Em construção...

Em construção...

Em construção...

Em construção...

Em construção...

Em construção...

Em construção...

Em construção...

Em construção...

Em construção...

20 de agosto de 2012

Quem é Jesus para você?

Jesus perguntou aos seus discípulos e pergunta a cada um de nós: “E vós, quem dizeis que eu sou?” (Mt 16, 15).


Em certo momento de nossa vida de cristãos, nos será revelada a resposta a esta questão. Deus se revela a nós para que O conheçamos e, conhecendo-O, possamos responder a essa questão, como Pedro respondeu: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo” (Mt 16, 16). Naquele momento, Deus-Pai revelou a Pedro a identidade de Jesus Cristo e isso determinou a vida e a missão do Apóstolo. Pois, Deus se revela ao homem para que este seja participante de Sua vida e da Sua ação neste mundo.
Na profissão de fé de Pedro se revela o desígnio de Deus a seu respeito. Como primeiro entre os apóstolos, ele é chamado a confirmar na fé os seus irmãos. Porém, a sua vocação não se realizou por suas próprias forças. Temos uma prova disso logo depois de Jesus dizer que sobre Pedro edificará a Sua Igreja e lhe entregar as chaves do Reino dos Céus (cf. Mt 16, 18-19). O Mestre disse aos discípulos que deveria ir a Jerusalém, sofrer muito da parte dos anciãos, do sumo sacerdote e dos mestres da Lei, seria morto e ressuscitaria ao terceiro dia (cf. Mt 16, 21).
Pedro, sem pensar muito, disse: “Deus não permita tal coisa, Senhor! Que isto nunca te aconteça!” (Mt 16, 22). Tendo ouvido isso, Jesus repreende-o: “Vai para longe, Satanás! Tu és para mim uma pedra de tropeço, porque não pensas as coisas de Deus mas sim as coisas dos homens!” (Mt 16, 23). Depois da linda confissão de fé de Simão Pedro: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo” (Mt 16, 16), ele demonstra que não havia entendido nada do desígnio de Deus a respeito do sacrifício de Jesus e muito menos a respeito dele.
Isso fica claro quando Jesus é preso no monte das Oliveiras. Pedro, tentando defender o Mestre, toma a espada e corta a orelha de um dos servos dos sumo sacerdote (cf. Jo 18, 10). Novamente, Simão é repreendido por Jesus que diz: “Guarda a tua espada na bainha. Será que não vou beber o cálice que o Pai me deu?” (Jo 18, 11). Logo depois, Pedro seguiu Jesus e foi interrogado por três vezes se ele não era um dos discípulos de Cristo. Ele negou Jesus nessas três vezes e, como havia sido dito pelo Mestre, imediatamente o galo cantou (cf. Jo 18, 13-27).
Mesmo depois de tudo isso, Jesus aparece a Pedro e aos discípulos e confirma-o na sua missão. Ele pergunta a Pedro três vezes se ele O ama. Pedro, por sua vez, repete também por três vezes que O ama. Em resposta, por três vezes, Jesus confirma-o dizendo: “Apascenta as minhas ovelhas”. Depois, Ele continuou dizendo com que tipo de morte Pedro glorificaria a Deus (cf. Jo 21, 15-20).
Como compreender que Pedro, depois de tudo que fez, decepcionado consigo mesmo, ainda pode realizar a missão que Jesus lhe confiou? Para responder esta questão, nos voltamos para o acontecimento do Pentecostes. Depois, da morte, ressurreição e ascensão de Jesus, em obediência a Ele, os apóstolos e discípulos estavam reunidos em Jerusalém, juntamente com a Virgem Maria (cf. At 1, 14). Eles estavam unidos em oração quando receberam o Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas (cf. At 2, 4).
Depois de receber o dom do Espírito, Pedro começou a pregar e, de uma só vez, mais de três mil pessoas se converteram. O segredo do êxito de Pedro foi a fidelidade na oração em comum, juntamente com Maria, a Mãe de Jesus. Se queremos ser fiéis à vocação que o Senhor nos confiou, perseveremos na oração na Igreja, em comunidade, junto com Nossa Senhora. Maria, que é cheia do Espírito Santo, nos dá a docilidade necessária para a ação do Espírito em nós. Pelo mesmo Espírito, professamos a nossa fé em Jesus Cristo e podemos ser fiéis à vocação que Ele nos confiou.

