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13 de julho de 2013

As fases do Amor

As fases do Amor
Blog Evangelizando!

O amor gera a vida; o egoísmo produz a morte. A psicologia mostra hoje com toda clareza que as graves perversões morais tem quase sempre como causa principal uma frustração de amor. Os jovens se encaminham para as drogas, para o sexo vazio, para o alcoolismo e para tantas violências, porque são carentes de amor, desnutridos de amor. A pior anemia é a do amor. Leva à morte do espírito. Ninguém pode ser feliz se não for amado; se não fizer uma experiência de amor. Se isto é importante na infância e na adolescência, também na vida conjugal isto é verdade.

E esse amor conjugal começa a ser aprendido e treinado no namoro. Na longa viagem da vida conjugal, que começa no namoro, você precisa levar a bagagem do amor. Você amará de verdade o seu namorado, não só porque ele é simpático, bonito ou porque é um atleta, mas porque você quer o bem dele e quer ajudá-lo a ser ainda melhor, com a sua ajuda. Muitas vezes você quis e procurou uma namorada perfeita, ou um rapaz ideal, mas saiba que isto não existe.

A primeira exigência do amor é aceitar o outro como ele é, com todas as suas qualidades e defeitos. Só assim você poderá ajudá-lo a crescer, amando-o como ele é. Alguém já disse que o amor é mais forte do que a morte, e capaz de remover montanhas. O amor tem uma força misteriosa; quando você ama o outro gratuitamente, sem cobrar nada em troca, você desperta-o para si mesmo, revela-o a si mesmo, dá-lhe ânimo e vida, ressuscita-o. É com a chama de uma vela que você acende outra. É com a doação da sua vida que você faz a vida do outro reviver. Desde o namoro você precisa saber que “amar não é querer alguém construído, mas construir alguém querido.”

É claro que um casal se aproxima pelo coração, mas cresce pelo amor, que transcende os sentimentos e se enraíza na razão. Todo relacionamento humano só terá sentido se implicar no crescimento dos envolvidos. De modo especial no namoro e no casamento isto é fundamental. A ordem de Deus ao casal é esta: crescei. Deus não nos dá uma ajuda adequada para curtirmos a vida a dois; mas para crescermos a dois. Isto vale desde o namoro. E o que faz crescer é o fermento do amor. Ninguém melhor do que São Paulo expressou as exigências do verdadeiro amor: “O amor é paciente, O amor é bondoso. Não tem inveja. O amor não é orgulhoso. Não é arrogante. Nem escandaloso. Não busca os seus próprios interesses, Não se irrita, Não guarda rancor. Não se alegra com a injustiça, Mas se rejubila com a verdade. Tudo desculpa. Tudo crê, Tudo espera, Tudo suporta. O amor jamais acabará” (1Cor 13, 4-7).


Medite um pouco em cada linha deste hino do amor, e pergunte a você mesmo, se você está vivendo isto no seu namoro. Você é paciente com a namorada ou não, sabe se controlar diante dos defeitos dela? Você é bondoso para com ele, ou será que algumas vezes exige vingança, e quer ir à desforra por causa de algo que ele fez e que você não gostou? Ser bondoso é saber perdoar, é ser compreensivo e tolerante, sem ser conivente com o erro, claro. Será que você tem inveja dele porque ele a supera em certas atividades? Será que você é um namorado orgulhoso, que acha que só por ser homem já é suficientemente superior a ela? Se você não admite ser ultrapassado pelo outro nas coisas boas, saiba que você não o ama de verdade; pois, quando se ama queremos que o outro seja melhor que nós. Será que você não é arrogante, que se acha superior ao outro, e que quer sempre impor a sua vontade? Até que ponto você permite que a presunção o domine, fazendo-o achar-se o bom?


Saiba que a arrogância e a prepotência atravancam o caminho do amor e do crescimento do casal. Será que você é escandalosa, e parte para a chantagem emocional para conseguir aquilo que você não consegue pela força dos argumentos? Saiba que a gritaria é muitas vezes a linguagem dos fracos, que agem assim por falta de razões.

