o como um instrumento válido e legítimo a serviço da comunhão eclesial e como uma norma segura para o ensino da fé”. E pede: “Peço, portanto, aos Pastores da Igreja e aos fiéis que acolham este Catecismo em espírito de comunhão e que o usem assiduamente ao cumprirem a sua missão de anunciar a fé e de apelar para a vida evangélica. Este Catecismo lhes é dado a fim de que sirva como texto de referência, seguro e autêntico, para o ensino da doutrina católica […]. O “Catecismo da Igreja Católica”, por fim, é oferecido a todo o homem que nos pergunte a razão da nossa esperança (cf. lPd 3,15) e queira conhecer aquilo em que a Igreja Católica crê.”
Essas palavras do Papa João Paulo II mostram a importância do Catecismo para a formação do povo católico. Sem isso, esse povo continuará sendo vítima das seitas, enganado por falsos pastores e por falsas doutrinas.
Mais do que nunca a Igreja confia hoje nos leigos, abre-lhes cada vez mais a porta para evangelizar; então, precisamos fazer isso com seriedade e responsabilidade. Ninguém pode ensinar aquilo que quer, o que “acha certo”; não, somos obrigados a ensinar o que ensina a Igreja, pois só ela recebeu de Deus o carisma da infalibilidade. Ninguém é catequista e missionário por própria conta, mas é um enviado da Igreja. Sem a fidelidade a ela, tudo pode ser perdido. Portanto, é preciso estar preparado, estudar, conhecer a Igreja, a doutrina, a sua História, o Catecismo, os documentos importantes, a liturgia, entre outros. Quanto mais conhecemos a Igreja e todo o tesouro que ela traz em seu coração, tanto mais a amamos.
Prof. Felipe Aquino




Pensamentos de Santa Teresinha


1. “Oh! Deve se julgar toda mortificação louvável e meritória, quando se está persuadido que Deus é quem a pede. Si houver engano na ação, Ele se deixa enternecer pela intenção”. (Conselho e Lembrança)

2. “Quando oro por alguma intenção, não ofereço os meus sofrimentos, digo simplesmente: Meu Deus, daí a esta alma tudo que desejo para mim”.

3. Por isso mesmo que sinto dores muito fortes, procuro amar o sofrimento e mostrar-lhe sempre bom rosto.

4. “Quando me acontece cair nalguma falta, levanta-me prontamente. Um olhar a Jesus, e o recolhimento de nossa própria miséria tudo repara.”

5. Quando mais a alma renunciar a satisfações naturais, tanto mais forte e desinteressada se tornará a sua ternura. (Historia de uma Alma, c.X)

6. “Qual seria vosso merecimento, dizia a uma de suas noviças, si houvésseis de combater quando sentis coragem? Que importa que a não sintais, contato que procedais corajosamente?”

7. Orais pelos pobres doentes, próximos á morte, si soubésseis quão pouco basta para fazer perder a paciência!...

8. “Jamais pedi a Deus a graça de morrer jovem: ter meia parecido covardia”.

9. “Quisera ser missionário, não só durante alguns anos, mas quiseram tê-lo sido desde a criação do mundo, e assim continuar até á consumação do século”.

10. Como é fácil agradar a Jesus, arrebatar-lhe o coração!Basta só amá-lo sem olhar para si mesmo, sem examinar demasiadamente os próprios defeitos.

11. 11- Quanta vez pensa que todas as graças de que tenho sido cumulada devo, talvez, ás instancias de alguma pequenina alma que somente no céu irei conhecer.

12. Desde que a alma deixa de consultar a bussola infalível da obediência, logo se perde em caminhos áridos, aonde a água da graça em pouco tempo lhe vem a faltar.

13. “Embora sem desprezar os belos pensamentos que nos unem a Deus, compreendo, entretanto, há muito, que precisamos estar alerta, afim de nos não apoiarmos demasiadamente neles. As mais sublimes inspirações nada são sem obras”.

14. “Demos tudo a Jesus com generosidade, sejamos pródigos para com Ele”.

15. “Quero adquirir méritos, mas não para as necessidades da Igreja, em uma palavra,para atirar rosas ao mundo todo,aos justos e pecadores”.

