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13 de agosto de 2012

Maria, rainha das vocações

A vocação da Virgem Maria ilumina as nossas vocações e nos ajuda a dar uma resposta ao chamado de Deus.


A vocação, antes de se tornar uma escolha pessoal, é um chamado de Deus. “A vocação — antes de se tornar um fato interior na pessoa, antes de revestir a forma de uma escolha e de uma decisão pessoal — reporta-se a uma outra escolha anterior, da parte de Deus, que precedeu a escolha e a decisão humana” (Beato João Paulo II). De modo semelhante ao acontecimento da “Anunciação”, no qual um anjo anuncia a Maria que ela seria a Mãe do Salvador (cf. Lc 1, 31), o Senhor nos chama a uma vocação dentro da Igreja. No silêncio, na humildade, na simplicidade, Nossa Senhora ouviu a Deus e, a princípio, ficou perplexa: “Como acontecerá isso, se eu não conheço homem?” (Lc 1, 34).
Nós também podemos ficar perplexos quando nos percebemos chamados por Deus. A primeira reação é de nos esquivar, de encontrar alguma desculpa. Mas, como a Virgem Maria, nós somos impelidos pelo Espírito Santo a dar o nosso sim, a dizer como ela: “Eis aqui a serva do Senhor! Faça-se em mim segundo a tua palavra”. (Lc, 1, 38). Maria nos ensina a ser dócil a Deus a aceitar a Sua vontade em nossas vidas.
A resposta ao chamado de Jesus comporta tomar a Sua cruz: “Se alguém quer vir após mim, renuncie a si mesmo, tome sua cruz e siga-me (Mt 16, 24). Em algum ponto de nossa caminhada com Cristo, passaremos pela experiência do Calvário, pela dor, pelo sofrimento. Foi assim com Maria ao ver Jesus crucificado. Como foi profetizado, uma espada de dor traspassou a sua alma (cf. Lc 2, 35). Cristo abraçou a cruz do sofrimento e, no auge da Sua dor, nos dá consolação para o nosso sofrimento. Jesus nos deu Nossa Senhora por nossa Mãe (cf. Jo 19, 27).
Além de nos consolar, dando-nos Maria por nossa Mãe, Jesus nos recomendou a ela, quando disse: “Mulher, eis aí teu filho” (Jo 19, 26). Assumindo-nos como filhos, ela cuida de nossa vocação, está unida a nós em oração para que sejamos fiéis. Como os discípulos depois da Ascensão de Jesus, somos chamados a nos unir com Maria em nossa oração em comum. Precisamos nos unir à nossa comunidade, aos nossos amigos, mas principalmente a Maria, a rainha das vocações.
Maria foi Mãe biológica e espiritual de Jesus Cristo. Foi também Mãe espiritual dos apóstolos e discípulos de Jesus, orava com eles e os encorajava em sua vocação e missão. Na história da Igreja, são incontáveis os santos homens e mulheres de Deus que confiaram suas vocações a Mãe de Deus. Por isso, não tenhamos medo de confiar as nossas vocações a Virgem Maria, ela está conosco, nos consola em nossas aflições, nos ajuda em nossas tentações e tribulações. Confiemo-nos a Nossa Senhora, rainha das vocações.

Vocação de profeta




“Disse Jeremias aos dignitários e a todo o povo: o Senhor incumbiu-me de profetizar para esta casa e para esta cidade através de todas as palavras que ouvistes” (Jr 26, 12).