Será que você é egoísta no seu namoro, e ele tem que fazer tudo o que você quer? Aqui está a pedra de tropeço principal para muitos casais. Uma vez que o egoísmo é o oposto do amor, um casal egoísta pode ser comparado a duas bolas de bilhar: só se encontram para se chocarem e se afastarem em sentidos opostos… Será que você é daquelas que vive mau humorada ou que derruba o beiço por qualquer contrariedade? Será que você é daqueles que se irrita por qualquer coisinha dela que não esteja do seu gosto? Você perdeu a linha porque ele se atrasou quinze minutos? Você deixou o seu namoro azedar porque ele olhou apenas um instante para a outra moça que passou ao lado?

O amor não se irrita, não xinga, não ofende, não grita! O amor não guarda rancor, diz o apóstolo. É claro que haverá no namoro momentos de desencontros. São normais os pequenos desentendimentos. É fruto das diferenças individuais e das circunstâncias da vida. O feio não é brigar, mas não se reconciliar, não saber perdoar, não saber quebrar o silêncio mortal e manter o diálogo. Para evitar as brigas e desentendimentos é preciso saber combinar as coisas. O povo diz que aquilo que é combinado não é caro. Aprendam a combinar sobre o passeio, sobre as atividades que cada um gosta de fazer, etc… É preciso dizer aqui que a face mais bela do amor é a do perdão. Você tem o direito de ser perdoada, pois errar é humano; mas tem também o dever de perdoar quando ele errar e pedir perdão.

O gesto mais nobre de Jesus foi o de perdoar os algozes que o crucificavam. Não pode haver futuro para um casal que não sabe se perdoar mutuamente. Esta é a maior reserva de estabilidade para o casal. Outra face bela do amor é a fidelidade. Ser fiel ao outro não quer dizer apenas não ter outro parceiro; é muito mais do que isto, é ser verdadeiro em tudo. É não tapear o outro em nada. É não ser fingido, mascarado ou dissimulador. Se você mente para a sua namorada saiba que está destruindo o amor entre vocês. Nada é mais fatal para o amor! A mentira gera a desconfiança; a desconfiança gera o ciúme; o ciúme gera a briga e a separação. Ser fiel ao outro é saber respeitá-lo, defendê-lo, e não traí-lo de qualquer forma, seja por pensamentos ou palavras. Se você fizer dos seu namoro uma brincadeira de esconde-esconde, você estará brincando de amar, e isto é muito mal. Portanto, quebre toda falsidade, dissimulação e fingimento, porque isto destrói o amor.

A mentira tem pernas curtas, diz o povo; ela logo aparece, e quando isto ocorre deixa o mentiroso desqualificado, e não mais digno de confiança. Desde o namoro é preciso ter em mente que a beleza do amor está exatamente na construção da pessoa amada. É uma missão para gente madura, com grandeza de alma. Construir uma pessoa é educá-la em todos os aspectos, e isso é uma obra do coração. O amor tudo suporta, tudo crê, tudo espera; o amor não passa jamais. Não há o que o amor não possa fazer. Quando não ajudamos o outro a crescer é sinal de que o nosso amor por ele ainda é pequeno. Se o seu namoro não for um exercício constante do amor, ele ficará vazio, monótono, e sem sabor. E como a natureza tem horror ao vácuo, este vazio será preenchido por desentendimentos e brigas.

Namorando se aprende a amar, mas amando se aprende a namorar. Para você meditar:

Sete vezes menosprezei a minha alma
1. Quando a vi disfarçar-se com a humildade para alcançar a grandeza;
2. Quando a vi coxear na presença dos coxos;
3. Quando lhe deram para escolher entre o fácil e o difícil, e escolheu o fácil;
4. Quando cometeu o mal e consolou-se com a ideia de que outros cometem o mal também;
5. Quando aceitou a humilhação por covardia e atribuiu sua paciência à fortaleza;
6. Quando desprezou a lealdade de uma face que não era, na realidade, senão uma de suas próprias máscaras;
7. Quando considerou uma virtude elogiar e glorificar.


Prof. Felipe Aquino
Colaborador do Blog Evangelizando
O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova.

