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13 de outubro de 2012

Terceiro livro da trilogia "Jesus de Nazaré" do Papa Bento XVI será lançado no Natal


A Feira internacional do livro em Frankfurt, de 10 a 14 de Outubro, é o evento escolhido para apresentar o novo livro do Papa Bento XVI dedicado à infância de Jesus.
Na Itália, o livro L'Infanzia di Gesù será publicado antes do Natal em co-edição com a Libreria Editrice Vaticana, mas na inauguração da Buchmesse já estão a ser definidas negociações com editores de trinta e dois países para as traduções, do original em alemão, em vinte línguas entre as quais francês, inglês, espanhol, polaco e português.
Como o próprio Bento XVI explicou no prefácio do livro também esta terceira parte da trilogia dedicada pelo Papa a Jesus de Nazaré inicia com a narração evangélica para chegar ao homem contemporâneo. Como escreveu também na introdução ao segundo volume o autor procurou desenvolver uma ideia sobre Jesus dos Evangelhos e uma escuta d'Ele que pudesse tornar-se um encontro e todavia, na escuta em comunhão com os discípulos de Jesus de todos os tempos, chegar também à certeza da figura verdadeiramente histórica de Jesus. E especificava a sua intenção:
"Espero que me seja dado aproximar-me da figura de nosso Senhor de um modo que possa ser útil a todos os leitores que quiserem encontrar Jesus e crer nele."
Exatamente por isso Bento XVI prometeu, para os completar, que teria enfrentado também o capítulo dedicado à infância de Jesus. Hoje mantém a sua promessa.
Fonte: ACI/EWTN Notícias

12 de outubro de 2012

Nossa Senhora e a nossa fé


A Virgem Maria sempre esteve presente na vida da Igreja, mas, nos últimos tempos, ela está ainda mais próxima de nós.



A devoção a Nossa Senhora Aparecida teve início em 1717, quando dois pescadores encontraram a imagem em suas redes, em Guaratinguetá, no rio Paraíba do Sul. Esta devoção foi muito importante pois o Brasil vivia uma época de transformações. O domínio por parte dos portugueses e a escravidão eram os maiores problemas enfrentados em nossas terras. Além disso, havia muita pressão por parte do império sobre a Igreja, que se opunha ao modo como o país era governado, principalmente em relação ao uso de escravos nos mais diversos trabalhos. Nesse contexto, a imagem milagrosa da Virgem Maria despertou a fé daquele povo sofrido. No entanto, podemos nos perguntar: como uma pequena imagem encontrada em um rio poderia suscitar tanta fé e devoção?
Em 1760, os jesuítas foram retirados de seus trabalhos com os indígenas e, posteriormente, são expulsos do Brasil, por influência do Marquês do Pombal. Em 1777, sessenta anos depois da imagem da Virgem de Aparecida ser encontrada, o Marquês foi processado e condenado. Em 7 de setembro de 1822, depois de muitas dificuldades, foi declarada a independência do Brasil de Portugal. Poucos anos depois, em 1843, os jesuítas voltam para o Brasil. Cento e onze anos depois da condenação de Pombal, em 13 de maio de 1888, a princesa Isabel assinava a lei Áurea, abolindo a escravatura.
Nesse tempo de grandes transformações na política e na religião do Brasil, o povo brasileiro, especialmente os afro-descendentes, os índios, e os mais pobres, sofriam com a miséria, a exploração e a perseguição religiosa. Nesses tempos difíceis, foi a devoção a Nossa Senhora Aparecida, e também outras devoções a Maria, que sustentaram a fé desse povo, mas também dos mais ricos e poderosos. A própria princesa Isabel era muito devota da Virgem Maria. A prova disso é que ela doou a Nossa Senhora Aparecida, em 1884, uma coroa de ouro e um manto anil, bordado em ouro e pedrarias, que simbolizam sua realeza da Mãe de Jesus.
Em 1712, na França, cinco anos antes da imagem de Nossa Senhora Aparecida ser encontrada, São Luís Maria Grignion de Montfortterminava de escrever seu “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”, num contexto de pobreza e de perseguição religiosa. Esta devoção mariana sustentou a fé de muitas pessoas naquela época e, principalmente mais tarde, durante a Revolução Francesa, na qual os cristãos foram perseguidos e muitos morreram mártires. Esta também foi a devoção mariana de Santo Antônio de Santana Galvão, primeiro santo brasileiro, e de muitos dos cristãos católicos do Brasil, da França e de muitos outros países. Graças à devoção mariana, muitos permaneceram fiéis a Cristo e à Igreja numa época muito difícil da história da humanidade.
Duzentos anos depois do início dos milagres atribuídos a intercessão de Nossa Senhora Aparecida, em 13 de maio de 1917 a Virgem Maria aparece a três pastorezinhos em Fátima, Portugal. Num contexto de perseguição contra os cristãos e na iminência da primeira guerra mundial, Nossa Senhora pede a eles que propaguem a oração do Terço e incentivem o jejum e a penitência pelos pecadores. A devoção mariana sustentou a fé daquele povo e de muitos outros, alguns deles devastados pela Primeira, e depois pela Segunda Guerra Mundial.
Neste ano de 2012, quatro acontecimentos importantes parecem estar intimamente unidos pela providência divina. O primeiro e o mais importante, pois diz respeito a toda a Igreja, é o Ano da Fé, que se inicia no dia 11 de outubro, aniversário de 50 anos do Concílio Vaticano II e véspera da Solenidade de Nossa Senhora Aparecida. O segundo, é a comemoração dos 300 anos do Tratado da Verdadeira Devoção, de São Luís Maria. O terceiro fato é o início dos preparativos para a comemoração dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, com a novena da Padroeira de 3 a 12 de outubro. O quarto fato importante são as aparições de Fátima, que completam 100 anos da primeira aparição em 2017, no mesmo ano dos 300 anos da Padroeira do Brasil.
A história atesta que a Virgem Maria, desde os inícios do cristianismo, foi aquela que sustentou e confirmou a fé dos discípulos de Jesus. Por isso, neste Ano da Fé, somos chamados a nos entregar inteiramente a Jesus Cristo pelas mãos de Nossa Senhora, como nos ensinou São Luís Maria. Ela nos ajudará a permanecermos fiéis nesses tempos difíceis em que vivemos. Nesse sentido, a grandiosa devoção popular de Aparecida parece se completar com a consagração pelo Tratado e com a espiritualidade de Fátima. A devoção mariana no Brasil, que o Papa Bento XVI disse, na V Conferência de Aparecida, precisar de purificação, se completa com a entrega total a Jesus por Maria de São Luís Maria e com o triunfo do Coração de Maria no coração dos cristãos, como nos disse a Virgem em Fátima: “Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará”. Com o triunfo de Maria, acontecerá o triunfo de Cristo no coração dos homens.