19 de agosto de 2012

A Resposta Católica: A Igreja alguma vez já proibiu a leitura da bíblia?

Padre Paulo Ricardo nos explica que a Igreja nunca proibiu a leitura da Bíblia, mas sim, orientou que a lêssemos segundo o Magistério da Igreja.



Testemunho de Fé: Solenidade da Assunção da Bem-aventurada Virgem Maria


A Glória que está conosco
"Maria, quando subiu aos céus em corpo e alma, não foi afastada da Igreja e da humanidade. Plenamente redimida e configurada ao Cristo ressuscitado, a sua divina maternidade se alarga do Filho Jesus a todos os seus discípulos. Mais ainda, a humanidade inteira encontra nela a mãe de todos os viventes".
"A sua condição celeste tornou-a próxima. Para a nossa imaginação, estar na glória poderia nos fazer pensar numa distância daquilo que existe ainda no tempo; mas na verdade é o contrário: a glória inclui o tempo, o supera e também o abraça. As aparições da Virgem são como se a glória se apresentasse e se fizesse entrever de forma especial e em certa medida sensível dentro de nossos limites, marcados pelo espaço e envolvidos pelo tempo: limites comparáveis a um fino véu que em alguns casos se abre ao mundo celeste, ou seja, ao mundo do Senhor ressuscitado e de seus santos".


18 de agosto de 2012

III Campanha Nacional de Consagrações a Virgem Maria

Lançada no último dia 15, Solenidade da Assunção de Nossa Senhora, a III Campanha Nacional de Consagrações à Virgem Maria.


No ano de 2010 e 2011, aconteceram a I e II Campanha Nacional de Consagrações a Virgem Maria, pelo método de São Luís Maria Grignion de Montfort, segundo o seu livro “Tratado da Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem“. Nessas Campanhas, mais de 3 mil pessoas cadastradas se consagraram a Maria. Porém, estima-se que, contando as pessoas que não se inscreveram, mais de 10 mil pessoa fizeram sua consagração total a Nossa Senhora.
Neste ano de 2012, no qual comemoramos 300 anos do “Tratado”, espera-se que o número de consagrações aumente. A Beatificação do Papa João Paulo II, que tinha como lema “Totus Tuus”, que exprime sua consagração a Maria, também nos faz pensar que muitas pessoas se sintam motivadas a fazer suas consagrações.
Para mais informações, acesse o site do Consagra-te. Nele você poderá se inscrever e saber como e quando será feita a consagração. Não tenha medo de consagrar-se, pois o fim último da consagração a Maria é Jesus Cristo (cf. TVD 61).


Qual a importância do culto a Nossa Senhora na vida do cristão?


O Papa Bento XVI, na Solenidade da Assunção da Virgem Maria, celebrada no dia 15 (quarta-feira) em Castel Gandolfo, na Itália, nos recorda a importância do culto a Nossa Senhora na Igreja. Segundo ele, as palavras de Maria: “Todas as gerações, de agora em diante, me chamarão feliz” (Lc 1,48), são uma profecia para toda a história da Igreja. Estas “indicam que é um dever da Igreja recordar a grandeza de Nossa Senhora para a fé”. Ele também diz que a Solenidade da Assunção é um convite para louvar Deus, e olhar para a grandeza de Nossa Senhora, para que O conheçamos na face dos seus.
Segundo o Santo Padre, o Magnificat, canto ao Deus vivo, que age na história, é um “hino de fé e de amor, que brota do coração da Virgem”. Ela viveu com fidelidade a Palavra de Deus dada a Abraão, Isaac e Jacó, e as guardou no mais íntimo do seu coração, até torná-la disponível para acolher em seu ventre o Verbo de Deus feito carne. Grávida de Jesus, Maria visita sua prima Isabel. Ela experimentou a visita de Deus com o nascimento de João Batista, mas também com visitação de Maria, a Nova Arca da Aliança, que porta o Filho de Deus.
Na Assunção de Maria, vemos que em Deus há espaço para o homem. Ele mesmo é a casa com muitas moradas da qual fala Jesus (cf. Jo 14, 2). Maria, que está unida a Deus, não se distancia de nós, pois Deus está perto de todos nós. São Gregório Magno disse que o coração de São Bento tornou-se grande, por isso, toda a criação podia entrar em seu coração. Isso vale ainda mais para Maria, pois, “unidade totalmente a Deus, tem um coração tão grande que toda a criação pode entrar neste coração, e os testemunhos em todas as partes da terra o demonstram. Maria está perto, pode escutar, pode ajudar, está perto de todos nós”.
Em Deus há espaço para o homem e nele há espaço para Deus. “Vemos isso em Maria, a Arca Santa que porta a presença de Deus”. Esta presença de Deus, que ilumina o mundo na sua tristeza, em seus problemas, se realiza na fé. Pela fé abrimos as portas para Deus, como Maria se abriu. Abrindo-nos a Deus, não perdemos nada, mas, ao contrário, nossa vida torna-se rica e grande. “Deus nos espera”, esta é a grande alegria e a grande esperança que nasce desta festa.
Ao final de sua catequese, Bento XVI nos convida a confiar na materna intercessão da Virgem Maria, para que Deus nos ajude a reforçar nossa fé na vida eterna e a viver bem o tempo que Deus nos oferece com a esperança. Não uma esperança como uma nostalgia do Céu, mas um desejo vivo e operante de Deus. Esta esperança nos torna peregrinos incansáveis, dando-nos a coragem e a força da fé que, ao mesmo tempo, é coragem e força no amor.