O Senhor suscitou Jeremias, e muitos outros profetas, para falar ao Povo de Deus sobre a necessidade da conversão. Em tempos nos quais o Povo começava a desviar-se do caminho da justiça, da Lei do Senhor, Ele suscitou no meio dele os profetas. Estes não falavam de si mesmos, mas da parte de Deus, convidando o Povo à conversão.
Hoje, como naquele tempo, somos chamados a ouvir a voz de Deus através dos profetas. Somos chamados à conversão, à mudança de vida, a deixar o pecado, a idolatria e tudo que não condiz com a nossas condição de cristãos. Não devemos perseverar nos caminhos que nos afastam de Deus e nos levam à perdição. O Senhor nos envia os profetas porque Ele não quer a nossa perdição, mas, ao contrário, quer a nossa salvação.
Quem são esses profetas em nosso tempo?
Como no tempo de Jeremias, no qual havia no meio do povo profetas, em nosso tempo o Senhor suscita profetas. Pessoas que tenham coragem de anunciar a Palavra de Deus, que tenham coragem de denunciar as injustiças e de chamar o Povo de Deus à conversão. Mas, por que não se ouve mais as vozes dos profetas? Será por que não existe mais necessidade de profetas? Ou, será que os profetas que o Senhor suscita no meio do seu povo estão com medo de perder a sua vida, como perdeu a vida João Batista? (cf. Mt 14, 10).
Talvez, os profetas que o Senhor envia para o Povo de nosso tempo sejamos eu e você. Deus nos envia a anunciar a Palavra de Deus com destemor e ousadia. Pois, nos dias de hoje há muitas pessoas que, como nós, precisam de conversão. Porque somos pecadores, não queremos aceitar o chamado de Deus. Mas, podemos e devemos lutar contra nossos pecados, responder ao chamado de Deus à conversão e à vocação de profeta.
O medo da perseguição também nos leva a desistir da vocação de anunciar a Boa Nova de Jesus Cristo. Jeremias também teve medo, mas deixou-se seduzir pelo Senhor (Jr 20, 7) e foi em frente. Ele foi profeta para seu povo num tempo muito difícil, no qual era necessário que ele profetizasse, pois muitos estavam para perder-se em meio ao pecado, à idolatria. Como ele, somos chamados a vencer o medo e a assumir a vocação que o Senhor nos confiou.
Para assumir a vocação de profeta, temos uma vantagem em relação a Jeremias. Temos a Virgem Maria, a Mãe de Jesus, que nos acolhe, nos ajuda a vencer os nossos pecados e o medo de assumir o chamado de Deus. Ela é Mãe solícita, cuidadosa, quer gerar em nós a fibra dos mártires. Como Maria visitou João Batista, ainda no ventre de Isabel, ela quer nos visitar. Nossa Senhora, aquela que é cheia de graça (cf. Lc 1, 28), quer nos visitar para nos dar a mesma experiência que deu a João Batista.
Quando Maria saúda Isabel, João estremece no seu ventre e fica cheia do Espírito Santo (cf. Lc 1, 41). Nossa Senhora quer visitar a cada um de nós, que somos chamados a anunciar o Evangelho, e fazer que tenhamos essa experiência com o Espírito de Deus. Pois, somente no poder do Espírito poderemos anunciar com fidelidade a Palavra do Senhor.
Não tenhamos medo nos entregar inteiramente à Virgem Maria, pois ela quer formar as feições do Seu Filho Jesus Cristo em nós. Sejamos dóceis a ela e ao Espírito Santo, para que nos tornemos, cada vez mais, homens e mulheres conforme a vontade de Deus e fiéis à vocação que o Senhor nos confiou.

Fonte:http://blog.cancaonova.com/tododemaria/

A Resposta Católica: Podemos rezar os salmos de maldição?


Padre Paulo Ricardo explica neste episódio do programa "A Reposta Católica" o que são os salmos imprecatórios, conhecidos como salmos de maldição e quais as orientações da Igreja sobre eles e como utilizá-los.




Aula Ao Vivo: Nova Ordem Mundial


Amanhã, dia 14 de agosto, às 21h00, Padre Paulo Ricardo ministrará mais uma Aula ao Vivo. O tema abordado será a Nova Ordem Mundial e como seu projeto de governança mundial passa necessariamente pela desconstrução (= destruição) dos valores judaicos-cristãos, mais precisamente da Igreja Católica Apóstolica Romana.
Para a implantação da Nova Ordem Mundial existem ainda outras ações que estão influenciando diretamente a vida de todas as pessoas e que são apresentadas sistematicamente até que sejam aceitas pela sociedade, dentre elas: o laicismo, o hedonismo, o consumismo, o gaysismo, o abortismo, o ecologismo, o pacifismo e outros “ismos” que estão presentes na vida cotidiana de todos, sem exceção.
Para saber como identificar e prevenir-se, permanencendo fiel ao Santo Evangelho e à Igreja, assista a Aula ao Vivo de amanhã. Além disso, convide seus amigos, ajudem-nos a divulgar a aula, para que o maior número possível de pessoas tomem conhecimento dessa verdadeira apostasia que está se aproximando cada vez mais do nosso país e do mundo.
Não perca!




12 de agosto de 2012

Lançamento do DVD "Antropologia e Escatologia"


Amanhã, dia 07 de agosto, às 21h00, Padre Paulo Ricardo fará a apresentação do DVD"Antropologia e Escatologia", que é o último volume do curso de Introdução à Teologia, produzido pela Editora Ecclesiae.
Os demais títulos são: Vaticano II: Ruptura ou Continuidade?Teologia Fundamental I;Teologia Fundamental IITrindadeCristologia e Soteriologia.
Na Aula ao Vivo, Padre Paulo falará sobre este e também sobre os demais produtos da série lançados pela Editora Ecclesiae. Veja aqui todo o material disponível assinado pelo Padre Paulo Ricardo: http://www.ecclesiae.com.br
Prestigie a Aula ao Vivo. Convide seus amigos e ajude-nos a divulgar!!
Para adquirir o DVD Antropologia e Escatologia acesse:http://www.ecclesiae.com.br/Apologética/Antropologia-e-Escatologia/flypage.tpl.html


9 de agosto de 2012

A internet debilita a vida espiritual, afirmam católicos asiáticos

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Taipei (Quinta-feira, 09-08-2012, Gaudium Press) Foi realizado recentemente em Taipei um Seminário de Intercâmbio Cultural de Jovens Universitários Católicos do Leste da Ásia com o tema "Internet Addiction" (O vício da Internet).

