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3 de outubro de 2012

Ressurreição dos mortos ou ressurreição da carne?

Existe diferença em dizer "ressurreição dos mortos" e "ressurreição da carne"? De onde provém essas expressões e o que querem dizer exatamente? É o que Padre Paulo Ricardo vai esclarecer neste episódio.



1 de outubro de 2012

Dom Leonardo comenta questões ligadas à Semana Nacional da Vida

A primeira semana do mês de outubro será marcada por inúmeras discussões em defesa da vida. Instituída, em 2005, pela 43ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Semana Nacional da Vidaacontecerá entre os dias 1º e 7 de outubro, e trabalhará o tema “Vida, saúde e dignidade: direito e responsabilidade de todos”. A semana termina com o "Dia do Nascituro" comemorado no dia 8 de outubro para homenagear o novo ser humano, a criança que ainda vive dentro da barriga da mãe. 

Em entrevista, o secretário-geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner, aborda diversas questões ligadas à Semana Nacional da Vida. Leia a íntegra da entrevista:
A Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família lançou o subsídio “Hora da Vida”. Como ele colabora com os temas de discussão da Semana Nacional da Vida?
Dom Leonardo - O subsídio “Hora da Vida” é composto por roteiros de encontros temáticos que podem ser organizados nas diferentes comunidades das nossas Igrejas particulares. Há muitos temas indicados para serem abordados durante esta semana, e, em função da realidade local, outros podem ser acrescentados. Os temas contidos no subsídio são sugestões de conteúdo a ser refletido, discutido, aprofundado e, também, concretizado em possíveis ações pastorais e sociais. De forma simples e deixando o espaço para a criatividade, o subsídio aborda a questão da ameaça à vida no seio materno, da sua manipulação em laboratório; propõe uma reflexão sobre as situações de risco, como a violência no trânsito e a ingestão de drogas; questiona-nos sobre o que é de fato ter vida digna, vida plena; motiva-nos para o cuidado com a vida frágil, do seu início até o seu fim natural. Tudo como expressão do amor e do cuidado amoroso.
Que tipos de discussões o tema “Vida, saúde e dignidade: direito e responsabilidade de todos” trará para a Semana Nacional da Vida?
Dom Leonardo - O tema da saúde faz o vínculo com a Campanha da Fraternidade deste ano, cujo título foi “Fraternidade e saúde pública”. Isso nos interpela a trabalhar para que todos os brasileiros possam ter acesso à saúde, não só como um valor em si mesmo, mas porque manifesta a dignidade de vida de cada pessoa, em qualquer fase ou condição social. Muito se fala hoje dos direitos de cada pessoa e, por vezes, esquece-se dos deveres de cada um. Quando se trata do respeito, da promoção e da defesa da vida, os direitos devem ser cobrados, mas os deveres também devem ser assumidos por todos.
A Semana Nacional da Vida responde aos apelos das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadoras da Igreja no Brasil (DGAE)?
Dom Leonardo - Uma das cinco urgências da ação evangelizadora no Brasil, traçadas pelos bispos do Brasil para 2011-2015, é a “Igreja ao serviço da vida plena para todos”. A Semana Nacional da Vida retoma várias situações de ameaça à vida, que são descritas nesta quinta urgência e que já foram apontadas acima, e se insere nesta vasta missão da Igreja que também se desdobra no campo da promoção da vida humana, sobretudo das mais frágeis e indefesas e outras.
Sobre a urgência nas questões de promoção da vida (quinta urgência), que ações efetivas poderão ser tomadas a partir da Semana Nacional da Vida?
Dom Leonardo - “A partir de Jesus Cristo e na força do Espírito Santo”, como afirma o objetivo geral da ação evangelizadora no Brasil, o discípulo-missionário terá condições de identificar as situações que denigrem a vida, quer seja em âmbito local quer em âmbito nacional, para assim agir em consequência. A Igreja muito tem feito e muito realiza para promover a vida. Basta pensarmos nas inúmeras iniciativas que surgem das ações pastorais em favor da família, da criança, do adolescente, da AIDS, da sobriedade, do idoso, da saúde, do povo de rua, da terra, da moradia etc. A Semana Nacional da Vida pode, por um lado, contribuir para fomentar uma boa formação intraeclesial dos leigos e pastores, a fim de se formular um juízo moral adequado sobre as propostas da ciência e sua aplicação; e, por outro, estimular uma maior participação social, incentivando os leigos a se fazerem presentes nos diversos conselhos de participação popular (conselho municipal da saúde, da mulher, da educação, por exemplo) ou a se comprometerem através da própria profissão para uma maior distribuição dos recursos humanos e materiais para a saúde e um cuidado materno pela vida em nosso país.