17 de agosto de 2012

Qual é a diferença entre a bíblia católica e a bíblia protestante?


Padre Paulo Ricardo nos explica a diferença e a história da bíblia católica para a bíblia protestante.




15 de agosto de 2012

“Maria tem um coração alargado como o de Deus”, lembra Bento XVI

O Papa Bento XVI celebrou, na manhã desta quarta-feira, 15, a Santa Missa na paróquia pontifícia de “São Tomás de Villanova”, em Castel Gandolfo. Neste dia, a Igreja celebra a Solenidade da Assunção da Virgem Maria. O Pontífice lembrou, na homilia, que na Assunção é possível ver que há espaço para o homem em Deus e que Maria, estando unida a Ele, não se distancia, mas participa da presença de Deus e tem um coração grande como o Dele.

Acesse
.: NA ÍNTEGRA: Homilia de Bento XVI – Festa da Assunção de Maria – 15/08/2012


“Em Deus, há espaço para o homem, e Deus está perto, e Maria, unida a Deus, está muito perto, tem um coração alargado como o coração de Deus”, disse o Papa. Ele também destacou outro aspecto, que é o fato de haver espaço no homem para Deus. E esta presença, segundo o Pontífice, se realiza na fé. “Na fé abrimos as portas do nosso ser para que Deus entre em nós, para que Deus possa ser a força que dá vida e caminho ao nosso ser”. 

Bento XVI explicou que a solenidade da Assunção é um convite para louvar a Deus e olhar para a grandeza de Nossa Senhora, “para que conheçamos Deus na face dos seus”. Para explicar o porquê de Maria ser glorificada na assunção ao céu, o Papa citou o trecho do Evangelho de São Lucas, em que se vê a raiz da exaltação e do louvor à Maria na expressão de Isabel: “Feliz aquela que acreditou” (Lc 1, 45).

“E o Magnificat, este canto ao Deus vivo e operante na história é um hino de fé e de amor, que brota do coração da Virgem. Ela viveu com fidelidade exemplar e guardou no mais íntimo do seu coração as palavras de Deus ao seu povo, as promessas feitas a Abraão, Isaac e Jacó”, destacou Bento XVI. 

O Papa lembrou ainda que Deus aguarda seus filhos, de forma que os fiéis não caminham sozinhos e, indo ao outro mundo, encontram a bondade da Mãe, o Amor eterno.  “Deus nos espera: esta é a grande alegria e a grande esperança que nasce exatamente desta festa. Maria nos visita, é a alegria da nossa vida e é a esperança da nossa alegria”. 

Fonte:http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=287117

14 de agosto de 2012

Semana Nacional da família: só há um modelo de família a seguir: A sagrada família de Nazaré: Jesus, Maria e José.


A Família é o santuario da vida! Deus quiz que o homem e a mulher, unidos pelo matrimônio, gerassem uma nova vida. Meus amados só há um modelo de família a seguir: A sagrada família de Nazaré: José, Maria e Jesus. Pai, mãe e filho. Mesmo que o mundo queira nos impor outro modelo de família, não podemos aceitar. Por misericórdia, não podemos condenar, nem discriminar! Mas nos conformar com a forma deste mundo Jamais. É tempo de decidir ser de Deus. Se somos Dele, não podemos servir e seguir o mundo: Ou Santos ou nada!!!!