No Brasil, Ano da Fé será aberto na festa da Padroeira

O Ano da Fé, aberto oficialmente pelo Papa Bento XVI, em Roma, nesta quinta-feira, 11, terá início oficial na Igreja do Brasil nesta sexta-feira, 12, data em que se comemora a Padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida. 

A abertura será durante a Missa solene da festa no Santuário Nacional, às 10h, que terá a presidência do Cardeal Arcebispo Emérito de São Paulo, Dom Cláudio Hummes.

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.: Conheça o calendário para o Ano da Fé


A presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) convidou Dom Cláudio para presidir a Celebração Eucarística porque o Cardeal Arcebispo de Aparecida e presidente da CNBB, Dom Raymundo Damasceno Assis, está em Roma.

Dom Damasceno explicou que esta não é a primeira vez em que o Papa proclama um Ano da Fé. “O Papa Paulo VI, que é hoje venerado como Servo de Deus, proclamou também o Ano da Fé em 1967”.

O presidente da CNBB ressaltou ainda que Bento XVI, na Carta Apostólica Porta fidei (Porta da Fé), recorda a beleza e a centralidade da fé a nível pessoal e comunitário e fazê-lo em uma dimensão missionária.

“Precisamos fazer com que a beleza e a centralidade da fé cheguem até as pessoas que não conhecem Jesus Cristo e também na ótica da nova evangelização, isto é, fazer com que as pessoas que foram evangelizadas, mas que se esqueceram de Jesus recuperem a sua fé e retornem a vida da comunidade”, acrescentou o Cardeal.

Dom Damasceno reforçou que o Ano da Fé deve ser um momento para propor a leitura dos documentos do Concílio Vaticano II e aprofundar a sua reflexão para encontrar uma luz para nos guiar como cristãos no mundo de hoje.

“Portanto, a renovação da fé deve ser prioridade, um compromisso de toda a Igreja nos nossos dias”, acrescentou.

Fonte:http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=287575

10 de outubro de 2012

Papa enfatiza riquezas do Concílio Vaticano II

'O Concílio Vaticano II é para nós um forte apelo para redescobrir a cada dia a beleza de nossa fé', disse o Papa Bento XVI
Às vésperas da celebração que vai marcar o início do Ano da Fé e os 50 anos da abertura do Concílio Ecumênico Vaticano II, o Papa Bento XVI dedicou a catequese desta quarta-feira, 10, para destacar alguns aspectos sobre o Concílio. O Pontífice destacou que este é um apelo para se redescobrir a beleza da fé e que ainda hoje é possível colher seus frutos. 

