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16 de julho de 2013

Cardápio especial será servido ao Papa Francisco e a doze jovens dos cinco continentes

Cardápio especial será servido ao Papa Francisco e a doze jovens dos cinco continentes
Blog Evangelizando!

Um dos encontros da programação especial do Papa Francisco na Jornada Mundial da Juventude (JMJ Rio 2013) é o almoço com 12 jovens representantes dos cinco continentes. A refeição será realizada na sexta-feira, 26, no Palácio São Joaquim, residência oficial do arcebispo do Rio de Janeiro e presidente do Comitê Organizador Local (COL) da JMJ, dom Orani João Tempesta. Os preparativos estão sendo organizados por uma equipe comandada pela irmã Zilá, superiora do Palácio, e o cardápio ficou por conta da cozinheira Juraciara Nabuco. A acolhida do Papa será com simplicidade.

Paroquiana de São Mateus no bairro Oswaldo Cruz, Juraciara já trabalha há cinco anos no Palácio. Ela conta que não imaginava cozinhar para o Papa. "Eu não acredito até agora. É uma coisa inacreditável", diz emocionada.

Para a ocasião, a cozinheira programou um prato especial: arroz com abóbora, invenção dela, filé recheado com queijo provolone e aspargo na manteiga. Para beber, vinho, e de sobremesa, o Papa e os jovens terão três opções, uma delas será mousse de maracujá. Segundo a irmã Zilá, a sobremesa foi um pedido da comitiva do Vaticano, que alegou que todos que vêm ao Brasil e provam o mousse, gostam.

Um pouco de história

Construído na primeira década do século XX, o Palácio é parte da história do início da república brasileira. Foi a residência oficial do primeiro cardeal da América Latina, o cardeal Arco Verde, e faz parte de um acordo entre Igreja e Estado.

Na época, início do regime republicano do Brasil, a capital do Estado, que até então era o Rio de Janeiro, construiu o palácio para ser uma das repartições públicas do novo governo. No mesmo período, a Santa Sé decidiu enviar um cardeal para a Província do Prata formada por Paraguai, Uruguai, Argentina e Brasil, a mais antiga da América Latina. O país escolhido foi a Argentina, mas ainda ia precisar construir um palácio para o cardeal.

O governo brasileiro acreditava que a presença do cardeal no país reforçaria o novo sistema político e por isso ofereceu o palácio recém-construído para ser a residência oficial. Assim, o Vaticano transferiu o cardeal para o Brasil que foi morar no Rio de Janeiro em vez de em Buenos Aires. O Palácio, por sua vez, construído em divisões de salas, precisou ser adaptado para abrigar o cardeal Arco Verde.

Acervo artístico do Palácio

O projeto imponente do arquiteto espanhol Morales de Los Rios, tem um estilo eclético próprio da época que rompia com o antigo e tentava inovar. Construído em pó de pedra, o material mais moderno e valioso do início do séc. XX, o Palácio tem poucos elementos religiosos. Os estuques são com flor de acanto e as pinturas de istence dos corredores são com elementos fitomórficos. Os poucos elementos religiosos foram colocados na adaptação do Palácio.

De acordo com o Padre Wanderson Guedes, restaurador formado pela escola de Belas Artes, a Capela e a Sala do Trono foram adaptadas. "Os estuques da Sala do Trono foram adaptados com elementos religiosos. A capela do Palácio não é uma capela projetada. Ela não tem nada que marque a estrutura de uma capela", diz.

Os móveis do Palácio são de diferentes épocas e estilos. Do período pré-colonial ao eclético, todos foram construídos com madeira nobre. E o jardim do Palácio tem a preocupação de retratar as de diferentes regiões e climas do Brasil com várias árvores frutíferas como saputi, eugenia e manga.