16. “Sinto-me livre, sem temores, e, si aprouver ao bom Deus,de bom grado consinto que minha vida de sofrimentos de corpo e de espírito se prolongue por muitos anos.Oh! não temo a vida longa,não recuso o combate”.

17. “Quando agradeço ao Senhor por não me ter feito encontrar senão amarguras nas amizades da terra!Com coração como meu, ter-me-ia deixado prender e cortar as asa; e,depois como poderia voar e repousar?”.

18. “Devemos fazer tudo da nossa parte, dar sem medida, provar o nosso amor por todas as boas abras que estiverem ao nosso alcance. Mas como,na realidade,tudo isso é bem pouca coisa, urge que ponhamos toda a nossa confiança naquele que,só,pode santificar as ações, e que nos confessemos servos inúteis, esperando, porém, ao mesmo tempo, que Deus nos há de dar, pela sua graça, tudo o que desejamos”.

19. Suplico-vos, ó Jesus, tirai-me a liberdade de vos desagradar.

20. Sim, num ato de amor, mesmo não sensível, tudo é reparado, até sobrepujado. Jesus sorri e nos auxilia sem parecer.

21. Quando voltamos para Jesus, Ele nos ama ainda mais do que antes da nossa falta.

22. Nunca desejei morrer num dia de festa, a minha morte será por si mesma uma festa bastante bela!

23. A mim, Deus deu a sua misericórdia infinita... Tendo apenas uma aspiração: amá-la até morrer de amor.

24. A morte de amor que aspiro é a morte de Jesus na cruz.

25. O amor atrai o amor, o meu arroja-se para vós, querendo encher o abismo que atrai.

26. Entendi que o amor encerra todas as vocações, que o amor é tudo, que abrange todos os tempos e lugares, porque é eterno.

27. Não sou como outrora, na minha infância, acessível a qualquer dor, estou como ressuscitada toda, não estou mais no lugar em que julgam. Cheguei ao ponto de não poder sofrer, porque todo sofrimento me é suave.

28. Desde que me coloquei nos braços de Jesus, sou semelhante ao vigia que do mais alto torreão do castelo forte observa o inimigo. Nada me escapa; ás vezes, fico espantada de ver as coisas tão claramente.

29. Si todos soubessem o que lucra quem se nega em todas as coisas!...

30. Só a caridade pode dilatar o meu coração. Oh! Sim, a recompensa é grande já desde este mundo. Neste caminho só o primeiro passo custa.

31. Assemelho-me a uma criancinha bem pequenina; nada sofro, penso simplesmente de instante a instante, sem mesmo preocupar-me do que se vai seguir. 



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Os maus costumes


A falta de fé naqueles que vivem em pecado não nasce da obscuridade da fé. Embora Deus tenha desejado que as coisas da fé nos fossem em grande parte incompreensíveis e ocultas, para que tivéssemos merecimento em crer, contudo as verdades da fé se tornam evidentes pelos sinais que as manifestam. Não acreditar nelas seria não só imprudência, mas também falta de religião e loucura.

A fraqueza da fé de muitos nasce de seus maus costumes. Quem despreza a amizade de Deus para não se privar de prazeres ilícitos, desejaria que não houvesse lei que os proibisse, nem castigo para os que pecam. Faz tudo para evitar a reflexão sobre as verdades eternas, a morte, o juízo, o inferno, a justiça divina. Tudo isso lhe causa muito medo e torna amargo os seus prazeres. Espreme, então, o cérebro procurando razões, ao menos prováveis, para se persuadir ou se convencer que não existe alma, nem Deus, nem inferno. Assim poderíamos viver e morrer como o animal que não conhece lei nem razão.

A dissolução dos costumes é a fonte donde nascem e saem todos os dias tantos livros e sistemas materialistas indiferentistas, deístas e naturalistas. Uns negam a existência de Deus; outros negam a Providência Divina, dizendo que Deus, depois de criar os homens, não se importa mais com eles, sendo-lhes indiferente se o amam ou se o ofendem, se os homens se salvam ou se perdem. Outros negam a bondade divina, afirmando que Deus criou muitas almas para o inferno, forçando-as ele mesmo a pecarem para que assim se condenem e o almadiçoem para sempre no fogo eterno.

