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26 de agosto de 2012

Gravação da Aula Ao Vivo: Nova Ordem Mundial o perigo que ameaça o Cristianismo


Na Aula ao Vivo de 21/08/2012, Padre Paulo Ricardo continua comentando sobre o livro "Poder Global e Religião Universal", do Monsenhor Claudio Sanahuja, no qual expõe a transformação que o mundo atual está sofrendo, partindo dos novos paradigmas propostos pela Nova Ordem Mundial.
Sabendo que o projeto de reengenharia social esbarra nos valores judaicos-cristãos, notadamente representados pela Igreja Católica Apostólica Romana, os arquitetos da Nova Ordem Mundial pretendem destruí-la desde o seu interior.
É o que nos mostra o Monsenhor Sanahuja por meio desta obra valiosíssima que deve ser estudada por todo aquele que deseja manter-se cristão e fiel ao Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, único modo de terminar essa guerra do lado certo.


A Resposta Católica: É permitido o uso da cor preta como cor litúrgica?

Nossos alunos querem saber se ainda é permitido a cor preta como cor litúrgica. Qual o significado dela? Em que tipo de celebração ela pode ser usada? O que diz a Instrução Geral do Missal Romano?



23 de agosto de 2012

Maria, memória materna da Igreja

O Papa João Paulo II nos fala sobre a importância da memória materna de Maria, a sua ligação com a memória da Igreja e com a identidade do homem.


Nos últimos tempos, o mundo tem passado por muitas transformações, que tem influenciado as mais diversas culturas e sociedades. Tais transformações colocam um problema para a Igreja, para todos os cristãos. Trata-se da questão da perda de identidade, pela qual passa a sociedade atual. Diante deste panorama preocupante, o Papa João Paulo II fala sobre a identidade humana no seu livro “Memória e identidade”.
Para falar dessa identidade, o Santo Padre fala da memória, dimensão histórica da vida de Jesus. Toda a Sua vida foi marcada pela presença materna de Maria. Na memória de Maria, que “guardava todas as coisas no seu coração” (Lc 2, 51), temos acesso aos acontecimentos principais da vida de Cristo e do surgimento da Igreja.
Maria guardava no seu coração a memória do mistério da Anunciação, da encarnação do Verbo no seu ventre (cf. Jo 1, 14). Guardou também a memória do nascimento de Jesus (cf. Lc 2, 15-17) e da fuga para o Egito por causa da perseguição de Herodes (Mt 2, 13-15). “Tudo isso permanecia fielmente guardado na memória de Maria, sendo Ela – como justamente se deduz – quem o transmitira a Lucas durante os seus numerosos encontros, tal como o confidenciara também a João, a quem fora entregue por Jesus na hora da morte”.
João paulo II diz que: “A memória de Maria é uma fonte se singular importância, um fonte incomparável, para conhecer Cristo”. Pois, ela é testemunha da Encarnação e acompanhou os passos do crescimento de Jesus. Como nos seus 12 anos, quando Jesus deixa intuir a Maria a missão que Ele recebeu do Pai (cf. Lc 2, 49). Na sua vida pública, Jesus permanece sempre ligado a Nossa Senhora como no milagre das bodas de Caná (cf. Jo 2, 1-11). No momento culminante da sua missão, Maria é testemunha da Paixão, morte e ressurreição de Cristo. Ela é também testemunha das Ascensão de Jesus e do nascimento da Igreja no Pentecostes.
A memória materna de Maria é importante para a identidade humano-divina da Igreja. A sua memória é também a memória da Igreja, visto que esta guarda, em grande parte, o que estava presente nas recordações de Maria. A Igreja guarda em si mesma a memória da história do homem. Ambas juntas, a memória de Maria e a da Igreja nos ajudam a conhecer melhor Jesus Cristo e o Seu desígnio de salvação para o homem.
Assim, em meio à perda de identidade e de valores que marcam nosso tempo, a memória de Maria e a da Igreja podem ajudar o homem a reencontrar a sua própria identidade. A memória Materna de Maria e a da Igreja nos ajudam a compreender que não somos frutos do acaso ou da evolução, mas fomos pensados por Deus. Ele tem uma alta vocação para nós e isso nos foi revelado em Jesus Cristo. Nele, somos filhos de Deus e somos chamados à comunhão com Ele no Reino dos Céus.