Aplicativos levarão informações da JMJ Rio 2013 a peregrinos e voluntários

Aplicativos levarão informações da JMJ Rio 2013 a peregrinos e voluntários
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Os peregrinos e voluntários da Jornada Mundial da Juventude (JMJ Rio 2013) já podem ficar por dentro de tudo o que vai acontecer no evento e ter informações sobre serviços existentes na cidade do Rio de Janeiro em tempo real e de qualquer lugar. Isso será possibilitado pelos dois novos aplicativos desenvolvidos para smartphones: o "Rio 2013 Oficial", para os peregrinos, e o "Voluntários JMJ Rio 2013", para os voluntários. Ambos estão disponíveis para Iphone e Android.

Os dois aplicativos vão ter informações sobre os Atos Centrais, as catequeses e os atos culturais, ou seja, eventos da agenda da Jornada. Além disso, eles vão disponibilizar informações sobre a localização de restaurantes e hotéis, hospitais e pontos turísticos e o esquema de transportes. As informações disponibilizadas pelos aplicativos poderão ser compartilhadas pelas redes sociais. Os aplicativos foram desenvolvidos pela empresa Módulo e o conteúdo, elaborado pelos setores do Comitê Organizador Local (COL) da JMJ Rio 2013.

O aplicativo para os peregrinos também vai possibilitar que os usuários marquem o evento na agenda de seus celulares. Já o dos voluntários terá uma função especial de "Abrir uma ocorrência". Nela, os voluntários poderão enviar informações da rua para a sala de gestão da JMJ Rio 2013, abrindo uma notificação para ajudar na tomada de decisões dos organizadores. Além disso, eles também poderão receber informações importantes sobre o voluntariado por meio das "Notificações".

O "Rio 2013 Oficial" tem acesso aberto, sem necessidade de preenchimento de campo de usuário e senha. Já para acessar o "Voluntários JMJ Rio 2013", os voluntários inscritos na JMJ devem utilizar o usuário e senha enviados por e-mail pelo setor de voluntários.

Segundo um dos responsáveis pelo conteúdo informativo dos aplicativos, Daniel Araújo, "o objetivo é situar os voluntários e peregrinos na cidade do Rio para poderem aproveitar ao máximo a JMJ".


Links para baixar os aplicativos oficiais da JMJ Rio2013:

App Peregrino
iPhone: http://goo.gl/prfZN
Android: http://goo.gl/6hCv4

App Voluntário
iPhone: http://goo.gl/2Gkyn
Android: http://goo.gl/nBvjF

Fonte: Rio 2013

Papa vai a garagem ver se padres estão usando carros "modestos"

Papa vai a garagem ver se padres estão usando carros "modestos"
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O Papa Francisco protagonizou nessa quinta-feira, 11, uma visita-surpresa à garagem do Vaticano para verificar se os clérigos católicos estão atendendo a seu pedido para que usem carros "modestos".

A visita do Papa à garagem não era esperada, disse uma fonte vaticana, mas é o reflexo dos recentes comentários do Pontífice sobre o que vê como a ostentação material de certos religiosos. "Meu coração dói quando vejo um padre usando o último modelo de um carro", declarou o Papa no fim de semana.

Na ocasião, ele pediu aos clérigos católicos que usem "carros mais modestos" e dediquem as economias aos pobres. Antes de ser eleito papa, quando era um cardeal em Buenos Aires, Francisco circulava de ônibus pela capital argentina. Ele defende que a Igreja Católica dê mais atenção às parcelas mais pobres da população.

Após a declaração do Papa, o padre colombiano Hernando Fayid decidiu vender seu carro, um Mercedes Bens conversível. Fayid afirmou a uma emissora de televisão local que o automóvel foi um presente de seu irmão.


Fonte: Dom Total

FIM DA INDIFERENÇA

FIM DA INDIFERENÇA
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Não ser somente um símbolo mas um sinal que indica uma estrada a ser percorrida. O Papa Francisco na última segunda-feira, visitando Lampedusa – ilha situada no extremo-sul da Itália – sacudiu mais uma vez a consciência de todos aqueles que ainda viram o rosto para o outro lado diante das dificuldades do irmão necessitado. Francisco fez um veemente e forte apelo para acabar com a indiferença diante de tantos irmãos que sofrem.