Acesse
.: NA ÍNTEGRA: Catequese de Bento XVI – Concílio Vaticano II – 10/10/2012


“O Concílio Vaticano II é para nós um forte apelo para redescobrir a cada dia a beleza de nossa fé, a conhecê-la profundamente para uma relação mais intensa com o Senhor, a viver até o fundo nossa vocação cristã”, disse.

Recordando as palavras do Beato João Paulo II, que se referia ao Concílio como uma grande graça que beneficiou a Igreja no século XX, Bento XVI enfatizou que é preciso retomar os documentos do Concílio Vaticano II. O Papa comparou esses documentos a uma bússola, que guia a Igreja. 

“...são (os documentos), também para o nosso tempo, uma bússola que permite ao navio da Igreja proceder em mar aberto, em meio à tempestade ou onde é calmo e tranquilo, para navegar segura e chegar à meta”. 

Na época do Concílio, Bento XVI era um jovem professor de teologia fundamental. Ele relatou como única a experiência de ter participado deste grande acontecimento, durante o qual pode ver uma Igreja viva, que se coloca na escola do Espírito Santo, o verdadeiro motor do Concílio. 

“Raramente na história foi possível, como então, quase ‘tocar’ concretamente a universalidade da Igreja em um momento de grande realização de sua missão de levar o Evangelho em todo tempo e até os confins da terra”. 

O Papa explicou que, geralmente, estas grandes assembléias eclesiais que são os concílios são convocadas para “definir elementos fundamentais da fé, sobretudo corrigindo erros que a colocavam em perigo”. Ele citou alguns concílios que antecederam o Vaticano II, como Concílio de Niceia, em 325; o de Calcedônia, de 451, e o Concílio de Trento, no século XVI.

Bento XVI enfatizou também a necessidade de se aprender a lição mais simples e fundamental do Concílio: “o Cristianismo na sua essência consiste na fé em Deus, que é Amor trinitário, e no encontro pessoal e comunitário com Cristo, que orienta e conduz a vida. Tudo o mais é conseqüência”.

9 de outubro de 2012

Ano da Fé: Vaticano divulga Carta Apostólica de Bento XVI

''A porta da fé está sempre aberta para nós'', escreve o Papa na Carta Apostólica
O Vaticano divulgou a Carta Apostólica com a qual o PapaBento XVI proclama o Ano da Fé. O documento, intitulado Porta Fidei - A porta da Fé, foi assinado pelo Pontífice em 11 de outubro, mas foi divulgado na manhã desta segunda-feira, 17.

"A PORTA DA FÉ, que introduz na vida de comunhão com Deus e permite a entrada na sua Igreja, está sempre aberta para nós. É possível cruzar este limiar, quando a Palavra de Deus é anunciada e o coração se deixa plasmar pela graça que transforma", indica o Santo Padre no início do texto.
"Nesta perspectiva, o Ano da Fé é convite para uma autêntica e renovada conversão ao Senhor, único Salvador do mundo", salienta.

Acesse.: NA ÍNTEGRA: Carta Apostólica Porta Fidei, de Bento XVI

O Ano da Fé iniciará em 11 de outubro de 2012, no 50º aniversário de abertura do Concílio Vaticano II, e terminará em 24 de novembro de 2013, Solenidade de Cristo Rei do Universo. "Será um momento de graça e de empenho para uma sempre mais plena conversão a Deus, para reforçar a nossa fé n'Ele e para anunciá-Lo com alegria ao homem do nosso tempo", explicou o Papa durante a Missa de encerramento do Encontro Novos Evangelizadores para a Nova Evangelização, que presidiu neste domingo, 16, na Basílica Vaticana.

Bento XVI salienta que atravessar a porta da fé é embrenhar-se num caminho que dura a vida inteira. "Este caminho tem início com o Batismo, pelo qual podemos dirigir-nos a Deus com o nome de Pai, e está concluído com a passagem através da morte para a vida eterna", indica.

De fato, desde o início de seu ministério 
como Sucessor de Pedro, o atual Pontífice sublinha a necessidade de redescobrir o caminho da fé para fazer brilhar, com evidência sempre maior, a alegria e o renovado entusiasmo do encontro com Cristo. "Devemos readquirir o gosto de nos alimentarmos da Palavra de Deus, transmitida fielmente pela Igreja, e do Pão da vida, oferecidos como sustento de quantos são seus discípulos", adverte na Porta Fidei.


Ano da Fé


Não 
é a primeira vez que a Igreja é chamada a celebrar um Ano da Fé. Já o Servo de Deus Papa Paulo VI, em 1967, proclamou um ano semelhante, para celebrar o 19º centenário do martírio dos apóstolos Pedro e Paulo.