O encontro, que durou uma semana com análise, partilha e intercâmbio de experiências à luz dos ensinamentos da Igreja, contou com a presença de trinta delegados provenientes do Japão, Coréia do Sul, Taiwan e Hong Kong.
Nesse evento, foi lançado um alerta aos jovens de todo o mundo sobre o fato de que a internet toma muito tempo dos jovens hoje em dia. As consequências disso são o enfraquecimento: da vida de fé, da formação do espírito cristão e do relacionamento interpessoal, especialmente com os familiares.
O Seminário de Intercâmbio Cultural de Jovens Universitários Católicos do Leste da Ásia é um evento anual organizado pela secção do Leste da Ásia do Movimento Internacional de Estudantes Católicos (IMCS, International Movement Catholic Students), sendo realizado num país membro, sobre um tema atual. (EPC)


7 de agosto de 2012

Missa recorda um mês de falecimento de Dom Eugênio Sales

Nesta terça-feira, 7, a Arquidiocese do Rio de Janeiro se uniu em oração para manifestar a esperança cristã na vida eterna em honra do Cardeal Eugênio de Araujo Sales, falecido no dia 9 de julho

Na cripta da Catedral Metropolitana, onde o cardeal foi sepultado, o Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta presidiu a Missa de 30º dia, pedindo para que Dom Eugênio contemple nos Céus os mistérios que celebrou na Terra.

A Celebração Eucarística foi concelebrada pelos Bispos Auxiliares da Arquidiocese, além dos vigários episcopais, demais sacerdotes e diáconos. Fiéis e amigos de Dom Eugênio também participaram e emocionados, rezaram pelo “intrépido pastor”.

À luz do Evangelho, Dom Orani ressaltou que a vida não termina nesse mundo e por isso, ao mesmo tempo em que a pessoa vai envelhecendo, no seu interior, ela vai amadurecendo para poder entrar na vida eterna:

"A Palavra de Deus recorda que, mesmo que a pessoa humana vá deteriorando aos poucos a sua vida, o homem interior vai crescendo cada vez mais até poder viver eternamente junto do Senhor, junto do Pai. Aqueles que viveram no seu dia a dia a fé, crendo em Cristo e o anunciando, com o passar do tempo, a vida vai se esvaindo, mas sabemos que não termina aqui. Na verdade a vida continua. (...) Aquele que por mais de 30 anos esteve presente como Arcebispo desta Arquidiocese, como Cardeal, depois como Arcebispo Emérito, tenho certeza de que do Céu ele intercede e vela por todos nós", pontuou.

O Arcebispo agradeceu pela vida de Dom Eugênio, lembrou algumas de suas obras como o trabalho junto aos menos favorecidos, a Campanha da Fraternidade entre tantas outras ações pastorais, sociais e caritativas realizadas pelo saudoso cardeal, e motivou os presentes a continuarem essa missão deixada por ele:

"A melhor maneira de correspondermos aquilo que nós herdamos é continuarmos a missão que recebemos. Todos nós de certa forma que continuamos aqui podemos levar adiante essa bela herança, rica em conteúdo, em trabalhos com a mesma criatividade que Dom Eugênio desenvolveu em seu tempo. Sabemos que ele foi inovador em muitas situações, seja nas questões sociais, na Campanha da Fraternidade, na preocupação com os menos favorecidos, etc. Queremos pedir ao Senhor para que ao acolher esse nosso irmão na eternidade, que possamos fazer jus a essa herança", disse.

Com lágrimas nos olhos, Maria Luiza de Almeida contou que era adoradora na Igreja de Sant’Ana e nessa época, pode conhecer Dom Eugênio — adorador Número Um do Santuário de Adoração Perpétua. Vinda da Região dos Lagos, Maria Luiza partilhou a sua emoção em poder se despedir do Cardeal.

"Eu fui paroquiana na Igreja de São Sebastião, na Tijuca e sempre que havia alguma celebração aqui na Catedral com Dom Eugênio, eu e minha mãe participávamos. Sempre falávamos com ele, ele era muito solicito. Também fui adoradora noturna e tive a oportunidade de estar com Dom Eugênio na Igreja de Sant’Ana, onde ele também era adorador... Agora eu moro na Região dos Lagos e não pude vir na missa das exéquias, vi apenas pela televisão. Também não pude vir para o sétimo dia, mas hoje Graças a Deus pude vir ao Rio de Janeiro me despedir dele que era tão querido", afirmou.