– Tudo isso é ingratidão e maldade dos homens! Deus os criou por sua misericórdia para os fazer eternamente felizes no céu. Encheou-os de tantas luzes, benefícios e graças, para que alcançássemos a vida eterna. Para esse mesmo fim ele os remiu com tantas dores e com tanto amor. E os homens se esforçam por não acreditar em nada, para se entregarem aos vícios e viverem à vontade.

Mas, não adianta! Por mais esforços que façam, nunca esses infelizes poderão libertar-se do remorso da má consciência e do temor da justiça divina. Certamente não poriam em dúvida as verdades da fé e acreditariam firmemente em todas as verdades reveladas por Deus, se deixassem os vícios e se dedicassem a amar a Jesus Cristo.

Fonte: Trecho do livro: A Prática do Amor a Jesus Cristo, Santo Afonso Maria de Ligório, pág.200


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4 de novembro de 2012

Lamentos de Jesus revelados a S. Pe. Pio


S. Pe. Pio
Ouça, caro padre, os justos lamentos de nosso dulcíssimo Jesus: “deixam-me sozinho de noite, sozinho de dia nas igrejas. Não cuidam mais do sacramento do altar; nunca se fala desse sacramento de amor; e, mesmo os que falam, infelizmente, com que indiferença, com que frieza!
O meu coração, diz Jesus, está esquecido. Já ninguém se preocupa com o meu amor. Estou sempre triste. Minha casa tornou-se, para muitos, um teatro de divertimentos; mesmo os meus ministros, que sempre considerei com predileção, que amei como a pupila dos meus olhos, deveriam consolar o meu Coração cheio de amargura, deveriam ajudar-me na redenção das almas. Em vez disso, quem o acreditaria?, devo receber deles ingratidão e falta de reconhecimento. Vejo, meu filho, muitos desses que... (aí se calou, os soluços lhe apertaram a garganta, chorou em segredo), sob aparências hipócritas, me traem com comunhões sacrílegas, esmagando as luzes e as forças que continuamente lhes dou...”. Jesus continuou ainda a lamentar-se. Padre, como me faz mal ver Jesus chorar! Também o senhor passou por isso?

Sexta-feira de manhã (28-03-1913) eu ainda estava na cama quando me apareceu Jesus, totalmente maltratado e desfigurado. Mostrou-me um grande número de sacerdotes regulares e seculares, entre os quais diversos dignitários eclesiásticos; desdes, alguns estavam celebrando, outros se paramentando e outros retirando as sagradas vestes.

Ver Jesus angustiado causava-me grande sofrimento, por isso quis perguntar-lhe por que sofria tanto. Não obtive resposta. Porém, o seu olhar voltou-se para aqueles sacerdotes. Mas pouco depois, quase horrorizado e como se estivesse cansado de observar, desviou o olhar e, quando o ergueu para mim, com grande temor verifiquei que duas lágrimas lhe sulcavam as faces. Afastou-se daquela turba de sacerdotes, tendo no rosto uma expressão de profundo pesar, gritando: Carniceiros!

E voltado para mim disse: “Meu filho, não creias que a minha agonia tenha sido de três horas, não. Por causa das almas por mim mais beneficiadas, estarei em agonia até o fim do mundo. Durante o tempo da minha agonia, meu filho, não convém dormir. Minha alma vai à procura de algumas gotas de piedade humana; mas ai de mim! Deixam-me sozinho sob o peso da indiferença. A ingratidão e os meus ministros supremos tornam opressiva minha agonia.

Ai de mim! Como correspondem mal ao meu amor! O que mais me aflige é que, à sua indiferença, esses homens acrescentam o desprezo, a incredulidade. Quantas vezes eu estive a ponto de fulminá-los, se não tivesse sido detido pelos anjos e pelas almas enamoradas de mim... Escreve ao teu padre narrando o que viste e ouviste de mim esta manhã. Diz a ele que mostre a tua carta ao padre provincial...”

Jesus ainda continuou, mas o que disse não poderei revelar a criatura alguma deste mundo. Essa aparição me causou tal dor no corpo, porém ainda mais na alma, que durante o dia todo fiquei prostrado e acreditaria estar morrendo, se o dulcíssimo Jesus já não me tivesse revelado... Jesus tem razão de se queixar de nossa ingratidão!

