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15 de julho de 2013

Eu quero ser santo!

Eu quero ser santo!
Blog Evangelizando!

Buscar uma vida de santidade, fazendo escolhas por aquilo que realmente dá sentido a nossa existência, não cedendo as tentações e impulsos das soluções mais fáceis, pede de nós, sangue, suor e lágrimas. É uma constante vigília pela construção daquilo que queremos no mais intimo. Ser feliz dá trabalho, porém compensa todo esforço! Ser santo é ser feliz!

Contudo, deram um sentido pejorativo a expressão “Ser santo”. Fizeram parecer uma vivência de tristeza que elimina da pessoa a possibilidade de viver com intensidade. Quando alguém afirma “não sou santo”, geralmente está querendo significar: “não sou escrupuloso e me dou o direito de investir em minha alegria”.

Só que nessa dinâmica o indivíduo já incutiu, mesmo que inconscientemente, que ele deve ser politicamente correto – o que muitas vezes o leva a compartilhar das ideias da multidão, independente se é correto, ético, moral, ou o melhor para o ser humano; e que para ser feliz, ele terá que, caso for preciso, prejudicar quem estiver no meio do seu caminho, e que os prazeres devem ser desfrutados a todo custo, mesmo que após venha a ser prejudicial ao indivíduo.

Então, na sociedade de hoje, as pessoas, dizem comumente “não sou nenhum santo” excluindo de sua vida o desejo de investirem verdadeiramente na felicidade que Deus nos destinou. O resultado são pessoas condicionadas mais pelos impulsos que pela inteligência, ideologias que espalham um falso moralismo e o esvaziamento das dimensões mais intimas e profundas da pessoa. Basta prestarmos bem a atenção se, onde e no que a grande massa diz encontrar prazeres, existem pessoas realmente felizes?

Se dinheiro trouxesse felicidade não haveria entre os abastados materialmente, pessoas destituídas de sentido. Se o sexo, enquanto ato e enquanto pseudo ‘escolha de gênero’ fosse “tudo”, não haveria gente infeliz entre os chamados ‘profissionais do sexo’.
Se o uso de drogas, tanto as lícitas, quanto as que estão defendendo que sejam liberadas, quanto as não lícitas, resolvessem os problemas de alguém, essa pessoa não precisaria buscar novamente o alívio e recorrer outra vez ao entorpecente, assim correndo o risco, de no mínimo, investir contra sua integridade física.

Porém, quando estudamos a biografia de um Santo, o que podemos perceber? Felicidade! Alegria e sentido existencial.

Isso quer dizer que os santos não sofreram? Claro, que não! Os santos sofreram, lutaram, se decepcionaram, tiveram grandes desafios em suas vidas, como todo ser humano, igual a mim e a você, mas encontraram um motivo maior e mais nobre que justificava todo o esforço e significado em cada uma de suas labutas. Sabiam para onde caminhar, “porque” e “para que” continuar caminhando e isso preenchia seus corações e suas almas. Não há uma história de vida de santo(a) que mostre ele(a) infeliz ou sem rumo.

O amor é a maior força dentro do ser humano, até mais que a vida e a liberdade. Quando não usamos nossa vida e nossa liberdade para amar a vida perde seu significado. A vida e a liberdade voltada para si mesmo, nos deixará enfadados, porque a felicidade só acontece quando amamos e o amor se faz pelo serviço. Só ama plenamente quem faz algo pelo bem do próximo. Quem não serve o outro com o que tem de melhor, com seus dons, não cresce como pessoa, daí sente-se infeliz.

Santidade é agir pelo amor. Os santos foram os homens e as mulheres do amor. Por isso, a santidade nos dá as ferramentas para viver a vida intensamente.

Mesmo após tomar a decisão por querer ser santo, é claro que algumas tendências ainda continuarão presentes em nós. Um santo não se faz de perfeição, mas de luta para amar sempre e da misericórdia do Senhor. O importante é a cada dia descobrir como podemos transferir esforços dos nossos anseios, desejos e potencialidades, ao invés de usá-los para o pecado, investi-los no amor. Sempre será uma luta dos nossos instintos contra nossa razão. Contudo, somos seres racionais que com a ajuda do Espirito Santo e auxílio da Virgem Maria, podemos fazer escolhas.


Em toda situação podemos dizer: “Eu quero ser santo!”

Sandro Ap. Arquejada
Colaborador do Blog Evangelizando
Sandro Aparecido Arquejada é missionário da Comunidade Canção Nova. Formado em administração de empresas pela Faculdade Salesiana de Lins (SP). Atualmente trabalha no setor de Novas Tecnologias da TV Canção Nova. É autor do livro: "Maria, humana como nós" e colunista do Portal Canção Nova, além de escrever para algumas mídias seculares. Blog: blog.cancaonova.com/sandro

Semana Missionária

Semana Missionária
Blog Evangelizando!