Após a Missa, todos os celebrantes dirigiram-se até o túmulo de Dom Eugênio, onde juntos entoaram a Antífona Mariana Salve Regina (Salve Rainha, em Latim).

Fonte:http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=287041

Ausência do pai pode causar problemas para a criança

Andar de bicicleta e soltar pipa são brincadeiras que quase sempre aprendemos com os nossos pais. Só que hoje a figura paterna na estrutura familiar é cada vez mais reduzida. 

Especialistas afirmam que essa ausência pode gerar filhos inseguros e até com problemas psicológicos. 

Assista à reportagem

                              
Mesmo tímida, a pequena Maria Eduarda, diz o que mais gosta de fazer com o pai. "Muita coisa. Brincar com ele"

Ser pai é o sonho de muitos homens. Deivisson Bicalho já realizou o seu. "Sempre tive vontade de ser pai e ter uma filha... e veio duas", conta.  

Seja adotivo ou biológico a figura paterna é imprescindível na formação dos filhos. Do ponto de vista psicológico é aquele que impõem limites.

"Aquele que introduz um 'não' para as crianças, um não que vai ser a base de toda estruturação da futura lei, da capacidade do indivíduo se ligar e se organizar em função das regras sociais", explica Orestes Diniz Neto, professor de psicologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). 

Mesmo brincalhão, quando necessário, Deivisson diz ser exigente. "Se tiver que pôr de castigo, eu ponho de castigo, chamo a atenção, eu não dou essa moleza não". 

A ausência da figura paterna na infância pode gerar desequilíbrios no futuro. Já nos lares onde os pais são presentes... 

"Todas as pesquisas mostram que pais nesse estilo desenvolvem filhos que têm menos doenças psicológicas, que atingem melhor nível de escolaridade, atingem um nível de realização profissional melhor, que divorciam menos", enfatiza Orestes Diniz. 

A imagem do pai bonzinho, amigão é vista com bons olhos, mas não ser confundida com amizade. Na sociedade atual, este comportamento está cada vez mais comum, mas os psicólogos fazem um alerta.

"Na relação paterna e materna há hierarquia. Não é a toda que, na nossa sociedade, a gente reserva a palavra 'pai' apenas para um indivíduo e não para um conjunto de indivíduos. Sendo assim, pai tem que ser algo muito mais importante do que um amigo. Ele tem que ser pai", destaca o psicólogo.  

Na estrutura familiar, o pai deve ser aquele que brinca, aquele que apresenta os limites, e principalmente, aquele oferece aos filhos muito amor.

Fonte:http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=287039     

CNBB divulga mensagem aos Diáconos Permanentes do Brasil

Na próxima sexta-feira, 10, a Igreja recorda o "dia do diácono", na festa de São Lourenço, diácono, mártir e patrono dos diáconos. Para destacar a importante data, o Presidente da Comissão para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB, Dom Pedro Brito Guimarães, enviou nesta terça-feira, 7, uma mensagem para saudar a todos os que exercem o diaconato permanente no Brasil. 

Na mensagem, Dom Pedro destaca que a "diaconia da Igreja decorre da sua íntima união à missão do próprio Cristo", que se coloca na condição de Servo. Portanto, afirma o bispo, "quem aceita seguir Jesus, como seu discípulo, assume a condição de servo, com a vocação de servir”. 

Leia abaixo a mensagem na íntegra:

Mensagem aos Diáconos Permanentes do Brasil

Amados irmãos diáconos,
Tenho Sede!

A diaconia da Igreja decorre da sua íntima união à missão do próprio Cristo, que disse de si mesmo: "Pois o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida em resgate por muitos" (Mc 10,45). Jesus definiu a sua missão como um serviço que, no fundo, era a realização da vontade do Pai e do seu desígnio de salvação. É assim que Ele se apresenta como Servo que deseja ser reconhecido, seguido e imitado: "eu estou no meio de vós como aquele que serve" (Lc 22,27); "Dei-vos o exemplo para que vós possais agir como Eu agi em relação a vós" (Jo 13,15). A atitude do servo supõe a obediência. Servir é obedecer e pôr a vida a serviço da vontade e do projeto do Pai que O enviou. "É preciso que o mundo saiba que eu amo o Pai e faço como o Pai me mandou" (Jo 14,31). Portanto, quem aceita seguir Jesus, como seu discípulo, assume a condição de servo, com a vocação de servir.