13 de agosto de 2012

Maria, rainha das vocações

A vocação da Virgem Maria ilumina as nossas vocações e nos ajuda a dar uma resposta ao chamado de Deus.


A vocação, antes de se tornar uma escolha pessoal, é um chamado de Deus. “A vocação — antes de se tornar um fato interior na pessoa, antes de revestir a forma de uma escolha e de uma decisão pessoal — reporta-se a uma outra escolha anterior, da parte de Deus, que precedeu a escolha e a decisão humana” (Beato João Paulo II). De modo semelhante ao acontecimento da “Anunciação”, no qual um anjo anuncia a Maria que ela seria a Mãe do Salvador (cf. Lc 1, 31), o Senhor nos chama a uma vocação dentro da Igreja. No silêncio, na humildade, na simplicidade, Nossa Senhora ouviu a Deus e, a princípio, ficou perplexa: “Como acontecerá isso, se eu não conheço homem?” (Lc 1, 34).
Nós também podemos ficar perplexos quando nos percebemos chamados por Deus. A primeira reação é de nos esquivar, de encontrar alguma desculpa. Mas, como a Virgem Maria, nós somos impelidos pelo Espírito Santo a dar o nosso sim, a dizer como ela: “Eis aqui a serva do Senhor! Faça-se em mim segundo a tua palavra”. (Lc, 1, 38). Maria nos ensina a ser dócil a Deus a aceitar a Sua vontade em nossas vidas.
A resposta ao chamado de Jesus comporta tomar a Sua cruz: “Se alguém quer vir após mim, renuncie a si mesmo, tome sua cruz e siga-me (Mt 16, 24). Em algum ponto de nossa caminhada com Cristo, passaremos pela experiência do Calvário, pela dor, pelo sofrimento. Foi assim com Maria ao ver Jesus crucificado. Como foi profetizado, uma espada de dor traspassou a sua alma (cf. Lc 2, 35). Cristo abraçou a cruz do sofrimento e, no auge da Sua dor, nos dá consolação para o nosso sofrimento. Jesus nos deu Nossa Senhora por nossa Mãe (cf. Jo 19, 27).
Além de nos consolar, dando-nos Maria por nossa Mãe, Jesus nos recomendou a ela, quando disse: “Mulher, eis aí teu filho” (Jo 19, 26). Assumindo-nos como filhos, ela cuida de nossa vocação, está unida a nós em oração para que sejamos fiéis. Como os discípulos depois da Ascensão de Jesus, somos chamados a nos unir com Maria em nossa oração em comum. Precisamos nos unir à nossa comunidade, aos nossos amigos, mas principalmente a Maria, a rainha das vocações.
Maria foi Mãe biológica e espiritual de Jesus Cristo. Foi também Mãe espiritual dos apóstolos e discípulos de Jesus, orava com eles e os encorajava em sua vocação e missão. Na história da Igreja, são incontáveis os santos homens e mulheres de Deus que confiaram suas vocações a Mãe de Deus. Por isso, não tenhamos medo de confiar as nossas vocações a Virgem Maria, ela está conosco, nos consola em nossas aflições, nos ajuda em nossas tentações e tribulações. Confiemo-nos a Nossa Senhora, rainha das vocações.

Vocação de profeta




“Disse Jeremias aos dignitários e a todo o povo: o Senhor incumbiu-me de profetizar para esta casa e para esta cidade através de todas as palavras que ouvistes” (Jr 26, 12).