A JMJ Rio 2013 bate à nossa porta e é precedida pela Semana Missionária, que será realizada em todas as 275 circunscrições eclesiásticas brasileiras.

A Semana Missionária é a forma especial de a Igreja no Brasil viver o programa "Dias nas Dioceses"; será realizada uma semana antes da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) como forma de preparação para a chegada desse grande evento.

A Semana Missionária proporciona aos jovens peregrinos a possibilidade de conhecer a nossa vivência cristã, nosso trabalho social, cultural, trocar experiências e enriquecer a fé, conhecendo os costumes locais das outras circunscrições eclesiásticas que não a da nossa Arquidiocese. Os peregrinos, de uma forma bem especial, estarão sendo acolhidos em um lar por famílias hospitaleiras, calorosas e com afinidades nos valores cristãos e princípios éticos.

Nesse momento de preparação para a Jornada Mundial da Juventude, os jovens estrangeiros poderão deixar sua contribuição na igreja local para o processo evangelizador da juventude, além de participar de toda a programação preparada pela Diocese em que está peregrinando.

Porém, a Semana acontece em todas as dioceses, independentemente se terão presenças de peregrinos do exterior ou não. É um tempo em que os jovens viverão a “missão permanente” anunciada na V Conferência do Episcopado Latino Americano e Caribenho.

Os dias anteriores à Jornada Mundial da Juventude oferecem aos jovens vindos de fora do Brasil a possibilidade de passar um tempo de convivência com outros jovens brasileiros, em preparação à JMJ. São os até então conhecidos "Dias nas Dioceses" ou, simplesmente, "pré-Jornadas". No Brasil, o Pontifício Conselho para os Leigos (organismo do Vaticano responsável pela realização da JMJ) acolheu a nossa sugestão em conjunto com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) para que esses dias que antecedem a JMJ recebam o nome de "Semana Missionária". Esta é outra novidade desta JMJ Rio 2013. As Pré-Jornadas começaram em 1997. Por causa da JMJ de Paris, a Igreja na França promoveu esses encontros como um modo de facilitar a pastoral juvenil das dioceses francesas, de conseguir que a França inteira acolhesse os peregrinos vindos de outros países e de animar os jovens a participarem da JMJ. A experiência foi tão boa e significativa que foi adotada também nas JMJs seguintes da Itália, Canadá, Alemanha, Austrália e Espanha. Nesses países, as Pré-Jornadas incluíram atividades muito diversas: encontros com jovens e as famílias, concertos, vigílias de oração, trabalhos sociais para a comunidade ou os menos favorecidos etc.

A Semana Missionária tem uma programação que varia de diocese a diocese e integra atividades culturais, visitas históricas e momentos de festa, bem como tempos de oração e celebração nos santuários e locais de peregrinação que formam parte da identidade religiosa local.

É claro que em cada Diocese a Semana Missionária será vivida de uma maneira diferente, rica e multicultural. Os objetivos da Semana Missionária são muito parecidos com os da JMJ: primeiro um encontro pessoal com Cristo, que muda a vida e enche-a de alegria, especialmente nos sacramentos da Eucaristia e da Reconciliação. Uma rica experiência vital da universalidade da Igreja Católica como comunhão e da paternidade espiritual do Papa. Um grande redescobrimento da vocação batismal à santidade, chamando os jovens peregrinos a ser membros ativos da Igreja, responsáveis pela nova evangelização do mundo contemporâneo. De acordo com esses objetivos, a programação de atividades integra distintos tipos de eventos. Em primeiro lugar e principal: a oração: que os jovens tenham a oportunidade de participar da Eucaristia e de dedicar tempo à oração pessoal; a solidariedade: que pratiquem sua generosidade e sua responsabilidade social, dedicando algumas horas a ajudar em algum trabalho da Igreja com os necessitados, ou a contribuir com a solução de algum problema social, de acordo com as autoridades locais; a cultura: que conheçam as raízes cristãs de tantas manifestações da cultura ("a fé feita cultura", nas palavras de João Paulo II), e que produzam em seu conhecimento da fé, através de tantas manifestações das artes cristãs: ver como as gerações precedentes de cristãos evangelizaram pela arte. Aqui mesmo no Rio de Janeiro, nesta semana, inauguramos a bela mostra no museu nacional de Belas Artes – “A herança do sagrado”.