A FÉ NAS REDES SOCIAIS

Lady Gaga, Justin Bieber, Hianna, Shakira, Coca-Cola, Mac Donald’s são os mais populares no Facebook? Enganado! Jesus é “O Cara” mais popular na maior rede social do mundo, o Facebook, com mais de 4 milhões de interações na página Jesus Daily (Diário de Jesus), criada pelo médico americano Aaron Tabor.
Para a maior rede social do mundo, o hanking é medido não pela quantidade de ‘curtis’ que uma página tem, mas pela interação que ela realiza com os internautas, ou seja, sua capacidade de influenciá-los. Neste quisito, a página de Jesus tem a incrível marca de 4,981,281 milhões de interações (que corresponde a comentários, compartilhamentos, ‘falar’ e ‘ouvir’ seus fãs).
Para ter uma ideia, o segundo colocado – que também é religioso (Dios Es Bueno) – possui 1,788,648 milhões. A página The Bible (A Bíblia) fica com o terceiro lugar com 1,322,690 milhões de interações.
O que isso significa?
Para muitos, pode parecer apenas números sem sentido, mas em se tratando de um ambiente, no qual, muitas vezes, se sobrepõem a hostilidade à religião, o ranking revela que, no fundo, as pessoas ainda estão com fome e sede de Deus, seja no mundo off-line ou on-line.
Um outro fator é que os cristão estão cada vez mais ativos neste mundo digital. Pense que, somente no Facebook, as páginas sobre religião estão infinitamente acima de páginas de músicas, notícias, esportes ou políticas.
Uma outra pesquisa, realizada em abril de 2004 pelas agências Christian Vision e Premier Christian Media, ambas do Reino Unido, constatou que 84% dos cristãos daquele país disseram que as redes sociais são um enorme campo de missão. Deste número, 73% usam ferramentas como Twitter, Facebook e YouTube para manifestar, de forma intensional, a sua fé.
Os jovens são os mais ativos, nestes meios, e também são os que mais mantêm contato com pessoas não cristãs. 87% deles usam as redes sociais para manifestar a sua fé e 79% deste número acreditam que a melhor forma de evangelizar é por meio dos relacionamentos.
Qual a melhor forma de evangelizar na internet?
“A melhor maneira é não considerar a internet como um instrumento de evangelização, mas sim um ambiente, no qual se vive a própria fé”, diz padre Antônio Spadaro, doutor em teologia pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma e escritor do livro Cyberteology – pensando a fé em tempos de rede.
Para o sacerdote é importante que o cristão seja ele mesmo na rede pelo testemunho. “Não basta postar conteúdo religioso, é preciso que a pessoa testemunhe suas escolhas e seus gostos como um cristão. É a vida que dá testemunho do Evangelho”, conclui o sacerdote.
Veja abaixo infográfico com os números







21 de agosto de 2012

Evangelizados para evangelizar

"Como o Pai me enviou, também eu vos envio" (Jo 20,21) é o título da Mensagem do Papa Bento XVI para o Dia Missionário Mundial de 2011.

O mês missionário quer despertar, cultivar e fazer crescer em cada um de nós a consciência missionária. O mandamento missionário, confiado aos Apóstolos, continua válido em nossos dias.

O primeiro missionário foi o próprio Cristo, enviado ao mundo pelo Pai para anunciar a Boa-Nova do Reino. Jesus, por sua vez, funda a Igreja e envia-a evangelizar todos os povos, depois de enviar sobre ela o Espírito Santo, que a acompanhará e conduzirá em sua tarefa. "Ai de mim, se eu não anunciar o Evangelho!" (1 Cor 9,16). Neste sentido, a Igreja é toda missionária, "enviada", e o mundo inteiro é "terra de missão".