Lampedusa, para melhor nos situarmos, é conhecida como a ilha da esperança para milhares de imigrados africanos que atravessam o Mediterrâneo em busca de um futuro melhor. A chegada desses homens, mulheres e crianças à ilha, à ilha do sonho, do paraíso, da porta de entrada da Europa é precedida por uma viagem longa, desumana, terrível, durante a qual muitos perdem suas vidas: no olhar perdido dos que sobrevivem a essa odisséia sem fim, a recordação da morte de tantos parentes e amigos que não conseguiram atravessar o mar. Em seus corações, a dor por aquilo que deixaram para trás e a esperança por aquilo que virá.

Foi a esses homens, mulheres e crianças vindos da outra margem do Mediterrâneo que o Papa Francisco quis homenagear. Para rezar com eles e por eles. A idéia de visitar a ilha de Lampedusa nasceu por causa dos contínuos desembarques e naufrágios de migrantes, sobretudo provenientes da África. Tocado por esta série de tragédias, o Santo Padre, decidiu fazer essa visita à comunidade de Lampedusa e aos imigrantes sobreviventes, para com eles rezar e dar-lhes coragem a superar com dignidade a dramática situação.

Para o Papa era importante que se entendesse o significado desta sua visita: um gesto importante e significativo, como disse na sua homilia de “chorar por aqueles que morreram no caminho rumo a uma condição melhor de vida”; mas também gesto de solidariedade para com todos aqueles que sofrem neste mesmo caminho e de solidariedade e encorajamento para com todos aqueles que se empenham efetivamente em acolhê-los e a permitir-lhes que prossigam rumo a uma vida melhor.

As palavras do Papa foram duras críticas ao que ele chamou de “globalização da indiferença” provocada por uma “cultura do bem estar” que leva as pessoas a viverem em “bolhas” na ilusão “do fútil, do provisório”.

Mas agora Lampedusa, a viagem do Papa e o encontro com os últimos e com a população local não deve ser só um símbolo, mas sim a indicação de que é possível mudar as coisas. Os refletores da mídia, que se acenderam no último dia 8 de julho quando o Papa tocou a terra de Lampedusa, já se apagaram, mas os desembarques daqueles que sonham uma vida melhor, continuam. E esses filhos de Deus continuam, de modo desesperado a desafiar a morte perseguindo o sonho da liberdade.

O Papa foi rezar por aqueles que perderam a vida, mas também foi a Lampedusa para sacudir a consciência de todos, a nossa, do valor da vida, de que não se pode ficar indiferente diante da situação de milhões de pessoas que padecem as necessidades mais básicas para a sobrevivência.

Os votos são de que a viagem do Papa a Lampedusa, um lugar talvez desconhecido para milhões de pessoas, seja o início da construção de uma ponte que ligue a opulenta e fechada Europa à África, ao mundo dos excluídos; uma ponte que una, num só abraço pessoas de todas as partes do mundo, que lutam para ter uma vida digna.

O Papa Francisco nas palavras proferidas em Lampedusa tocou os corações das pessoas e chamou a atenção dos meios de comunicação, principalmente quando usou a expressão “globalização da indiferença” e pediu perdão pelas mortes absurdas de pessoas que buscavam uma vida melhor. Se chegamos à globalização da indiferença, e ao fato de que o outro é somente um problema, é porque não vivemos corretamente o nosso cristianismo.

Ainda durante a sua homilia, na celebração da Santa Missa, o Santo Padre não esqueceu dos muçulmanos presentes, dirigindo um pensamento pelo início do jejum do Ramadã, o mês sagrado para os muçulmanos e concluíndo; “a Igreja está ao seu lado na busca de uma vida mais digna, para vocês e suas famílias. A vocês “O’sciá!”.


Papa Francisco mais uma vez toca o coração das pessoas e faz um forte chamado à consciência de todos, para sairmos de nossas posições conformistas. Ele com o seu gesto nos ensina a contrastar a indiferença e a superar com gestos concretos o egoísmo da nossa comodidade.

Silvonei José Protz
Colaborador do Blog Evangelizando
Diocese de Roma (Itália). Doutor em comunicação e professor universitário em Roma. Jornalista da Rádio Vaticano: "a voz do Papa e da Igreja em diálogo com o mundo".

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