Quais os principais aspectos sobre a reforma do Código Penal que serão tratados durante a Semana Nacional da Vida? E qual a importância de se trazer essa discussão à tona?
Dom Leonardo - No Anteprojeto de reforma do Código Penal brasileiro, há muitos pontos que merecem ser amplamente debatidos e outros que devem ser simplesmente excluídos, haja vista o seu teor extremamente polêmico e contrário a princípios éticos. A Semana Nacional da Vida e o Dia do Nascituro são ocasião para que toda a Igreja continue afirmando sua posição favorável à vida desde o seio materno até o seu fim natural, bem como a dignidade da mulher e a proteção das crianças etc. Isso pode suscitar uma reflexão necessária por parte da sociedade e por parte dos senadores e senadoras responsáveis em avaliar e aprovar o anteprojeto no Senado Federal.

Que mensagem deixaria para as comunidades católicas?
Dom Leonardo - A família é uma bênção, pois é o lugar onde cada um, cada uma de nós veio à luz e onde iniciamos os primeiros e mais profundos laços de nossa existência. Na família, começamos o caminho da fé que nos possibilita participarmos de uma Comunidade-igreja, e nos leva ao encontro dos irmãos e irmãs; é o Evangelho que nos abre o caminho para nos abrirmos à graça de Jesus em todos os momentos de nossa vida. A Semana Nacional da Vida nos leve à admiração e ao cuidado pela vida! Ela nos ajude a criarmos grupos de famílias que assumam a grande vocação de ser promotores da vida.

Confira as intenções de oração do Papa para outubro


Neste mês de outubro, o Papa Bento XVI reza, em sua intenção geral de oração, “pelo desenvolvimento e o progresso da Nova Evangelização nos Países do antigo cristianismo”.

Já na intenção missionária, as orações são voltadas para a celebração do Dia Mundial das Missões. O Pontífice reza para que esta “seja ocasião de um renovado compromisso de evangelização”.

As intenções de oração do Papa são, todos os meses, confiadas ao Apostolado de Oração, iniciativa que é seguida pela população em todo o mundo. 

Leia mais
.: A Igreja acontece no dia a dia de cada pessoa, diz padre Paulo
.: Evangelização é trabalho de todo o povo de Deus, diz Papa
                                                    
                     

Santa Teresinha do Menino Jesus

"Não quero ser santa pela metade, escolho tudo". 

A santa de hoje nasceu em Alençon (França) em 1873 e morreu no ano de 1897. Santa Teresinha não só descobriu que no coração da Igreja sua vocação era o amor, como também sabia que o seu coração - e o de todos nós - foi feito para amar. Nascida de família modesta e temente a Deus, seus pais (Luís e Zélia) tiveram oito filhos antes da caçula Teresa: quatro morreram com pouca idade, restando em vida as quatro irmãs da santa (Maria, Paulina, Leônia e Celina). Teresinha entrou com 15 anos no Mosteiro das Carmelitas em Lisieux, com a autorização do Papa Leão XIII. Sua vida se passou na humildade, simplicidade e confiança plena em Deus.

Todos os gestos e sacrifícios, do menor ao maior, oferecia a Deus pela salvação das almas e na intenção da Igreja. Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face esteve como criança para o Pai, livre, igual a um brinquedo aos cuidados do Menino Jesus e, tomada pelo Espírito de amor, que a ensinou um lindo e possível caminho de santidade: infância espiritual.