A missão é urgente. Constatamos que o número dos que ignoram a Cristo, dos indiferentes e sem religião, está aumentando. Urge, pois, renovar nosso empenho em levar a todos o Evangelho com o entusiasmo dos primeiros cristãos.

Trata-se, como lemos na Mensagem do Papa, do  "serviço mais precioso que a Igreja pode prestar à humanidade e a cada pessoa que está em busca das razões profundas para viver em plenitude a própria existência".

As pessoas que fizeram a experiência do encontro pessoal com Cristo ressuscitado sentem a necessidade de anunciá-lo aos outros, como fizeram os dois discípulos de Emaús. O beato João Paulo II exortava a estarmos "vigilantes e prontos para reconhecer o rosto do Ressuscitado e correr a levar aos nossos irmãos o grande anúncio: "Vimos o Senhor!"(NMI, 59).

Após dois mil anos de evangelização, existe um grande número de pessoas que ainda não chegaram ao conhecimento de Jesus Cristo e da sua Mensagem de salvação. E o que dizer daqueles que, embora tenham ouvido o anúncio do Evangelho, já não mais vivem a sua fé? Aumenta o número dos que vivem como se Deus não existisse...

Todos os seres humanos são destinatários do Evangelho. O Evangelho não é um bem exclusivo de ninguém. É um dom a ser partilhado, uma Boa Notícia a ser comunicada a todos. Essa tarefa foi confiada a todos os batizados e batizadas. As comunidades eclesiais, bem como cada fiel cristão, são responsáveis pela evangelização, não de maneira opcional, mas como "uma necessidade que se me impõe" (1 Cor 9, 16). Assim sendo, a dimensão missionária deve ser um compromisso assumido com ardor e amor por todos os fiéis cristãos, deve impregnar todas as pastorais e movimentos, levando a um maior conhecimento da pessoa de Cristo. Daí a necessidade de partirmos para a animação bíblica de toda a pastoral. Precisamos não só acolher a Palavra de Deus, senão também tornar-nos alma de toda a evangelização, isto é, rever nossas pastorais à luz da Palavra e nela aprofundar seu sentido missionário.

É necessário verificar a nossa vivência cristã e coerência com o Evangelho, a nossa atitude em relação à evangelização, para melhorar as nossas práticas e as nossas estratégias de anúncio. Precisamos interrogar-nos a fundo sobre a qualidade de nossa fé, sobre o nosso modo de sentir e de ser cristãos, discípulos missionários de Jesus Cristo enviados a anunciá-Lo ao mundo, de sermos testemunhas cheios do Espírito Santo (cf. Lc 24, 48s; At 1, 8), chamados a fazer, das pessoas de todas as nações, discípulos (cf. Mateus 28, 19s) (Documentos da Igreja - 6, Edições CNBB, 1ª Edição - 2011, pág. 18).

A realização do próximo Sínodo dos Bispos, cujo Tema é: "A Nova Evangelização para a transmissão da fé cristã", é motivo de esperança para um novo impulso da ação missionária.

"O Dia Missionário reavive em cada um o desejo e a alegria de "ir" ao encontro da humanidade, levando Cristo a todos!", exorta Bento XVI.

Enfim, anunciemos Jesus Cristo com alegria! "Maria é feliz porque tem fé, porque acreditou e, nesta fé, acolheu no seu ventre o Verbo de Deus para dá-Lo ao mundo" (VD, 124).


Dom Nelson Westrupp, scj
Bispo Diocesano de Santo André - SP

Fonte: http://www.comshalom.org/formacao/exibir.php?form_id=5433

20 de agosto de 2012

Quem é Jesus para você?

Jesus perguntou aos seus discípulos e pergunta a cada um de nós: “E vós, quem dizeis que eu sou?” (Mt 16, 15).