O Senhor suscitou Jeremias, e muitos outros profetas, para falar ao Povo de Deus sobre a necessidade da conversão. Em tempos nos quais o Povo começava a desviar-se do caminho da justiça, da Lei do Senhor, Ele suscitou no meio dele os profetas. Estes não falavam de si mesmos, mas da parte de Deus, convidando o Povo à conversão.
Hoje, como naquele tempo, somos chamados a ouvir a voz de Deus através dos profetas. Somos chamados à conversão, à mudança de vida, a deixar o pecado, a idolatria e tudo que não condiz com a nossas condição de cristãos. Não devemos perseverar nos caminhos que nos afastam de Deus e nos levam à perdição. O Senhor nos envia os profetas porque Ele não quer a nossa perdição, mas, ao contrário, quer a nossa salvação.
Quem são esses profetas em nosso tempo?
Como no tempo de Jeremias, no qual havia no meio do povo profetas, em nosso tempo o Senhor suscita profetas. Pessoas que tenham coragem de anunciar a Palavra de Deus, que tenham coragem de denunciar as injustiças e de chamar o Povo de Deus à conversão. Mas, por que não se ouve mais as vozes dos profetas? Será por que não existe mais necessidade de profetas? Ou, será que os profetas que o Senhor suscita no meio do seu povo estão com medo de perder a sua vida, como perdeu a vida João Batista? (cf. Mt 14, 10).
Talvez, os profetas que o Senhor envia para o Povo de nosso tempo sejamos eu e você. Deus nos envia a anunciar a Palavra de Deus com destemor e ousadia. Pois, nos dias de hoje há muitas pessoas que, como nós, precisam de conversão. Porque somos pecadores, não queremos aceitar o chamado de Deus. Mas, podemos e devemos lutar contra nossos pecados, responder ao chamado de Deus à conversão e à vocação de profeta.
O medo da perseguição também nos leva a desistir da vocação de anunciar a Boa Nova de Jesus Cristo. Jeremias também teve medo, mas deixou-se seduzir pelo Senhor (Jr 20, 7) e foi em frente. Ele foi profeta para seu povo num tempo muito difícil, no qual era necessário que ele profetizasse, pois muitos estavam para perder-se em meio ao pecado, à idolatria. Como ele, somos chamados a vencer o medo e a assumir a vocação que o Senhor nos confiou.
Para assumir a vocação de profeta, temos uma vantagem em relação a Jeremias. Temos a Virgem Maria, a Mãe de Jesus, que nos acolhe, nos ajuda a vencer os nossos pecados e o medo de assumir o chamado de Deus. Ela é Mãe solícita, cuidadosa, quer gerar em nós a fibra dos mártires. Como Maria visitou João Batista, ainda no ventre de Isabel, ela quer nos visitar. Nossa Senhora, aquela que é cheia de graça (cf. Lc 1, 28), quer nos visitar para nos dar a mesma experiência que deu a João Batista.
Quando Maria saúda Isabel, João estremece no seu ventre e fica cheia do Espírito Santo (cf. Lc 1, 41). Nossa Senhora quer visitar a cada um de nós, que somos chamados a anunciar o Evangelho, e fazer que tenhamos essa experiência com o Espírito de Deus. Pois, somente no poder do Espírito poderemos anunciar com fidelidade a Palavra do Senhor.
Não tenhamos medo nos entregar inteiramente à Virgem Maria, pois ela quer formar as feições do Seu Filho Jesus Cristo em nós. Sejamos dóceis a ela e ao Espírito Santo, para que nos tornemos, cada vez mais, homens e mulheres conforme a vontade de Deus e fiéis à vocação que o Senhor nos confiou.

Fonte:http://blog.cancaonova.com/tododemaria/

A Resposta Católica: Podemos rezar os salmos de maldição?


Padre Paulo Ricardo explica neste episódio do programa "A Reposta Católica" o que são os salmos imprecatórios, conhecidos como salmos de maldição e quais as orientações da Igreja sobre eles e como utilizá-los.




Aula Ao Vivo: Nova Ordem Mundial


Amanhã, dia 14 de agosto, às 21h00, Padre Paulo Ricardo ministrará mais uma Aula ao Vivo. O tema abordado será a Nova Ordem Mundial e como seu projeto de governança mundial passa necessariamente pela desconstrução (= destruição) dos valores judaicos-cristãos, mais precisamente da Igreja Católica Apóstolica Romana.
Para a implantação da Nova Ordem Mundial existem ainda outras ações que estão influenciando diretamente a vida de todas as pessoas e que são apresentadas sistematicamente até que sejam aceitas pela sociedade, dentre elas: o laicismo, o hedonismo, o consumismo, o gaysismo, o abortismo, o ecologismo, o pacifismo e outros “ismos” que estão presentes na vida cotidiana de todos, sem exceção.
Para saber como identificar e prevenir-se, permanencendo fiel ao Santo Evangelho e à Igreja, assista a Aula ao Vivo de amanhã. Além disso, convide seus amigos, ajudem-nos a divulgar a aula, para que o maior número possível de pessoas tomem conhecimento dessa verdadeira apostasia que está se aproximando cada vez mais do nosso país e do mundo.
Não perca!




Todos os Direitos Reservados. Tecnologia do Blogger.