A diaconia na Igreja católica tem a sua origem na diaconia de Jesus. O diaconato é sacramento da caridade aos pobres e excluídos. Vocês, caros diáconos, “são ordenados para o serviço da Palavra, da caridade e da liturgia, especialmente para os sacramentos do batismo e do matrimônio; também para acompanhar a formação de novas comunidades eclesiais, especialmente nas fronteiras geográficas e culturais, onde ordinariamente não chega a ação evangelizadora da Igreja” (DAp 205). Isto quer dizer que vocês, diáconos, não são ordenados para vocês mesmos, nem para se colocar acima dos demais leigos, nem para desempenhar funções diferentes da dos presbíteros e dos bispos, mas para a missão, além do mundo que nos rodeia, para além das fronteiras da fé. Pelo testemunho de vida doada à missão, incorporados a Jesus Cristo, servo e servidor, vocês, por meio do sacramento da ordem, devem revelar a dimensão especial da diaconia do ministério ordenado, ajudando a construir um mundo mais de acordo com o projeto de Deus.

O Concílio Vaticano II, no texto da restauração do diaconado, lembra: “dedicados aos ofícios da caridade e da administração, lembrem-se os diáconos do conselho do bem-aventurado Policarpo: ‘Misericordiosos e diligentes, procedam em harmonia com a verdade do Senhor, que se fez servidor de todos’” (LG 29).

Por causa da dupla sacramentalidade, é de particular importância para vocês, diáconos, chamados a serem homens de comunhão e de serviço, a capacidade de inter-relações com todos. Vocês são diáconos na família, na Igreja, na sociedade e nos locais de convivência e de trabalho. Isto exige que vocês sejam, a exemplo de Abraão, obedientes, acolhedores, diligentes, caridosos (Gn 22,1ss;18,1ss), afáveis, hospitaleiros, sinceros nas palavras e no coração, prudentes e discretos, generosos e disponíveis no serviço, capazes de se oferecer pessoalmente e de suscitar, em todos, relações genuínas e fraternas, prontos a compreender, perdoar e consolar.

Os elementos que mais caracterizam a espiritualidade diaconal são a opção pelo serviço, missão e partilha de vida, a exemplo do amor de Jesus Cristo, que não veio para ser servido, mas para servir. Vocês, diáconos, devem, por isso, ser formados para adquirir, cotidiana e progressivamente as atitudes, que, embora não sejam exclusivamente do diácono, são sinais deste ministério: a simplicidade de coração, o dom total e desinteressado de si, o amor humilde e serviço aos irmãos, sobretudo aos mais pobres, sofredores e necessitados, e a escolha de um estilo de vida baseada na partilha, na pobreza e na missão.

O ministério que vocês recebem tem como missão ajudar a abrir os olhos da Igreja e da sociedade para enxergar a realidade dos pobres, excluídos, marginalizados, desamparados. Ao mesmo tempo suscitar ações, não apenas momentâneas e circunstanciais, mas permanentes, que conduzam à recuperação completa do bem estar e da cidadania cristã dos assaltados pelo capitalismo desumano. O diácono é construtor da solidariedade, na medida em que, pelo seu ministério da caridade, anima e suscita a solidariedade e o serviço em toda a Igreja.

Por ocasião da festa do mártir São Lourenço, patrono dos diáconos, celebrada no dia 10 de agosto, manifestamos nossa cordial saudação a todos vocês, diáconos permanentes do Brasil, com suas famílias - esposas, filhos e filhas -, bem como aos candidatos das Escolas Diaconais, às Diaconias e à Comissão Nacional dos Diáconos. Lembrando, por fim, o que diz o Documento de Aparecida: “A V Conferência espera dos diáconos um testemunho evangélico e impulso missionário para que sejam apóstolos em suas famílias, em seus trabalhos, em suas comunidades e nas novas fronteiras da missão” (DAp 208).

Esperamos que as Diretrizes para o Diaconado Permanente da Igreja no Brasil passem a ser o manual de instrução, a fim de que o diaconado seja implantado em todas as dioceses do Brasil.

Que Maria, serva e mãe do Belo Amor, que guardou e meditou radicalmente a Palavra de Deus em seu coração, sirva de modelo para o serviço que vocês exercem na Igreja e na sociedade.

“Amo a todos vocês no Cristo Jesus” (1Cor 16,24).

Com minha bênção,

Dom Pedro Brito Guimarães,
Arcebispo de Palmas e Presidente da Comissão para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada

Brasília-DF, 7 de agosto de 2012


fonte:http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=287042

Congresso teológico: mais uma iniciativa pelo Ano da Fé

Dioceses e paróquias de todo o país estão organizando diversas iniciativas para preparar os fiéis católicos para o Ano da Fé, proclamado pelo Papa Bento XVI para o período de 11 de outubro de 2012 a 24 de novembro de 2013. Como parte dessas iniciativas, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) promove daqui a exatamente um mês o Congresso Teológico.