"
Pareceu-me que fazer coincidir o início do Ano da Fé com o cinquentenário da abertura do Concílio Vaticano II poderia ser uma ocasião propícia para compreender que os textos deixados em herança pelos Padres Conciliares, segundo as palavras do Beato João Paulo II, 'não perdem o seu valor nem a sua beleza'. [...] Quero aqui repetir com veemência as palavras que disse a propósito do Concílio poucos meses depois da minha eleição para Sucessor de Pedro: 'Se o lermos e recebermos guiados por uma justa hermenêutica, o Concílio pode ser e tornar-se cada vez mais uma grande força para a renovação sempre necessária da Igreja'", escreve Bento XVI na Carta Apostólica divulgada nesta segunda-feira.

Em 11 de Outubro de 2012, além dos 50 anos da convocação do Vaticano II, também se completarão 20 anos da publicação do Catecismo da Igreja Católica, texto promulgado pelo Beato Papa João Paulo II. Conforme Bento XVI, este Ano deverá exprimir um esforço generalizado em prol da redescoberta e do estudo dos conteúdos fundamentais da fé, que têm no Catecismo a sua síntese sistemática e orgânica.

"
Assim, no Ano em questão, o Catecismo da Igreja Católica poderá ser um verdadeiro instrumento de apoio da fé, sobretudo para quantos têm a peito a formação dos cristãos, tão determinante no nosso contexto cultural. [...] Com tal finalidade, convidei a Congregação para a Doutrina da Fé a redigir, de comum acordo com os competentes Organismos da Santa Sé, uma Nota, através da qual se ofereçam à Igreja e aos crentes algumas indicações para viver, nos moldes mais eficazes e apropriados, este Ano da Fé ao serviço do crer e do evangelizar", revela.
Da mesma forma, será decisivo repassar a história da fé, que faz ver o mistério insondável da santidade entrelaçada com o pecado. O Ano da Fé também será uma ocasião propícia para intensificar o testemunho da caridade. "A fé sem a caridade não dá fruto, e a caridade sem a fé seria um sentimento constantemente à mercê da dúvida. Fé e caridade reclamam-se mutuamente, de tal modo que uma consente à outra de realizar o seu caminho. [...] Possa este Ano da Fé tornar cada vez mais firme a relação com Cristo Senhor, dado que só n’Ele temos a certeza para olhar o futuro e a garantia dum amor autêntico e duradouro. [...] À Mãe de Deus, proclamada «feliz porque acreditou» (cf. Lc 1, 45), confiamos este tempo de graça", escreve.

Bento XVI: "O cristão não pode jamais pensar que o crer seja um fato privado. A fé é decidir estar com o Senhor, para viver com Ele"
O Bispo de Roma convida também seus Irmãos Bispos de todo o mundo a comemorar o dom precioso da fé. "Queremos celebrar este Ano de forma digna e fecunda. Deverá intensificar-se a reflexão sobre a fé, para ajudar todos os crentes em Cristo a tornarem mais consciente e revigorarem a sua adesão ao Evangelho, sobretudo num momento de profunda mudança como este que a humanidade está a viver. Teremos oportunidade de confessar a fé no Senhor Ressuscitado nas nossas catedrais e nas igrejas do mundo inteiro, nas nossas casas e no meio das nossas famílias, para que cada um sinta fortemente a exigência de conhecer melhor e de transmitir às gerações futuras a fé de sempre. Neste Ano, tanto as comunidades religiosas como as comunidades paroquiais e todas as realidades eclesiais, antigas e novas, encontrarão forma de fazer publicamente profissão do CredoDesejamos que este Ano suscite, em cada crente, o anseio de confessara fé plenamente e com renovada convicção, com confiança e esperança. Será uma ocasião propícia também para intensificar a celebração da fé na liturgia, particularmente na Eucaristia. [...] Esperamos que o testemunho de vida dos crentes cresça na sua credibilidade. Descobrir novamente os conteúdos da fé professada, celebrada, vivida e rezada e refletir sobre o próprio ato com que se crê, é um compromisso que cada crente deve assumir, sobretudo neste Ano".


Desafios

O Papa analisa que nos dias atuais, mais 
do que no passado, a fé vê-se sujeita a uma série de interrogativos, que provêm de uma mentalidade que  reduz o âmbito das certezas racionais ao das conquistas científicas e tecnológicas. "Mas a Igreja nunca teve medo de mostrar que não é possível haver qualquer conflito entre fé e ciência autêntica, porque ambas tendem, embora por caminhos diferentes, para a verdade", ensina.

Da mesma forma, o 
professar com a boca indica que a fé implica um testemunho e um compromisso públicos. "O cristão não pode jamais pensar que o crer seja um fato privado. A fé é decidir estar com o Senhor, para viver com Ele. E este 'estar com Ele' introduz na compreensão das razões pelas quais se acredita. A fé, precisamente porque é um ato da liberdade, exige também assumir a responsabilidade social daquilo que se acredita".