Em certo momento de nossa vida de cristãos, nos será revelada a resposta a esta questão. Deus se revela a nós para que O conheçamos e, conhecendo-O, possamos responder a essa questão, como Pedro respondeu: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo” (Mt 16, 16). Naquele momento, Deus-Pai revelou a Pedro a identidade de Jesus Cristo e isso determinou a vida e a missão do Apóstolo. Pois, Deus se revela ao homem para que este seja participante de Sua vida e da Sua ação neste mundo.
Na profissão de fé de Pedro se revela o desígnio de Deus a seu respeito. Como primeiro entre os apóstolos, ele é chamado a confirmar na fé os seus irmãos. Porém, a sua vocação não se realizou por suas próprias forças. Temos uma prova disso logo depois de Jesus dizer que sobre Pedro edificará a Sua Igreja e lhe entregar as chaves do Reino dos Céus (cf. Mt 16, 18-19). O Mestre disse aos discípulos que deveria ir a Jerusalém, sofrer muito da parte dos anciãos, do sumo sacerdote e dos mestres da Lei, seria morto e ressuscitaria ao terceiro dia (cf. Mt 16, 21).
Pedro, sem pensar muito, disse: “Deus não permita tal coisa, Senhor! Que isto nunca te aconteça!” (Mt 16, 22). Tendo ouvido isso, Jesus repreende-o: “Vai para longe, Satanás! Tu és para mim uma pedra de tropeço, porque não pensas as coisas de Deus mas sim as coisas dos homens!” (Mt 16, 23). Depois da linda confissão de fé de Simão Pedro: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo” (Mt 16, 16), ele demonstra que não havia entendido nada do desígnio de Deus a respeito do sacrifício de Jesus e muito menos a respeito dele.
Isso fica claro quando Jesus é preso no monte das Oliveiras. Pedro, tentando defender o Mestre, toma a espada e corta a orelha de um dos servos dos sumo sacerdote (cf. Jo 18, 10). Novamente, Simão é repreendido por Jesus que diz: “Guarda a tua espada na bainha. Será que não vou beber o cálice que o Pai me deu?” (Jo 18, 11). Logo depois, Pedro seguiu Jesus e foi interrogado por três vezes se ele não era um dos discípulos de Cristo. Ele negou Jesus nessas três vezes e, como havia sido dito pelo Mestre, imediatamente o galo cantou (cf. Jo 18, 13-27).
Mesmo depois de tudo isso, Jesus aparece a Pedro e aos discípulos e confirma-o na sua missão. Ele pergunta a Pedro três vezes se ele O ama. Pedro, por sua vez, repete também por três vezes que O ama. Em resposta, por três vezes, Jesus confirma-o dizendo: “Apascenta as minhas ovelhas”. Depois, Ele continuou dizendo com que tipo de morte Pedro glorificaria a Deus (cf. Jo 21, 15-20).
Como compreender que Pedro, depois de tudo que fez, decepcionado consigo mesmo, ainda pode realizar a missão que Jesus lhe confiou? Para responder esta questão, nos voltamos para o acontecimento do Pentecostes. Depois, da morte, ressurreição e ascensão de Jesus, em obediência a Ele, os apóstolos e discípulos estavam reunidos em Jerusalém, juntamente com a Virgem Maria (cf. At 1, 14). Eles estavam unidos em oração quando receberam o Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas (cf. At 2, 4).
Depois de receber o dom do Espírito, Pedro começou a pregar e, de uma só vez, mais de três mil pessoas se converteram. O segredo do êxito de Pedro foi a fidelidade na oração em comum, juntamente com Maria, a Mãe de Jesus. Se queremos ser fiéis à vocação que o Senhor nos confiou, perseveremos na oração na Igreja, em comunidade, junto com Nossa Senhora. Maria, que é cheia do Espírito Santo, nos dá a docilidade necessária para a ação do Espírito em nós. Pelo mesmo Espírito, professamos a nossa fé em Jesus Cristo e podemos ser fiéis à vocação que Ele nos confiou.

19 de agosto de 2012

A Resposta Católica: A Igreja alguma vez já proibiu a leitura da bíblia?