O evento será realizado na PUC-PR, em Curitiba (PR), de 7 a 9 de setembro de 2012. As inscrições começaram em 25 de Junho e terminam no próximo dia 19. O assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé, padre Antônio Luiz Catelan Ferreira, informou que os objetivos principais do evento estão ligados entre si: a comemoração dos 20 anos do Catecismo da Igreja Católica e uma preparação para o Ano da Fé. 

Sobre o Catecismo, o padre lembrou que este passou sim por algumas modificações ao longo do tempo, mas nada que alterasse sua mensagem principal. “A edição de 1992, que completa 20 anos, foi feita originalmente em francês. Alguns anos depois, foi feita a edição típica em latim com algumas pequenas alterações para deixar mais precisas algumas afirmações, alguns contextos, mas não houve mudança de conteúdo de modo algum”, disse o padre. 

Catecismo: como utilizá-lo?

Sendo um livro importante por conter a doutrina da Igreja Católica, o Catecismo deve ser difundido e estudado pelos cristãos, o que nem sempre aconteceu. “No Brasil, devido ao contexto em que a gente vivia 20 anos atrás, parece que o catecismo, embora editado no país por diversas editoras, não teve grande repercussão ou no mínimo a repercussão merecida pelo Catecismo no âmbito teológico, na formação dos catequistas e assim por diante”. 

E tendo em vista a necessidade dos católicos conhecerem o Catecismo, o sacerdote elencou duas medidas a serem adotadas. A primeira delas é pensar sobre a atitude com relação ao Magistério da Igreja que, segundo o padre, expressa a fé cristã. 

“O Catecismo é uma publicação do Magistério da Igreja, é a expressão magisterial do conjunto da fé cristã. A gente precisa ter essa atitude adequada e correta em relação o magistério, compreender que seu papel é a exposição, a proposição da fé, e assim podermos recebê-lo com respeito”.

O outro ponto é estudar o Catecismo e utilizá-lo para conhecer com exatidão a fé da Igreja. Padre Antônio acredita que o livro deve sempre estar presente, por exemplo, na formação dos catequistas. “O Catecismo deveria ser também um livro que o católico tenha consigo em casa e que o consulte, depois de ter feito esse estudo e tê-lo conhecido inteiro, toda vez que tiver dúvida sobre algum ponto”. 

Programação e Ano da Fé


A estrutura do Congresso está preparada para receber 300 pessoas. De acordo com padre Antônio, um dos palestrantes mais esperados é o arcebispo e secretário da Congregação para a Doutrina da Fé, Dom Luis F. Ladaria, que foi professor de Teologia por muitos anos. 

A programação também inclui conferências sobre o catecismo, o Ano da Fé, perspectivas que o Congresso vai abrir e dimensão pessoal e eclesial da fé cristã. Além disso, o evento organiza quatro grupos temáticos: fontes do catecismo, temas teológicos transversais, temas referentes à catequese e tema da fé, de modo amplo. 

E não basta falar sobre o Ano da Fé, mas, a pedido do Papa, os fiéis precisam viver intensamente esse tempo para redescobrirem o valor da fé cristã. Para que isso aconteça, padre Antônio deu duas orientações.

“Primeiramente, penso que devem (os fiéis) estar atentos às iniciativas que vão ser realizadas pelas paróquias e dioceses às quais pertencem. Há todo um incentivo por parte do Papa, e também da CNBB, para que as dioceses insiram realmente no planejamento, e as paróquias também, atividades relativas ao Ano da Fé, que possam participar e aproveitar. Os fiéis também devem estar atentos aos meios de comunicação, porque às vezes a paróquia não consegue oferecer tudo aquilo o que uma rede de comunicação católica consegue”, finalizou.

Fonte:http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=287025

1 de agosto de 2012

Você sabe qual é a sua vocação?

O mês de agosto começa amanhã. Para os católicos, este é o mês das vocações, o período de celebrar o chamado que Deus faz para cada um, convidando ao exercício da ordem ou à vida em família, por exemplo. Seja qual for a vocação, ela existe e vai sendo descoberta aos poucos.

Para o padre Carlos Alberto Victal, da Comunidade Canção Nova, a dedicação de um mês inteiro para falar sobre vocação é um trabalho vocacional da Igreja no Brasil. O objetivo é valorizar o chamado de Deus para cada um de seus filhos, em especial os batizados, que são chamados a evangelizar. 


A cada semana deste mês, os católicos refletem sobre determinado tipo de vocação. No primeiro Domingo, celebra-se a vocação dos Ministros Ordenados (bispos, padres e diáconos). No segundo, a vocação da Vida em Família (em sintonia com a Semana Nacional da Família). 