A
 renovação da Igreja realiza-se também através do testemunho prestado pela vida dos crentes: "de fato, os cristãos são chamados a fazer brilhar, com a sua própria vida no mundo, a Palavra de verdade que o Senhor Jesus nos deixou", adverte.

Por fim, Bento XVI lembra que Jesus Cristo, 
em todo o tempo, convoca a Igreja, confiando-lhe o anúncio do Evangelho, com um mandato que é sempre novo.

"Por isso, também hoje é necessário um empenho eclesial mais convicto a favor de uma nova evangelização, para descobrir de novo a alegria de crer e reencontrar o entusiasmo de comunicar a fé. Na descoberta diária do seu amor, ganha força e vigor o compromisso missionário dos crentes, que jamais pode faltar. 
Com efeito, a fé cresce quando é vivida como experiência de um amor recebido e é comunicada como experiência de graça e de alegria. A fé torna-nos fecundos, porque alarga o coração com a esperança e permite oferecer um testemunho que é capaz de gerar.[...] Só acreditando é que a fé cresce e se revigora; não há outra possibilidade de adquirir certeza sobre a própria vida, senão abandonar-se progressivamente nas mãos de um amor que se experimenta cada vez maior porque tem a sua origem em Deus".


Fonte:http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=283931

7 de outubro de 2012

Como posso me tornar um bom catequista?

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Ensinar a fé católica é primeiramente responsabilidade do sacerdote, o primeiro catequista de sua paróquia. Porém, em paróquias numerosas a ajuda dos leigos é fundamental nesta missão. Então fica a pergunta: como se preparar para ser um bom catequista?

Nossa Senhora do Rosário - Um exército com o Rosário nas mãos!

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Pode parecer uma das armas mais inadequadas porém, para o católico que crê na intervenção do sobrenatural, o Rosário já se demonstrou historicamente como uma arma de eficácia extraordinária.

É o que nos recorda o Santo Padre o Papa Leão XIII na encíclica Supremi Apostolatus Officio (01/09/1883). Seja contra a heresia, seja contra as armadas inimigas, Nossa Senhora do Rosário demonstrou-se grande Auxiliadora dos Cristãos e a Mãe que conduz seus filhos à Vitória.

5 de outubro de 2012

A necessidade da verdadeira devoção a Maria



Síntese do Capítulo I do Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem





São Luís Maria Grignion de Montfort, no “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem“, afirma que a Virgem Maria é menor que um átomo em comparação com Deus e que Ele não teve nem tem necessidade dela para o cumprimento de Seus desígnios (cf. TVD 14). Porém, o Santo também diz que o Senhor quis começar e terminar suas maiores obras através de Nossa Senhora e, sendo Deus, não muda seus sentimentos e sua conduta (cf. TVD 15).
Deus Pai enviou ao mundo o Seu Filho Jesus Cristo, que foi gerado na Virgem Maria, pelo Espírito Santo. O Espírito serviu-se de Maria para gerar, n’Ela e por Ela, Jesus Cristo, cabeça da Igreja e nós, os Seus membros (cf. TVD 21). Por sua vez, o “Filho comunicou à sua Mãe tudo o que adquiriu pela sua vida e morte, os Seus méritos infinitos e as suas admiráveis virtudes” (TVD 24). Por Maria, recebemos os dons e as graças alcançados por Cristo. Pois, essa é a vontade de Deus: que tudo recebamos pelas mãos de Maria (cf. TVD 25).
Jesus Cristo, cabeça da Igreja foi gerado pela Virgem Santíssima, por isso, cada um de nós, Seus membros, devemos ser gerados por ela (cf. TVD 32). Mais ainda, somos guardados, alimentados, sustentados e criados por ela (cf. TVD 33). O Espírito quer que a Virgem Maria reproduza em nós as raízes da sua fé invencível, da sua humildade profunda, da sua mortificação universal, da sua oração sublime, da sua ardente caridade, da sua firme esperança e de todas as suas virtudes (cf. TVD 34).
Quando o Espírito Santo encontra a Virgem Maria numa alma, Ele vai para ela e comunica-lhe mais abundantemente suas graças quanto maior for o lugar que esta alma dá à sua Esposa (cf. TVD 36). Nossa Senhora recebeu de Deus um grande poder sobre as almas dos eleitos, mas ela não pode unir-se ao Espírito na obra da graça em nós sem que lhe demos poder para isso (cf. TVD 37). Tal poder é concedido por nós através de nossa consagração total a Maria.
A devoção a Santíssima Virgem, por vontade e disposição de Deus, é necessária aos homens para alcançar a salvação. Por isso, a devoção a Maria não deve ser confundida com a devoção aos outros santos (cf. TVD 39). A consagração a Nossa Senhora é ainda mais necessária a quem deseja atingir uma íntima união com Deus e uma perfeita fidelidade ao Espírito Santo (cf. TVD 43).
São Luís Maria afirma que “a salvação do mundo começou por Maria, e é por Ela que se deve consumar” (TVD 49). Mais do que nunca, Deus quer que sua Mãe seja mais conhecida, amada e honrada. Isso acontecerá através dos escravos de amor da Virgem Maria. Eles serão “verdadeiros apóstolos dos últimos tempos, a quem o Senhor dará a palavra e a força para operar maravilhas e arrebatar gloriosos despojos ao inimigo” (TVD 58).