Padre Paulo Ricardo nos explica que a Igreja nunca proibiu a leitura da Bíblia, mas sim, orientou que a lêssemos segundo o Magistério da Igreja.



Testemunho de Fé: Solenidade da Assunção da Bem-aventurada Virgem Maria


A Glória que está conosco
"Maria, quando subiu aos céus em corpo e alma, não foi afastada da Igreja e da humanidade. Plenamente redimida e configurada ao Cristo ressuscitado, a sua divina maternidade se alarga do Filho Jesus a todos os seus discípulos. Mais ainda, a humanidade inteira encontra nela a mãe de todos os viventes".
"A sua condição celeste tornou-a próxima. Para a nossa imaginação, estar na glória poderia nos fazer pensar numa distância daquilo que existe ainda no tempo; mas na verdade é o contrário: a glória inclui o tempo, o supera e também o abraça. As aparições da Virgem são como se a glória se apresentasse e se fizesse entrever de forma especial e em certa medida sensível dentro de nossos limites, marcados pelo espaço e envolvidos pelo tempo: limites comparáveis a um fino véu que em alguns casos se abre ao mundo celeste, ou seja, ao mundo do Senhor ressuscitado e de seus santos".


18 de agosto de 2012

III Campanha Nacional de Consagrações a Virgem Maria

Lançada no último dia 15, Solenidade da Assunção de Nossa Senhora, a III Campanha Nacional de Consagrações à Virgem Maria.


No ano de 2010 e 2011, aconteceram a I e II Campanha Nacional de Consagrações a Virgem Maria, pelo método de São Luís Maria Grignion de Montfort, segundo o seu livro “Tratado da Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem“. Nessas Campanhas, mais de 3 mil pessoas cadastradas se consagraram a Maria. Porém, estima-se que, contando as pessoas que não se inscreveram, mais de 10 mil pessoa fizeram sua consagração total a Nossa Senhora.
Neste ano de 2012, no qual comemoramos 300 anos do “Tratado”, espera-se que o número de consagrações aumente. A Beatificação do Papa João Paulo II, que tinha como lema “Totus Tuus”, que exprime sua consagração a Maria, também nos faz pensar que muitas pessoas se sintam motivadas a fazer suas consagrações.
Para mais informações, acesse o site do Consagra-te. Nele você poderá se inscrever e saber como e quando será feita a consagração. Não tenha medo de consagrar-se, pois o fim último da consagração a Maria é Jesus Cristo (cf. TVD 61).


Qual a importância do culto a Nossa Senhora na vida do cristão?


O Papa Bento XVI, na Solenidade da Assunção da Virgem Maria, celebrada no dia 15 (quarta-feira) em Castel Gandolfo, na Itália, nos recorda a importância do culto a Nossa Senhora na Igreja. Segundo ele, as palavras de Maria: “Todas as gerações, de agora em diante, me chamarão feliz” (Lc 1,48), são uma profecia para toda a história da Igreja. Estas “indicam que é um dever da Igreja recordar a grandeza de Nossa Senhora para a fé”. Ele também diz que a Solenidade da Assunção é um convite para louvar Deus, e olhar para a grandeza de Nossa Senhora, para que O conheçamos na face dos seus.
Segundo o Santo Padre, o Magnificat, canto ao Deus vivo, que age na história, é um “hino de fé e de amor, que brota do coração da Virgem”. Ela viveu com fidelidade a Palavra de Deus dada a Abraão, Isaac e Jacó, e as guardou no mais íntimo do seu coração, até torná-la disponível para acolher em seu ventre o Verbo de Deus feito carne. Grávida de Jesus, Maria visita sua prima Isabel. Ela experimentou a visita de Deus com o nascimento de João Batista, mas também com visitação de Maria, a Nova Arca da Aliança, que porta o Filho de Deus.
Na Assunção de Maria, vemos que em Deus há espaço para o homem. Ele mesmo é a casa com muitas moradas da qual fala Jesus (cf. Jo 14, 2). Maria, que está unida a Deus, não se distancia de nós, pois Deus está perto de todos nós. São Gregório Magno disse que o coração de São Bento tornou-se grande, por isso, toda a criação podia entrar em seu coração. Isso vale ainda mais para Maria, pois, “unidade totalmente a Deus, tem um coração tão grande que toda a criação pode entrar neste coração, e os testemunhos em todas as partes da terra o demonstram. Maria está perto, pode escutar, pode ajudar, está perto de todos nós”.
Em Deus há espaço para o homem e nele há espaço para Deus. “Vemos isso em Maria, a Arca Santa que porta a presença de Deus”. Esta presença de Deus, que ilumina o mundo na sua tristeza, em seus problemas, se realiza na fé. Pela fé abrimos as portas para Deus, como Maria se abriu. Abrindo-nos a Deus, não perdemos nada, mas, ao contrário, nossa vida torna-se rica e grande. “Deus nos espera”, esta é a grande alegria e a grande esperança que nasce desta festa.
Ao final de sua catequese, Bento XVI nos convida a confiar na materna intercessão da Virgem Maria, para que Deus nos ajude a reforçar nossa fé na vida eterna e a viver bem o tempo que Deus nos oferece com a esperança. Não uma esperança como uma nostalgia do Céu, mas um desejo vivo e operante de Deus. Esta esperança nos torna peregrinos incansáveis, dando-nos a coragem e a força da fé que, ao mesmo tempo, é coragem e força no amor.

