Em construção...

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24 de junho de 2013

Que mistério envolve a Jornada Mundial da Juventude?

Que mistério envolve a Jornada Mundial da Juventude?
Blog Evangelizando!

Após os dias 23 a 28 de julho quando acontecerá no Rio de Janeiro a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), o Brasil já não será mais o mesmo. Reunirá milhões de jovens católicos do mundo e a vinda do papa Francisco deixarão um rastro novo, de esperança e de fé no coração de todos os católicos. A Jornada não será um evento pontual, muito pelo contrário, ela será capaz de renovar a Igreja, pois pretende dar um novo fôlego na fé de todos aqueles que creem.

A JMJ foi criada em 1985 pelo papa João Paulo II. Desde então, várias cidades pelo mundo tem acolhido a multidão de jovens para se encontrar com o Papa, mais ainda, encontrar-se com o próprio Cristo por meio da peregrinação, da oração, da reflexão, da escuta da Palavra e da celebração da Eucaristia. Os jovens buscam ter um encontro verdadeiro com Cristo na cruz, pois ela é o sim de Deus ao homem, é expressão de total amor dEle por cada um de nós.

Sabemos muito bem que o tempo da juventude é marcado pela característica de buscar grandes aspirações. Quer-se uma vida grande e bela, mas não se sabe onde e como edificar suas vidas. Ao vermos tantos jovens que têm a fé como alicerces para suas vidas, questionamos: o que exatamente esses jovens procuram? O que os fazem sair de suas casas, de seus países, privarem-se de comodidade, fazerem tantos sacrifícios? O que, de fato, envolve a JMJ?

Há o clima de viagem, o encontro com diversos jovens, oportunidade de conhecer outros lugares, culturas... Mas, na verdade a Jornada é um kairós na vida dos jovens e da Igreja. O novo, o grande e o sentido da vida que todos almejam, as aspirações, sonhos e desejos só se tornam plenos e concretos quando estão enraizados n’Aquele que pode nos dar a vida em plenitude. Para alcançarmos esse fim é preciso da fé viva, da caridade capaz de ser solidários com os mais sofredores e da esperança em Cristo que jamais nos deixa desanimar frente aos problemas da vida.

O encontro com o Papa propiciará a renovação de nossa fé em Cristo ressuscitado que quer dar esta vida nova e grande que desejamos viver. Por isso única é a voz dos jovens, dos padres, bispos e do papa no anúncio de uma Igreja viva, do desejo de querer seguir a Jesus e crescer na fé. “Permanecei firmes no caminho da fé, com segura esperança no Senhor. Aqui está o segredo do nosso caminho. Ele dá-nos a coragem de ir contra a corrente. Sim, jovens; ouvistes bem: ir contra a corrente. Isto fortalece o coração, já que ir contra a corrente requer coragem e Ele dá-nos esta coragem.” (Papa Francisco). Assim, os jovens, fortemente enraizados em Cristo, são capazes de mostrar ao mundo uma Igreja bela e renovada. Torcemos para que muitos outros jovens se comprometam com a Igreja e renovem profundamente a Igreja de Cristo, as paróquias, os grupos de jovens a fim de que se construa hoje a civilização do amor.

O encontro com Cristo é fonte de verdadeira alegria e felicidade. Em um tempo e sociedade onde o nada é o grande hóspede do coração jovem é preciso mostrar que temos fé e que não cremos sozinhos, que como Igreja formamos uma comunidade que busca imitar Jesus e viver o Evangelho. A grande verdade a ser proclamada na JMJ é: DEUS É AMOR.


Sem sombra de dúvida, a JMJ no Brasil contribuirá para a formação de novas gerações católicas. Além do mais propiciará um novo olhar sobre a juventude, percebendo nela um papel ativo e comprometido. Não podemos deixar que o o testemunho de fé dos jovens morra após a jornada! Rumo à JMJ, perseverantes em nossa fé!

Geraldo Trindade
Colaborador do Blog Evangelizando
Bacharel em filosofia pela Faculdade Arquidiocesana de Mariana, estudante de teologia no Seminário São José da arquidiocese de Mariana (MG). Blog: http://pensarparalelo.blogspot.com.br/

Mensagem de Reflexão

Blog Evangelizando!

A raiva é uma explosão de um sofrimento que não foi digerido, é algo que, por medo, timidez ou qualquer outra frustração, vai se acumulando dentro da pessoa, pressionando o coração e, em dado momento, por qualquer atitude do outro, acontece à explosão.

O que faz a raiva explodir é na maioria das vezes uma pequena faísca, a raiva não é o efeito disto ou daquilo, a explosão vem pela última gota de todo um sofrimento guardado, de toda uma incompreensão acumulada.

Em Romanos 8, 35 lemos: “Quem nos separará do amor de Cristo?” Paulo ao dizer que nada poderá nos separar do amor de Deus, vai também descrevendo que nem a doença, nem a espada, nem a angustia, nem a tribulação, nem a fome, nem a nudez, nem o perigo, nada, nem mesmo a raiva, poderá nos separar deste amor.

É importante que busquemos no amor de Deus a resolução para os nossos sofrimentos, resolvendo suas causas e não deixando, como diz ainda São Paulo, que o sol se ponha sobre o nosso ressentimento.

É preciso deixar que o Senhor tome conta das nossas aflições, das nossas incertezas, da raiva que possamos adquirir pelas limitações humanas.