Estudo do documento "Nova Estratégia Mundial do Aborto" - Sexta Aula

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Acompanhe Padre Paulo Ricardo na última aula sobre o documento "A Nova Estratégia Mundial do Aborto"

Clique aqui para baixar o documento "A nova estratégia mundial do aborto". Documento de autoria da Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul-1 da CNBB

É possível que no futuro a Igreja permita a ordenação sacerdotal de mulheres? - Parte 2

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Cardeal Joseph Ratzinger, O Sal da Terra. O cristianismo e a Igreja católica no século XXI: um diálogo com Peter Seewald. Rio de Janeiro, Imago, 2005, pg. 166.


Texto alemão original
Nova tradução
[Der zweite ist, daß] in der Tat in allen Bereichen, die nicht wirklich vom Herrn und durch die apostolische Überlieferung her festgelegt sind, sich ständig Wandlungen vollziehen – auch heute. Die Frage ist eben: Kommt es vom Herrn oder nicht? Und woran erkennt man das?
Na realidade – ainda hoje – acontecem mudanças constantes em todas as áreas [da Igreja] nas quais não haja uma definição realmente proveniente do Senhor ou da Tradição apostólica. Trata-se então de responder se uma realidade tem ou não sua origem no Senhor e de como seja possível descobrir isto.
Die vom Papst bestätigte Antwort, die wir, die Glaubenskongregation, zum Thema Frauenordination gegeben haben, sagt nicht, daß der Papst jetzt einen unfehlbaren Lehrakt gesetzt habe.
Nós, a Congregação para a Doutrina da Fé, demos uma Resposta a respeito da ordenação das mulheres, mas esta Resposta, que foi aliás confirmada pelo próprio Papa, não afirma que o Papa agora tenha realizado um Ato de Magistério infalível (einen unfehlbaren Lehrakt).
Der Papst hat vielmehr festgestellt, daß die Kirche, die Bischöfe aller Orten und Zeiten immer so gelehrt und es so gehalten haben.
O que o Papa fez, na verdade, foi constatar que a Igreja, os Bispos de todos os tempos e lugares sempre ensinaram assim e sempre agiram assim.
Das zweite vatikanische Konzil sagt: Wo das geschieht, daß Bischöfe über sehr lange Zeit hin einheitlich lehren und tun, ist es unfehlbar, ist es Ausdruck einer Bindung, die sie nicht selbst geschaffen haben. Auf diesen Passus des Konzils beruft sich die Antwort (Lumen gentium 25).
O Concílio Vaticano II nos diz que, quando acontece de os Bispos ensinarem e agirem durante um longuíssimo tempo de forma unitária (einheitlich), temos ali uma realidade infalível; ali se expressa um vínculo que não teria sido criado pelos próprios Bispos. A Resposta refere-se a esta passagem do Concílio (Lumen gentium, 25).


É possível que no futuro a Igreja permita a ordenação sacerdotal de mulheres?

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A legislação canônica é muito clara com respeito à ordenação sacerdotal das mulheres e, estritamente de acordo com ela, a resposta para a questão é não. A Igreja jamais irá ordenar mulheres para o sacerdócio. Este programa se aterá a apresentar os referidos documentos e a lei canônica referente ao tema. Na sequência apresentará as razões teológicas para tal posicionamento.

Em 22 de maio de 1994, visando colocar um fim neste questionamento, o Papa João Paulo II publicou a "Carta apostólica 'Ordinatio sacerdotalis'", cujo conteúdo transcrevemos:


"1. A ordenação sacerdotal, pela qual se transmite a missão, que Cristo confiou aos seus Apóstolos, de ensinar, santificar e governar os fiéis, foi na Igreja Católica, desde o início e sempre, exclusivamente reservada aos homens. Esta tradição foi fielmente mantida também pelas Igrejas Orientais.

Quando surgiu a questão da ordenação das mulheres na Comunhão Anglicana, o Sumo Pontífice Paulo VI, em nome da sua fidelidade o encargo de salvaguardar a Tradição apostólica, e também com o objetivo de remover um novo obstáculo criado no caminho para a unidade dos cristãos, teve o cuidado de recordar aos irmãos anglicanos qual era a posição da Igreja Católica: "Ela defende que não é admissível ordenar mulheres para o sacerdócio, por razões verdadeiramente fundamentais. Estas razões compreendem: o exemplo - registado na Sagrada Escritura - de Cristo, que escolheu os seus Apóstolos só de entre os homens; a prática constante da Igreja, que imitou Cristo ao escolher só homens; e o seu magistério vivo, o qual coerentemente estabeleceu que a exclusão das mulheres do sacerdócio está em harmonia com o plano de Deus para a sua Igreja".