Padre Pio, Palavras de Luz, Florilégio do Epistolário



CNBB discute "Relação Estado e Sociedade" em evento


Nesta segunda e terça-feira, 5 e 6 de novembro, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) realiza, em parceria com a Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB Nacional), a União Marista do Brasil (UMBRASIL) e o Centro de Assessoria e Apoio a Iniciativas Sociais (CAIS)/Misereo, o Seminário Nacional Relação Estado e Sociedade. O secretário-geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, estará presente na abertura do evento.

O evento reunirá no Centro Cultural de Brasília cerca de 120 participantes, representantes de instituições religiosas cristãs, entidades beneficentes e organizações sociais, com o objetivo de debater as relações do Estado com a sociedade civil, para a elaboração conjunta de sugestões que aprimorem as regulações em debate e ao fortalecimento da participação popular.

O Brasil é hoje a 7ª economia do mundo, porém é o 84º em Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). A perspectiva do debate proposto pelo Seminário é promover a melhoria do ambiente regulatório que propicie o desenvolvimento das instituições religiosas, entidades beneficentes e organizações da sociedade civil, parceiras do Poder Público na promoção dos direitos humanos e do desenvolvimento sustentável do País, de forma mais equitativa no campo social.

Temas como o acesso aos recursos públicos e o aprimoramento de incentivos fiscais para doações de pessoas físicas e jurídicas - que vêm sendo discutidos no âmbito da Plataforma para um Novo Marco Regulatório para as Organizações da Sociedade Civil são alguns dos tópicos que devem vir à tona durante as discussões, com vistas a um melhor ambiente regulatório que beneficie a sociedade na construção do bem comum, ampliando o diálogo acerca de aspectos pendentes de regulação que impedem o avanço da colaboração das entidades sociais no enfrentamento da pobreza.

A metodologia do Seminário compreende mesas de debates em grupos temáticos com representantes da sociedade civil em diálogo com representantes do Governo para posterior discussão em plenária. Já confirmaram participação o Ministro Gilberto Carvalho, Ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República do Brasil (SGPR), e Diogo Santana, também da SGPR.

O Seminário tem ainda o apoio da Associação Nacional de Educação Católica do Brasil (ANEC); Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB); Cáritas Brasileira; Fundação Esquel; Grupo Marista; Editora FTD e School Picture.
Outras informações e a programação do evento podem ser conferidas no site da CNBB.  

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Santa Sé participa de novo Centro para o diálogo inter-religioso

A Santa Sé foi convidada a participar de uma iniciativa para promover o diálogo entre religiões e culturas. O Centro Internacional para o Diálogo Inter-religioso e Intercultural Rei Abdullah Bin Abdulaziz será oficialmente inaugurado no próximo dia 26, em Viena, na Áustria, e tem como Fundador Observador a Santa Sé.  

O Centro Internacional será uma instituição independente, reconhecida pelas Nações Unidas, com a finalidade, como diz o próprio nome, de promover o diálogo inter-religioso.

A Igreja Católica será representada no Painel dos Diretores, que inclui representantes do judaísmo, cristianismo, islamismo, hinduísmo e budismo. O representante da Igreja Católica no Painel será Padre Miguel Angel Ayuso Guixot, Secretário do Pontíficio Conselho para o Diálogo Inter-religioso, que vai acumular a função de Observador no novo Centro.

Padre Guixot disse que com a participação nesta nova iniciativa, a “Santa Sé pretende demonstrar mais uma vez a sua disponibilidade e o seu interesse para o diálogo com todos aqueles comprometidos com as boas relações entre as religiões e culturas, em favor da mútua compreensão e colaboração para a superação dos conflitos e a convivência pacífica entre os povos e a dignidade da pessoa humana”.

A fundação do Centro Internacional é uma iniciativa do Rei da Arábia e tem três Estados fundadores: o Reino da Arábia Saudita, a República Austríaca e o Reino da Espanha, que constituem o Conselho de Partidos do novo Centro. O Conselho esteve reunido no último dia 31 de outubro em Viena, com a presença dos ministros das Relações Internacionais dos três Estados fundadores.

Ainda em 2006, o Rei Abdullah havia informado pessoalmente o Papa Bento XVI de sua iniciativa durante visita ao Vaticano, em 6 de novembro de 2007. 