Meu bom Jesus,
vem em nosso auxílio, aumenta a nossa fé,
e que possamos sentir cada vez mais
a Tua presença em nossa vida.
Amém!

Leia o Evangelho do dia em : www.encontrocomcristo.org.br

Padre Alberto Gambarini
Colaborador do Blog Evangelizando
Apresentador do programa Encontro com Cristo em várias emissoras de tv e pároco do Santuário de N.Sra. Prazeres e Divina Misericórdia
Itapecerica da Serra

Os crimes da Igreja Católica

Os Crimes da Igreja Católica
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“Para entender a Inquisição” é uma das obras de envergadura com que o professor Felipe Aquino nos presenteia sempre que lhe “sobra tempo” para colocar por escrito as aulas que transmite pela TV. Vale a pena conferir, inclusive porque – como afirmava o escritor e bispo norte-americano Fulton Sheen (1895/1979), por ele citado – «talvez não haja nos Estados Unidos uma centena de pessoas que odeiem a Igreja Católica, mas há milhões de pessoas que odeiam o que erroneamente supõem que seja a Igreja Católica».

Felipe Aquino não pretende esconder o sol com uma peneira. Pelo contrário, por mais vezes cita o pensamento e as atitudes do Papa João Paulo II que o levaram a pedir perdão pelos pecados cometidos pelos cristãos ao longo da história: «Como calar diante das muitas formas de violência perpetradas em nome da fé? Guerras de religião, tribunais da Inquisição e outras formas de violação dos direitos humanos? É preciso que a Igreja, à luz de quanto ensinou o Concílio Vaticano II, reveja, por sua própria iniciativa, os aspectos obscuros da história, avaliando-os à luz do Evangelho. É justo que ela assuma, com uma consciência mais viva, o pecado de seus filhos, recordando todas as circunstâncias em que eles, ao longo da história, se afastaram do espírito de Cristo e de seu Evangelho».

Contudo, não se pode avaliar o passado com a mentalidade atual. O mundo caminha e, com ele, também a cultura. É o que afirmam dois historiadores nada benévolos com a Igreja, Richard Leigh e Michael Baigent: «Não podemos ter a presunção de emitir julgamentos sobre o passado segundo critérios do que é politicamente correto em nosso tempo. Se tentarmos fazer isso, descobriremos que todo o passado é culpado. Então ficaremos apenas com o presente como base para nossas hierarquias de valor; e quaisquer que sejam os valores que abracemos, poucos de nós serão tolos o bastante para louvar o presente como algum tipo de ideal último. Muitos dos piores excessos do passado foram causados por indivíduos que agiam com o que, segundo a moral da época, julgavam as melhores e mais dignas das intenções».

Não se pode negar: a Inquisição, as Cruzadas, as fogueiras, as torturas, a caça às bruxas, etc., tudo isso manchou a história da Igreja Católica. Inúmeros foram os abusos cometidos. Em grande parte, eles se devem ao conluio existente, ao longo da Idade Média e Moderna, entre o poder político e eclesiástico. Exemplo é a própria Inquisição. Foi ela que condenou, em 1314, a Ordem dos Templários, por imposição do rei Filipe IV. Foi ainda ela que mandou queimar Joana d’Arc, em 1431, por determinação das autoridades inglesas. É nessa perspectiva que deve ser visto o fim do poder temporal da Igreja em 1870: o que, naquela época, parecia um cataclismo, se demonstrou, pelo contrário, como mais um ato de amor de Deus por sua Igreja.

Os historiadores são facilmente levados a usar dois pesos e duas medidas em seus juízos sobre a história. É o que verificou Felipe Aquino na avaliação de eventos que marcaram a sociedade: «Em um só ano, de meados de 1793 a meados de 1794, a Revolução Francesa executou mais gente do que a Inquisição da Idade Média havia feito em seis séculos. No entanto, ela é comemorada como um dos acontecimentos mais beneméritos da humanidade».

Ele confirma suas palavras com o testemunho de Michael Baigent e de Richard Leigh, que, como já dissemos, não deixam de criticar severamente a Igreja: «No fim do século XVIII, a Revolução Francesa exterminara cerca de 17.000 padres e duas vezes esse número de freiras, destruíra ou confiscara prédios e terras da Igreja». Outro historiador é Mons. Cauly, para quem «a Revolução Francesa, segundo estatísticas sérias, em Paris e nas grandes cidades, em seis anos, executou acima de 30.000 pessoas, muito mais do que fez a Inquisição na Espanha em seis séculos».


Por tudo isso, conclui o professor Aquino: «Os erros cometidos pelos filhos da Igreja não anulam a beleza da sua história, da qual todo católico deve se orgulhar. A Igreja é santa, embora formada de santos e pecadores, e sempre pura na sua doutrina e na sua moral. Sempre encaminhou os seus filhos para a prática das belas e heroicas virtudes, mesmo com a fraqueza humana deles. Cada ser humano é filho do seu tempo e marcado pela sua cultura e mentalidade».

Dom Redovino Rizzardo
Colaborador do Blog Evangelizando
Bispo de Dourados (MS). Realizou seus estudos no Seminário São Carlos, Guaporé (RS), da Congregação dos Missionários de São Carlos, e os completou na Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção, da Pontifícia Universidade Católica.

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