Mas, dado que também entre teólogos e em certos ambientes católicos o problema fora posto em discussão, Paulo VI deu à Congregação para a Doutrina da Fé mandato de expor e ilustrar a este propósito a doutrina da Igreja. Isso mesmo foi realizado pela Declaração Inter Insigniores, que o mesmo Sumo Pontífice aprovou e ordenou publicar.

2. A Declaração retoma e explica as razões fundamentais de tal doutrina, expostas por Paulo VI, concluindo que a Igreja «não se considera autorizada a admitir as mulheres à ordenação sacerdotal». A tais razões fundamentais, o mesmo documento junta outras razões teológicas que ilustram a conveniência daquela disposição divina, e mostra claramente como o modo de agir de Cristo não fora ditado por motivos sociológicos ou culturais próprios do seu tempo. Como sucessivamente precisou o Papa Paulo VI, «a verdadeira razão é que Cristo, ao dar à Igreja a Sua fundamental constituição, a sua antropologia teológica, depois sempre seguida pela Tradição da mesma Igreja, assim o estabeleceu».

Na Carta Apostólica Mulieris dignitatem, eu mesmo escrevi a este respeito: «Chamando só homens como seus apóstolos, Cristo agiu de maneira totalmente livre e soberana. Fez isto com a mesma liberdade com que, em todo o seu comportamento, pôs em destaque a dignidade e a vocação da mulher, sem se conformar ao costume dominante e à tradição sancionada também pela legislação do tempo».

De fato, os Evangelhos e os Atos dos Apóstolos atestam que este chamamento foi feito segundo o eterno desígnio de Deus: Cristo escolheu os que Ele quis (cfr Mc 3,13-14; Jo 15,16) e fê-lo em união com o Pai, «pelo Espírito Santo» (Act 1,2), depois de passar a noite em oração (cfr Lc 6,12). Portanto, na admissão ao sacerdócio ministerial, a Igreja sempre reconheceu como norma perene o modo de agir do seu Senhor na escolha dos doze homens que Ele colocou como fundamento da sua Igreja (cfr Ap 21,14). Eles, na verdade, não receberam apenas uma função, que poderia depois ser exercida por qualquer membro da Igreja, mas foram especial e intimamente associados à missão do próprio Verbo encarnado (cfr Mt 10,1.7-8; 28,16-20; Mc 3,13-16; 16,14-15). O mesmo fizeram os Apóstolos, quando escolheram os seus colaboradores que lhes sucederiam no ministério. Nessa escolha, estavam incluídos também aqueles que, ao longo da história da Igreja, haveriam de prosseguir a missão dos Apóstolos de representar Cristo Senhor e Redentor.

3. De resto, o fato de Maria Santíssima, Mãe de Deus e Mãe da Igreja, não ter recebido a missão própria dos Apóstolos nem o sacerdócio ministerial, mostra claramente que a não admissão das mulheres à ordenação sacerdotal não pode significar uma sua menor dignidade nem uma discriminação a seu respeito, mas a observância fiel de uma disposição que se deve atribuir à sabedoria do Senhor do universo.

A presença e o papel da mulher na vida e na missão da Igreja, mesmo não estando ligados ao sacerdócio ministerial, permanecem, no entanto, absolutamente necessários e insubstituíveis. Como foi sublinhado pela mesma Declaração Inter Insigniores, "a Santa Madre Igreja auspicia que as mulheres cristãs tomem plena consciência da grandeza da sua missão: o seu papel será de capital importância nos dias de hoje, tanto para o renovamento e humanização da sociedade, quanto para a redescoberta, entre os fiéis, da verdadeira face da Igreja". Os Livros do Novo Testamento e toda a história da Igreja mostram amplamente a presença na Igreja de mulheres, verdadeiras discípulas e testemunhas de Cristo na família e na profissão civil, para além da total consagração ao serviço de Deus e do Evangelho. "A Igreja defendendo a dignidade da mulher e a sua vocação, expressou honra e gratidão por aquelas que - fiéis ao Evangelho - em todo o tempo participaram na missão apostólica de todo o Povo de Deus. Trata-se de santas mártires, de virgens, de mães de família, que corajosamente deram testemunho da sua fé e, educando os próprios filhos no espírito do Evangelho, transmitiram a mesma fé e a tradição da Igreja".

Por outro lado, é à santidade dos fiéis que está totalmente ordenada a estrutura hierárquica da Igreja. Por isso, lembra a Declaração Inter Insigniores, "o único carisma superior, a que se pode e deve aspirar, é a caridade (cfr 1 Cor 12-13). Os maiores no Reino dos céus não são os ministros, mas os santos".