Fonte: http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=287757

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A evangelização por meio dos livros


Na Semana Nacional do Livro, comemorado no último dia 29 de outubro, o Podcast da Redação preparou um bate-papo com a líder de projetos do Departamento de Audiovisuais da Canção Nova (DAVI), Maria Emília Satim Schmidt.

A Canção Nova evangeliza muitas pessoas por meio dos livros com conteúdos de formação, os quais levam ensinamentos, testemunhos e histórias de fé.

Para que estes livros cheguem até o leitor é preciso que uma equipe realize o trabalho de editoração e criação das publicações. O processo de preparação de um livro acontece em torno de 3 a 4 meses, pois, antes de a obra chegar ao departamento de projetos do DAVI é preciso ser avaliado pelo Conselho Editorial para garantir que o produto chegue ao receptor final com qualidade.

Ouça, na íntegra, o Podcast:



“Nós fazemos o projeto do livro. Primeiramente, eu leio, vejo o objetivo, a quem será destinado, a qual preço será comercializado e a expectativa de venda do produto. Posteriormente, a editora vai preparar o material para publicação”, explicou Maria Emília.

Segundo a lider de projetos, neste ano de 2012 muitos livros foram bem vendidos, e isto é um saldo positivo, porque é sinal de que muitas pessoas foram evangelizadas. Este ano foram destaques as seguintes obras: ‘Fortes na tribulação’, de padre Fabrício Andrade; ‘Terço na Mão e Fé no coração’, de Sônia Venâncio; ‘Tem jeito’, de Cleto Coelho; ‘Construindo a felicidade’, de padre Adriano Zandoná; ‘Quero um amor maior’, de Adriano Gonçalves; ‘Para vencer o medo e derrotar o dragão’, de Márcio Mendes.

Em 2013, de acordo com Maria Emília a equipe prevê surpresas e novidades na linha editorial infanto-juvenil e também a reedições de livros escritos pelo monsenhor Jonas Abib. Além de novidades nas redes sociais, na qual o internauta poderá votar na capa do livro de sua preferência.

Clique aqui e conheça os livros lançados este ano.

Fonte: http://blog.cancaonova.com/redacao/a-evangelizacao-por-meio-dos-livros/

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Papa destaca que o amor a Deus e ao próximo são inseparáveis

Reunido com os fiéis na Praça São Pedro, em Roma, neste domingo, 4, o Papa Bento XVI rezou a oração mariana do Angelus. Na ocasião, o Santo Padre explicou que o Evangelho do dia (Mc 12,28-34) nos propõe novamente uma reflexão sobre o ensinamento de Jesus: o amor a Deus e ao próximo, amores que são inseparáveis.

Acesse
.: NA ÍNTEGRA: Angelus – 04/11/2012


“Amor a Deus e amor ao próximo são inseparáveis e estão em relação recíproca. Jesus não inventou nem um nem outro, mas revelou que eles são, no fundo, um único mandamento, e o fez não somente com a palavra, mas, sobretudo, com o testemunho: a Pessoa própria de Jesus e todo o seu mistério encarnam a unidade do amor a Deus e ao próximo, como os dois braços da Cruz, vertical e horizontal”.

Mas antes de ser um mandamento, Bento XVI lembrou que o amor é um dom, uma realidade que Deus nos faz conhecer e experimentar. Isso para que o amor possa germinar dentro de nós, como uma semente, e se desenvolver em nossa vida. 

O Papa destacou também que, se o amor de Deus criou raízes profundas em uma pessoa, então esta é capaz de amar também aquele que não merece, assim como é o amor de Deus por nós. Ele tomou como exemplo o pai e a mãe, que amam sempre seus filhos, e não somente quando eles merecem. 

Outro aspecto ressaltado pelo Papa foi o fato de que com Deus se aprende a querer sempre o bem e nunca o mal. Aprende-se também a olhar para o outro não só com os olhos da pessoa humana, mas também com os olhos de Deus

“Um olhar que vem do coração e não para na superfície, vai além das aparências e capta os anseios mais profundos do outro: de ser ouvido, de uma atenção gratuita; em uma palavra: de amor”. 

Por fim, pela intercessão da Virgem Maria, Bento XVI rezou “para que cada cristão saiba mostrar a sua fé no Deus único e verdadeiro com um claro testemunho de amor ao próximo”.

Fonte: http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=287759

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