17 de agosto de 2012

Qual é a diferença entre a bíblia católica e a bíblia protestante?


Padre Paulo Ricardo nos explica a diferença e a história da bíblia católica para a bíblia protestante.




15 de agosto de 2012

“Maria tem um coração alargado como o de Deus”, lembra Bento XVI

O Papa Bento XVI celebrou, na manhã desta quarta-feira, 15, a Santa Missa na paróquia pontifícia de “São Tomás de Villanova”, em Castel Gandolfo. Neste dia, a Igreja celebra a Solenidade da Assunção da Virgem Maria. O Pontífice lembrou, na homilia, que na Assunção é possível ver que há espaço para o homem em Deus e que Maria, estando unida a Ele, não se distancia, mas participa da presença de Deus e tem um coração grande como o Dele.

Acesse
.: NA ÍNTEGRA: Homilia de Bento XVI – Festa da Assunção de Maria – 15/08/2012


“Em Deus, há espaço para o homem, e Deus está perto, e Maria, unida a Deus, está muito perto, tem um coração alargado como o coração de Deus”, disse o Papa. Ele também destacou outro aspecto, que é o fato de haver espaço no homem para Deus. E esta presença, segundo o Pontífice, se realiza na fé. “Na fé abrimos as portas do nosso ser para que Deus entre em nós, para que Deus possa ser a força que dá vida e caminho ao nosso ser”. 

Bento XVI explicou que a solenidade da Assunção é um convite para louvar a Deus e olhar para a grandeza de Nossa Senhora, “para que conheçamos Deus na face dos seus”. Para explicar o porquê de Maria ser glorificada na assunção ao céu, o Papa citou o trecho do Evangelho de São Lucas, em que se vê a raiz da exaltação e do louvor à Maria na expressão de Isabel: “Feliz aquela que acreditou” (Lc 1, 45).

“E o Magnificat, este canto ao Deus vivo e operante na história é um hino de fé e de amor, que brota do coração da Virgem. Ela viveu com fidelidade exemplar e guardou no mais íntimo do seu coração as palavras de Deus ao seu povo, as promessas feitas a Abraão, Isaac e Jacó”, destacou Bento XVI. 

O Papa lembrou ainda que Deus aguarda seus filhos, de forma que os fiéis não caminham sozinhos e, indo ao outro mundo, encontram a bondade da Mãe, o Amor eterno.  “Deus nos espera: esta é a grande alegria e a grande esperança que nasce exatamente desta festa. Maria nos visita, é a alegria da nossa vida e é a esperança da nossa alegria”. 

Fonte:http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=287117

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