4. Embora a doutrina sobre a ordenação sacerdotal que deve reservar-se somente aos homens, se mantenha na Tradição constante e universal da Igreja e seja firmemente ensinada pelo Magistério nos documentos mais recentes, todavia actualmente em diversos lugares continua-se a retê-la como discutível, ou atribui-se um valor meramente disciplinar à decisão da Igreja de não admitir as mulheres à ordenação sacerdotal.

Portanto, para que seja excluída qualquer dúvida em assunto da máxima importância, que pertence à própria constituição divina da Igreja, em virtude do meu ministério de confirmar os irmãos (cfr Lc 22,32), declaro que a Igreja não tem absolutamente a faculdade de conferir a ordenação sacerdotal às mulheres, e que esta sentença deve ser considerada como definitiva por todos os fiéis da Igreja." [1]
Apesar da clareza e solenidade desse documento, em outubro de 1995, a Congregação para a Doutrina da Fé, presidida pelo então Cardel Joseph Ratzinger, emitiu a seguinte "Resposta à dúvida sobre a doutrina da carta apostólica Ordinatio sacerdotalis":

"Dúvida: Se a doutrina, segundo a qual a Igreja não tem faculdade de conferir a ordenação sacerdotal às mulheres, proposta como definitiva na Carta Apostólica «Ordinatio Sacerdotalis», deve ser considerada pertencente ao depósito da fé.

Resposta: Afirmativa.
Esta doutrina exige um assentimento definitivo, já que, fundada na Palavra de Deus escrita e constantemente conservada e aplicada na Tradição da Igreja desde o início, é proposta infalivelmente pelo magistério ordinário e universal (cf. Conc. Vaticano II, Const. dogm. Lumen gentium, 25, 2). Portanto, nas presentes circunstâncias, o Sumo Pontífice, no exercício de seu ministério próprio de confirmar os irmãos (cf. Lc. 22, 32), propôs a mesma doutrina, com uma declaração formal, afirmando explicitamente o que deve ser mantido sempre, em todas as partes e por todos os fiéis, enquanto pertencente ao depósito da fé." [2]
Em que pese mais esta declaração que não deixa margem para qualquer dúvida quanto à não possibilidade de ordenação sacerdotal para as mulheres, houve uma onda de ordenações, o que levou a Igreja a tomar medidas drásticas quanto à essa clara desobediência. Dentre elas, foi o acréscimo de uma pena canônica para este tipo de conduta. É o que se vê no "Decreto Geral sobre o delito da tentada sagrada ordenação de uma mulher", expedido pela Congregação para a Doutrina da Fé e assinado pelo Cardeal William C. Levada:

"A Congregação para a Doutrina da Fé, a fim de tutelar a natureza e a validade do sacramento da ordem, em força da especial faculdade que lhe foi conferida pela Suprema Autoridade da Igreja (cfr. cân. 30 do Código de Direito Canônico), na Sessão Ordinária do dia 19 de dezembro 2007, decretou:

Salva a prescrição do cân. 1378 do Código de Direito Canônico, seja aquele que tenha tentado conferir a ordem sagrada a uma mulher, seja a própria mulher que tenha tentado receber a ordem sagrada, incorrem na excomunhão latae sententiae reservada à Sé Apostólica.

Porém se aquele que tenha tentado conferir a ordem sagrada a uma mulher ou a mulher que tenha tentado receber a ordem sagrada fôr um fiel sujeito ao Código dos Cânones das Igrejas Orientais, salva a prescrição do cân. 1443 deste mesmo Código, seja punido com excomunhão maior, cuja remissão também é reservada à Sé Apostólica (cfr. cân. 1423 do Código dos Cânones das Igrejas Orientais).

Este decreto entrará imediatamente em vigor com a publicação no periódico L'Osservatore Romano." [3]
Infelizmente, apesar de toda essa legislação canônica e da própria definição da Igreja quanto ao tema, ainda se vêem teólogos insistindo na ordenação sacerdotal de mulheres.

No próximo programa Resposta Católica serão abordados os aspectos teológicos que embasam o posicionamento da Santa Mãe Igreja sobre este assunto.


Referências

  1. http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/apost_letters/documents/hf_jp-ii_apl_22051994_ordinatio-sacerdotalis_po.html
  2. http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_19951028_dubium-ordinatio-sac_po.html
  3. http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_20071219_attentata-ord-donna_po.html


3 de outubro de 2012

Ressurreição dos mortos ou ressurreição da carne?

Existe diferença em dizer "ressurreição dos mortos" e "ressurreição da carne"? De onde provém essas expressões e o que querem dizer exatamente? É o que Padre Paulo Ricardo vai esclarecer neste episódio.



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