Já no terceiro domingo, a Igreja volta as atenções para a vocação da Vida Consagrada, que inclui religiosas, religiosos, leigas e leigos consagrados. No último domingo do mês, é a vez de celebrar a vocação dos Ministros Não Ordenados (todos os cristãos leigos e leigas).

“Tudo isso para valorizar o chamado que Deus faz a cada cristão, a cada batizado, a trabalhar no seu Reino para que este seja construído de forma intensa com o trabalho de cada um que dá o seu ‘sim’ a este chamado”, enfatizou padre Carlos.

O sacerdote informou que a palavra ‘vocação’ vem do latim vocare, que significa chamado. Com esse chamamento, Deus convida todos a participarem da implantação de seu Reino, cada um a seu modo. “Cada um na sua forma de vida, mas dedicando-se ao trabalho no Reino de Deus. Ou seja, eu dou o meu ‘sim’ e colaboro para a construção do Reino de Deus onde Ele me chama”. 

E aqueles que têm dificuldade em descobrir qual é a sua vocação não precisam se preocupar. De acordo com padre Carlos, a vocação vai sendo descoberta conforme a pessoa vai caminhando na vida e ficando atenta ao que Deus lhe fala. 

“Penso que a vocação vai construindo-se à medida que eu vou respondendo ‘sim’ aos apelos do Senhor. Hoje, Deus me pede para dar catequese, então eu dedico minha vida a isso. Depois eu vejo que isso não me basta, vejo que Deus está me pedindo mais. Toda vocação começa simples e pequena quando eu me dedico ao que Deus me pede no momento”. 

O sacerdote lembrou ainda que a melhor preparação para que se possa vivenciar bem este mês das vocações é estar atento à Palavra de Deus, ao desejo que Ele tem para cada um em especial. 

“Deus vai falando, orientando através das pregações, dos retiros, das homilias que são feitas nas várias Missas dominicais e nós temos que estar atentos ao que Deus está falando. Então eu vou respondendo à Palavra do Senhor. Eu creio que, estando atento, a gente faz uma ótima preparação para valorizar o chamado de Deus, especificamente o chamado que Ele faz a cada um de maneira pessoal”.


Fonte:http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=286943

27 de julho de 2012

Os Sete Sacramentos

Retirado do
Catecismo Maior de São Pio X
Quarta Parte
Dos Sacramentos

Dos Sacramentos em Geral


§ 1º. - Natureza dos Sacramentos

515) De que trata a quarta parte da Doutrina Cristã?
A quarta parte da Doutrina Cristã trata dos Sacramentos.

516) Que se entende pela palavra “Sacramento”?
Pela palavra Sacramento entende-se um sinal sensível e eficaz da graça, instituído por Jesus Cristo, para santificar as nossas almas.

517) Por que chamais aos Sacramentos sinais sensíveis e eficazes da graça?
Chamo aos Sacramentos sinais sensíveis e eficazes da graça, porque todos os Sacramentos significam, por meio de coisas sensíveis, a graça divina que eles produzem na nossa alma.

518) Explicai com um exemplo como os Sacramentos são sinais sensíveis e eficazes da graça.
No Batismo, o ato de derramar a água sobre cabeça da pessoa, e as palavras: Eu te batizo, isto é, eu te lavo, em nome do Padre e do Filho e do Espírito Santo, são um sinal sensível do que o Batismo opera na alma; porque assim como a água lava o corpo, assim a graça, dada pelo Batismo, purifica a alma, do pecado.

519) Quantos e quais são os Sacramentos?
Os Sacramentos são sete, a saber: Batismo, Confirmação, Eucaristia, Penitência, Extrema-Unção, Ordem e Matrimônio.

520) Quantas coisas se requerem para fazer um Sacramento?
Para fazer um Sacramento requerem-se a matéria, a forma, e o ministro, que tenha intenção de fazer o que faz a Igreja.

521) Que é a matéria dos Sacramentos?
A matéria dos Sacramentos é a coisa sensível que se emprega para os fazer; como, por exemplo, a água natural no Batismo, o óleo e o bálsamo na Confirmação.

522) Que é a forma dos Sacramentos?
A forma dos Sacramentos são as palavras que se proferem para os fazer.

523) Quem é o ministro dos Sacramentos?
O ministro dos Sacramentos é a pessoa que faz ou confere os Sacramentos.

§ 2o - Do efeito principal dos Sacramentos, que é a graça

524) Que é a graça?
A graça de Deus é um dom interior, sobrenatural, que nos é dado sem merecimento algum da nossa parte, mas pelos merecimentos de Jesus Cristo, em ordem à vida eterna.

525) Como se divide a graça?
Divide-se a graça em: graça santificante, que se chama também habitual; e graça atual.

526) Que é a graça santificante?
A graça santificante é um dom sobrenatural, inerente à nossa alma, que nos faz justos, filhos adotivos de Deus e herdeiros do Paraíso.