O mais profundo desejo do coração de Teresinha era ter sido missionária "desde a criação do mundo até a consumação dos séculos". Sua vida nos deixou como proposta, selada na autobiografia "História de uma alma" e, como intercessora dos missionários sacerdotes e pecadores que não conheciam a Jesus, continua ainda hoje, vivendo o Céu, fazendo o bem aos da terra.

Morreu de tuberculose, com apenas 24 anos, no dia 30 de outubro de 1897 dizendo suas últimas palavras: "Oh!...amo-O. Deus meu,...amo-Vos!"

Após sua morte, aconteceu a publicação de seus escritos. A chuva de rosas, de milagres e de graças de todo o gênero. A beatificação em 1923, a canonização em 1925 e declarada "Patrona Universal das Missões Católicas" em 1927, atos do Papa Pio XI. E a 19 de outubro de 1997, o Papa João Paulo II proclamou Santa Teresa do Menino Jesus e da Sagrada Face doutora da Igreja. 

Santa Teresinha do Menino Jesus, rogai por nós!



                 

22 de setembro de 2012

A Virgem Maria e o mistério da cruz

Jesus chamou a multidão com seus discípulos e disse: “Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga” (Mc 8, 34).

Jesus colocou como exigência para aqueles que O querem seguir, a atitude livre de tomar a sua cruz e segui-Lo. Tomar a nossa cruz significa assumir o mistério do sofrimento em nossas vidas. Tomar a nossa cruz significa ainda mais, implica um certo tipo de morte (cf. Mc 8, 35), por amor a Cristo e ao Seu Evangelho. Somos livres para assumir a cruz, mas o Mestre nos alerta que a liberdade somente existe para aqueles que querem segui-Lo (cf. Mc 8, 35b). Aqueles que não quiserem tomar sua cruz e segui-Lo, aqueles que quiserem salvar suas vidas, vão perdê-la (cf. Mc 8, 35a), ou seja, vão perder a liberdade.
Renunciar a si mesmo e seguir Jesus Cristo é a verdadeira liberdade, de poder dizer sim no amor a Ele e ao Seu Evangelho, de poder dizer sim no amor ao próximo. Assumir a cruz em nossas vidas significa amar como Jesus amou, ou seja, em meio às dores e aos sofrimentos. Desde o ventre materno Jesus foi perseguido e, de certa forma, a sua Mãe, a Virgem das dores, compartilhou com Ele esses sofrimentos. As sete dores de Maria, que são meditadas por muitos devotos, estão diretamente ligadas aos sofrimentos de Seu Filho Jesus Cristo.
Nossa Senhora, por ser sua Mãe, participou dos sofrimentos de Jesus Cristo. Mais do que qualquer outra pessoa, ela assumiu os sofrimentos da cruz de Cristo em sua vida. A Virgem Maria seguiu seu Filho até o fim, desde a sua infância até a idade adulta, na sua vida pública, que culminou em Seu sacrifício no Calvário. Maria assumiu a cruz do sofrimento por causa de Jesus, por causa de sua prisão, pelo seu julgamento injusto, pelas suas dores na flagelação e na coroação de espinhos, pelos ultrajes e blasfêmias contra Ele, pela Sua crucifixão, pela sua morte.
A Virgem Maria não somente assumiu a sua cruz com fidelidade no seguimento a Seu Filho, mas também assumiu a maternidade espiritual de toda a Igreja. Pouco antes de Sua morte, Jesus disse à sua Mãe: “Mulher, eis o teu filho!” (Jo 19, 26). Entregando João como filho, Jesus entregava a todos nós cristãos aos cuidados da sua Mãe. Nossa Senhora jamais diria não a um pedido de Jesus, ainda mais que este foi feito naquele momento derradeiro na cruz. Por isso, Maria assume a cada um de nós cristãos como filhos. Ela é a nossa Mãe espiritual, que compartilha também os nossos sofrimentos. Ela nos consola em nossas dores e, nas nossas quedas, nos ajuda a levantar. Ela está conosco e não nos abandonará, como não abandonou Jesus, mas foi fiel até o fim.
A Virgem Maria é uma Mãe zelosa, que cuida de cada um dos seus filhos, por isso, não tenhamos medo de nos confiar inteiramente a Ela. Foi o próprio Cristo que, em Seu testamento espiritual, nos entregou Maria como nossa Mãe. Entregando Nossa Senhora a João, Jesus a entrega a todos nós: “Eis a tua mãe!” (Jo 19, 27). Ela é nossa Mãe espiritual e devemos nos consagrar a ela toda nossa vida. Ela nos ajudará a tomar a nossa cruz, a assumir os sofrimentos com alegria, por amor a Jesus e ao Seu Evangelho. Ela será nosso auxílio para chegarmos ao Reino definitivo de Seu Filho Jesus Cristo.