E uma curiosidade: o Palácio São Joaquim fica no bairro da Glória, vizinho ao bairro sede do governo local da época, o Palácio do Catete. Segundo padre Guedes, isso mostra outra característica da época, a busca por manter Igreja e Estado próximos, apesar da separação do Regime Republicano.

Fonte: Rio 2013

Palavra do Pastor: “Com Maria no Caminho da Fé”

Palavra do Pastor: “Com Maria no Caminho da Fé”
Blog Evangelizando!

Será esta a décima primeira vez em que estaremos realizando a CAMINHADA COM MARIA por ocasião da Solenidade de Nossa Senhora da Assunção, Padroeira da Cidade de Fortaleza no dia 15 de agosto.

Esta caminhada teve início na abertura das comemorações dos 150 Anos da Diocese de Fortaleza no ano 2003. Fomos estimulados pelo Beato Papa João Paulo II com sua carta Rosarium Virginis Mariae e a proposta de uma manifestação mariana neste ano especial destinado ao Rosário da Virgem Maria.

Assim procuramos refazer o caminho dos inícios da fé católica e mariana nas origens da cidade de Fortaleza, com uma caminhada que, partindo do Santuário de Nossa Senhora da Assunção na Barra do Ceará, ponto primeiro de devoção mariana trazida pelos portuguêses nos inícios da colonização nestas terras, para a Catedral Metropolitana, passando pela Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção, depois conquistada dos holandeses que aí se estabeleceram, o que deu origem ao vilarejo da Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção, inícios da cidade que ainda hoje carrega este nome.

Neste ano, em continuação do ano 2012, estamos vivendo o ANO DA FÉ, estabelecido pelo Papa Emérito Bento XVI. O mesmo se encerrará no próximo mês de novembro. Nada mais oportuno para reavivar a fé de nosso povo que volta às suas fontes cristãs: católica e mariana.

Mais que refazer um trajeto histórico de percurso da imagem venerada de Nossa Senhora da Assunção, da Barra do Ceará à Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção, vamos ao conteúdo da fé, contemplado e meditado com a oração do Rosário da Virgem Maria: 20 mistérios etapas da vida de Cristo e de Maria. Este caminho do rosário é síntese do caminho de fé de todo cristão. Parte de um encontro com Deus que é encontro com Seu Filho feito homem no seio da Virgem Maria. Depois esta entrada de Deus na vida humana marca um trajeto e estilo de vida no Amor a Deus e ao próximo que se consumará no Sacrifício da Cruz e na Ressurreição de Jesus com o dom do Espírito Santo e o nascimento da Igreja em seus caminhos pelo mundo rumo à glória do Reino de Deus definitivo, contemplado em Maria, Rainha do Céu e da Terra.

Este itinerário é ícone para toda a humanidade, que nele contempla o significado da história humana e sua meta.

Portanto, a oração do rosário mariano não é apenas a repetição mecânica de certa quantidade de Pai-nosso e Ave-Maria, mas profunda contemplação do Evangelho de Cristo, da Palavra de Deus, do viver em Cristo. Com Maria, Sua e nossa Mãe (cf. Jo 19, 26-27) aprendemos do vivo testemunho o como viver em Cristo. Por isso a levamos para a casa como o apóstolo João – e a nossa casa comum é a Igreja inserida neste mundo rumo ao Pai Celeste.

Refazer esta caminhada física e espiritualmente renova as convicções da Fé e o sentido de viver na cidade terrena como semeadura e cultivo do viver definitivo na Cidade Celeste.

Esta CAMINHADA COM MARIA, não nos afasta absolutamente de Cristo, mas a Ele nos faz tudo referir como princípio, caminho e meta de nossa Fé. Esta mesma caminhada não nos aliena do compromisso com este mundo no qual vivemos, mas a ele nos integra de modo ainda mais responsável, como chão onde se caminha para a Vida definitiva. Nele vivemos o Amor que se tornará pleno e eterno.

+ José Antonio Ap. Tosi Marques
Arcebispo Metropolitano de Fortaleza

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