527) Quantas espécies há de graça santificante?
Há duas espécies de graça santificante: graça primeira, e graça segunda.

528) Que é a graça primeira?
A graça primeira é aquela pela qual o homem passa do estado de pecado mortal ao estado de justiça, de amizade com Deus.

529) E que é a graça segunda?
A graça segunda é um aumento da graça primeira.

530) Que é a graça atual?
A graça atual é um dom sobrenatural que ilumina a nossa inteligência, move e fortalece a nossa vontade, a fim de que pratiquemos o bem e evitemos o mal.

531) Podemos nós resistir à graça de Deus?
Sim, podemos resistir à graça de Deus, porque ela não destrói o nosso livre arbítrio.

532) Com as nossas forças, podemos nós fazer alguma coisa que nos seja útil para a vida eterna?
Sem o auxílio da graça de Deus, só com as nossas forças, não podemos fazer nada que nos seja útil para a vida eterna.

533) Como nos comunica Deus a graça?
Deus nos comunica a graça principalmente por meio dos santos Sacramentos.

534) Além da graça santificante, conferem-nos os Sacramentos mais outra graça?
Os Sacramentos, além da graça santificante, conferem também a graça sacramental.

535) Que é a graça sacramental?
A graça sacramental consiste no direito que se adquire, recebendo qualquer Sacramento, de ter em tempo oportuno as graças atuais necessárias, para cumprir as obrigações que derivam do Sacramento recebido. Assim, quando fomos batizados, recebemos o direito a ter as graças necessárias as para vi vermos cristãmente.

536) Dão sempre os Sacramentos a graça a quem os recebe?
Os Sacramentos dão sempre a graça, contanto que se recebam com as disposições necessárias.

537) Quem deu aos Sacramentos a virtude de conferir a graça?
Foi Jesus Cristo que, por sua Paixão e Morte, deu aos Sacramentos a virtude de conferir a graça.

538) Quais são os Sacramentos que conferem a primeira graça santificante?
Os Sacramentos que conferem a primeira graça santificante, que nos faz amigos de Deus, são dois: Batismo e Penitência.

539) Como se chamam, por este motivo, estes dois Sacramentos?
Estes dois Sacramentos, isto é, o Batismo e a Penitência, chamam-se por este motivo Sacramentos de mortos, porque são instituídos principalmente para restituir a vida da graça às almas mortas pelo pecado.

540) Quais são os Sacramentos que aumentam a graça em quem a possui?
Os Sacramentos que aumentam a graça em quem a possui, são os outros cinco, isto é, a Confirmação, a Eucaristia, a Extrema-Unção, a Ordem e o Matrimônio, os quais conferem a graça segunda.

541) Como se chamam, por esse motivo, estes cinco Sacramentos?
Estes cinco Sacramentos, isto é, a Confirmação, a Eucaristia, a Extrema-Unção, a Ordem e o Matrimônio, chamam-se Sacramentos de vivos, porque aqueles que os recebem, devem estar isentos de pecado mortal, quer dizer, já vivos pela graça santificante.

542) Que pecado comete quem recebe um Sacramento de vivos, sabendo que não está em estado de graça?
Quem recebe um Sacramento de vivos, sabendo que não está em estado de graça, comete um grave sacrilégio.

543) Quais são os Sacramentos mais necessários para nossa salvação?
Os Sacramentos mais necessários para nossa salvação, são dois: o Batismo e a Penitência; o Batismo é necessário absolutamente para todos, e a Penitência é necessária para todos aqueles que pecaram mortalmente depois do Batismo.

544) Qual é o maior de todos os Sacramentos?
O maior de todos os Sacramentos é o Sacramento da Eucaristia, porque contém não só a graça, mas também ao mesmo Jesus Cristo, autor da graça e dos Sacramentos.

§ 3º. - Do caráter que imprimem alguns Sacramentos

545) Quais são os Sacramentos que se podem receber uma só vez?
Os Sacramentos que se podem receber uma só vez, são três: Batismo, Confirmação e Ordem.

546) Por que os três Sacramentos, Batismo, Confirmação e Ordem só se podem receber uma vez?
Os três Sacramentos, Batismo, Confirmação e Ordem, podem-se receber uma só vez, porque imprimem caráter.

547) Que é o caráter que cada um destes três Sacramentos imprime na alma?
O caráter impresso na alma em cada um destes três Sacramentos, é um sinal espiritual que nunca se apaga.

548) Para que serve o caráter que estes três Sacramentos imprimem na alma?
O caráter que estes três Sacramentos imprimem na alma, serve para nos distinguir, no Batismo como membros de Jesus Cristo, na Confirmação como seus soldados, na Ordem como seus ministros.




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