Desde quando a Igreja começou a usar o nome de Católica?

Quando a Igreja começou a ser chamada de católica? Qual o verdadeiro significado desta palavra? Por que se acrescentou o adjetivo romano para a palavra católico?



19 de setembro de 2012

Como ser fiel nas perseguições?

“De fato, nós, os vivos, somos continuamente entregues à morte, por causa de Jesus, para que também a vida de Jesus seja manifestada em nossa natureza mortal” (2 Cor 4, 11).

Quem de nós ainda não foi perseguido de alguma forma por ser católico? São Paulo nos fala sobre essa dura realidade à qual não há como escapar. Como cristãos seremos perseguidos, não por nós mesmos, mas por causa de Cristo. Na história da Igreja, milhares de cristãos foram perseguidos e mortos simplesmente pelo fato de seguirem a Cristo, por pregarem o Seu Evangelho. Ainda hoje, em muitos países, cristãos continuam a ser perseguidos e mortos, como no Vietnã e alguns países da África.
Depois de dois mil anos de história do cristianismo, por que ainda existem perseguições como essas? Por que Jesus Cristo permite que pessoas sejam perseguidas e até mortas por causa Dele?
Essa pergunta o próprio São Paulo nos responde: para que a vida de Jesus seja manifestada em nós! (cf. 2Cor 4, 11). Quando somos perseguidos e mortos, a vida de Jesus se manifesta em nós. São Paulo glorificava a Deus pelas cadeias, pelas prisões, pelos açoites, pelos sofrimentos por causa de Cristo, porque a vida de Cristo se manifestava nele. Isso era a causa da sua alegria!
Cristo veio ao mundo para dar a vida em resgate de muitos (cf. Mt 20, 28) e quando damos a vida por Ele, sua vida se manifesta em nós. Por isso, quando Paulo estava sendo perseguido por causa de Jesus, ele pode dizer: “Eu vivo, mas não eu: é Cristo que vive em mim” (Gl 2, 20). Ele disse isso porque sabia que estava sendo perseguido por causa de Jesus e suportava os sofrimentos porque Cristo sofria nele.
Olhando para o testemunho de Paulo e tantos outros mártires, não há como não ficarmos temerosos, como ficaram com medo todos os discípulos de Jesus. Como então esses homens foram capazes de dar a vida por causa de Jesus? Como podemos ter a coragem de entregar toda a nossa vida a Deus? Existem basicamente três caminhos para enfrentar as perseguições: podemos ser “corajosos” e enfrentar sozinhos; podemos pedir auxílio diretamente para Deus; e podemos seguir o caminhos dos Apóstolos, unindo-nos na oração em comum, com a Virgem Maria, para pedir o Espírito Santo.
Somente depois disso é que os Apóstolos e discípulos de Jesus começaram a pregar o Evangelho com destemor. A partir disso, muitos começaram a ser perseguidos, mas suportaram porque o Espírito de Deus estava com eles. Este é o segredo para entregar a vida por Cristo, para que a Sua vida se manifeste em nós: devemos estar unidos em oração comunitária, juntamente com a Virgem Maria (cf. At 1, 14), para que o Espírito de Deus se manifeste em nós.
Não deixemos de nos unir em comunidade para orar, juntamente com Nossa Senhora, para pedir que o Espírito Santo nos dê força para testemunhar Jesus Cristo, dando a vida se for necessário. Foi assim no passado, com os apóstolos e discípulos de Jesus, e continuará a ser dessa forma. Deus não muda seu modo de agir, nos diz São Luís Maria. Se queremos que a vida de Jesus se manifeste em nós, unamo-nos em oração, juntamente com a Virgem Maria, para pedir o Espírito Santo sobre nós. Pois, somente pelo Espírito é que poderemos dar a vida por Jesus Cristo.