Aproveitemos a Semana Missionária para reafirmar o nosso compromisso com a transmissão da fé católica a todos. O Papa Francisco, na sua primeira encíclica diz que: "...a fé tem necessidade de um âmbito onde se possa testemunhar e comunicar, e que o mesmo seja adequado e proporcionado ao que se comunica" (LF 40). Testemunhemos, pela acolhida dos jovens peregrinos, a nossa fé e não tenhamos medo de abrir nossos corações para sermos anunciadores do Redentor! Será uma bela revolução para nossa mentalidade de “medo do outro” essa abertura ao peregrino, acolhendo-o como membro de nossa própria família.


Como Igreja viva, o povo de Deus se identifica com o projeto da Semana Missionária e acolhe de braços abertos os peregrinos do mundo inteiro que se propuserem a conhecer uma igreja com desafios e grandes alegrias. Sejam bem vindos!

Dom Orani João Tempesta
Bispos do Brasil - Arcebispo do Rio de Janeiro (RJ). Realizou seus estudos em São Paulo (SP), na Faculdade de Filosofia no Mosteiro de São Bento e no Instituto Teológico Pio XI, dos religiosos salesianos.

Testemunhar o Cristo Ressuscitado e sua misericórdia: compromisso dos jovens

Testemunhar o Cristo Ressuscitado e sua misericórdia: compromisso dos jovens
Blog Evangelizando!

Estamos às portas da Jornada Mundial da Juventude! Muitas são as expectativas! Os olhos dos fieis católicos do mundo estão voltados para este evento e não nos enganemos, aqueles que não são católicos também estão atentos e se questionando o por quê uma instituição milenar como a Igreja Católica optou sua ação evangelizadora tendo como prioridade a juventude. Reside no mistério da Igreja o mistério de Cristo, que morreu e ressuscitou pela humanidade. Esta verdade sempre faz a Igreja sempre nova e a cada dia ela se coloca diante do seu Senhor, Cristo, para buscar nEle a inspiração de sua ação. Optar pelos jovens é optar, hoje, por uma vida de sentido, de felicidade, de desejo de grandes verdades, de sonhos elevados...

Não se concebe uma Igreja Católica que não seja toda ela, por meio de cada batizado, missionária. Isso não é questão de simples generosidade, mas de fé generosa (Mt 5, 15-16); pois Cristo não é conhecido por aqueles que diariamente nos rodeiam.

Ora, bem se sabe que não basta ouvir falar de Cristo, que o Seu nome tenha chegado aos ouvidos ou que se saiba que Seu nome está entre os grandes homens da história. Isso é pouco, muito pouco para que Ele seja realmente encontrado. É preciso que sua realidade misteriosa tenha sido experimentada como realidade única e decisiva na vida de cada um.

A JMJ é por isso uma grande oportunidade missionária, pois o tema escolhido pelo Papa emérito, Bento XVI, foi: “Ide e fazei discípulos entre todas as nações” (Mt 28,19). Este tema vem de uma longa caminhada que teve seu auge na Conferência de Aparecida, quando os bispos da América Latina e Caribe provocaram a criação uma “cultura missionária”, isto é, cada batizado e batizada é discípulo de Cristo, mas é também missionário dEle e deve-se deixar ser tomado por esta Verdade e anunciá-La sempre e constantemente. A convocação do tema da Jornada Mundial remete à ordem do Senhor a seus Apóstolos e coloca a Jornada dentro da perspectiva de uma Igreja em estado permanente de missão.

A missão que recebemos como Igreja, como jovens, é a de anunciar a presença de Jesus Cristo Crucificado e Ressuscitado entre nós. Essa tarefa missionária é assumida especialmente nos dias da Semana Missionária da Jornada Mundial. Todos os jovens e todas as comunidades, junto com jovens peregrinos de outros países, estarão unidos no mesmo compromisso, testemunhar a grandeza do Evangelho.

A Jornada Mundial da Juventude não é apenas um evento isolado. Na verdade, é uma grande oportunidade para optar pelos jovens, ao mesmo tempo em que se concebe uma Igreja que coloca os jovens, em suas pastorais e movimentos como cruciais em sua vida e ação.


É tempo novo! A JMJ se aproxima! Com palavras novas, jeito novo, ousadia nova, caminhos novos, é preciso que se queira proclamar a vida de Jesus Cristo e o reino por Ele anunciado.Testemunhar o Cristo Ressuscitado e sua misericórdia é nossa missão e compromisso de batizados.

Geraldo Trindade 
Colaborador do Blog Evangelizando
Bacharel em filosofia pela Faculdade Arquidiocesana de Mariana, estudante de teologia no Seminário São José da arquidiocese de Mariana (MG). Blog: http://pensarparalelo.blogspot.com.br/

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