"Nova Estratégia Mundial do Aborto - Parte 4"

15 de setembro de 2012

A Festa da Exaltação da Santa Cruz e o lançamento do Hino Oficial da JMJ Rio 2013


Nesta noite em que a Igreja celebra a Festa da Exaltação de Santa Cruz, o presente foi para os jovens: durante a celebração da “Festa da Aventura da Cruz”, no Rio de Janeiro, com a participação de Dom Orani Tempesta (Arcebispo do Rio de Janeiro) e Dom Giovanni D´Aniello (Núncio Apostólico no Brasil), além de representantes do Setor Juventude e animada por diversos cantores católicos, foi divulgado o Hino Oficial da Jornada Mundial da Juventude no Brasil (você pode ouvi-lo se clicar neste link).
O hino “Esperança do Amanhecer!” foi composto pelo padre José Cândido, da Arquidiocese de Belo Horizonte, e leva o jovem a meditar sobre sua pertença a Cristo e o amor de Deus que sustenta e garante a fidelidade do cristão.
A liturgia deste dia, Festa da Exaltação da Santa Cruz, convida-nos a contemplar a Cruz de Jesus que é a expressão suprema do amor de um Deus que veio ao nosso encontro, que aceitou partilhar a nossa humanidade, que quis fazer-se servo dos homens, que se ofereceu em sacrifício que o egoísmo e o pecado fossem vencidos. Oferecendo a sua vida na cruz, em dom de amor, Jesus indicou-nos o caminho para chegar à vida plena.
O lançamento do hino durante esta festa litúrgica, proclama a soberania da Cruz Redentora na vida dos jovens. A Cruz precisa voltar a ser o centro da nossa história. É do lenho da Cruz que pendeu a salvação do mundo. E é pela Cruz que vamos resgatar a fé e os valores de nosso povo e de nossa nação.
O lançamento do clipe, segundo a assessoria de imprensa do Comitê Organizador através do Twitter, está previsto para próximo domingo, 15/09.
Confira na íntegra:
Hino Oficial – “Esperança no Amanhecer”
Sou marcado desde sempre
com o sinal do Redentor,
que sobre o monte, o Corcovado,
abraça o mundo com Seu amor.
(Refrão)
Cristo nos convida:
“Venham, meus amigos!”
Cristo nos envia:
“Sejam missionários!”
Juventude, primavera:
esperança do amanhecer;
quem escuta este chamado
acolhe o dom de crer!
Quem nos dera fosse a terra,
fosse o mundo todo assim!
Não à guerra, fora o ódio,
Só o bem e paz a não ter fim.
Do nascente ao poente,
nossa casa não tem porta,
nossa terra não tem cerca,
nem limites o nosso amor!
Espalhados pelo mundo,
conservamos o mesmo ardor.
É Tua graça que nos sustenta
nos mantém fiéis a Ti, Senhor!
Atendendo ao Teu chamado:
“Vão e façam, entre as nações,
um povo novo, em unidade,
para mim seus corações!”
Anunciar Teu Evangelho
a toda gente é transformar
o velho homem em novo homem
em mundo novo que vai chegar.

                    
(Fontes utilizadas: Rio2013.com, Jovens Conectados, Canção Nova, Prof. Felipe Aquino e Dehonianos).

Como guardar a Palavra de Deus?

“E assim se nos tornou ainda mais firme a palavra da profecia, que fazeis bem em ter diante dos olhos, como lâmpada que brilha em lugar escuro, até clarear o dia e levantar-se a estrela da manhã em vossos corações” (2 Pd 1, 19).

A Palavra de Deus, especialmente as profecias, são como uma luz que ilumina as trevas da nossa mente e do nosso coração. Não nos enganemos, considerando a Sagrada Escritura ultrapassada, imprópria para o nosso tempo. Pois, a Palavra é luz esplendorosa que iluminou o passado, ilumina o presente e continuará a iluminar o gênero humano até a vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo. Ele é a estrela da manhã, que um dia brilhará eternamente em nossos corações.
O Senhor falou através de seus profetas e, na plenitude dos tempos, nos falou por Jesus Cristo. Ele é a Palavra de Deus, transmitida a nós pela Igreja, que devemos sempre diante dos olhos. Pois, esta Palavra nos fortalece para permanecermos no Caminho, na Verdade, na Vida, que é Jesus Cristo. A Palavra nos orienta, nos conduz pelas estradas da vida, para não nos perdermos. A Escritura ilumina a nossa mente, para que não nos desviemos da verdade, da nossa alta vocação, que é a eternidade com Deus. A Palavra de Deus nos dá a Vida verdadeira, que é Cristo. Nele, vivemos por antecipação a vida que não tem ocaso, que não tem fim, o Reino de Deus já neste mundo.
A Palavra de Deus ilumina também a nossa vocação específica dentro da Igreja. Pois, Deus nos chama para um apostolado através da Palavra. Ele confirma o Seu chamado pela Palavra. Pelas Escrituras o Senhor nos dá força para perseverar na nossa vocação. Por tudo isso, não deixemos de ouvir a Palavra de Deus e a tenhamos sempre diante de nossos olhos (cf. 2 Pd 1, 19). A palavra de profecia que for dirigida a nós por Deus se cumprirá pela força da Palavra. Por isso, não nos afastemos dela, mas a guardemos sempre, não somente diante dos olhos, mas também em nossa mente em nosso coração.
O Verbo de Deus, a Palavra se fez carne em Jesus Cristo no ventre da Virgem Maria. A Palavra de Deus, que é Cristo, foi gerada no ventre de Maria. O Verbo eterno de Deus foi formado, foi educado por Maria, na casa de Nazaré. Deixemos também que a Palavra de profecia que recebemos de Deus seja gestada no ventre de Nossa Senhora. Pois, dela é o ventre fecundo que foi escolhido para gerar o Verbo de Deus feito carne.
Nos confiemos inteiramente a Virgem Maria, pois ela nos ajudará a perseverar na Palavra de Deus, a guardar a Lei do Senhor. Ela também nos será auxílio em nossa vocação, para que não nos desviemos da vontade de Deus. Nossa Senhora é Mãe de Jesus e nossa Mãe, pois somos membros da Igreja, da qual a cabeça é Cristo. Como seus membros, somente podemos ser gerados espiritualmente no ventre de Maria. Sejamos dóceis a Virgem Santíssima, para que a Palavra de Deus se cumpra em nossa vida, como se cumpriu na sua vida.

Lançamento do Curso de Teologia



O site padrepauloricardo.org anuncia o lançamento do curso de Teologia, no qual pretende, de forma compacta, mas completa, oferecer aos seus alunos as principais disciplinas encontradas no curso de Teologia. Começando pela disciplina "Introdução ao Método Teológico", que faz parte da chamada Teologia Fundamental.
Na sequência virão as demais disciplinas - em forma de pequenos cursos - passando pela Teologia Dogmática e Moral, de modo que o aluno tenha condições de conhecer a fé da Igreja e assim, dar a qualquer pessoa e em qualquer situação, as razões de sua própria fé, em sintonia com o Magistério, com a Tradição e com o Santo Padre, numa leitura de continuidade e de fidelidade à Igreja de dois mil anos.

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